Qual o tamanho do mercado de imóveis novos no Brasil?

setembro 29, 2011 by lmenezes · 1.492 Comments
Filed under: Economia 

Blog Lopes, Caio Augusto Pereira

O crescimento do Produto Interno Bruto brasileiro em 2010 foi expressivo, 7,8% em relação ao ano anterior de acordo com o Banco Central e teve como um dos destaques a construção civil, dada ampliação do crédito e aumento do poder de consumo da população, além dos programas de incentivo do governo federal.

De acordo com pesquisa inédita realizada pela Inteligência de Mercado Lopes, em 2010 foram lançados 1.359 novos empreendimentos residenciais e comerciais que somaram 202 mil unidades e um valor geral de vendas de R$ 57 bilhões nos principais mercados brasileiros.

Veja mapa abaixo:


A Região Metropolitana de São Paulo é o maior mercado do País, pois representa em torno de 40% do mercado nacional com mais de R$ 24 bilhões lançados ou 76 mil imóveis em um único ano. Somando Campinas e a Baixada Santista avalia-se que o Estado de São Paulo representa metade do mercado nacional. Em um segundo patamar destacam-se a Região Metropolitana do Rio de Janeiro e o Distrito Federal com cerca de R$ 6 bilhões em negócios cada. A grande diferença nestes dois casos fica por conta do tíquete médio, pois enquanto na Região Metropolitana do Rio de Janeiro um imóvel novo custou em média R$ 230 mil, em Brasília chegou a R$ 320 mil, uma diferença de 40%.

Na sequência deste ranking de importância observa-se Salvador e Curitiba com volumes de lançamentos de R$ 4,0 e R$ 2,5 bilhões respectivamente. Com média representatividade estão os mercados com volume lançado em torno de R$ 2,0 bilhões cada: Porto Alegre, Recife e Goiânia. Por fim os mercados menos representativos vide mapa.

Glossário: VGV ou Valor Geral de Vendas é calculado pela soma do valor de venda de todas as unidades um empreendimento. É determinado no lançamento do projeto, revelando seu potencial de vendas.

Parte do Mercado Imobiliário Deve Voltar a Atender só Alta Renda

setembro 29, 2011 by lmenezes · 1.165 Comments
Filed under: Economia 

Blog Lopes, Caio Augusto Pereira

O crescimento do Produto Interno Bruto brasileiro em 2010 foi expressivo, 7,8% em relação ao ano anterior de acordo com o Banco Central e teve como um dos destaques a construção civil, dada ampliação do crédito e aumento do poder de consumo da população, além dos programas de incentivo do governo federal.

De acordo com pesquisa inédita realizada pela Inteligência de Mercado Lopes, em 2010 foram lançados 1.359 novos empreendimentos residenciais e comerciais que somaram 202 mil unidades e um valor geral de vendas de R$ 57 bilhões nos principais mercados brasileiros.

Veja mapa abaixo:


A Região Metropolitana de São Paulo é o maior mercado do País, pois representa em torno de 40% do mercado nacional com mais de R$ 24 bilhões lançados ou 76 mil imóveis em um único ano. Somando Campinas e a Baixada Santista avalia-se que o Estado de São Paulo representa metade do mercado nacional. Em um segundo patamar destacam-se a Região Metropolitana do Rio de Janeiro e o Distrito Federal com cerca de R$ 6 bilhões em negócios cada. A grande diferença nestes dois casos fica por conta do tíquete médio, pois enquanto na Região Metropolitana do Rio de Janeiro um imóvel novo custou em média R$ 230 mil, em Brasília chegou a R$ 320 mil, uma diferença de 40%.

Na sequência deste ranking de importância observa-se Salvador e Curitiba com volumes de lançamentos de R$ 4,0 e R$ 2,5 bilhões respectivamente. Com média representatividade estão os mercados com volume lançado em torno de R$ 2,0 bilhões cada: Porto Alegre, Recife e Goiânia. Por fim os mercados menos representativos vide mapa.

