Kitnet para alugar use o cartão aluguel da CEF veja como funciona.

agosto 24, 2012 by lmenezes · Comentários desativados
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Recém-lançado pela Caixa Econômica Federal (CEF), o Cartão aluguel chegará ao mercado com a promessa de substituir as demais modalidades de fiança. Hoje, as mais comuns, segundo o Secovi Rio, são o fiador, o depósito, e o seguro-fiança que, apesar de ter registrado um forte crescimento, ainda pesa no bolso. Por ano, o locatário desembolsa, em média, o valor referente a um aluguel e meio.

O inquilino que optar pelo cartão pagará uma anuidade de R$96 (a ser quitada em 12 prestações de R$8) mais taxa de manutenção de 6,67% ao mês. Assim, quem tem contrato de mil reais, pagará R$1.067 mensais, o que, ao fim de um ano, representará um encargo de R$804. Ou seja, a taxa de manutenção anual valerá 80% de um aluguel mensal. Isso, sem contar a anuidade, que, tendo valor fixo, pesará mais no bolso dos inquilinos com contratos de valores mais baixos.

Renda mínima exigida será de mil reais – O cartão será oferecido nas bandeiras MasterCard e Visa, na modalidade internacional. Além de oferecer a linha de aluguel, ele funcionará como um cartão de crédito comum, podendo ser utilizado para a realização de compras em estabelecimentos comerciais. Dessa forma, o cartão terá dois limites independentes: o limite aluguel e o limite rotativo.

A renda mínima exigida será de mil reais, e não será possível efetuar saques utilizando o valor disponível para o aluguel. O cliente poderá optar entre três datas de vencimento: 6, 18 e 26.

Segundo o vice-presidente de pessoa física da Caixa, Fábio Lenza, a proposta do novo cartão é propiciar mais agilidade e modernizar o processo de locação. Os critérios para análise de crédito, diz, serão os mesmos já adotados para a aprovação do cartão de crédito. Hoje, segundo o Secovi Rio, o Índice de Velocidade de Locação (que mede o período médio que os imóveis demoram para ser alugados) é de 38 dias.

“A ideia é oferecer segurança e agilidade à operação, a um custo competitivo. Será como comprar, por exemplo, uma TV em 12 vezes. Ao usar o cartão pela primeira vez, as parcelas seguintes constarão automaticamente das próximas faturas”, explica.

A expectativa do banco é de que o novo produto já esteja disponível em todo país a partir do mês que vem. Por enquanto, o projeto piloto ficará restrito a quatro imobiliárias, de São Paulo e de Goiás.

“Hoje, quatro mil empresas já atuam como correspondentes imobiliários do banco, ou seja, são “miniagências” que, provavelmente, também oferecerão o produto. Dessa forma, esperamos vender cerca de 100 mil cartões já a partir de seu lançamento nacional. E chegar a um milhão em cinco anos”, diz o vice da Caixa.

Ideia pode ser seguida por outros bancos – Para o presidente do Sindicato da Habitação (Secovi Rio), Pedro Wähmann, a novidade é bem-vinda num mercado onde a procura por locação aumenta a todo vapor.

“A ideia de se criar uma nova garantia é muito saudável. Hoje, com a estabilização da economia, há muito mais gente com condições financeiras de alugar um imóvel. E muitos ainda esbarram em exigências que não conseguem cumprir, como achar, por exemplo um fiador que tenha mais de um imóvel. É claro que ainda é cedo para atestar a funcionalidade do cartão, mas acredito que, com o tempo, serão feitos ajustes”, afirma Wähmann, para quem a iniciativa da CEF deverá ser seguida por outros bancos.

Fonte: Zap

Casas para alugar alternativas a fiador incluem até cartão de crédito.

agosto 24, 2012 by lmenezes · Comentários desativados
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Conheça os prós e os contras de cada modalidade de garantia, para locadores e locatários

Aluguel de imóveis: outras quatro modalidades de garantia além do fiador já são usadas.

