Comprar casa em Orlando, Brasileiros estão entre os que mais compram.

junho 28, 2012 by lmenezes · Comentários desativados
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No Brasil, as cidades de São Paulo e Rio de Janeiro possuem um dos mercados imobiliários mais aquecidos do País. Mas não é só por aqui que os brasileiros gostam de comprar casas. Em Orlando, na Flórida, os brasileiros estão entre os estrangeiros que mais adquirem imóveis.

De acordo com o estudo ’10 Hot Spots for Global Homebuyers’ (10 pontos quentes para compradores globais) os brasileiros, junto com os canadenses e os ingleses, estão entre os estrangeiros que mais compram imóveis em Orlando. A cidade é a terceira mais procurada pelos compradores estrangeiros, em lista liderada por Lakeland, também na Flórida.

Orlando está à venda

De acordo com o estudo, dos estrangeiros que compram casas em Orlando, 46,1% são do Canadá, 10,3% são do Reino Unido e 7,6% são do Brasil. O levantamento também avaliou os motivos que estão levando os estrangeiros a comprar imóveis na região e chegou a conclusão que a principal razão é o fato de que Orlando está à venda, “literalmente”.

Além disso, de acordo com a corretora Zola Szerencses, o local é financeiramente acessível aos estrangeiros. Ainda falando das regiões mais procuradas pelos estrangeiros nos Estados Unidos, Miami é destaque entre os argentinos e venezuelanos.

Das casas vendidas em Miami para os estrangeiros, 70,5% foram compradas por pessoas que residem no Canadá, seguido por 2,9% de estrangeiros residentes na Argentina e 2,3%, na Venezuela.

Os dados da pesquisa, porém, contrastam com outro estudo conduzido pelo NAR (National Association of Realtors – associação que representam os corretores de imóveis nos EUA) em outubro de 2011 que apontou que os venezuelanos eram os maiores compradores de imóveis em Miami (15%), seguidos pelos brasileiros (12%), argentinos (11%) e canadenses (10%).

Por: Viviam Klanfer Nunes

Fonte: InfoMoney

Imóveis para vender devem continuar a crescer mesmo com a crise na Europa.

junho 28, 2012 by lmenezes · Comentários desativados
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Para Romeu Chap Chap, do Secovi-SP, recursos disponíveis para financiamento são 20% maiores em 2012 e demanda por imóveis ainda é alta

A turbulência econômica na Europa, apesar da sua dimensão, não deverá afetar o ritmo de crescimento do mercado imobiliário brasileiro em 2012. Isso é o que acredita Romeu Chap Chap, presidente do Conselho Consultivo do Secovi-SP e da Romeu Chap Chap Desenvolvimento e Consultoria Imobiliária.

Em artigo divulgado no dia 5 de dezembro, o especialista defende que a grande oferta de crédito – prevista em cerca de R$ 130 bilhões, montante mais de 20% superior ao aplicado em 2011 – aliada ao atual déficit de habitações deverá manter o segmento da construção civil, que continuará sendo o carro-chefe do Produto Interno Brasileiro (PIB). “Segundo estimativas da Câmara Brasileira da Construção Civil (CBIC) e da Caixa Econômica Federal – que respondem por 75% das operações de crédito imobiliário em âmbito nacional -, esses recursos são suficientes para financiar mais de 1,5 milhão de unidades”, afirma.

Confira o texto na íntegra:

“Qual será o tamanho da crise?

Vivemos mais um momento de turbulência internacional. Muito além dos bancos, o que agora está em jogo é a União Europeia. O bom senso obviamente deverá prevalecer. Países são pessoas, e pessoas precisam ter condições de viver. Egos e fronteiras não estão acima disso.

É claro que o Brasil não está imune. Todavia, não podemos sofrer por antecipação, ignorando nossas reais condições de desempenho econômico. Assim, há que se colocar freio a alguns exageros, a um pânico fora de hora que em nada contribui para fortalecer o País e lhe garantir condições de superar mais essa crise.

O governo federal se mostra confiante. Como declarou recentemente o ministro da Fazenda, Guido Mantega, ainda tem bala na agulha. E deve ter mesmo, pois, em termos de fundamentos, estamos bem resguardados. Basta lembrar como enfrentamos a crise de 2008.

