Nova lei das locações

março 31, 2012 by lmenezes · Comentários desativados
Filed under: Direito Imobiliário 

A nova Lei das Locações, em vigor desde janeiro do ano passado, ainda tem provocado muitas dúvidas em locatários e inquilinos. As mudanças valem tanto para imóveis comerciais quanto para os residenciais e, entre as novidades, está o prazo de 15 dias para o inquilino deixar a residência em caso de despejo. Segunda a legislação atual, essa ordem de despejo deve ser resolvida em primeira instância na Justiça, dando maior rapidez à ação processual.

De acordo com o advogado e escritor Ramiro Becker (foto), autor do livro “Comentários à Lei das Locações”, aumentou-se o número de possibilidades de concessão de medida liminar nas ações de despejo. “O contrato de locação que não tem um fiador, por exemplo, e que o inquilino se torne inadimplente, o locador pode requerer uma medida liminar, fazendo com que ele não tenha tanto prejuízo como anteriormente”, explica. “O prazo que antes era de 30 dias passou a ser de 15 dias, depois da sentença”.

Ramiro Becker destaca que o dono do imóvel passou a ter mais garantias de pagamento do aluguel, o que pode diminuir o pedido por fiadores. “É comum o contrato ter um fiador, mas não é obrigatório. A partir do momento que o contrato não tem fiador, não tem caução, ou seja, não tem garantia, fica mais fácil do locador despejar por causa de inadimplência de aluguel”, afirma.

Se o inquilino quiser sair antes do término no contrato, o valor da indenização passa a ser proporcional ao tempo que falta para o fim do contrato. “Se você tem um contrato de um ano e tem uma multa de três alugueis, se você quiser sair com seis meses, você vai pagar um aluguel e meio”, explica Becker.

A nova lei permite, ainda, que o proprietário entre em acordo com inquilino para que este arque com o IPTU. “Se tiver uma cláusula no contrato, dizendo que essa obrigação passa a ser do inquilino, ele é quem paga”, diz o advogado. Já as melhorias no imóvel – como construções de guaritas, contratação de segurança, reformas – são de responsabilidade do dono. “Essas despesas extra-ordinárias quem paga é o proprietário do imóvel, ou seja, não mudou nada com a nova lei”.

Segundo o especialista, a receptividade da nova legislação foi positiva. “Primeiro porque dá mais segurança ao locador, para ele firmar o contrato, em virtude da diminuição de prazo e das possibilidades de medidas liminares. Acredito que foi uma mudança extremamente positiva, em todos os aspectos, tanto materiais quanto processuais”, conclui Becker.

Fonte: Redação do pe360graus.com

Investidores preferem investir em imóveis comerciais nos últimos anos

março 31, 2012 by lmenezes · Comentários desativados
Filed under: investidor 

Investidores com mais de US$ 25 milhões no caixa escolheram comprar imóveis comerciais nos últimos anos, revela um estudo sobre riqueza feito pela consultoria Knight Frank e pelo Citi Private Bank. O dinheiro privado investido em escritórios, que somava US$ 41,6 bilhões em 2009, chegou a US$ 70,6 bilhões em 2011. Isso significou uma alta de 69,7% nesse tipo de investimento, num período em que o PIB global cresceu 9,62%.

No ano passado, 51% dos ricos afirmam ter ficado mais interessados em escritórios, diz o estudo. “Os investidores estão cientes de que um ponto de inflexão deve acontecer a qualquer momento na economia. Propriedades compradas pelos preços atuais irão parecer um bom negócio”, diz James Roberts, chefe de pesquisa comercial da Knight Frank.

Londres foi a capital que mais chamou a atenção dos investidores endinheirados. O volume de fundos investidos na cidade chegou a R$ 26,5 bilhões em 2011. Os investidores globais consideram a cidade um porto seguro para o dinheiro, além de a maioria ter como língua nativa ou segundo idioma o inglês. Paris, Frankfurt e Hong Kong também aparecem como destaques.