Glossário: VGV ou Valor Geral de Vendas é calculado pela soma do valor de venda de todas as unidades um empreendimento. É determinado no lançamento do projeto, revelando seu potencial de vendas.

Internet e as negociações imobiliárias

setembro 29, 2011 by lmenezes · 862 Comments
Filed under: imobiliaria, Sem categoria 
A tecnologia é algo que não para de crescer. A tão badalada internet está cada vez mais forte no setor de negociações. Pessoas economicamente ativas estão quase todas interligadas via internet, usando da tecnologia, uma ferramenta para bons negócios. E o setor imobiliário não poderia ficar de fora. A construção civil segue forte e ganhou mais uma ajuda nas transações.
O gestor imobiliário, com toda a certeza, deve estar atento as novas tendências tecnológicas. A internet possui várias e várias opções de espaços para se produzir algo interessante. Desde websites pagos a redes sociais, que estão em alta nos últimos anos e possuem milhões de usuários fiéis. Aliado a programas de computador, é possível criar layouts e interfaces muito chamativas para um publico que não precisa se deslocar de casa para imaginar o imóvel dos seus sonhos. Também, se bem usada, oferece uma maior abrangência de informações e tem um custo menor se comparada as outras técnicas de publicidade, como classificados em jornais.
Porém, com a velocidade e várias opções de pesquisas, os clientes também têm uma poderosa “arma” em suas mãos. Com algumas investigações, qualquer um pode conferir se uma informação é correta ou não. Ou seja, deve-se tomar o maior cuidado possível com os dados que são colocados. Além disso, o cliente é criterioso. A concorrência é extensa e é necessário criar algo dinâmico e moderno, que seja atraente e que não perca o cliente em segundos. Outro ponto interessante é a segurança. Todos têm receios quando perguntados sobre algo pessoal. Logo, é preciso transmitir segurança ao usuário e credibilidade.
Com toda a certeza, os gestores imobiliários precisam estar treinados e capacitados para usufruir deste tipo de ferramenta. A tecnologia é indispensável. Porém, se usada indevidamente, pode acarretar severas e incalculáveis conseqüências para seu trabalho.
A internet é um meio muito pratico e rápido de divulgação, que podemos alcançar de uma só vez um numero enorme de propensos clientes. Porém, também não podemos chegar ao ponto de afirmarmos que existe uma substituição do trabalho pessoal, aquele que o corretor fala com o cliente “olho no olho”, visita a casa, arruma a papelada, vai com seu carro até o cartório… Será que algum dia todo o trabalho será 100% via internet? E hoje, quantos são os profissionais que estão preparados a encarar a poderosa internet? Você está?
Autor: Rodrygo Paulo
Fonte: www.publicidadeimobiliaria.com

MP que altera o Minha Casa inclui imóveis comerciais

setembro 26, 2011 by lmenezes · 374 Comments
Filed under: Direito Imobiliário 

Brasília, DF – Medida Provisória (MP) publicada no Diário Oficial da União (DOU, quinta-feira, 02) libera o uso de terrenos em processo de regularização para construção de imóveis no âmbito do programa Minha Casa, Minha Vida, quando tratar-se de reassentamento para moradores em favelas.

Ainda, a MP flexibiliza regras do Minha Casa, Minha Vida, alterando itens do programa para acelerar a produção de moradias que atendam as faixas de ganho de até dez salários mínimos. As mudanças, que entram em vigor a partir de 2011, incluem a determinação de o Poder Executivo estabelecer as faixas de renda que podem ser beneficiadas, porém fica mantido o teto de dez salários mínimos.

Atualmente, apenas as famílias com renda de até R$ 4.650 podem ser contempladas pelo programa. Na eventualidade de ser considerado o valor do mínimo atualmente em vigor, o teto elevará para R$ 5.100. Foi mantido o subsídio máximo de R$ 23 mil concedido às famílias com renda mensal a partir de R$ 465 e até R$ 1.395, teto correspondente a três vezes o salário mínimo vigente em 2009.