No que se refere ao setor imobiliário, a munição é consistente, permitindo que a construção se mantenha na posição de carro-chefe do crescimento do PIB. E isso se deve a um vetor fundamental: crédito.

Conforme projeções, e consideradas todos os tipos de financiamento existentes, os potenciais compradores de imóveis terão à disposição, em 2012, cerca de R$ 130 bilhões, montante mais de 20% superior ao aplicado em 2011.

Segundo estimativas da Câmara Brasileira da Construção Civil (CBIC) e da Caixa Econômica Federal – que responde por 75% das operações de crédito imobiliário em âmbito nacional -, esses recursos são suficientes para financiar mais de 1,5 milhão de unidades. Aliás, esse é o volume anual de moradias que o País precisa produzir, e durante os próximos 15 anos, para eliminar o atual déficit de habitações e atender o natural crescimento da demanda.

No que diz respeito à elevação dos preços dos imóveis, a tendência é de estabilização. A alta recente foi uma espécie de recuperação, retornando aos níveis dos anos 90. Agora, o fator determinante é o valor dos terrenos que, cada vez mais escassos em cidades como São Paulo – até por conta de legislação do uso e ocupação do solo mais restritiva -, continua sendo o viés imponderável. E a opção das empresas, de construir em cidades vizinhas, só faz prejudicar problemas como o da mobilidade, uma vez que as pessoas continuam trabalhando na capital paulista.

De maneira geral, o cenário brasileiro, marcado por um nível baixíssimo de desemprego, favorece o mercado imobiliário. Com renda, a população busca realizar o sonho da casa própria e faz qualquer sacrifício para preservá-la, fato comprovado pelos atuais índices de inadimplência no Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo: apenas 1,4%.

E não é possível pensar que o ambiente seja promissor apenas para as atividades imobiliárias. Certamente, outros segmentos produtivos também são beneficiados pelo consistente mercado consumidor doméstico, bem como pelas medidas anticíclicas que o governo adota para combater os riscos de desaceleração econômica, como redução dos juros e desoneração de impostos.

Assim, fica a sensação de que vivemos desnecessária paranoia endêmica. Baixa o espírito da boiada e todos saem dizendo que o mundo vai acabar. Dizem tanto que terminam por precipitar o que sequer se anunciou de forma concreta.

Não devemos ingenuamente achar que tudo não passa de uma marolinha. Mas não podemos ser irresponsáveis em admitir um tsunami, parar de produzir e consumir como se estivéssemos no final dos tempos.

A situação mundial é complexa. Não cabe fazer pouco dela. Mas qual será o tamanho da crise para o Brasil? Aquele que decidirmos dar a ela.

Racionalmente, o Brasil precisa cuidar mais de si, até para poder ajudar aqueles países que se encontram em maior dificuldade.

Tudo é questão de equilíbrio. Já tivemos os olhos maior que a barriga. Houve quem encheu muito o prato, não deu conta de comer tudo e sentiu baque além do necessário quando o céu deixou de ser de brigadeiro. Porém, olhos medrosos e apertados acabam por deixar sobrar prato na comida.

Por Romeu Chap Chap, presidente do Conselho Consultivo do Secovi-SP e da Romeu Chap Chap Desenvolvimento e Consultoria Imobiliária”

Fonte: Pini Web

Alerta para estagnação à frente no setor imobiliário.

junho 28, 2012 by lmenezes · Comentários desativados
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Representantes do mercado imobiliário alertaram nesta quarta-feira para a tendência de o setor passar por um período de estagnação nos próximos anos, resultado do avanço desenfreado visto entre 2008 e 2010.

“Em cinco anos, o crédito corporativo vai secar, resultando em desalavancagem forçada das empresas, que voltarão a investir à frente”, disse o diretor de Relação com Investidores da EZTec, Emilio Fugazza, durante evento promovido pelo Centro de Tecnologias e Edificações (CTE), em São Paulo.

Segundo ele, construtoras e incorporadoras com ações listadas em bolsa estão passando pelo “vale” antes de voltarem a gerar recursos.

“O cenário é de diminuição de volume (de lançamentos de imóveis) e desalavancagem… serão anos de mudança radical para as empresas de capital aberto”, acrescentou.

O executivo citou a “escalada irracional do comprometimento”, cuja largada foi dada há cerca de quatro anos, levando construtoras e incorporadoras de grande porte a realizar elevado volume de lançamentos e vendas, resultando em problemas de capacidade de execução e de entrega das unidades prometidas.

