Como investir seu dinheiro no Brasil.

novembro 5, 2012 by lmenezes · Comentários desativados
Filed under: investimento 
Para um estrangeiro investir no Brasil, não há tanta burocracia como se imagina, mas há regras
que têm que ser observadas.
No cenário da atual economia
globalizada e da expansão do
crescimento no Brasil, é cada vez
maior o número de estrangeiros
que se dispõem a investir no País.
A situação de crise nos Estados
Unidos e, mais recentemente, na
Europa também é um fator que faz
com que o Brasil seja visto como
um lugar seguro e rentável para se
investir. Dentre esses investidores,
muitos também almejam obter um
visto permanente, a fim de
poderem gerir diretamente seus
negócios. Ocorre que, não raras
vezes, essas pessoas têm recebido
orientação jurídica inadequada,
levando-as, em alguns casos, a
prejuízos financeiros e descrédito
em relação à seriedade e
competência dos profissionais e
das instituições nacionais.
Inicialmente, é importante
frisar que o ingresso do capital
estrangeiro deve ser feito de
maneira formal, passando pelo
Banco Central. Esse registro é
necessário por alguns motivos: a)
comprovação da entrada legal do
dinheiro no País, facilitando a
remessa de lucros e do
repatriamento do capital; b)
obtenção do visto de investidor; c)
evitar problemas com a Receita
Federal; d) estar livre da acusação
de crimes contra o sistema
financeiro, bem como de
“lavagem de dinheiro”. O registro
é feito pelo Sisbacen/Banco
Central, através de um programa
por eles desenvolvido, em que
todo tipo de entrada e saída de
moeda é registrado. Tanto o
investidor como a empresa que irá
receber o investimento devem ser
cadastrados no Banco Central.
Para ser investidor no Brasil, é
necessário apenas que o
estrangeiro obtenha um número de
CPF. Se for empresa, deve requerer
um número de CNPJ. Com isso,
qualquer estrangeiro, pessoa física
ou jurídica, pode ser sócio de
empresa no Brasil ou simplesmente
investir em negócios no País. Vale
salientar que existem cuidados
diferenciados para a obtenção do
CPF ou do CNPJ para estrangeiros.
Essa questão é importante, uma
vez que a não observância de
regras específicas pode dificultar o
cadastro do investidor no Banco
Central.
É também importante lembrar
que é possível abrir uma empresa
apenas com sócios estrangeiros,
desde que ela não atue nos ramos
em que a legislação limita a
participação do capital estrangeiro.
Nos demais casos, apenas os
administradores devem ser
brasileiros ou estrangeiros com
visto de permanência no Brasil. Os
investidores estrangeiros também
podem se associar a empresas já
existentes e obter o visto
permanente através delas.
Sobre o visto de investidor,
cabe ressaltar que ele deve ser
requerido através do Ministério do
Trabalho e Emprego (MTE), em
Brasília, e não através da Polícia
Federal, como muitos pensam e
assim informam equivocadamente
aos estrangeiros. Para tanto, é
necessário um investimento
mínimo de R$ 150.000,00 e
apresentar um plano de
investimento quando do envio do
processo do requerimento do visto
para o MTE.
Como se vê, com correta
informação e pouca burocracia é
possível preparar o estrangeiro
para investir no Brasil. Com a
proximidade dos futuros eventos
esportivos — Copa do Mundo em
2014 e Olimpíadas em 2016 —,
além das grandes obras de
infraestrutura que já estão em
curso no País, há uma tendência
natural a favorecer um maior
ingresso de capital internacional,
em busca de oportunidades e
novos negócios.
Estar preparado para receber
bem e poder assessorar de forma
ética e competente o investidor de
fora, mais do que um diferencial
competitivo, é um compromisso
compromisso com o crescimento
e a reputação do Brasil perante a
comunidade internacional.