São Paulo – No fim do ano passado, a Caixa lançou o Cartão Aluguel, uma espécie de cartão de crédito voltado para o pagamento de aluguéis, em que o próprio banco funciona como fiador. O cartão ainda está em fase piloto, sendo oferecido por apenas quatro imobiliárias nos estados de São Paulo e Goiás, e ainda não tem previsão de lançamento nacional. Mas de acordo com o sócio-proprietário de uma delas, André Luis de Souza Jr., da Imobiliária Ato, o número de contratos de aluguel fechados em fevereiro com a utilização desse cartão como fiança subiu 30%.

O cartão da Caixa funciona como um cartão de crédito – o banco paga ao proprietário e o inquilino paga as faturas do cartão ao banco – o que, em tese, funciona como uma garantia. Para o sócio-proprietário da Ato, o produto é seguro para o proprietário e ainda conta com as vantagens de eliminar a burocracia e agilizar o processo de locação. Já para o locatário, o produto tem as vantagens de dispensar fiador e depósitos vultosos de uma só tacada, além de ser mais barato que os seguros-fianças disponíveis no mercado.

Ainda é cedo para dizer se a modalidade vai se tornar popular. Apenas 300 imobiliárias foram cadastradas em todo país para operar esse tipo de garantia, e segundo Carlos Samuel Freitas, diretor de locação da AssociaçãoBrasileira das Administradoras de Imóveis (ABADI), o mercado ainda não tem informações suficientes a respeito do produto para avaliar seu possível sucesso.

Contudo, é fato que outras modalidades de fiança já entraram na pauta de proprietários e inquilinos de todoBrasil. Atualmente, a figura do fiador ainda é mais popular, presente em cerca de 60% dos contratos de aluguel. Para Freitas, essa preferência é mais uma questão de costume do que de segurança. Mas o seguro-fiança – operado por seguradoras – já ocupa uma fatia de 25% do universo de contratos.

Também existem outras modalidades menos utilizadas, como o depósito-caução e o título de capitalização. Em breve, é possível que seja aprovado o aluguel consignado, conforme prevê projeto de lei já recém-apresentado na câmara. “Com a mudança na Lei do Inquilinato, já é possível alugar até sem garantia, no caso de locatários com renda alta e estabilidade no emprego. É possível até pedir o pagamento antecipado”, explica do diretor de locação da ABADI.

Mas qual é a forma mais segura para os proprietários ou mais em conta para os locatários? Conheça cada uma das modalidades e entenda as vantagens e desvantagens de cada uma.

Fiador

A figura do fiador é quase folclórica no mercado de locação, mas a sensação de segurança que ela causa no proprietário pode ser ilusória. Para ser fiador, uma pessoa precisa ser dona de pelo menos um imóvel quitado, que servirá de garantia no caso de inadimplência do locatário.

Para o locatário, certamente arrumar um fiador sai mais em conta do que qualquer outra modalidade de garantia. Mas além da burocracia que a fiança envolve, alguns proprietários fazem restrições quanto aos imóveis que servirão de garantia. Há quem exija que o bem esteja localizado em cidades ou estados determinados, ou ainda que o fiador seja dono de mais de um imóvel.

Outro problema é o fato de o fiador poder se exonerar de suas responsabilidades quando o contrato chega ao fim e passa a ter prazo indeterminado, segundo a nova Lei do Inquilinato. Nesse caso, o locatário tem 30 dias para apresentar novo fiador, sob risco de ser despejado liminarmente.

Para o proprietário, o fiador também pode ser arriscado. Caso o único imóvel posto em garantia seja o imóvel em que vive o próprio fiador, é possível que a Justiça o considere bem inalienável. Em alguns casos, o proprietário nunca chega a ver o dinheiro que lhe é devido. “Acaba sendo arriscado, pois sempre há uma circunstância ‘triste’ que a Justiça pode levar em consideração em detrimento do proprietário”, diz o consultor financeiro Mauro Calil.

Seguro-fiança

Comercializado por seguradoras, o seguro-fiança dispensa a figura do fiador e costuma custar o valor de um aluguel e meio. Em caso de inadimplência, o prêmio é pago ao proprietário. “O seguro-fiança é muito mais seguro que a fiança convencional, e atualmente há uma inclinação muito grande dos proprietários a preferirem esse tipo de modalidade”, afirma Carlos Samuel Freitas, da ABADI.

