Imóveis à venda tem redução de taxa de juros e aumenta o ticket médio de imóveis novos

junho 7, 2012 by lmenezes · Comentários desativados
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Aumento do valor médio pago pelo consumidor na compra  de um imóvel novo e da velocidade de vendas. De acordo com o presidente da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Paraná (Ademi/PR), Gustavo Selig, estes devem ser os principais efeitos da redução da taxa de juros para financiamento imobiliário no mercado de lançamentos verticais. Os novos valores já estão sendo praticados pela CAIXA e foram anunciados na manhã de hoje (1/6) pelo Banco do Brasil.

“O ticket médio dos apartamentos novos deve aumentar entre 8% e 15%, dependendo do padrão do imóvel, pois, com a redução da taxa, ocorre também uma diminuição no valor das parcelas, criando a oportunidade de o cliente partir para um imóvel maior ou com melhor localização”, explica Selig. Atualmente, o valor médio de compra para um apartamento novo, em Curitiba, varia de R$ 215 mil a R$ 1,94 milhão, dependendo do padrão.
Selig também acredita que a Velocidade de Novos Sobre a Oferta (VNSO) deve se manter próximo a 10, índice mantido desde 2008 e que corresponde ao dobro da média histórica atribuída à capital paranaense, antes do período. “Isto fará com que o mercado permaneça em crescimento e aquecimento, ainda que não signifique um aumento no faturamento de construtoras e incorporadoras”, avalia Selig.
O presidente da entidade descarta a possibilidade de um maior endividamento do consumidor em virtude da redução dos juros para empréstimos imobiliários. “O problema não é existir a dívida, mas sim ela estar acima da renda que o cliente possui. A redução da taxa de juros vai contribuir para que isto não aconteça”, defende Selig.

Fonte: Parana Shop

“O ticket médio dos apartamentos novos deve aumentar entre 8% e 15%, dependendo do padrão do imóvel, pois, com a redução da taxa, ocorre também uma diminuição no valor das parcelas, criando a oportunidade de o cliente partir para um imóvel maior ou com melhor localização”, explica Selig. Atualmente, o valor médio de compra para um apartamento novo, em Curitiba, varia de R$ 215 mil a R$ 1,94 milhão, dependendo do padrão.Selig também acredita que a Velocidade de Novos Sobre a Oferta (VNSO) deve se manter próximo a 10, índice mantido desde 2008 e que corresponde ao dobro da média histórica atribuída à capital paranaense, antes do período. “Isto fará com que o mercado permaneça em crescimento e aquecimento, ainda que não signifique um aumento no faturamento de construtoras e incorporadoras”, avalia Selig.O presidente da entidade descarta a possibilidade de um maior endividamento do consumidor em virtude da redução dos juros para empréstimos imobiliários. “O problema não é existir a dívida, mas sim ela estar acima da renda que o cliente possui. A redução da taxa de juros vai contribuir para que isto não aconteça”, defende Selig.

Imóveis à venda em São Paulo que são favoritos de estrangeiros.

junho 4, 2012 by lmenezes · Comentários desativados
Filed under: Imóveis 

Franceses, alemães, holandeses, americanos e japoneses buscam diferentes tipos de residência quando decidem morar no Brasil

O bairro favorito das famílias francesas, por exemplo, é a região da Vila Mariana, Parque Ibirapuera, Vila Nova Conceição e Moema, pela proximidade com uma tradicional escola bilíngue francesa. Segundo Sílvia, os franceses vêm geralmente muito bem informados acerca dos bairros da cidade e alguns inclusive já vêm com o local na cabeça. Ela nota também que os franceses são um pouco menos preocupados com segurança, mas prezam por casas espaçosas, com direito a um bom jardim e piscina para aliviar o calor.

No caso dos americanos, o processo de escolha é um pouco mais complexo. Além de priorizarem a proximidade com o local de trabalho, a maioria das empresas para as quais trabalham proíbe que seus funcionários aluguem residências fora de condomínios fechados. A maioria das companhias contrata agências de controle de risco para que a área na qual o imóvel se encontra seja mapeada e avaliada quanto à segurança. A região dos Jardins e Moema são as preferidas deste público.

Famílias oriundas dos Países Baixos, segundo Sílvia, procuram imóveis com boa iluminação. Por conta do inverno longo e de dias curtos em sua terra natal, holandeses, por exemplo, chegam aos trópicos procurando um lar com janelas grandes e muita luz. A maioria opta por apartamento.

Quanto aos alemães, há uma tendência de se fixar em bairros já conhecidos por terem abrigado em outros tempos imigrantes. O Alto da Boa Vista, por exemplo, recebeu na década de 50 uma leva de imigrantes alemães. O bairro ainda hoje exibe traços da colonização e faz com que os expatriados sintam-se acolhidos. Escolas e restaurantes de origem alemã, fora o fato de ser um bairro arborizado e com uma boa oferta de casas, imóveis preferidos deste público, são os grandes atrativos da região.

Nem mesmo executivos que vem da terra do sol nascente, o Japão, chegam a São Paulo sem ter um local previamente escolhido. Os japoneses, explica Sílvia, tem um grande apreço pelo bairro do Paraíso, que se justifica pela quantidade de restaurantes orientais e a presença da colônia no bairro vizinho da Liberdade. Curiosamente, de acordo com Sílvia, a maioria tem como requisito apartamentos cuja suíte seja munida de banheira.

Fonte: Exame

Imóveis à venda podem atrasar a entrega por causa da queda da taxa de juros

junho 4, 2012 by lmenezes · Comentários desativados
Filed under: Economia 

Com a redução da taxa básica de juros para 8,5%, anunciada pelo Copom, na última quarta-feira (8), muitos bancos públicos e privados divulgaram as reduções nas suas taxas de financiamento, principalmente a do financiamento imobiliário, que já estarão menores na próxima semana.

A expectativa agora é que o setor imobiliário volte a ficar aquecido, já que no início do ano os juros do empréstimo estavam elevados e os consumidores não se mostravam propensos a comprar imóveis, no entanto, esse aquecimento pode trazer riscos para o consumidor.

Na opinião do especialista em direito imobiliário, Marcelo Tapai, o risco de o País sofrer com os atrasos novamente é muito alto. Isso porque o déficit habitacional no Brasil ainda é levado e muitas pessoas esperam os juros baixar para comprar o imóvel, o que provoca a corrida de lançamentos pelas construtoras, que muitas vezes não tem estruturas e nem caixa para erguer tais empreendimentos.

“As construtoras têm um limite de obras que podem financiar com os bancos e, quando lançam mais empreendimentos do que conseguem financiar, inevitavelmente atrasam as obras”, explica o especialista.

Histórico

A partir de 2008, o mercado de compra e venda de imóveis deu um salto no Brasil e a construtoras lançaram centenas de empreendimentos, que vendiam em um único fim de semana, no entanto, o resultado não foi o esperado. A maioria dos empreendimentos teve a entrega atrasada e, atualmente, a Justiça está repleta de ações de proprietários insatisfeitos.

Por: Welington Vital de Oliveira

Fonte: InfoMoney

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