“Eu aconselho investidores estrangeiros, a maioria do oriente, que querem comprar em Londres. Muitos ficam surpresos com a competição que encontram por lá, onde se deparam com muitos outros compradores estrangeiros de participações”, diz Jeremy Waters, sócio no departamento internacional da Knight Frank.

O estudo pondera que parte desses investidores tirou vantagem da queda no preço dos imóveis após a crise de 2008, o que ajudou a elever o investimento em escritórios.

Fonte: iG São Paulo

Aluguel tem novo índice de reajuste.

março 26, 2012 by lmenezes · Comentários desativados
Filed under: aluguel 

Com a deflação de 0,06% registrada em fevereiro pelo IGP-M (Índice Geral de Preços do Mercado), da FGV (Fundação Getúlio Vargas), a variação acumulada desse indicador no período de 12 meses totaliza 3,43%.

Esse percentual, que compreende o período de março de 2011 a fevereiro de 2012, deve ser aplicado aos contratos de locação residencial em andamento que aniversariam em março e têm cláusula de reajuste pelo IGP-M, cerca de 90% dos aluguéis do mercado.

Assim, um inquilino que pagava R$ 900,00 de aluguel entre março de 2011 e fevereiro de 2012, com os 3,43% de reajuste passará a desembolsar R$ 930,87 a partir deste mês de março.

Para facilitar o cálculo do reajuste, basta multiplicar o valor pago atualmente por 1,0343. A conta é válida exclusivamente para os contratos com aniversário em março e reajuste anual pelo IGP-M.

Fonte: R7 

Registro de incorporação pode ajudar a comprovar a veracidade da publicidade do imóvel

março 26, 2012 by lmenezes · Comentários desativados
Filed under: incorporadores 

Uma grande dor de cabeça na compra do imóvel na planta pode ser a falta de registro de incorporação do empreendimento, que pode ajudar comprovar a veracidade da publicidade do imóvel

O profissional autônomo Giovani Queiroz comprou seu apartamento em abril de 2009 e em dezembro do mesmo ano já estava morando nele. Pouco tempo depois, Giovani precisou vender o apartamento e só então se deu conta do risco que estava correndo, e que estava impedido de efetuar a venda. A construtora responsável pela obra não havia emitido o registro de incorporação imobiliária, que regulariza a comercialização dos apartamentos.
De acordo com o vice-presidente da área de Imóveis do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Ceará (Sinduscon), André Monteiro, o registro de incorporação, emitido pela construtora junto ao Cartório de Registro de Imóveis, é crucial para qualquer compra e venda de imóveis.

Ele comprova a veracidade das informações contidas na publicidade do empreendimento, assim como garante que o projeto está aprovado em conformidade com as exigências legais. Além disso, assegura o cumprimento de requisitos obrigatórios, como posse do terreno, certidões negativas, regras do condomínio, memorial descritivo e o quadro de áreas do empreendimento.

Sentindo-se lesado, Giovani procurou respostas e encontrou ainda outras irregularidades na construção do prédio. Ele entrou com ação judicial contra a empresa envolvida. Por isso, o presidente da Comissão da Defesa do Consumidor da OAB-CE, Hércules Amaral, ressalta a importância de se conhecer a reputação das incorporadoras. “É válida a cautela em consultar junto ao sistema de informações do Ministério da Justiça o histórico de reclamações dirigidas a cada construtora”.

Já a bancária Ana Cecília Praxedes comprou seu imóvel em 2010, confiando-se na reputação das grandes empresas envolvidas. O prazo estipulado para entrega das chaves era para o mês de abril deste ano. Ela veio pagando mensalmente as prestações pelo apartamento, previsto para construção no Maraponga.

Ao procurar informação sobre o andamento das obras, foi informada que o empreendimento sequer começou a ser construído, e ainda não havia previsão de início das obras. “Onde vou morar? E quanto tempo perdi pagando um imóvel de uma empresa ‘séria’? E meus planos? Meus sonhos?”, registrou em seu mural no Facebook.