Entre 2008 e 2010, as maiores companhias do setor diversificaram o mix de produtos, ingressaram em novas regiões e começaram a trabalhar com parceiros.

Hoje, ao pagarem um preço alto para gerenciar custos, parceiros e obras, boa parte das grandes construtoras na Bovespa vêm anunciando a saída de determinadas regiões e o fim de parcerias. Esse recuo, entretanto, tem saído caro até que todas as contas sejam ajustadas e as operações colocadas em ordem.

“Comprometimento tem risco e afeta a marca que, por sua vez, afeta a margem (da empresa)… execução de obra não pode ser um detalhe do fluxo de caixa”, disse Fugazza.

INVESTIMENTO ESTRANGEIRO

No âmbito de investimentos, o diretor executivo da GP Investments, Antônio Ferreira, afirmou que os investidores internacionais -parte relevante na composição do setor- estão adotando, na maioria, uma postura cética quanto ao setor no Brasil.

“Investidores imediatistas estão vendo um cenário complicado no país e estão travados, visto as incertezas na Europa”, disse ele, acrescentando que muitos associam as preocupações com os balanços das empresas listadas ao setor como um todo.

Com poucas exceções, os resultados financeiros das principais companhias que compõem o setor vieram abaixo do esperado pelo mercado no primeiro trimestre, pressionados, entre outros fatores, por estouro de custos das obras.

Esse estouro, segundo Fugazza, da EZTec, levou a uma desvalorização generalizada das ações e a uma certa descrença quanto aos resultados do segundo trimestre.

“Já o investidor de longo prazo vê turbulências, com o mercado imobiliário não tão pujante como dois anos atrás, mas crescendo em relação a outras economias que estão encolhendo”, ponderou Ferreira.

Após investir em diversas empresas do setor -como Gafisa, BR Malls e BR Properties- a GP possui atualmente participação apenas no grupo hoteleiro BHG, dentro do segmento imobiliário.

A gestora também criou, há cerca de um ano, um fundo imobiliário destinado a investimentos em projetos residenciais, comerciais e de shopping centers.

“Acreditamos muito em um vetor de crescimento (do setor) nos próximos dez anos… essa alternância entre altos e baixos acaba sendo positiva”, acrescentou Ferreira.

(Por Vivian Pereira)

Fonte: Reuters

Calcule para quanto irá o aluguel a partir de março

junho 18, 2012 by lmenezes · Comentários desativados
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Com a deflação de 0,06% registrada em fevereiro pelo IGP-M (Índice Geral de Preços do Mercado), da FGV (Fundação Getúlio Vargas), a variação acumulada desse indicador no período de 12 meses totaliza 3,43%.

Esse percentual, que compreende o período de março de 2011 a fevereiro de 2012, deve ser aplicado aos contratos de locação residencial em andamento que aniversariam em março e têm cláusula de reajuste pelo IGP-M, cerca de 90% dos aluguéis do mercado.

Assim, um inquilino que pagava R$ 900,00 de aluguel entre março de 2011 e fevereiro de 2012, com os 3,43% de reajuste passará a desembolsar R$ 930,87 a partir deste mês de março.

Para facilitar o cálculo do reajuste, basta multiplicar o valor pago atualmente por 1,0343. A conta é válida exclusivamente para os contratos com aniversário em março e reajuste anual pelo IGP-M.

Fonte: R7

Casas para alugar com vencimento em maio subirá 10,6%.

junho 18, 2012 by lmenezes · Comentários desativados
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Reajuste, segundo o Secovi-SP, é o menor de 2011. Percentual corresponde à variação do IGP-M.

Os contratos de locação com reajuste anual atrelado ao IGP-M (Índice Geral de Preços do Mercado) e aniversário em maio terão o menor reajuste deste ano, com variação percentual de 10,60%. Isso corresponde à variação do indicador da FGV (Fundação Getúlio Vargas) no período de maio de 2010 a abril deste ano.

“Cerca de 90% do mercado de locação adota o indicador por ele ser o único divulgado na mudança do mês, isto é, o IGP-M é o primeiro índice a ser divulgado em cada período”, explica Roberto Akazawa, gerente do Departamento de Economia e Estatística do Secovi-SP (Sindicato da Habitação). Ele explica que a adoção não é exclusiva do mercado de locação, sendo utilizado em outros contratos com previsão de atualização.