Para um estrangeiro investir no Brasil, não há tanta burocracia como se imagina, mas há regras que têm que ser observadas. No cenário da atual economia globalizada e da expansão do crescimento no Brasil, é cada vez maior o número de estrangeiros que se dispõem a investir no País. A situação de crise nos Estados Unidos e, mais recentemente, na Europa também é um fator que faz com que o Brasil seja visto como um lugar seguro e rentável para se investir. Dentre esses investidores, muitos também almejam obter um visto permanente, a fim de poderem gerir diretamente seus negócios. Ocorre que, não raras vezes, essas pessoas têm recebido orientação jurídica inadequada, levando-as, em alguns casos, a prejuízos financeiros e descrédito em relação à seriedade e competência dos profissionais e das instituições nacionais. Inicialmente, é importante frisar que o ingresso do capital estrangeiro deve ser feito de maneira formal, passando pelo Banco Central. Esse registro é necessário por alguns motivos: a) comprovação da entrada legal do dinheiro no País, facilitando a remessa de lucros e do repatriamento do capital; b) obtenção do visto de investidor; c) evitar problemas com a Receita Federal; d) estar livre da acusação de crimes contra o sistema financeiro, bem como de “lavagem de dinheiro”. O registro é feito pelo Sisbacen/Banco Central, através de um programa por eles desenvolvido, em que todo tipo de entrada e saída de moeda é registrado. Tanto o investidor como a empresa que irá receber o investimento devem ser cadastrados no Banco Central. Para ser investidor no Brasil, é necessário apenas que o estrangeiro obtenha um número de CPF. Se for empresa, deve requerer um número de CNPJ. Com isso, qualquer estrangeiro, pessoa física ou jurídica, pode ser sócio de empresa no Brasil ou simplesmente investir em negócios no País. Vale salientar que existem cuidados diferenciados para a obtenção do CPF ou do CNPJ para estrangeiros. Essa questão é importante, uma vez que a não observância de regras específicas pode dificultar o cadastro do investidor no Banco Central. É também importante lembrar que é possível abrir uma empresa apenas com sócios estrangeiros, desde que ela não atue nos ramos em que a legislação limita a participação do capital estrangeiro. Nos demais casos, apenas os administradores devem ser brasileiros ou estrangeiros com visto de permanência no Brasil. Os investidores estrangeiros também podem se associar a empresas já existentes e obter o visto permanente através delas.  Sobre o visto de investidor, cabe ressaltar que ele deve ser requerido através do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), em Brasília, e não através da Polícia Federal, como muitos pensam e assim informam equivocadamente aos estrangeiros. Para tanto, é necessário um investimento mínimo de R$ 150.000,00 e apresentar um plano de investimento quando do envio do processo do requerimento do visto para o MTE.  Como se vê, com correta informação e pouca burocracia é possível preparar o estrangeiro para investir no Brasil. Com a proximidade dos futuros eventos esportivos — Copa do Mundo em 2014 e Olimpíadas em 2016 —, além das grandes obras de infraestrutura que já estão em curso no País, há uma tendência natural a favorecer um maior ingresso de capital internacional, em busca de oportunidades e novos negócios.  Estar preparado para receber bem e poder assessorar de forma ética e competente o investidor de fora, mais do que um diferencial competitivo, é um compromisso compromisso com o crescimento e a reputação do Brasil perante a comunidade internacional. Fonte : Rede Gestão

O que o casal deve considerar na escolha do primeiro imóvel

janeiro 19, 2012 by lmenezes · 545 Comments
Filed under: Imóveis, investimento 

‘Quem casa quer casa’ já dizia o ditado que reflete a realidade de quem está a caminho do altar.  Além de ficarem atentos com os preparativos da cerimônia e da festa de casamento, os noivos também precisam procurar um lar. “Alguns casais deixam para ver onde vão morar muito em cima do casamento e acabam encontrando dificuldade já que nem sempre é fácil conciliar as condições financeiras com o que se procura”, afirma a Bárbara Silva Freitas, diretora financeira e administrativa da Primar Administradora de Bens.

Para poder escolher com calma e decidir qual a melhor opção, o casal deve analisar se é possível adquirir um imóvel próprio ou se o aluguel é a alternativa mais viável. “Para a grande maioria das pessoas a compra da casa própria é o maior investimento feito durante toda a vida. Por isso uma escolha errada pode causar grandes transtornos. Nesta hora a reflexão é o melhor caminho para evitar frustrações”, diz Bárbara.

É necessário ter em mente quais são os objetivos futuros, o estilo de vida que se quer levar e os compromissos assumidos pelos noivos. “Se um dos dois possui um emprego que exige mudança para outros estados ou viagens periódicas ou se o casal ainda não sabe ao certo qual estilo de vida vai levar em um futuro próximo é bom esperar a situação se definir para então comprar uma casa. O aluguel é ideal para quem ainda não sabe ao certo o que vai fazer”, considera Bárbara.

Independente da opção escolhida – comprar ou alugar – a diretora observa que a localização do imóvel, a infraestrutura do bairro e os serviços disponíveis próximo ao imóvel são alguns dos pontos que devem ser analisados. “Além de itens necessários, há outros que são indesejáveis, como fábricas que produzem muito barulho ou poluição, rios muito próximos, cemitérios e até mesmo casas noturnas. Estes fatores desvalorizam o imóvel e causam desconforto”, alerta.
Uma boa dica é conhecer a vizinhança e conversar com os vizinhos sobre o bairro e o imóvel. Eles podem dar um retrato fiel de como é a rotina da região e ainda dar outras informações importantes sobre a segurança, a coleta de lixo e o trânsito. “Tudo deve ser avaliado e colocado na balança, assim o risco de haver insatisfação depois de fechar o negócio é bem menor”, destaca.

Quanto aos imóveis na planta, Bárbara recomenda buscar detalhes sobre a construtora e o empreendimento. É possível confirmar na prefeitura se a planta do imóvel está aprovada e também verificar se o registro da incorporação do empreendimento está no registro de imóveis. “Guardar os folhetos de publicidade e prestar atenção a todos os dados passados pelo vendedor é fundamental. Se houver necessidade os documentos podem servir como prova contra irregularidades, como alterações no projeto original sem autorização dos compradores, qualidade do material utilizado inferior a prometida e atraso na entrega”, acrescenta.

Ela lembra que o imóvel tem que satisfazer as necessidades da família e seguir todas as orientações garante que o casamento terá um bom começo e um futuro promissor. “O início do matrimônio é uma das fases mais gostosas e deve ser aproveitado da melhor forma possível. Por isso não deixe que a escolha do lar acabe se tornando um pesadelo”, aconselha.

Fonte: R7