Atrasos

Segundo André Monteiro, existem atrasos legalmente aceitáveis. Ocasiões especiais como intempéries, greves de funcionários, falta de abastecimento de material no mercado, entre outros eventos, que necessariamente devem ser apontados no diário de obras.

“Assim como existem os atrasos injustificáveis. Que ocorrem em função da má gestão da construtora, que não soube gerir a obra, por pura imperícia ou porque não estava pronta para construir”, complementa.

De acordo André, outra grande vilã nos atrasos e demais problemas com as construções é a carência de mão de obra. “Elas (as construtoras) estão combatendo isso através de treinamentos em canteiros e investindo em novas tecnologias, para otimizar o trabalho a mão de obra”. (Bárbara Almeida, Especial para O POVO)

ENTENDA A NOTÍCIA

O registro de incorporação imobiliária é obrigatória e essencial para que o incorporador possa negociar as unidades autônomas. Ele é concedido somente se a incorporadora tiver em mãos um dossiê com vários documentos e informações sobre o empreendimento.

SAIBA MAIS

O comprador que se sentir lesado, segundo o presidente da Comissão da Defesa do Consumidor da OAB-CE,Hércules Amaral, pode se valer da Lei 8078/90, do Código de Defesa do Consumidor, assim como pode acionar o Procon, o Juizado Especial (para imóveis inferiores a 40 salários mínimos) e a Justiça Comum. No entanto, a indicação do Sinduscon é de que o comprador experimente fazer acordos administrativos com a incorporadora. “O importante é ter um bom relacionamento entre ambos, para que as pessoas se planejem e se protejam. Uma boa comunicação entre as partes sempre é a melhor solução”, aconselha o vice-presidente do Sinduscon-CE, André Monteiro.

Números

30% é o percentual de economia que pode chegar ao bolso do consumidor que optar pela compra de imóvel na planta

0,67% foi a variação do Índice Nacional de Custo da Construção (INCC-M) do mês de janeiro. O índice é utilizado para reajustar as parcelas dos contratos de imóveis na planta

1% foi a variação do IGP-M do mês de fevereiro, calculado pela FGV. É através deste índice que o valor do imóvel pronto é reajustado

Fonte: O Povo Online

Rio de Janeiro tem a maior valorização de imóveis do Brasil

março 22, 2012 by lmenezes · Comentários desativados
Filed under: Sem categoria 

Em 12 meses, o mercado imobiliário do Rio de Janeiro
ficou 44% mais caro

Sérgio Vieira, do R7

Os preços dos imóveis continuam em franca expansão na cidade do Rio de Janeiro. No mês de abril, em média, os imóveis localizados na capital fluminense valorizaram 3,3%, na comparação com o mês de março, quando aumentaram 3,2%, de acordo com o índice FipeZap divulgado nesta quarta-feira (04) pela Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) em parceria com o portal Zap Imóveis.

No avaliação nacional, o destaque de alta no mês de abril ficou por conta da capital pernambucana, Recife (+3,6%), enquanto Salvador (capital baiana) se manteve com a menor valorização no último mês (+0,9%). Já a capital paulista teve crescimento de 2,4% nos valores praticados.

Mas a valorização carioca fica ainda mais perceptível quando analisado o crescimento nos últimos 12 meses. Neste período, o mercado imobiliário carioca ficou 44% mais caro.

Quando o valor é comparado com as outras sete regiões brasileiras pesquisadas (São Paulo, Belo Horizonte, Distrito Federal, Salvador, Fortaleza e Recife), a capital fluminense dispara na liderança, já que São Paulo e Belo Horizonte tiveram aumento de 26% e Fortaleza 13%.

Em 12 meses, imóveis na cidade ficaram 44% mais caros

De acordo com o levantamento, na média das sete regiões brasileiras pesquisadas, o valor do metro quadrado foi de R$ 5.332.