O locatário pode se beneficiar da reduzida burocracia e do fato de ser possível parcelar o valor do seguro em até 12 vezes. A apólice é renovada anualmente, como um seguro de carro ou de residência. O problema é que esse valor não poderá ser reavido, mesmo que o pagamento do aluguel seja pontual. Ou seja, ao final de um ano, o locatário terá pago treze aluguéis e meio em vez de apenas doze.

Cartão Aluguel Caixa

O cartão aluguel funciona como um cartão de crédito comum, com limites sujeitos à análise de crédito. Para os locatários, o produto sai mais em conta que os seguros-fiança, pois seu custo total anual equivale a cerca de 80% do valor de um aluguel – 96 reais de anuidade parcelada em até 12 vezes e uma taxa de 6,67% ao mês.

A renda mínima mensal também é baixa, de apenas mil reais, e o cartão pode ser usado também como cartão de crédito comum. Operando com as bandeiras MasterCard e Visa, o produto conta com um limite-aluguel e um limite rotativo, para outros tipos de pagamento. É claro que esse produto é vantajoso para quem poderá honrar com o pagamento das faturas, pois em caso de inadimplência, o locatário deverá pagar juros, como em um cartão de crédito comum.

“O cartão é um produto interessante se locador e locatário tiverem conta na Caixa. Mas se for preciso abrir uma conta para fazer o cartão pode não ser muito bom para o locatário, pois aí entram as tarifas bancárias”, explica o consultor financeiro Mauro Calil. Nesse caso, se o seguro-fiança estiver disponível vale a pena calcular na ponta do lápis qual modalidade sairia mais em conta.

Depósito-caução
Mais raro, o depósito-caução é utilizado, atualmente, em menos de 10% dos contratos de locação. “Geralmente essa modalidade é utilizada em imóveis mais difíceis de alugar, pois é uma garantia que se esvai com muita rapidez”, diz Carlos Samuel Freitas, da ABADI.

Isso porque, por Lei, essa modalidade prevê o depósito de apenas três meses de aluguel em uma conta-poupança. Mas de acordo com Freitas, esse tempo é curto caso o proprietário entre com uma ação de despejo por inadimplência. “Mesmo que os despejos estejam mais rápidos, dependendo do caso, o processo ainda pode levar até um ano”, explica.

Mas o locatário que tiver a oportunidade de lançar mão dessa modalidade de garantia deve aproveitar. Embora precise ter na mão o equivalente a quatro meses de aluguel para quitar o primeiro pagamento e fazer o depósito, o locatário poderá reaver o dinheiro depositado ao final do contrato, corrigido pela poupança. É, de longe, o tipo de garantia mais vantajosa para o locatário. “Essa é a modalidade mais democrática para os dois lados”, diz Mauro Calil.

Título de Capitalização

Raríssimo, o título de capitalização funciona como o depósito-caução, porém permite o depósito de mais de três meses de aluguel. O locatário pode reaver o dinheiro ao fim do contrato e o proprietário pode ficar garantido por um longo período. O problema é que um título longo pode exigir do locatário um depósito inicial muito vultoso – de um ano de aluguel, por exemplo, em uma só tacada – e a maioria das pessoas não tem esse dinheiro na mão.

Outra desvantagem do título é o prazo. Em geral eles são de 30 meses, o equivalente a um contrato padrão de aluguel. Porém, caso o locatário deseje sair do imóvel antes de terminar o prazo, não vai conseguir reaver o valor total aplicado no título. O mesmo risco atinge o proprietário. Em caso de inadimplência, ele deverá esperar até o vencimento para ver a cor do dinheiro, pois se resgatar antes do tempo poderá não completar o valor que lhe é devido. “Títulos de capitalização penalizam resgates antes do vencimento”, diz Mauro Calil.

Fonte: Exame

Calcule para quanto irá o aluguel a partir de março

junho 18, 2012 by lmenezes · Comentários desativados
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Com a deflação de 0,06% registrada em fevereiro pelo IGP-M (Índice Geral de Preços do Mercado), da FGV (Fundação Getúlio Vargas), a variação acumulada desse indicador no período de 12 meses totaliza 3,43%.

