Imóveis para vender e a conquista das mulheres no mercado de trabalho.

janeiro 9, 2013 by lmenezes · Comentários desativados
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O jeito de ser e a visão detalhista da mulher a levaram a ganhar o respeito dos colegas de trabalho e até mesmo a preferência da clientela

Mirian Dayrell, sócia de imobiliáriaque leva seu nome, diz que metadeda sua equipe é formada por mulheres

Dinâmicas, sensíveis, capazes de gerir várias atividades concomitantes. Essas são algumas das características que estão dando às mulheres cada vez mais espaço no mercado de trabalho, inclusive em atividades até há pouco tempo dominadas pelos homens, como a corretagem imobiliária. Pesquisa divulgada recentemente pelo Conselho Federal dos Corretores de Imóveis (Cofeci) aponta que elas já representam 32,7% dos 280 mil corretores no país.

A presença feminina no setor imobiliário cresceu 144% na última década, segundo estimativa do Cofeci. “A mulher é mais serena e perseverante, qualidades que ajudam muito no mercado de imóveis e que vão favorecer sua participação no setor”, avalia o presidente do Conselho Regional dos Corretores de Imóveis de Minas Gerais (Creci-MG), Paulo Tavares.

Segundo ele, “a mulher tem olho mais clínico para a casa. O homem estica o pescoço e já considera que viu o quarto. A mulher entra, vê bem o tamanho, já imagina como ficaria a decoração. No processo de venda, que inclui visita ao imóvel, isso faz diferença. Até porque, muito embora o homem tenha uma participação grande no aporte do capital para a compra, muitas vezes a palavra final é da mulher”, sugere.

Tino

Para Mírian Dayrell, sócia da imobiliária que leva seu nome, a divisão de gênero está ficando nítida. “Quando comecei, em 1994, só tinha colegas homens. Lembro-me que muitos acreditavam que eu não daria conta. Entrei numa imobiliária para trabalhar como advogada. Mas percebi que tinha tino para o negócio, além de ver os corretores se dando melhor financeiramente que os advogados. Depois de três anos como funcionária, abri minha própria empresa”, lembra.

Hoje, Mírian vê um amadurecimento maior no mercado. “Está diferente. As mulheres são mais respeitadas. Recebo muitas, que vêm à procura de oportunidade na minha empresa. Minha equipe, com 35 corretores, é meio a meio. A mulher tem esse lado maternal. Sabe ouvir e consegue compreender as necessidades do lar e da família, o que reflete num atendimento melhor”, defende ela.

Mírian preside a recém-fundada CMI Mulher, braço da Câmara do Mercado Imobiliário que pretende dar mais espaço e voz às mulheres na entidade de classe. “Podemos contribuir com o setor. A CMI Mulher vai ajudar a quebrar alguma inibição de corretoras, já que as reuniões da entidade são sempre bem masculinas. Já tivemos mais de 20 executivas do setor na última reunião. Algumas ideias já surgiram, como cursos para a Universidade Secovi e sugestão de convênios”, comemora.

“Numa mesa de negociação, sempre tem uma mulher, seja corretora, proprietária ou interessada no imóvel” – Cássia Ximenes, diretora da Sílvio Ximenes Imóveis e vice-presidente do Secovi-MG

Sem Discriminação

A intermediação feminina no processo de venda ou aluguel de um imóvel está cada vez mais respeitada entre o público masculino e clientes mulheres se sentem mais à vontade

O número de mulheres que se filiam ao Conselho Regional dos Corretores de Imóveis de Minas Gerais (Creci-MG) está crescendo. Em 2011, foram 511 novas corretoras. Enquanto apenas nos seis primeiros meses deste ano esse número chega a 349 inscrições. Segundo estimativas do Conselho Federal dos Corretores de Imóveis (Cofeci), o número de mulheres no setor deve se igualar à quantidade masculina dentro de cinco ou seis anos.

Juliana Cristina de Sá é sócia da Cândido de Sá Imóveis. Ela conta que, dentro de sua equipe, nunca foi tratada diferente por ser mulher, mas que já se sentiu discriminada por corretores concorrentes. “Por ser uma profissão em que os homens predominam, muitos deles se sentem superiores às colegas”, afirma. Ela salienta, entretanto, que as mulheres têm diversas características que podem beneficiá-las no mercado imobiliário, como serem mais criteriosas e sensíveis às necessidades de possíveis compradores. “Em quase 10 anos de corretagem, construí uma carteira de clientes muito extensa”, cita.