Bairros mais caros em abril

No quarto mês do ano, segundo o indicador, os bairros mais caros do Rio de Janeiro foram Leblon – cujo metro quadrado médio custava R$ 13.785 – seguido por Ipanema (metro quadrado negociado a R$ 13.365), Lagoa (R$ 10.958), Gávea (R$ 10.135) e Leme (R$ 9.055). Todos na zona sul da capital fluminense.

Por outro lado, os metros quadrados mais baratos da cidade estão localizados em Coelho Neto, comercializado em média a R$ 1.195; Padre Miguel, vendidos a R$ 1.045; Pavuna, a R$ 1.142; Anchieta, a R$ 953 e Guadalupe, a R$ 802. Com exceção de Padre Miguel, localizado na zona oeste, todos os outros bairros ficam na zona norte do Rio de Janeiro.

Valorização por dormitórios 

Por número de dormitórios, no mês de abril, os imóveis no Rio de Janeiro de um dormitório tiveram, em média, alta de 3,8% nos preços, com o metro quadrado sendo vendido a R$ 7.275. Os de dois foram comercializados com 3,1% de valorização, com preço médio de R$ 4.944 o metro quadrado. Por sua vez, os de três dormitórios tiveram acréscimo de 3,1%, a R$ 6.138 o metro quadrado e por fim, os de quatro apresentaram alta de 3,1%, a R$ 7.547 o metro quadrado.

Já na comparação desde 2008, ainda de acordo com o mesmo indicador, os imóveis de um dormitório tiveram valorização de 126% desde janeiro de 2008. Ou seja, imóveis com um quarto, que custavam R$ 100 mil em janeiro de 2008, estão sendo negociados a R$ 226 mil em abril de 2011.

Nos imóveis com dois dormitórios, em três anos, a valorização chegou a 111%. Seguindo o mesmo raciocínio, aqueles que custavam R$ 200 mil em janeiro de 2008, estavam sendo vendidos em abril de 2011 por R$ 422 mil.

Na mesma linha, os preços dos imóveis de três dormitórios tiveram aumento de 108% e de 91% nos de quatro ou mais.

Fonte: R7

Técnicas para vender imóveis de alto padrão.

março 22, 2012 by lmenezes · Comentários desativados
Filed under: Imóveis 

Seleto time de corretores de imóveis de altíssimo padrão desenvolve técnicas próprias para seduzir milionários e fazer fortuna no mercado imobiliário brasileiro. 

da esq. para a dir., Fernando Sita, Ally Murade e Fábio Rossi.
Eles sabem onde estão os imóveis dos seus sonhos, seja qual for o sonho.

Recentemente, o diretor-geral de vendas da imobiliária Coelho da Fonseca, Fernando Sita, recebeu de um potencial cliente uma curiosa lista de exigências. O comprador queria uma casa com mais de 500 m² de área construída no Jardim Europa , com um local coberto para 18 carros, biblioteca e espaço para leitura, poltronas em couro, tapete persa e frigobar. O pedido não soaria estranho se o cliente não quisesse tudo isso dentro da garagem. “O grande prazer da vida dele é observar seus empregados lavar e polir sua coleção de automóveis  raros”, diz Sita. “Como para nós pedido feito é pedido atendido, encontramos o imóvel que satisfazia às necessidades dele e fechamos negócio por R$ 30 milhões.”

Outras condições, digamos, mais prosaicas para a venda milionária, incluíam quartos com varandas amplas, churrasqueira e piscina quente e fria. O que para um profissional comum pode  parecer uma missão impossível é rotineiro na vida dos corretores de alto luxo no País. Os homens e mulheres que atuam nesse segmento de imóveis acima de R$ 3 milhões desenvolveram nos últimos anos estratégias peculiares para conquistar clientes endinheirados – além de superexigentes – e fechar contratos que podem render comissões milionárias. Como o percentual padrão é 6% do valor da venda, um único contrato de R$ 30 milhões rende R$ 1,8 milhão ao corretor.