Esse percentual, que compreende o período de março de 2011 a fevereiro de 2012, deve ser aplicado aos contratos de locação residencial em andamento que aniversariam em março e têm cláusula de reajuste pelo IGP-M, cerca de 90% dos aluguéis do mercado.

Assim, um inquilino que pagava R$ 900,00 de aluguel entre março de 2011 e fevereiro de 2012, com os 3,43% de reajuste passará a desembolsar R$ 930,87 a partir deste mês de março.

Para facilitar o cálculo do reajuste, basta multiplicar o valor pago atualmente por 1,0343. A conta é válida exclusivamente para os contratos com aniversário em março e reajuste anual pelo IGP-M.

Fonte: R7

Casas para alugar com vencimento em maio subirá 10,6%.

junho 18, 2012 by lmenezes · Comentários desativados
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Reajuste, segundo o Secovi-SP, é o menor de 2011. Percentual corresponde à variação do IGP-M.

Os contratos de locação com reajuste anual atrelado ao IGP-M (Índice Geral de Preços do Mercado) e aniversário em maio terão o menor reajuste deste ano, com variação percentual de 10,60%. Isso corresponde à variação do indicador da FGV (Fundação Getúlio Vargas) no período de maio de 2010 a abril deste ano.

“Cerca de 90% do mercado de locação adota o indicador por ele ser o único divulgado na mudança do mês, isto é, o IGP-M é o primeiro índice a ser divulgado em cada período”, explica Roberto Akazawa, gerente do Departamento de Economia e Estatística do Secovi-SP (Sindicato da Habitação). Ele explica que a adoção não é exclusiva do mercado de locação, sendo utilizado em outros contratos com previsão de atualização.

Apesar de o IGP-M balizar boa parte dos contratos de locação, existe sempre a possibilidade de negociação entre locador e locatário. “Neste momento, entretanto, o reajuste pela variação do IGP-M tende a ser aplicado de forma integral, porque a opção de se trocar de moradia locada se torna difícil por falta de imóveis em oferta”, observa Akazawa. A mais recente Pesquisa Secovi-SP sobre Valores de Locação Residencial detectou que em março os novos contratos de locação estavam 15,25% mais caros que em idêntico período do ano passado.

Cálculo da correção

Para calcular o reajuste, basta multiplicar o valor do aluguel pago até abril por 1,1060. Assim, se o aluguel era de R$ 800,00, a partir de maio será de R$ 884,80.

Fonte: Imovelweb

Casas para alugar tem aumento record.

maio 16, 2012 by lmenezes · Comentários desativados
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Nos últimos 12 meses, os valores tiveram alta de 12,8%; é a maior alta desde o início da série em 2006

O valor de novos contratos de locação residencial de apartamentos e casas na cidade de São Paulo registrou alta de 12,8% no acumulado dos últimos 12 meses terminados em setembro. A variação acumulada é a maior na série histórica do Secovi-SP (Sindicato da Habitação), começada em 2006. Segundo a entidade, o aumento da procura por locação de imóveis foi o responsável pela alta dos aluguéis.

O percentual ficou acima da inflação acumulada no período. O IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) variou 4,49% nos últimos 12 meses. Em relação aos valores negociados em agosto, a alta no oitavo mês do ano é de 1,7%, segundo revelam dados divulgados ontem pelo Secovi-SP.

No que diz respeito aos contratos em andamento, o reajuste anual do aluguel deve seguir o IGP-M (Índice Geral de Preços de Mercado) da FGV (Fundação Getulio Vargas ), que acumulou variação de 7,77% de setembro a setembro.

Os imóveis de um dormitório foram os que mais apresentaram alta no reajuste do aluguel em setembro, de 2,4%. O valor do aluguel das unidades de dois dormitórios teve comportamento semelhante ao da média de mercado: alta de 1,7%.

Por sua vez, os imóveis de três dormitórios registraram os menores aumentos, de apenas 0,7% em relação aos valores praticados em agosto.

“Os imóveis de um dormitório são uma raridade hoje em dia no mercado paulistano”, afirmou, por meio de nota, o diretor de Locação Residencial do Secovi-SP, Hilton Pecorari Baptista. “A oferta reduzida e a alta demanda fazem com que os preços desses imóveis sofram uma grande valorização”, afirmou.