O bom resultado de seu trabalho foi comprovado recentemente, com a vitória no Desafio UFC, competição promovida para estimular as imobiliárias licenciadas a buscar pré-cadastros de clientes interessados no futuro empreendimento Alphaville, localizado no Vetor Norte da Grande Belo Horizonte. Com mais de 20 cadastros entregues, Juliana foi premiada com um par de ingressos para o UFC 147, evento de MMA realizado em Belo Horizonte em 23 de junho. A constância dos bons resultados deixa claro que os frutos são resultado de trabalho e não de outras questões, como a sedução feminina, piada que Juliana já ouviu de concorrentes.

Reconhecimento

Para ela, sua vitória é fruto do esforço em manter um relacionamento próximo de seus clientes, para que possa conhecer bem cada um e oferecer produtos específicos, que atendam exatamente suas necessidades e desejos. “O segredo do sucesso é não ter preguiça, arregaçar as mangas e ir atrás de clientes”, ensina. Para ela, o mais efetivo é um trabalho estratégico e personalizado com cada comprador. “É importante entender melhor as pessoas com quem lidamos. É necessário ligar, oferecer os produtos, fazer visitas e acompanhar as transações de perto. Se for preciso, é até válido bater de porta em porta oferecendo imóveis. O que não se pode fazer é esperar o cliente cair do céu”, finaliza Juliana, há 10 anos na profissão.

Cássia Ximenes é vice-presidente do Sindicato da Habitação de Minas Gerais (Secovi-MG), integra a CMI Mulher e é diretora da Sílvio Ximenes Imóveis. Em sua avaliação, a mulher tem contribuído para a concretização dos negócios. “Numa mesa de negociação, sempre tem uma mulher,

seja corretora, proprietária ou interessada no imóvel. E elas se sentem mais confortáveis quando encontram outra mulher”, defende. “Temos um senso de observação grande. É como aquela piada: uma mulher leva 15 dias para contar sobre uma conversa de 15 minutos e o homem leva 15 minutos para contar sobre uma viagem de 15 dias. Os detalhes não escapam às mulheres”, conclui.

Outro fator comemorado por Cássia é a remuneração entre mulheres e homens. “A corretora ganha exatamente igual ao corretor. Não há diferenciação de gênero, como ocorre em outras empresas ou profissões”, garante.

Por: Humberto Siqueira

Fonte: Estado de Minas

Imóveis para vender, como fechar negócio

novembro 3, 2012 by lmenezes · Comentários desativados
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VOCÊ ESTÁ “FECHANDO” VENDAS?

O mercado de imóveis há algum tempo deixou de ter espaço para o amadorismo. Como todos os negócios, hoje em dia bem mais competitivo, o setor imobiliário em particular, exige do profissional da corretagem cada vez mais empenho, técnica e aproveitamento de oportunidades.

E quando, apesar de todo o esforço, trabalhou-se 20h por dia, de domingo a domingo, e a venda não saiu? E não somente uma, mais várias vendas não sairam? O que pode estar acontecendo de errado? Estou fora do mercado? Está me faltando algo? Talvez mais conhecimento? Um curso? Atualização técnica… ou é “acertar na caçapa”? Será somente falta de sorte?

Como fazer uma AUTOCRÍTICA honesta?

Não existe fórmula mágica para o sucesso nas vendas. Por outro lado , é possível traçar um caminho vitorioso se houver atenção a alguns pontos importantes. O tema é bastante vasto, mas cabem algumas dicas as quais ocorretor deve sempre estar atento:

1- Invista no MARKETING Pessoal

Esteja sempre com uma boa apresentação. Esta primeira recomendação pode parecer óbvia mas, acredite, não é. A sua imagem como pessoa e profissional conta e pode fazer você perder clientes. E não falamos aqui apenas do vestuário. Pontos como pontualidade, organização e motivação para o trabalho – é difícil comprar quando o vendedor não demonstra entusiasmo com o produto – contam muito quando você se apresenta diante do cliente. Por melhores características que seu imóvel possua, diferenciando-se dos demais, você vai precisar vender antes a si mesmo. Mas, #comofaz?