A comissão e o sucesso dos profissionais do luxo imobiliário é proporcional ao empenho de cada um deles. O advogado tributarista Ally Murade fez fortuna nos últimos 30 anos defendendo os interesses de grandes empreiteiras brasileiras e multinacionais que atuam no País, mas descobriu na corretagem de imóveis de luxo o caminho para multiplicar seu patrimônio. Ele passa o dia em reuniões com CEOs de grandes companhias, frequenta eventos sociais quase que diariamente e convida altos executivos para encontros informais em seu suntuoso apartamento de cerca de 600 m², avaliado em R$ 10 milhões, no bairro paulistano do Pacaembu.

Tudo para manter o bom desempenho de seu escritório, um dos maiores do País no ramo tributário, e garantir a prosperidade à Murade Empreendimentos Imobiliários, empresa que criou há dois anos para atender à demanda de seu círculo social. “Ser um corretor de imóveis de alto luxo não é para qualquer profissional da área”, afirma Murade, que vende cinco imóveis por mês, em média. “É preciso fazer parte desse mundo e ter uma boa reputação.” Tão desafiador para os corretores de luxo quanto conquistar uma venda é conseguir mapear com precisão cirúrgica a necessidade do comprador, um exercício diário que vai muito além das exigências básicas de apresentar cômodos espaçosos, acabamento de qualidade, segurança e ótima localização.

“Quem pode gastar milhões de reais em uma casa quer o que há de melhor para poder usufruir todo o status e poder que seu dinheiro pode proporcionar”, afirma Murade, que possui hoje uma carteira de 178 apartamentos que custam de R$ 3,5 milhões a R$ 18 milhões. Além de estar antenado às exigências e aos caprichos dos seus clientes, os corretores de luxo costumam praticar também assessoria financeira. De tempos em tempos, negociam com os bancos as melhores taxas e condições para quem financia o imóvel. “O conceito de que só financia quem não tem dinheiro já acabou”, afirma Murade.

“Hoje, 70% dos compradores tomam emprestado parte do valor, com taxas muito atrativas, mesmo que tenham dinheiro para pagar à vista.”  Outro ponto a favor dos imóveis é a solidez do setor como investimento. “O mercado imobiliário se mostrou como o lugar mais seguro e como o melhor investimento”, diz Fabio Rossi, CEO da Sotheby’s. Segundo a Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio (Embraesp), o mercado de imóveis de luxo tem crescido acima de 30% anualmente, em média, nos últimos cinco anos, e deve acelerar a expansão em 2012 graças ao surgimento de novas fortunas e aumento do crédito. A julgar por essa pujança do setor de imóveis de alto luxo no País, o sucesso e a riqueza dos profissionais do segmento premium estão garantidos.

Por Hugo CILO

Fonte: Isto é Dinheiro

Crédito imobiliário continuará sustentando o crescimento do País em 2012

março 14, 2012 by lmenezes · Comentários desativados
Filed under: Economia 

O ano de 2012 manterá o crescimento sustentado do crédito imobiliário, segundo avaliação do economista-chefe do Secovi-SP (Sindicato da Habitação), Celso Petrucci.

Para formular sua avaliação, o economista leva em conta dados da economia brasileira, como baixo índice de desemprego e a situação da inadimplência do crédito imobiliário, que é a mais baixa entre todas as carteiras de crédito dos bancos – no conceito de 90 dias de atraso, de 2%.


Caderneta de poupança

Petrucci ainda pondera o fato de que em 2011 o saldo da caderneta de poupança apresentou crescimento de somente de 10% em relação a dezembro de 2010, enquanto nos três anos anteriores esse saldo cresceu a taxas de 20% ano.

Apesar disso, as perspectivas da Abecip (Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança) revelam que os recursos da caderneta de poupança vão poder financiar, este ano, aproximadamente R$ 104 bilhões.

Já a Caixa Econômica Federal acumulou até dezembro do ano passado o valor de R$ 152,9 bilhões em saldos imobiliários. Em relação ao volume registrado em 2010, houve uma alta de 41%. A instituição liberou para financiamentos imobiliários R$ 80,1 bilhões, dos quais 36,4 bilhões foram concedidos com recursos do FGTS (Financiamento de Material de Construção).