Segundo ele, dependendo da localização e do estado de conservação, há uma fila de interessados em locar esse tipo de imóvel.

Correção dos contratos de locação antigos, feito pelo IGP-M da FGV, em setembro ficou em 7,77%

fonte: flavio melgarejo/destak

Aluguel tem novo índice de reajuste.

março 26, 2012 by lmenezes · Comentários desativados
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Com a deflação de 0,06% registrada em fevereiro pelo IGP-M (Índice Geral de Preços do Mercado), da FGV (Fundação Getúlio Vargas), a variação acumulada desse indicador no período de 12 meses totaliza 3,43%.

Esse percentual, que compreende o período de março de 2011 a fevereiro de 2012, deve ser aplicado aos contratos de locação residencial em andamento que aniversariam em março e têm cláusula de reajuste pelo IGP-M, cerca de 90% dos aluguéis do mercado.

Assim, um inquilino que pagava R$ 900,00 de aluguel entre março de 2011 e fevereiro de 2012, com os 3,43% de reajuste passará a desembolsar R$ 930,87 a partir deste mês de março.

Para facilitar o cálculo do reajuste, basta multiplicar o valor pago atualmente por 1,0343. A conta é válida exclusivamente para os contratos com aniversário em março e reajuste anual pelo IGP-M.

Fonte: R7 

Locador pode mudar de imobiliária no meio do contrato, mas poderá pagar multa

janeiro 31, 2012 by lmenezes · 641 Comments
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Proprietários que possuem imóveis alugados podem resolver seus problemas com a imobiliária por meio da quebra do contrato e trocando de empresa. A opção, no entanto, pode gerar multa, segundo advogados.

O locador deve ficar atento ao contrato, principalmente se há a previsão de multa por rescisão, explica a advogada Gisele Friso. “Se a rescisão não tiver como motivo uma falha da imobiliária, o proprietário poderá ser cobrado”. Entre as possíveis causas estão violações de regras contratuais, como o atraso no repasse do aluguel ao proprietário.

O advogado Marcelo Tapai afirma que o cuidado deve ser redobrado, pois a multa pode ser equivalente ao valor total da comissão que a imobiliária receberia até o fim do contrato de locação. Já a advogada Gisele Friso defende que, se o valor for abusivo, ele deve ser questionado judicialmente.

INQUILINO

Como quem contrata a imobiliária é o proprietário do imóvel, o locatário não possui, em tese, poder de optar pela imobiliária. No entanto, se houver problemas na prestação de serviços, ele pode exigir reparação na Justiça, diz o advogado Marcelo Tapai.

“Em casos extremos, o inquilino pode até mesmo solicitar ao locador a troca da imobiliária, expondo seus motivos, sob pena de rescisão do contrato de aluguel”, afirma Friso.

Fonte: Folha Online

Preço de imóvel para Carnaval no litoral paulista mais do que dobra neste ano

setembro 9, 2011 by lmenezes · 1.026 Comments
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Em Santos e no Guarujá, valor de imóveis hoje daria para pagar duas diárias em 2009, A diária em apartamento de quatro dormitórios passou de R$ 683 para R$ 1.466. Variação é de 114%

O Carnaval de 2011 vai ser mais caro – pelo menos quando o assunto é o preço das casas e apartamentos no litoral de São Paulo. Em cidades como Santos e Guarujá, as mais valorizadas da costa paulista, o valor da diária dos imóveis grandes mais do que dobrou em relação ao ano passado. Barato mesmo, só as quitinetes de áreas como Peruíbe, Itanhaém, Mongaguá e Praia Grande.

Um levantamento do Creci-SP (Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo) feito com imobiliárias de 12 cidades mostrou que, na região central do litoral, o dia em um apartamento de quatro dormitórios (que acomoda até 15 pessoas) passou de R$ 683,34 , no feriado carnavalesco de 2010, para R$ 1.466,67. Um aumento de 114,63%.

A diária de uma casa de quatro quartos (que acomoda até 20 pessoas) foi de R$ 556,67 para R$ 1.150. Alta de 106,59%. Os valores consideram o período de quarto dias entre 5 e 8 de março. Algumas imobiliárias cobram cinco dias (a sexta 4 ou a quarta 9).