2- Utilize um MENTOR

Vivemos a era do networking (relacionamentos com fins profissionais) e relacionar-se bem com as pessoas o ajudará, e muito, a definir uma boa imagem para os outros. As redes sociais estão aí para ajudar a agregar seus contatos oriundos dos mais diferentes grupos e que podem ajudar a alavancar suas vendas. Antes, contudo, você precisará definir quais suas melhores COMPETÊNCIAS e onde você ainda precisará melhorar. Seus talentos devem estar a mostra e trabalharem a seu favor. Suas deficiências, uma vez identificadas, precisam ser minimizadas ou mitigadas. Todos querem estar com VENCEDORES pois nos espelhamos naqueles que gostaríamos de ser. Aproveite para espelhar-se em quem admira. Aquele(a) que você não vê defeitos: Seu HERÓI!

3- Busque uma CAPACITAÇÃO permanente

A formação mínima para o exercício da profissão de corretor, segundo a Lei 6.530/78, é a de Técnico em Transações Imobiliárias. Sem o curso, e bem feito, não sendo levado somente para conseguir o diploma, não é possível intermediar negócios de compra e venda de imóveis. A dica aqui é: não pare por aí! Invista na capacitação permanente. Participe de cursos diversos e específicos, pós-graduação, workshops, seminários, etc… Ao seu lado existe certamente um corretor bem mais preparado. Esteja você também sempre pronto a apresentar as soluções que seu cliente precisa.

4- Atenção ao CLIENTE

Exclusividade no atendimento é uma coisa que todo cliente gostaria de ter. O dono de imóvel não procura a imobiliária e seus corretores ou ainda um corretor autônomo somente para delegar os aborrecimentos inerentes da busca de um bom comprador e sim, para que a imobiliária ou este corretor seja aquele que irá fazer uma avaliação certa e honesta do valor de seu imóvel no mercado e ainda, lhe apresentará um plano estratégico para a venda de seu imóvel, conseguindo obter assim os melhores resultados  desejados em todos os níveis. Atenda seu cliente com exclusividade e objetividade. Procure fazer um diagnóstico das necessidades de cada caso para poder apresentar as melhores ofertas sempre. Não perca e nem deixe seu cliente perder tempo.

5- Conheça REALMENTE o mercado

Mais do que um mero mostrador de imoveis ou um intermediador entre compradores e vendedores, o corretor de imóveis deve ser aquele que SABE SEMPRE qual o melhor negócio para seu cliente. Está sempre “antenado” com todos os acontecimentos que rodeiam seu mercado, seus colegas de profissão, sejam os de sua imobiliária ou outros, via mídias impressas, virtuais, telefonemas e emails para manutenção de relacionamentos ativos com profissionais e clientes, passando a estar sempre informado sobre como anda o mercado de imóveis de sua área de atuação.

6- Tenha OBJETIVOS de vendas

Se você não sabe o que deseja, não chegará a lugar algum. Ter metas definidas ajuda a trabalhar focado no que se deseja.
Como já disse o Gato para Alice em Alice no Pais das Maravilhas ao ser perguntado por ela em uma encruzilhada, por qual caminho ele a sugeriria seguir, respondeu-lhe com outra pergunta: “Isso depende muito de para onde queres ir” ” Preocupa-me pouco aonde ir” – disse Alice. “Nesse caso, pouco importa o caminho que sigas – replicou o gato.”

Fonte: Blog Morar Melhor

(MODELO) INSTRUMENTO PARTICULAR DE COMPROMISSO DE COMPRA E VENDA DE IMÓVEL

maio 9, 2012 by lmenezes · Comentários desativados
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Atendendo a diversas solicitações de corretores de imóveis no bloghttp://publicidadeimobiliaria.blogspot.com/ abaixo um modelo padrão do instrumento particular de compromisso de compra e venda de imóvel referente ao artigo, Corretores de imóveis podem conquistar nova fonte de renda mensal
ADVERTÊNCIA – O presente modelo de contrato de promessa de compra e venda de imóvel é apenas um padrão destinado a dar ao leitor um entendimento superficial dos caminhos existentes. Entretanto, este modelo não substitui o advogado de sua confiança, que deverá ser consultado para a feitura de documentos jurídicos.
Por este INSTRUMENTO PARTICULAR DE COMPROMISSO DE COMPRA E VENDA, DE UM LADO como PROMITENTES VENDEDORES,…………….(nome – do marido e mulher se forem casados, nacionalidade, estado civil, profissão, RG, CPF, endereço) e, DE OUTRO LADO, como PROMISSÁRIO COMPRADOR, ……………(nome, nacionalidade, estado civil, profissão, RG, CPF, endereço), têm entre si, justo e contratado o que segue, que se obrigam a observar e cumprir, por si, seus herdeiros e sucessores:
CLÁUSULA PRIMEIRA - OS PROMITENTES VENDEDORES são legítimos proprietários e possuidores do seguinte imóvel:

Uma Casa (ou Terreno ): situado à Rua/Av…………………nº….., constituído pelo LOTE nº…. (…………………..), que mede (Descrever as medidas de frente, lado direito, esquerdo, fundos, etc); lançado pela Municipalidade sob a inscrição cadastral n.º……………………… e matriculado sob o nº …………….., do …Serviço de Registro de Imóveis de …………………
CLÁUSULA SEGUNDA - O preço certo e ajustado pela compra do imóvel acima descrito é de R$ ………… (…………..), que os PROMITENTES VENDEDORES receberão em…………..prestações mensais de R$………. (………………….), do PROMISSÁRIO COMPRADOR, sendo a primeira em ………….e a última em………….., em boa e corrente moeda nacional.

CLÁUSULA TERCEIRA - O não pagamento das parcelas no seu vencimento acarretará multa de ……% e juros de 1% ao mês, mais correção monetária, ou havendo atraso de mais de 30 (trinta) dias em qualquer das parcelas, poderá o considerar rescindido o presente contrato com a conseqüente reintegração de posse. No caso de rescisão, as benfeitorias se incorporarão ao imóvel e as parcelas pagas serão devolvidas com a dedução de ………% ( ……..por cento), a título de multa, e mensalidades de permanência no imóvel a título de aluguel arbitrado amigável ou judicialmente, conforme valor de mercado.

Parágrafo único: – Qualquer recebimento fora do prazo, pelo PROMITENTES VENDEDORES, será considerado mera liberalidade, não alterando qualquer cláusula do presente contrato.

CLÁUSULA QUARTA - A presente transação é feita em caráter irrevogável e irretratável, exceto no caso de inadimplência das partes.

CLÁUSULA QUINTA - Os PROMITENTES VENDEDORES se compromete a apresentar toda a documentação necessária para outorga da escritura definitiva de compra e venda: certidões de propriedade atualizadas (VINTENÁRIA), recibos e certificados do IPTU (lmposto Predial e Territorial Urbano), certidões de distribuições cíveis, justiça federal, certidões de protestos, certidões de esclarecimento ou qualquer outro documento relativo à área e que seja exigido por lei para lavratura da escritura definitiva.

CLÁUSULA SEXTA - Os PROMITENTES VENDEDORES declara que o imóvel objeto do presente se encontra livre e desembaraçado de quaisquer ônus, dívidas, inclusive fiscais, hipotecas legais, judiciais e convencionais, e de quaisquer outros gravames, o que faz sob as penas da lei, devendo inclusive responder pela evicção.

CLÁUSULA SÉTIMA - As despesas de lavratura da escritura e recolhimento do ITBI, correrão única e exclusivamente por conta do PROMISSÁRIO COMPRADOR.

CLÁUSULA OITAVA - A escritura definitiva será outorgada ao PROMISSÁRIO COMPRADOR ou a quem este indicar, dentro de ………. dias após o pagamento da última prestação.

CLÁUSULA NONA - Os PROMITENTES VENDEDORES declaram expressamente, sob as penas da lei, que não está sujeito, na qualidade de pessoa jurídica, às exigências do Instituto Nacional da Seguridade Social – INSS, para promover a presente venda.

CLÁUSULA DÉCIMA - O PROMISSÁRIO COMPRADOR entra, desde já, na posse do imóvel, podendo fazer nele quaisquer benfeitorias ou melhoramentos, vedado, porém, o direito de demolir, alterar ou praticar qualquer ato que venha a depreciar ou diminuir o preço do imóvel, objeto deste contrato, bem como ferir posturas municipais sem o competente alvará expedido pela Prefeitura.

CLÁUSULA DÉCIMA PRIMEIRA - Comparece como intermediário da presente transação o corretor de imóveis ……………………..(nome, qualificação, CRECI nº) (Cláusula não nececessária)

CLÁUSULA DÉCIMA SEGUNDA - Fica eleito o foro da Comarca de ……………………. para dirimir qualquer questão oriunda deste contrato.