Ainda citando dados da Abecip, os recursos do SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo) financiaram em 2011 um total de 493 mil unidades com a aplicação de R$ 79,9 bilhões. Em 2004, foram 54 mil unidades financiadas com aplicações de R$ 3 milhões.

Ao somar os recursos do SBPE com os do FGTS, o total de aplicações chega a R$ 114,4 bilhões, contra os R$ 6,9 bilhões em 2004, totalizando 1,430 milhão de operações, contra 321 mil de 2004.

Apesar de esperar por um crescimento do crédito neste ano, Petrucci entende que algumas questões importantes devam ser enfrentadas, como a necessária concentração das informações na matrícula dos imóveis, a efetiva aplicação do cadastro positivo e, sobretudo, os incentivos às inovações tecnológicas, tanto na construção quanto nas contratações financeiras.

Por: Viviam Klanfer Nunes

Fonte: InfoMoney

Dicas para quem está construindo e reformando

março 14, 2012 by lmenezes · Comentários desativados
Filed under: Arquitetura 

Construir ou reformar um imóvel nem sempre é uma das tarefa fácil. Mais do que projetar o resultado arquitetônico esperado, existem uma série de questões legais para as quais os proprietários precisam estar atentos para evitar que suas residências ou empreendimentos comerciais venham a ter problemas junto aos órgãos públicos responsáveis pela regularização imobiliária. Sobre este tema, a engenheira Sanrlei Polini, diretora da Soluções Consultoria, aponta cinco dicas essenciais que abrangem os cuidados necessários, em termos de documentação, que devem ser tomados por quem está realizando uma reforma.

Confira as dicas:

Projeto adequado: “É imprescindível a contratação de um engenheiro ou arquiteto especializado em reformas, pois este profissional terá condições de elaborar o projeto de reforma de acordo com as leis e normas técnicas estabelecidas pelos órgãos públicos locais, evitando assim problemas legais no futuro”.

Processo de aprovação: “Depois de finalizado o projeto para a reforma ou construção, é preciso encaminhá-lo para aprovação junto à prefeitura municipal. Para que o processo ocorra de maneira assertiva e sem grandes dores de cabeça para o proprietário, é importante a consultoria de uma empresa especializada, que já conhece os trâmites legais e burocráticos e pode garantir maior sucesso à ação”.

Mão-de-obra: “As pessoas que trabalharão no dia-a-dia da obra também precisam ser especializadas e de confiança. Além disso, é importante que sejam permanentemente acompanhadas por um engenheiro ou arquiteto que gerenciem o trabalho e garantam que tudo sairá conforme acordado”.

Documentação: “Após a conclusão da obra é preciso solicitar junto à prefeitura o “Habite-se”, documento que comprova legalmente que o imóvel foi construído de acordo com o aprovado. Além disso, também é preciso levar o projeto do imóvel e o “Habite-se” para averbação (declaração) no registro de imóveis”.

Laudos especiais: “No caso dos imóveis comerciais, é importante não esquecer que também é preciso obter com os órgãos públicos outros laudos e aprovações que são obrigatórios para o funcionamento dos estabelecimentos, tais como: vigilância sanitária, bombeiros e órgãos ambientais”.

Fonte: Zap Imóveis

Busca por imóveis na internet está liderando: Veja como usar esse recurso

março 14, 2012 by lmenezes · Comentários desativados
Filed under: Imóveis 

A procura por imóveis pela internet vem crescendo consideravelmente, profissionais atentos fazem anúncios em portais que já existem no mercado e acabam fazendo bons negócios.

Ter o seu próprio site pode ser algo que dê bons frutos, mas, isso não é o bastante, pois, é preciso também entender  de marketing digital para gerar transações comerciais lucrativas.

Uma boa estratégia é servir-se dos quatro pilares do Mk. digital que são: a encontrablidade, estar nas primeiras páginas dos mecanismos de buscas é um diferencial competitivo, mas é apenas o início

Um outro quesito é a usabilidade que tem como máxima ” tornar o complicado simples” a simplicidade é o que a nossa dinâmica cotidiana exige.