Escalonado para menor em função de faixas de renda familiar, atualmente o subsídio do Minha Casa, Minha Vida é concedido às famílias com ganhos mensais de até RS 2.790, correspondentes a seis vezes o salário mínimo em vigor no ano de 2009.

Outra alteração introduzida pela MP é abrir a possibilidade de construir imóveis comerciais nas áreas de produção de moradias. Ao comentar as novas regras, a secretária de Habitação do Ministério das Cidades, Inês Magalhães, atribui esta concessão à saída para financiar, por exemplo, os custos do condomínio residencial, através do valor auferido com a locação de unidades comerciais.

Fonte: R7/Imóvelweb

Financiamento de construtora custa 125% mais que o de banco

setembro 17, 2011 by lmenezes · 1.133 Comments
Filed under: Economia 

Se muitos acreditam que os financiamentos bancários são caros no Brasil, no setor imobiliário são justamente os financiamentos de construtoras que figuram entre os mais caros do país.

Segundo Marcelo Maron, Diretor Executivo do Grupo PAR e consultor de finanças pessoais, os juros de um financiamento de construtora chegam a 27% ao ano, contra 12% dos praticados pela maioria dos bancos:

“Muitos se enganam com a facilidade de um financiamento feito por construtora.

Como sempre digo, quanto mais fácil o crédito, mas caro ele é.

Algumas construtoras dispensam até a comprovação de renda e isso acontece porque no momento da posse do imóvel, quando ocorrerá a escritura em cartório, o imóvel ficará hipotecado à construtora, e a retomada do bem, em caso de inadimplência, é relativamente rápida”, explica Maron.

Segundo Maron, que também é professor de Matemática Financeira na UniEuro, em Brasília (DF), os consumidores encontram três tipos de financiamentos de imóveis no mercado, sendo que é possível verificar até uma combinação entre eles:

“Há o financiamento da construtora, o do banco e uma mescla entre essas opções.

Neste último caso isso ocorre quando o imóvel está ainda em processo de construção e é possível financiar uma parte com a construtora e outra parte com o banco.

Em todos estes casos, os contratos são sempre muito bem amarrados e os compradores precisam analisá-los com muito cuidado”, adverte Maron.

Financiamento bancário – Segundo Maron, em um financiamento bancário de R$ 500 mil com prazo de 20 anos, o consumidor começará pagando uma parcela de R$ 6.607,00 e terminará com R$ 2.246,76:

“Levando em conta a valorização do imóvel, a inflação e os aumentos salariais que a pessoa deverá ter ao longo de duas décadas é muito provável que a prestação vá se tornando bem menos significativa em relação à renda nesse prazo.

Certamente, R$ 2.246,76 daqui a 20 anos significará muito menos do que significa hoje”, explica.

Para o consultor, a grande vantagem deste sistema é a garantia de que a prestação não subirá.

Muito pelo contrário, ela vai caindo ao longo dos anos.

Além disso, todo financiamento imobiliário com banco tem um seguro acoplado à prestação, que quita o imóvel para a família em caso de morte do mutuário:

“A desvantagem do sistema fica por conta do elevado nível de burocracia, análise criteriosa de papéis, cadastros, comprovantes de renda e outras comprovações.

Nesta modalidade, a retomada do imóvel no caso de inadimplência também é rápida, uma vez que, no ato da escritura, o imóvel fica hipotecado ao banco”, assinala Maron.

Segundo Maron, muitas pessoas perguntam qual a melhor opção.

Para o consultor, isso depende do perfil e dos ganhos de cada um:
“Financiar direto com a construtora é bem mais caro e, sobretudo, incerto.

A correção pós-fixada traz a incerteza se haverá condição do cliente continuar arcando com as prestações ao longo do tempo.

Para quem busca segurança, a melhor alternativa é o financiamento bancário.

A garantia de que as prestações não subirão é um fator importantíssimo a se considerar.

Não correr o risco da construtora falir no meio da obra é outro.