E, por estarem todos de comum acordo, as partes assinam e rubricam o presente instrumento, em duas vias de igual teor e forma, juntamente com duas testemunhas, e autorizam, desde já, todos os registros necessários em decorrência deste documento.
LOCA/DATA

PROMITENTES VENDEDORES: ………………………………………….Fulano:………………………………………….Fulana (esposa do vendedor):
PROMISSÁRIO(A) COMPRADOR(A):…………………………………Fulano(a):

Aprovação da MP 540 une corretores de imóveis

março 2, 2012 by lmenezes · Comentários desativados
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O setor imobilário está engajado na aprovação da Medida Provisória 540/2011, cuja emenda No. 155 prevê a isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para Corretores de Imóveis na aquisição de veículos, desde que estes sejam adquiridos para o exercício da profissão.

Os presidentes do Sindicato da Habitação do Distrito Federal (SECOVI/DF), Carlos Hiram Bentes David, do Conselho Federal dos Corretores de Imóveis (COFECI), João Teodoro da Silva, do Conselho Regional dos Corretores de Imóveis (CRECI/DF), Hermes Alcântara, do CRECI/RS, Flávio Koch e o presidente da Associação dos Corretores de Imóveis do Distrito Federal (ACI), Francisco Carlos Santos Lima estiveram na Câmara dos Deputados para apoiar a votação da MP 540/2011 e da emenda 155 do deputado Luiz Pitiman que concede aos corretores de imóveis inscritos nos Conselhos Regionais, CRECIs, a isenção do pagamento do IPI.

Carlos Hiram Bentes David, presidente do SECOVI/DF, ressaltou a importância desse benefício para o Corretor de Imóveis que utiliza o automóvel como ferramenta de trabalho, a exemplo dos taxistas. “A categoria imobiliária é responsável por esse grande momento da construção civil, pois é através do seu esforço que as vendas estão sendo realizadas. Hoje, somos 300.000 profissionais registrados em todo o país e temos a necessidade de locomoção: para visitar os imóveis, fazer avaliações, acessar os plantões de venda, além de nos deslocarmos em busca dos documentos e certidões necessárias para a efetivação da venda, por isso o veículo é primordial”, explicou.

Para o setor imobiliário, a renúncia fiscal decorrente dessa isenção do IPI será facilmente superada pelo acréscimo nas vendas e a consequente movimentação da economia que gerará ganho ainda maior de arrecadação.

O Sindicato da Habitação do Distrito Federal (SECOVI-DF) está engajado com as instituições representativas do mercado imobiliário de todo o país em busca da aprovação da Medida Provisória (MP) 540 voltada ao benefício do corretor de imóveis.

A MP aguarda votação na Câmara. Por este motivo, pedimos a todos os corretores que enviem email para deputados@crecidf.org.br solicitando o apoio dos deputados federais na aprovação da proposta. Assim, o poder legislativo perceberá a importância da aprovação da Medida para a categoria.

Contamos com a colaboração de todos!

Fonte: Creci DF

Foi aprovado projeto em favor dos corretores de imóveis

fevereiro 27, 2012 by lmenezes · 1 Comment
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Laércio aprova projeto em favor dos corretores de imóveis

O relatório do deputado federal Laércio Oliveira (PR/SE) sobre o PL 1872/2007 foi aprovado na quarta-feira, 30, na Comissão de Trabalho, Administração e Serviço Público. O projeto acrescenta artigo à lei que regulamenta a profissão de corretor de imóveis, de modo a permitir que esse profissional se associe a imobiliária sem que se configure vínculo empregatício, mediante contrato específico registrado tanto no Conselho Regional de Corretores de Imóveis local, quanto no Sindicato dos Corretores de Imóveis de sua base territorial.

Em seu relatório, Laércio Oliveira destacou que com a publicação da Lei nº 6.530, de 12 de maio de 1978, a profissão de corretor de imóveis em muito se valorizou, sendo estabelecidas as condições e critérios para o seu desempenho.

“É neste contexto de transformações e dinamismo econômico que se insere a modificação na lei do corretor de imóveis, proposta pelo projeto. Trata-se de prever novas formas de contratação entre o profissional e a imobiliária, em que o corretor se associa à empresa”, informou.