Em Santos e no Guarujá, o valor das diárias de casas de três quartos (para até 20 pessoas) variaram de R$ 764,58 para R$ 959,09. Os apartamentos foram de R$ 573,47 a R$ 661,54. No caso dos imóveis de um e dois dormitórios na mesma região, os preços caíram – a mais barata é a casa de um quarto, para até cinco pessoas, que sai por R$ 240.

A região de Praia Grande, Mongaguá, Itanhaém e Peruíbe é a que concentra os preços mais em conta para o carnaval. Uma quitinete (que acomoda até oito pessoas) pode ser achada por R$ 120. No ano passado, o preço era de R$ 135.

De todos os imóveis pesquisados no litoral sul, o que mais encareceu foi o apartamento de quatro quartos – passou de R$ 650 para R$ 800, em média. As casas do mesmo tamanho podiam ser encontradas por R$ 500.

As de três quartos baixaram de R$ 479,90 para R$ 408,33. As de dois quartos diminuíram de R$ 390,61 para R$ 287,50. O apartamento de três dormitórios foi de R$ 553,33 para R$ 500. O de dois, de R$ 350 para R$ 283,33.

O litoral norte tem o imóvel que mais baixou de preço nesta temporada. As casas de um dormitório em Ubatuba, Bertioga, Caraguatatuba, Ilhabela e São Sebastião saíram de uma média de preço de R$ 311,25, por dia, para R$ 133,33. A queda é de 57,16%.

Na região, a casa de quatro dormitórios aumentou de R$ 950 para R$ 1.140 a diária. A de três quartos, de R$ 590,61 para R$ 694,12. A de dois, de R$ 364,46 para R$ 525. A quitinete também subiu, de R$ 200 para R$ 240, em média.

Os apartamentos nessas cidades ficaram mais em conta. O de dois dormitórios foi de R$ 397,71 para R$ 367,50; e o de um, de R$ 287 para R$ 276,67.

O Creci pesquisou os valores de diárias de locação nas cidades de Ubatuba, Santos, Bertioga, Caraguatatuba, Peruíbe, Itanhaém, Guarujá, Ilhabela, São Sebastião, São Vicente, Mongaguá e Praia Grande.

Fonte: R7

Alugar apartamento durante o Rock in Rio pode render diárias de até R$ 200

setembro 9, 2011 by lmenezes · 530 Comments
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Região começa a atrair olhares de turistas (Foto: Divulgação)

A pacata vizinhança da Cidade do Rock, em Jacarepaguá, começa a atrair o olhar dos turistas, que vão sacudir a região durante os sete dias do Rock in Rio, daqui a pouco mais de um mês. É que, com os hotéis da cidade quase lotados nas datas dos shows, oferecer o próprio apartamento num aluguel por temporada – aquele em que o inquilino paga para ficar apenas alguns dias no imóvel – pode ser uma lucrativa oportunidade para quem pode se apertar na casa de um parente ou, até mesmo, sair de férias.

Dados da organização do Rock in Rio revelam que metade da primeira leva de 600 mil ingressos foi vendida para pessoas que não moram no estado. São turistas que podem pagar entre R$ 60 e R$ 200 pela diária de um quarto e sala no Rio, dependendo do local e da infraestrutura, de acordo com levantamentos em corretoras e sites especializados.

Potencial inexplorado – O vice-presidente de locação do Sindicato de Habitação do Rio (Secovi Rio), Antônio Paulo Monnerat, explica que, atualmente, o aluguel por temporada se concentra, principalmente, em Copacabana, mas regiões como as zonas Norte e Oeste, além do Centro, têm um grande potencial.

- Há grandes eventos programados nessas regiões, como a Copa do Mundo e as Olimpíadas, o que vai aquecer o mercado imobiliário ainda mais. Alugar o próprio imóvel é uma forma de ganhar algum dinheiro numa época em que a cidade estará lotada de turistas – afirma Monnerat.