Mas, se a pessoa fizer as contas direitinho, verá que em vinte anos pagará quase que o valor de três imóveis.

Por isso oriento as pessoas a se planejarem e a guardarem o dinheiro ao longo do tempo, para fazerem uma compra a vista, esta sim muito mais vantajosa para o comprador”, recomenda.

Fonte: Blog Inteligencia

Conheça as regras para uso de churrasqueira em condomínios

setembro 12, 2011 by lmenezes · 1.584 Comments
Filed under: Direito Imobiliário 

Alguns condomínios cobram uma taxa para que
as pessoas utilizem a churrasqueira (Foto: Divulgação)

Confraternizar com amigos na churrasqueira do condomínio exige respeitar algumas normas. Alguns condomínios, por exemplo, cobram uma taxa para que as pessoas utilizem a churrasqueira. Por isso, é importante saber que o preço a ser cobrado deve ser decidido em assembleia, na convenção ou no regimento interno.

Além disso, o uso da churrasqueira deve ser solicitado ao síndico com antecedência para que haja um controle nas reservas. Alugar a churrasqueira para pessoas que não sejam moradoras não é uma prática comum e que deve ser evitada. E os moradores inadimplentes com a mensalidade condominial podem perder o benefício de usufruir desta área comum do prédio.

Segundo a advogada Evelyn Roberta Gasparetto, se a churrasqueira for alugada e ocorrer depredação, o condomínio poderá cobrar do morador que está locando e em caso de negativa do pagamento, poderá até mesmo entrar com uma ação judicial contra o infrator. Qualquer outro morador que venha a se sentir prejudicado por conta da utilização da churrasqueira, poderá também requerer seus direitos em relação àquele que o prejudicar.

A profissional explica ainda que é importante constar na convenção o número de vezes que cada morador possa utilizar a churrasqueira por mês, para que não haja um monopólio. “Todos os moradores têm que ter direito a utilização do bem comum, não podendo ser o mesmo restrito a alguns moradores”, orienta a advogada, que é coautora do livro “Administrando Condomínios”.

Tem que ser respeitado o horário e o barulho que poderá vir a ser feito. Além disso, é importante respeitar a quantidade de pessoas para frequentar a churrasqueira, ter bom senso de que os convidados não poderão adentrar em outros locais fora da churrasqueira, tais como piscina, saunas e etc. E somente sob a permissão do condomínio, as crianças poderão usar o playground, ou ainda, o sanitário do salão de festas, caso não tenha um independente para a churrasqueira.

Fonte: ZAP Imóveis

Reforma no apartamento sem incomodar os vizinhos

setembro 12, 2011 by lmenezes · 1.328 Comments
Filed under: Arquitetura 

Aumentar a sala, quebrar as paredes do banheiro, trocar os azulejos da cozinha e o carpete dos quartos. Além de exigir investimento, a reforma de um apartamento dá muito trabalho. É um verdadeiro teste de paciência e diplomacia não só para quem mora no imóvel, mas também para os vizinhos, que terão que conviver por semanas ou meses com ruídos de martelo, marreta e furadeira.

Por mais simples que seja, toda reforma sempre provoca algum tipo de barulho ou sujeira. Antes de começar as obras é preciso saber que, sem planejamento, a tarefa pode se tornar um pesadelo que vai acabar dragando todo dinheiro e ainda deixar dívidas.  “O primeiro passo é comunicar previamente ao síndico quando se pretende efetuar uma reforma no apartamento. Tal atitude favorece a administração do condomínio, permitindo a definição dos horários de limpeza, a preparação das áreas comuns que poderão ser afetadas pela reforma e até mesmo planejar, em conjunto com outra unidade que também esteja em reforma, a remoção do entulho da obra, gerando economia para ambos”, afirma a advogada da Lex Magister, Renata Cassiano Capuzzo, especialista em Direito Imobiliário.