Fonte: Revista Infra

Corretor terá acesso ao mercado dos EUA

fevereiro 6, 2012 by lmenezes · 566 Comments
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O Conselho Federal de Corretores de Imóveis (Cofeci) firmou uma parceria com a National Association of Realtors, NAR, associação norte-americana dos corretores de imóveis, que permite que os profissionais do setor tenham acesso ao mercado de imóveis dos Estados Unidos e vice-versa. Esse convênio tem como objetivo ainda estimular o intercâmbio e treinamentos entre as instituições brasileiras e americanas. Somente nos EUA, mais 3 milhões de corretores estão associados a NAR. A entidade se encontra presente em mais de 60 países por meio de convênios e parcerias. Os Estados Unidos são o país que mais investe em imóveis no Brasil e, embora estejam passando por dificuldades momentâneas, por causa da crise financeira de 2008, continua exercendo forte influência em todo o mundo.

Para ter acesso à NAR é preciso que o corretor faça contato com o Cofeci para se habilitar ao cadastramento junto à entidade norte-americana. Com a realização da Copa do Mundo e das Olimpíadas, muitos americanos e estrangeiros de modo geral vão demandar alojamento, sem falar na possibilidade do corretor poder ofertar bons investimentos na área imobiliária. Além disso, o corretor que se associar à NAR estará de posse dos mais variados produtos imobiliários norte-americanos, que nesse momento estão com os preços em queda, devido à crise e podem se tornar um excelente negócio para brasileiros. Em 2010, o número de corretores de imóveis no Brasil chegou a 250 mil, segundo registro do Conselho Federal de Corretores de Imóveis.

Fonte: Tribuna da Bahia

Perfil do Corretor muda, segundo pesqisa do Creci

fevereiro 6, 2012 by lmenezes · 676 Comments
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Pesquisa do Creci revela que é cada vez maior o número de mulheres e jovens na profissão

Rio -  Cresce o número de jovens e de mulheres entre os corretores no Estado do Rio de Janeiro, informa pesquisa do Conselho Regional dos Corretores de Imóveis (Creci-RJ). O estudo revela que 3.839 novos profissionais ingressaram no mercado em 2011. Deles, 35% têm menos de 35 anos e 40% são mulheres.

De 2007 para cá, o Creci-RJ registrou a entrada de quase seis mil mulheres na categoria. De 1970 a 2006, o conselho tinha pouco mais de sete mil corretoras inscritas.
Hoje, há 37.543 corretores de imóveis ativos no estado. De janeiro de 2009 a dezembro de 2011, o conselho constatou aumento de 27% no número de inscritos.

Mercado aquecido

Segundo o vice-presidente do Creci-RJ, Edecio Cordeiro, o cenário mostra que o mercado imobiliário continua aquecido. “Entregamos em dezembro 680 carteiras de corretores”, conta Cordeiro.

Ele ressalta que o número de mulheres que escolheu a carreira surpreendeu e destaca que o nível de escolaridade melhorou, porque a profissão deixou de ser um bico para se tornar a principal fonte de renda. “Um bom corretor recebe, em média, R$ 8 mil por mês”, explica Cordeiro.

A diretora de Vendas da Fernandez Mera, Renata Vivarelli, alerta que é preciso ter metas, não desistir e acreditar que a venda será concretizada. Há 12 anos no mercado, ela diz que o início é difícil porque o profissional ainda não tem sua carteira de clientes. “Mas basta ter determinação que os frutos serão colhidos”, afirma Renata, informando que o iniciante recebe R$ 3 mil a R$ 5 mil.

Na Fernandez Mera, já são mais de 200 mulheres, a metade do quadro. Na Champions Consultoria Imobiliário, também cresce a contratação de corretoras.

Rômulo Aquino, diretor da empresa, destaca o crescimento de jovens. “Não é mais uma segunda profissão. Antes, a pessoa se aposentava e virava corretor”, explica ele.

Tendência que se espalha

Na Champions Consultoria Imobiliário, a tendência de crescimento na contratação de mulheres também está presente. “Tivemos várias contratações de mulheres em 2011”, informa Romulo Aquino, diretor da empresa imobiliária.

Segundo ele, a profissão é muito procurada hoje em dia e oferece bons ganhos. “Atualmente, a maioria dos profissionais é bem sucedida. Em média, o corretor ganha, de comissão, de R$ 7 a R$ 8 mil. E o bem-sucedido recebe de R$ 15 a R$ 20 mil por mês”, garante.