Apesar de o IGP-M balizar boa parte dos contratos de locação, existe sempre a possibilidade de negociação entre locador e locatário. “Neste momento, entretanto, o reajuste pela variação do IGP-M tende a ser aplicado de forma integral, porque a opção de se trocar de moradia locada se torna difícil por falta de imóveis em oferta”, observa Akazawa. A mais recente Pesquisa Secovi-SP sobre Valores de Locação Residencial detectou que em março os novos contratos de locação estavam 15,25% mais caros que em idêntico período do ano passado.

Cálculo da correção

Para calcular o reajuste, basta multiplicar o valor do aluguel pago até abril por 1,1060. Assim, se o aluguel era de R$ 800,00, a partir de maio será de R$ 884,80.

Fonte: Imovelweb

Imóveis á venda em SP quase dobra em fevereiro

junho 7, 2012 by lmenezes · Comentários desativados
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As vendas de imóveis novos na cidade de São Paulo deram um salto em fevereiro e o número de unidades vendidas quase dobrou em relação a janeiro. Foram comercializadas em fevereiro 2.019 unidades, volume 97,5% maior em relação a janeiro, mesmo com menor número de dias úteis, segundo pesquisa do Secovi-SP, que reúne construtoras e incorporadoras. Em relação ao mesmo mês de 2011, a alta foi de 12,8%.

‘Em janeiro e fevereiro, apesar do número baixo de lançamentos, as vendas foram 17,7% maiores do que no primeiro bimestre do ano passado’, diz o economista-chefe do Secovi-SP, Celso Petrucci. Esse resultado, segundo ele, reafirma a tendência de crescimento de vendas de 5% a 10% neste ano. Isso significa uma reversão de parte da queda acumulada no ano de 2011 em relação a 2010: de 21% no número de unidades e de 15% em valor.

Na análise do economista, esse crescimento expressivo de vendas reflete a mudança do cenário econômico, que hoje é mais favorável do que no começo de 2011. A queda da taxa básica de juros, a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) e a crise europeia sob controle melhoraram o humor do mercado, observa. De toda forma, ele pondera que a base fraca de comparação, que é o primeiro bimestre de 2011, também contribuiu para o melhor desempenho de vendas.

Um resultado surpreendente da pesquisa de fevereiro foi a ampliação da participação dos imóveis de dois dormitórios no total das vendas. ‘Normalmente, a fatia dos imóveis de dois dormitórios não superava 40% do total de imóveis vendidos. Agora chegou a 57%’, destaca Petrucci, ponderando que ainda é cedo para afirmar que se trata de uma nova tendência. A liderança de vendas nos últimos tempos tem sido de imóveis de um dormitório.

Enquanto as vendas cresceram em fevereiro, o número de unidades lançadas caiu pela metade em relação a 2011. Pesquisa feita pela Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio (Embraesp) mostra que foram lançadas em fevereiro 1.383 unidades, um número 52,3% menor em relação ao mesmo mês de 2011.

O fato de as vendas terem superado os lançamentos indica que parte dos negócios é desova de estoque de apartamentos. Depois da retração em 2011, incorporadoras e construtoras fizeram um ajuste para se adequar ao menor ritmo de crescimento do mercado. De acordo com a pesquisa, 74,9% da unidades vendidas em fevereiro se encontravam em fase de lançamento.

Velocidade. Outro resultado que confirma a reação do mercado é a aceleração na velocidade de vendas. O indicador de velocidade de vendas, que é o total vendido em relação ao total ofertado, tinha encerrado 2011 com alta de 57,2% acumulada em 12 meses. Em janeiro, esse indicador subiu para 58,3% e atingiu em fevereiro 59,6%.

Quando se avalia a velocidade de vendas no mês, o indicador foi 10,3% em fevereiro deste ano, praticamente o dobro do resultado de janeiro (5,2%).

No entanto, comparado com os meses de fevereiro de anos anteriores, o resultado de 2012 fica a desejar. Em fevereiro de 2010, ano em que o Produto Interno Bruto (PIB) do País cresceu 7,5%, a velocidade de vendas atingiu a marca de 21,1%. Em fevereiro do ano passado, o indicador ficou em 13,2%. Já em fevereiro de 2009, ano em que a economia sofria os abalos da crise financeira internacional, o indicador de velocidade de vendas foi menor que o atual e ficou em 7,7%.