De acordo com Renata, o barulho de obras pode causar irritação e, se forem feitos fora de hora, provocarão estremecimentos na relação entre vizinhos. “Sem dúvida, o barulho é um dos problemas que mais geram atritos no condomínio. Não só as reformas em áreas comuns ou privativas, mas também as mudanças, os transportes de materiais de construção, uso da piscina, academia ou da quadra de esporte e outras atividades têm limitação de horário”, explica. “Para evitar conflitos, todos os condôminos devem conhecer e obedecer ao que está estabelecido no Regulamento Interno, com as proibições e os horários definidos para as atividades que produzem barulho”.

A advogada aconselha ainda que, antes de iniciar a reforma do apartamento, é necessário contratar um arquiteto ou engenheiro para projetar a obra. “O objetivo é não prejudicar, em hipótese alguma, a estrutura do edifício. Além disso, é necessário ter em mãos os dados completos da pessoa ou empresa contratada. É muito importante contratar profissionais especializados, com a formação adequada, para criarem um projeto da forma mais segura e otimizada possível. A planta do imóvel deve ser analisada para verificar onde há vigas, colunas, dutos de eletricidade e tubulações de água, evitando que eles sejam danificados”.

Ao planejar mudanças estruturais em um imóvel, muitas regras devem ser seguidas. Renata lembra dos riscos e custos quando não se contrata mão-de-obra não especializada. “A pessoa corre o risco de perder tempo, dinheiro e material”, ressalta a advogada, recordando ainda que o padrão estético da fachada dos prédios não pode ser alterado, nem pintado de outra cor. “O ideal é conversar com a administração do condomínio para saber o que pode ou não ser feito. O bom senso e o diálogo ajudam muito em qualquer situação”, conclui Renata.

Fonte: R7

Dez dicas para não comprar um imóvel irregular

setembro 12, 2011 by lmenezes · 1.021 Comments
Filed under: Direito Imobiliário 

Saiba quais são os documentos necessários para comprovar que o imóvel não tem problemas de estrutura, pendências jurídicas nem dívidas.

Casas construídas em terreno invadido na zona oeste do Rio

Casas construídas em terreno invadido na zona oeste do Rio

Um imóvel é o bem mais caro que boa parte dos brasileiros vai comprar durante a vida. Antes de assinar o contrato de aquisição, é importante que o comprador tenha acesso a toda a documentação necessária para comprovar que o imóvel está regularizado e não possui pendências jurídicas ou financeiras. Solicitar ao vendedor o número do IPTU (Imposto Predial Territorial Urbano) é imprescindível para checar grande parte das possíveis pendências com a propriedade. Abaixo a engenheira civil Sanrlei Polini, fundadora da Soluções Consultoria, especializada em regularização de imóveis, ensina os dez passos para evitar problemas na hora de comprar um imóvel:

1 – Verifique se o vendedor é realmente o proprietário do imóvel por meio da análise da matrícula do registro de imóveis. A documentação pode ser solicitada diretamente ao vendedor ou no registro de imóveis da região. “Essa informação facilita a checagem dos demais documentos, pois já indica que não será necessária a presença de outros proprietários”, indica Sanrlei.

2 – Levantar as certidões dos proprietários de forma a identificar a saúde financeira do vendedor. Trata-se da certidão dos 10 cartórios de protestos e processo civil ou trabalhista. Esse é o documento que concentra todas as certidões. Assim, não há chance que antigos débitos sejam cobrados do novo proprietário.

3 – Checar se o imóvel possui dívida de IPTU. Diretamente na subprefeitura onde está localizado o imóvel ou mesmo no site da prefeitura é possível conferir a situação do imposto somente com seu número.

4 – Também na subprefeitura e de posse do número do IPTU há a possibilidade de conferir se o imóvel possui dívida de multas – que ocorre no caso de obras ou utilização irregular do terreno.

5 – Averiguar a aprovação do projeto na subprefeitura. “A aprovação do projeto é determinante, pois comprova que houve um responsável técnico pela obra”, explica Sanrlei.

6 – Com a companhia de um profissional (engenheiro ou arquiteto), vistoriar o imóvel para apurar se está de acordo com o projeto aprovado.