Na imobiliária Lopes, também sobe o número de mulheres. Passou de 209 em 2010 para 308 no ano passado.

POR Cristiane Campos

Fonte: O Dia

Mercado Imobiliário – Corretor terá acesso ao mercado dos EUA

janeiro 18, 2012 by lmenezes · 1.215 Comments
Filed under: Corretor 

O Conselho Federal de Corretores de Imóveis (Cofeci) firmou uma parceria com a National Association of Realtors, NAR, associação norte-americana dos corretores de imóveis, que permite que os profissionais do setor tenham acesso ao mercado de imóveis dos Estados Unidos e vice-versa. Esse convênio tem como objetivo ainda estimular o intercâmbio e treinamentos entre as instituições brasileiras e americanas. Somente nos EUA, mais 3 milhões de corretores estão associados a NAR. A entidade se encontra presente em mais de 60 países por meio de convênios e parcerias. Os Estados Unidos são o país que mais investe em imóveis no Brasil e, embora estejam passando por dificuldades momentâneas, por causa da crise financeira de 2008, continua exercendo forte influência em todo o mundo.

Para ter acesso à NAR é preciso que o corretor faça contato com o Cofeci para se habilitar ao cadastramento junto à entidade norte-americana. Com a realização da Copa do Mundo e das Olimpíadas, muitos americanos e estrangeiros de modo geral vão demandar alojamento, sem falar na possibilidade do corretor poder ofertar bons investimentos na área imobiliária. Além disso, o corretor que se associar à NAR estará de posse dos mais variados produtos imobiliários norte-americanos, que nesse momento estão com os preços em queda, devido à crise e podem se tornar um excelente negócio para brasileiros. Em 2010, o número de corretores de imóveis no Brasil chegou a 250 mil, segundo registro do Conselho Federal de Corretores de Imóveis.

Fonte: Tribuna da Bahia

Quem deve pagar a comissão do corretor de imóveis ?

outubro 30, 2011 by lmenezes · 1.084 Comments
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Na negociação do imóvel, a comissão do corretor varia, geralmente, de 6 a 8% do valor negociado pelo bem, mas quem é o responsável pelo pagamento dessa quantia? O vendedor ou quem compra o imóvel? A Amspa (Associação dos Mutuários de São Paulo e Adjacências) explica que o novo código civil tem um capítulo dedicado à corretagem imobiliária que estabelece normas para garantir o direito do corretor e do comprador saberem quem será o responsável pelo pagamento da comissão. Pela lei, a comissão de corretagem deve ser paga por quem contratou o corretor.

Quando é o adquirente que contrata o profissional para auxiliar na procura da casa própria, será dele a obrigação de pagar a comissão do serviço prestado pelo corretor credenciado. “Para que não haja conflito do valor a ser remunerado, é essencial que ambas as partes assinem um contrato já estipulando os detalhes para que depois de concretizado o negócio não haja problemas”, diz Marco Aurélio Luz, presidente da Associação. “As condições de pagamento devem seguir as normas estabelecidas pelo Creci (Conselho Regional de Corretores de Imóveis) ou podem ser livremente pactuadas pelas partes, por isso a importância do acordo que gera um instrumento certo, líquido e exigível com força executável”, completa.

Mesmo em casos de arrependimento do negócio, cabe o cumprimento do compromisso selado com corretor. Nesta situação, o vendedor ou o comprador terá que pagar a comissão, pois houve a concretização do acordo.

Por outro lado, quando o interessado em comprar a casa própria opta por adquirir um imóvel novo direto com a construtora, é comum ter uma empresa de incorporação, contratada pela construtora, intermediando o negócio. Nesses casos, o pagamento da comissão do profissional de vendas é de responsabilidade da construtora.

Prática Abusiva

Segundo Luz, é muito comum o mutuário que está à procura da compra da casa própria achar que está negociando diretamente com a construtora, por comparecer no próprio local da venda do imóvel, mas na realidade está lidando com um representante contratado pela incorporadora. Somente no momento de firmar o contrato, ou em muitos casos só depois da assinatura, é que o comprador descobre que negociou com um terceiro e, por isso, terá que assumir o pagamento da comissão do corretor. “Na hora da assinatura do contrato, o mutuário não sabe que será responsável pelo pagamento da remuneração e acaba aceitando sem o conhecimento da prática ilegal”, diz Luz.