A credibilidade é outra peça fundamental, temos que conhecer o nosso cliente e suas necessidades isso através de pesquisa nas redes sociais.

O consumidor de hoje possui todas as ferramentas para testar produtos, ele é ativo exigente e bem informado.

Isso é só o começo de um grande trabalho na manutenção de um site, se você não quer ter que contratar pessoal especializado e ter todo esse custo experimente os portais que já fazem isto para você e ainda se preocupam em divulga-lo através de redes sociais e envio de milhões de e-mail marketing validos para todo o Brasil e o mundo. Experimente o portal www.acharimoveis.com e faça bons negócios.

Leslie Marion Menezes: Corretora de Imóveis

Crecirs: 41657

 

Para imóvel herdado a base de cálculo é diferente

março 11, 2012 by lmenezes · Comentários desativados
Filed under: Direito Imobiliário 

O cálculo do imposto deve ser feito com base no valor da aquisição do imóvel por quem deixou a herança e não pelo lucro imobiliário.

Os filhos sempre são os primeiros da lista na hora de escolher os herdeiros de imóveis e outros bens que serão deixados por pessoas que faleceram. A palavrar herdar significa receber por herança, adquirir por parentesco ou hereditariedade ou deixar em herança. “Qualquer pessoa pode fazer um documento, no qual constará o nome das pessoas que irão herdar seus bens após o seu falecimento ou tudo é passado para a esposa, marido, filhos ou parentes mais próximos de maneira automática”, explica Carlos Samuel de Oliveira Freitas, diretor de condomínios da PRIMAR Administradora de Bens.

No caso de imóveis é comum os herdeiros terem pressa em vender o bem, especialmente se a herança tiver que ser dividida entre várias pessoas. A pressa pode gerar prejuízos, já que o imóvel pode ser vendido em um preço abaixo do praticado no mercado. “Nenhuma negociação deve ser feita sem cautela e tranquilidade. O imóvel deve ser analisado por um especialista, que irá calcular o valor correto do bem para que ele possa ser comercializado. Agir de forma prematura pode impedir que outras oportunidades bem melhores surjam”, afirma.

Mesmo sem saber como manter o patrimônio ou como obter renda com o bem, o ideal é esperar a poeira baixar e refletir sobre a melhor escolha. Se a venda for a opção mais adequada, o herdeiro deve ofertar o imóvel por um preço justo – tanto para o comprador quanto para si mesmo. “Em casos de herança, o lucro imobiliário, definido como a diferença entre o valor de compra e o de venda de um imóvel, não pode ser tributado pelo imposto de renda. O valor para o cálculo do imposto deve ser feito com base no valor da aquisição do imóvel por quem deixou a herança”, explica.

Freitas esclarece que o lucro imobiliário é considerado um evento gerador de imposto, mas a herança evita a incidência do imposto na venda do imóvel. “Por alguns anos esta cobrança foi considerada legal, já que a Lei 3.470, de 1958, autorizava a cobrança do imposto de renda em imóveis herdados. Porém, o Decreto-Lei 94 de 1966 revogou esta determinação e desde então a cobrança é ilegal”, destaca o advogado imobiliário, diretor de locações da Associação Brasileira das Administradoras de Imóveis (ABADI).

O investimento em imóveis é sem dúvida um bom negócio se for planejado. O herdeiro pode usufruir de mais benefícios se ficar com o imóvel quando o patrimônio estiver localizado em regiões privilegiadas e que sofreram uma valorização imobiliária, seja pelo aumento da infra-estrutura do local ou outros fatores. “Esta valorização pode ser mais rentável do que outras aplicações financeiras. Por isso a dica é avaliar qual será a escolha mais vantajosa, vender ou ficar com o bem. Se houver mais de um herdeiro todos devem entrar em consenso”, observa.

Por: Primar Administradora de Imóveis 

Fonte: INC Corporativa

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