7 – Solicitar ao profissional técnico apontamentos sobre a possível existência de problemas de estrutura ou manutenção. “Tais eventualidades devem ser consideradas em contrato ou sanadas antes da compra”, diz a engenheira.

8 – Confirmar a existência do Habite-se, o documento que atesta que o imóvel foi construído seguindo as exigências estabelecidas pela prefeitura local para a aprovação de projetos. O mesmo pode ser solicitado na subprefeitura onde está o imóvel.

9 – Analisar se o zoneamento permite ampliação do imóvel. “A lei de zoneamento urbano regula o uso, ocupação e arrendamento da terra urbana por parte dos agentes de produção do espaço urbano, tais como as construtoras, incorporadoras, proprietários de imóveis e o próprio Estado. Caso não haja permissão para alteração no projeto aprovado, o novo proprietário será proibido de executar uma obra, por exemplo.”, alerta Sanrlei Polini.

10 – Verificar se o imóvel não é tombado junto ao Condhephaat (Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico do Estado de São Paulo), Conpresp (Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental da Cidade de São Paulo) ou Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional). Isso pode ser feito por meio de consulta ao site da prefeitura ou pessoalmente na subprefeitura.

Fonte: Veja/Exame

Preço de imóvel para Carnaval no litoral paulista mais do que dobra neste ano

setembro 9, 2011 by lmenezes · 1.026 Comments
Filed under: aluguel 

Em Santos e no Guarujá, valor de imóveis hoje daria para pagar duas diárias em 2009, A diária em apartamento de quatro dormitórios passou de R$ 683 para R$ 1.466. Variação é de 114%

O Carnaval de 2011 vai ser mais caro – pelo menos quando o assunto é o preço das casas e apartamentos no litoral de São Paulo. Em cidades como Santos e Guarujá, as mais valorizadas da costa paulista, o valor da diária dos imóveis grandes mais do que dobrou em relação ao ano passado. Barato mesmo, só as quitinetes de áreas como Peruíbe, Itanhaém, Mongaguá e Praia Grande.

Um levantamento do Creci-SP (Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo) feito com imobiliárias de 12 cidades mostrou que, na região central do litoral, o dia em um apartamento de quatro dormitórios (que acomoda até 15 pessoas) passou de R$ 683,34 , no feriado carnavalesco de 2010, para R$ 1.466,67. Um aumento de 114,63%.

A diária de uma casa de quatro quartos (que acomoda até 20 pessoas) foi de R$ 556,67 para R$ 1.150. Alta de 106,59%. Os valores consideram o período de quarto dias entre 5 e 8 de março. Algumas imobiliárias cobram cinco dias (a sexta 4 ou a quarta 9).

Em Santos e no Guarujá, o valor das diárias de casas de três quartos (para até 20 pessoas) variaram de R$ 764,58 para R$ 959,09. Os apartamentos foram de R$ 573,47 a R$ 661,54. No caso dos imóveis de um e dois dormitórios na mesma região, os preços caíram – a mais barata é a casa de um quarto, para até cinco pessoas, que sai por R$ 240.

A região de Praia Grande, Mongaguá, Itanhaém e Peruíbe é a que concentra os preços mais em conta para o carnaval. Uma quitinete (que acomoda até oito pessoas) pode ser achada por R$ 120. No ano passado, o preço era de R$ 135.

De todos os imóveis pesquisados no litoral sul, o que mais encareceu foi o apartamento de quatro quartos – passou de R$ 650 para R$ 800, em média. As casas do mesmo tamanho podiam ser encontradas por R$ 500.

As de três quartos baixaram de R$ 479,90 para R$ 408,33. As de dois quartos diminuíram de R$ 390,61 para R$ 287,50. O apartamento de três dormitórios foi de R$ 553,33 para R$ 500. O de dois, de R$ 350 para R$ 283,33.