De acordo com a Ampsa, é comum as empreendedoras obrigarem o agente comercial a passar o recibo em nome da construtora ou emitir nota fiscal da imobiliária para driblar a comissão ou ainda separar o contrato da compra do imóvel do pagamento da porcentagem do agente comercial, para não ter que devolver esse dinheiro no caso de rescisão.

“Nesses casos quem tem a obrigação de pagar os serviços de corretagem é a construtora. A artimanha utilizada pelas empresas é ilícita e motivo de muitas queixas em órgãos como o Procon (Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor)”, ressalta ele.

O que fazer

“Essa prática lesiva, que já se tornou comum nos dias de hoje, deve ser denunciada porque, entre outras coisas, é uma tentativa de sonegação de tributos e, no caso de desistência do empreendimento, o incorporador se negará a devolver o valor da comissão do corretor ao comprador, alegando que não foi ele quem recebeu o valor”, esclarece o presidente da Amspa.

O mutuário que descobre a manobra depois de ter firmado o contrato, pode recorrer na Justiça para receber o reembolso da quantia. A devolução deve acontecer de uma só vez em até 10 dias e corrigida com os encargos devidos. Após o prazo de 15 dias, incide acréscimo de 10% de multa e se não for pago poderá penhorar bens da imobiliária ou da construtora. “Dos 300 contratos assinados por dia na cidade de São Paulo, na maioria das vezes o comprador desconhece a ilegalidade. Por isso é importante procurar orientação antes de fechar a compra”, explica Luz.

Fonte: R7/ IMOVELWEB

Aprovado parecer sobre corretores de imóveis

outubro 30, 2011 by lmenezes · 824 Comments
Filed under: Corretor 

O parecer do deputado federal André Moura (PSC) sobre o projeto de lei nº 1.872/2007, que regulamenta a profissão de corretor de imóveis, foi aprovado por unanimidade na manhã desta quarta-feira (6), na Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio da Câmara dos Deputados. O parlamentar sergipano foi o relator da proposta que permite a essa categoria profissional que se associe as imobiliárias sem que se configure vínculo empregatício, mediante contrato específico registrado no Conselho Regional de Corretores de Imóveis local.

O autor do projeto, deputado Edinho Bez (PMDB/SC), argumenta que a legislação que regulamenta a profissão de corretor de imóveis deve ser atualizada, incorporando “aspectos relevantes para o mercado de trabalho nos dias atuais”, e que não haverá menor proteção ao corretor de imóveis empregado, pois “caso sejam verificados os requisitos previstos no art. 3º da Consolidação das Leis do Trabalho – CLT, a relação de emprego estará configurada e, certamente, será reconhecida pela Justiça do Trabalho”.

Ao conceder seu voto como relator, André Moura argumentou que “é certo que a relação de emprego é apenas uma entre as diversas formas de contratação de mão-de-obra em nosso País. Portanto, por esse ponto de vista, o dispositivo contido no projeto seria inócuo, visto que já seria possível firmar contrato sem que seja estabelecido vínculo empregatício entre as partes. Contrariamente, mesmo que a relação jurídica não disponha sobre vínculo empregatício, se forem verificadas as condições previstas no art. 3º da CLT, a relação de emprego estará configurada”.

Em seguida, André Moura colocou que “não nos parece que o intuito do projeto seja permitir a contratação de corretor de imóveis sem vínculo empregatício, haja vista não haver, conforme mencionado, qualquer vedação legal à essa relação de emprego. Entendemos que seu objetivo central é a de resguardar direitos relativos a esses profissionais, de forma que exista previsão legal de que o corretor de imóveis associado a imobiliárias tenha contrato específico registrado no Conselho Regional de Corretores de Imóveis – CRECI local, o que poderá, inclusive, facilitar a atuação reguladora e fiscalizadora do referido conselho profissional”.

Por fim, o deputado sergipano colocou que “consideramos, portanto, meritória a presente proposição, que pode contribuir para a atuação dos conselhos profissionais regionais, autarquias dotadas de poder de polícia que têm a atribuição de apurar e punir infrações éticas e técnicas, exercendo, por delegação, uma parcela da fiscalização do trabalho que é da competência da União, conforme dispõe o art. 21, XXIV, da Constituição Federal. Assim, ante o exposto, votamos pela aprovação do Projeto”.

Da Assessoria de Imprensa
Fonte: Faxaju

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