Fonte: Estadao.com

Imóveis à venda em SP concentra mais de um terço do valor dos lançamentos do País

junho 7, 2012 by lmenezes · Comentários desativados
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SÃO PAULO – Os lançamentos imobiliários na região Metropolitana de São Paulo atingiram VGV* (Valor Geral de Vendas) de R$ 30,5 bilhões em 2011, o que representa 36% de todo valor dos lançamentos do País no ano passado. Os dados são do anuário do Mercado Imobiliário Brasileiro 2011, desenvolvido pela área de Inteligência de mercado da imobiliária Lopes.

De acordo com o estudo, foram 509 lançamentos na região, distribuídos em 448 empreendimentos residenciais verticais, 60 conjuntos comerciais e um hotel. O preço médio do metro quadrado foi de R$ 5.010 para apartamentos, de R$ 9.240 para conjuntos comerciais e de R$ 11.530 para unidades hoteleiras.

Outras cidades A região da Grande Rio de Janeiro, por sua vez, registrou VGV de R$ 9,7 bilhões, com 181 empreendimentos, que totalizaram 483 torres e 34.137 unidades. O preço médio do metro quadrado dos apartamentos na região foi de R$ 4.250.

Já o Distrito Federal é a terceira praça em valor de lançamentos, representando 8% do VGV total de 2011 – R$ 6,7 bilhões. Lá, foram lançados 88 empreendimentos, em um total de 143 torres e 18.844 unidades. Destes, 81% eram residenciais verticais, 16% comerciais e 3% hotéis.

O tíquete médio geral dos apartamentos lançados no DF ficou em R$ 298 mil, com preço médio de metro quadrado de R$ 5.510. Em Brasília, o tíquete médio ficou em R$ 888 mil e o preço médio do metro quadrado em R$ 10.420.

No total, Os lançamentos imobiliários no Brasil atingiram o valor de R$ 86 bilhões em 2011. De acordo com a Lopes, estas três regiões somaram 55% do VGV nacional.

*O VGV é um valor calculado pela soma do valor potencial de venda de todas as unidades de um empreendimento que será lançado

Fonte: Infomoney

Venda de imóveis comerciais aquecem lançamentos

junho 7, 2012 by lmenezes · Comentários desativados
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O mercado imobiliário está diante de duas frentes: os lançamentos de imóveis comerciais continuam aquecidos nas principais cidades brasileiras, enquanto o segmento residencial começa a se estabilizar. A demanda por novas sedes corporativas pressiona os preços e os lançamentos têm perfil cada vez mais sofisticado. Já o número de lançamentos em São Paulo no primeiro trimestre deste ano foi quase 30% menor do que em igual período do ano passado, segundo levantamento do Sindicato da Habitação (Secovi-SP).

No caso dos residenciais, analistas explicam que a estabilização deve-se desde o esfriamento da economia até a burocracia e as exigências mais rígidas para aprovação de novos projetos. Para as construtoras, há um ajuste do mercado e a estratégia é desovar estoques.
Fernando Cruz, diretor da Brazilian Securities, do grupo BFRE, aponta a morosidade na aprovação de projetos por parte das prefeituras como um dos motivos para redução do número de lançamentos. O cenário é positivo para as construtoras, pois há demanda, financiamento e mais pessoas chegando ao mercado com capacidade de renda.
Por outro lado, as vendas entre janeiro e março na capital paulista somaram 5,4 mil unidades de imóveis novos, 26,6% acima do registrado em igual período de 2011. Já na região metropolitana, composta por São Paulo e 38 municípios, as vendas recuaram 4,5%. A expectativa do Secovi-SP é de que as vendas na capital aumentem 10% neste ano, para 31,1 mil unidades, e o número de lançamentos diminua 5%, para 36,2 mil unidades.
No caso dos comerciais, São Paulo e Rio concentram o maior número lançamentos de edifícios de alto padrão. Com os bons resultados no primeiro trimestre, em preços e vendas, a perspectiva é de que 2012 será um ano de bom desempenho para o mercado de escritórios de alto padrão. Para analistas da consultoria Cushman & Wakefield, até o final do ano, o volume de lançamentos nas principais capitais deverá ser o dobro de 2011.
Luiz Henrique Rimes, diretor nacional de negócios da João Fortes Engenharia, observa que o que prevaleceu no crescimento do mercado de empreendimentos comerciais em 2010 e 2011 foram as salas comerciais pequenas, de 25 a 30 metros quadrados. Agora, mesmo com a continuação da demanda por esse tipo de produto, vejo um crescimento do interesse pelos espaços corporativos, para sede de empresas de médio e grande porte.
Em São Paulo, os preços do aluguel de escritórios classe A bateram recorde histórico no primeiro trimestre. A média dos valores deu um salto de 33,9%, em relação a mesmo período do ano passado, chegando a R$ 123,7 mensais por metro quadrado, conforme pesquisa da Cushman & Wakefield. Para Walter Torre, presidente da WTorre, os preços de locação de escritórios de alto padrão em São Paulo devem subir até meados de 2013, quando está prevista a entrega de vários empreendimentos, somando uma área total de 500 mil a 600 mil metros quadrados.