Contrato de até 90 dias – Especializado em Direito Imobiliário, o advogado Hamilton Quirino explica que as únicas diferenças entre o contrato por temporada e o de aluguel tradicional são a duração e o pagamento:

“O aluguel de temporada é de, no máximo, 90 dias. Além disso, o pagamento integral deve ser feito com antecedência. O proprietário também pode pedir um valor como caução, para cobrir eventuais danos ao imóvel ou aos móveis e eletrodomésticos.”

A guia de turismo Fabiana Bandeira, de 27 anos, cuida de quatro apartamentos da família em diferentes bairros do Rio, que são alugados por temporada há um ano e meio. Segundo ela, é preciso ter cuidados redobrados nessa modalidade de contrato:

“Nunca tivemos problemas com inquilinos, mas é importante se resguardar, até porque é o nosso patrimônio que está em jogo”, diz Fabiana, que sempre pede documentos e comprovante de residência, além de fazer uma listagem completa de tudo o que está no apartamento e anexar ao contrato: “Essa conferência deve ser feita com o inquilino no primeiro e no último dia da locação.”

Segundo Hamilton Quirino, o contrato pode ser feito pelo proprietário, sem intermediação de corretoras, mas é preciso seguir o modelo-padrão.

Fonte: Jornal Extra

Aluguéis recebidos são passíveis de dedução no IR

agosto 2, 2011 by lmenezes · 969 Comments
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 A Receita Federal admite que o locador deduza alguns valores sobre os aluguéis recebidos para encontrar a base de cálculo do Imposto de Renda. As taxas são passíveis de redução quando o encargo tiver sido  suportado pelo locador.

Podem ser excluídos do valor do aluguel recebido:

- Quantias relativas a impostos, taxas e emolumentos incidentes sobre o bem que produzir o rendimento;

- Aluguel pago pela locação de imóvel sublocado;

- Despesas pagas para cobrança ou recebimento do rendimento;

- Despesas de condomínio.

A tributação só acontece em caso do valor líquido (base de cálculo) ser equivalente ou superior a R$ 1.313,70 por mês. “São considerados rendimentos isentos ou não-tributáveis quando abaixo de R$ 1.313,69”, explica André Luiz de Souza Junior, proprietário da imobiliária Ato, de Piracicaba/SP.

O valor da dedução do imposto de renda varia quando o imóvel foi alugado para uma empresa ou pessoa física. Quem recebe aluguel de imóvel locado para uma empresa tem o IR retido pela fonte pagadora. “Ou seja, a empresa paga pelo valor do aluguel, mas já desconta a parcela do IR, e é ela a responsável pelo recolhimento do tributo retido à Receita Federal”, explica Souza Junior.

egundo Claudio Bini, advogado do escritório Bini Advogados, poderá ainda ser deduzido do valor tributável gastos com dependentes, contribuição previdenciária, pagamento de pensão alimentícia, etc.. “Para isso é preciso encontrar a base do cálculo, relacionados os gastos com dependentes, com a contribuição previdenciária, pagamento de pensão alimentícia, entre outros”, diz ele.

Documentos

Souza Junior explica ainda que há uma diferença quando o inquilino é uma pessoa física. “Neste caso, o recolhimento deve ser mensalmente, calculado sobre o valor recebido pelo aluguel, através do chamado carnê-leão”. Este documento trata-se de um formulário intitulado Darf (Documento de Arrecadação da Receita Federal) recolhido sob o código 0190.

Se o locador recolhe o imposto de renda mensalmente, registrando inclusive livro caixa, deve deduzir os valores também mensalmente. Bini destaca que sobre o saldo respectivo (base de cálculo), é preciso aplicar a alíquota, conforme a tabela progressiva do IRPF, guardando os comprovantes de recolhimento que justificam a dedução. “Para quem não fez o recolhimento mensal, é preciso guardar os documentos, pois precisará usá-los como justificativa da dedução na declaração anual”, completa o advogado.

Prazo

A Secretaria da Receita Federal vai receber a  declaração do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) 2011, referente aos rendimentos recebidos em 2010, até 29 de abril. As pessoas que apresentarem o documento após a data limite estarão sujeitas a multa mínima de R$ 165,74. O programa para efetuar a declaração está disponível no site da Receita Federal.

Fonte: R7

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