O litoral norte tem o imóvel que mais baixou de preço nesta temporada. As casas de um dormitório em Ubatuba, Bertioga, Caraguatatuba, Ilhabela e São Sebastião saíram de uma média de preço de R$ 311,25, por dia, para R$ 133,33. A queda é de 57,16%.

Na região, a casa de quatro dormitórios aumentou de R$ 950 para R$ 1.140 a diária. A de três quartos, de R$ 590,61 para R$ 694,12. A de dois, de R$ 364,46 para R$ 525. A quitinete também subiu, de R$ 200 para R$ 240, em média.

Os apartamentos nessas cidades ficaram mais em conta. O de dois dormitórios foi de R$ 397,71 para R$ 367,50; e o de um, de R$ 287 para R$ 276,67.

O Creci pesquisou os valores de diárias de locação nas cidades de Ubatuba, Santos, Bertioga, Caraguatatuba, Peruíbe, Itanhaém, Guarujá, Ilhabela, São Sebastião, São Vicente, Mongaguá e Praia Grande.

Fonte: R7

Alugar apartamento durante o Rock in Rio pode render diárias de até R$ 200

setembro 9, 2011 by lmenezes · 530 Comments
Filed under: aluguel 
Região começa a atrair olhares de turistas (Foto: Divulgação)

A pacata vizinhança da Cidade do Rock, em Jacarepaguá, começa a atrair o olhar dos turistas, que vão sacudir a região durante os sete dias do Rock in Rio, daqui a pouco mais de um mês. É que, com os hotéis da cidade quase lotados nas datas dos shows, oferecer o próprio apartamento num aluguel por temporada – aquele em que o inquilino paga para ficar apenas alguns dias no imóvel – pode ser uma lucrativa oportunidade para quem pode se apertar na casa de um parente ou, até mesmo, sair de férias.

Dados da organização do Rock in Rio revelam que metade da primeira leva de 600 mil ingressos foi vendida para pessoas que não moram no estado. São turistas que podem pagar entre R$ 60 e R$ 200 pela diária de um quarto e sala no Rio, dependendo do local e da infraestrutura, de acordo com levantamentos em corretoras e sites especializados.

Potencial inexplorado – O vice-presidente de locação do Sindicato de Habitação do Rio (Secovi Rio), Antônio Paulo Monnerat, explica que, atualmente, o aluguel por temporada se concentra, principalmente, em Copacabana, mas regiões como as zonas Norte e Oeste, além do Centro, têm um grande potencial.

- Há grandes eventos programados nessas regiões, como a Copa do Mundo e as Olimpíadas, o que vai aquecer o mercado imobiliário ainda mais. Alugar o próprio imóvel é uma forma de ganhar algum dinheiro numa época em que a cidade estará lotada de turistas – afirma Monnerat.

Contrato de até 90 dias – Especializado em Direito Imobiliário, o advogado Hamilton Quirino explica que as únicas diferenças entre o contrato por temporada e o de aluguel tradicional são a duração e o pagamento:

“O aluguel de temporada é de, no máximo, 90 dias. Além disso, o pagamento integral deve ser feito com antecedência. O proprietário também pode pedir um valor como caução, para cobrir eventuais danos ao imóvel ou aos móveis e eletrodomésticos.”

A guia de turismo Fabiana Bandeira, de 27 anos, cuida de quatro apartamentos da família em diferentes bairros do Rio, que são alugados por temporada há um ano e meio. Segundo ela, é preciso ter cuidados redobrados nessa modalidade de contrato:

“Nunca tivemos problemas com inquilinos, mas é importante se resguardar, até porque é o nosso patrimônio que está em jogo”, diz Fabiana, que sempre pede documentos e comprovante de residência, além de fazer uma listagem completa de tudo o que está no apartamento e anexar ao contrato: “Essa conferência deve ser feita com o inquilino no primeiro e no último dia da locação.”

Segundo Hamilton Quirino, o contrato pode ser feito pelo proprietário, sem intermediação de corretoras, mas é preciso seguir o modelo-padrão.

Fonte: Jornal Extra

Próxima Página »