Fonte:Valor Econômico

Imóveis à venda pela caixa terá site com feirão permanente de imóveis.

junho 7, 2012 by lmenezes · Comentários desativados
Filed under: CEF 

A Caixa Econômica Federal lançará em junho um site destinado à oferta de imóveis de construtoras e incorporadoras parceiras do banco. Segundo adiantou à Agência Estado o diretor executivo de Habitação da Caixa, Teotônio Rezende, o objetivo do projeto é promover a comercialização de imóveis em todo o Brasil, além de expandir a carteira de financiamentos do banco. “O site será como um feirão permanente e já está quase pronto”, afirmou, durante seminário sobre moradia social promovido pela Câmara de Comércio Espanhola, na capital paulista.

Inspirado no Feirão da Casa Própria, o site também vai oferecer um serviço online para agilizar a avaliação dos documentos exigidos para concessão de crédito. “A ideia é que os clientes possam enviar esses documentos e ter uma resposta mais rápida, pela internet”, disse Rezende. Essa ferramenta, porém, ainda está em desenvolvimento e deve ser disponibilizada apenas no segundo semestre.

O site vai abrigar anúncio de imóveis de empresas de todo o Brasil, inclusive daquelas que não participaram dos feirões anteriores realizados pelo banco. O diretor da Caixa disse que ainda não foram contabilizados os números totais de empresas e imóveis que serão apresentados no site. Rezende também explicou que as empresas não terão que pagar pela exposição dos anúncios.

O retorno esperado pelo banco, segundo o diretor, está no aumento do volume de financiamentos. “Esse aumento já está dentro dos R$ 100 bilhões previstos para financiamentos da Caixa até o fim do ano”, explicou, lembrando que esse volume já foi revisado para cima recentemente. Até o início deste mês, a previsão anterior para concessão de crédito era de R$ 96 bilhões.

O anúncio sobre o site deverá ocorrer nos próximos dias, em comercial protaganizado pelo ex-jogador de futebol Raí e pela atriz Camila Pitanga.

Fonte: Bonde

Comprar casa pela caixa cresce em 5,2% no Ano.

junho 7, 2012 by lmenezes · Comentários desativados
Filed under: Economia 

Os financiamentos para aquisição e construção de imóveis atingiram R$ 23,3 bilhões nos primeiros quatro meses de 2012, um aumento de 5,2% em relação ao mesmo período de 2011, segundo divulgado hoje pela Abecip (Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança). Os dados de unidades imobiliárias financiadas, porém, indicam a tendência de desaceleração do mercado.

Abril deste ano foi mais fraco que o mesmo mês do ano passado já em volume de empréstimos: R$ 5,7 bilhões, baixa de 7% em relação ao mesmo período de 2011.

Em termos de unidades financiadas, os dois números mostram quedas. Em abril foram financiados 32,5 mil imóveis, queda de 16% ante abril do ano passado.

Comparando os primeiros quadrimestres de 2011 e 2012, a queda foi menor: 4,9%. Enquanto foram financiados 144,3 mil imóveis em 2011, neste ano a quantidade chegou a 137,3 mil unidades.

Os últimos 12 meses, contados a partir de abril, ainda estão positivos: os financiamentos com recursos das cadernetas de poupança evoluíram 27%, passando de R$ 64 bilhões para R$ 81 bilhões.

Em termos de unidades, foram financiadas 485,9 mil, 8% mais do que nos 12 meses imediatamente anteriores

Fonte: Folha | Uol

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