Casas e imóveis atraem pequenos investidores.

novembro 3, 2012 by lmenezes · Comentários desativados
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No segundo semestre, lançamentos residenciais mais focados em investidores apresentaram alta velocidade de vendas

Os pequenos investidores do mercado imobiliário residencial voltaram ao setor com mais força neste segundo semestre, disse José Roberto Federighi, diretor da Brasil Brokers SP, durante a sexta edição da Conferência Cityscape Latin America, realizada esta semana em São Paulo.

Segundo Federighi, durante 2011 e início deste ano, os investidores acostumados a comprar geralmente duas ou três unidades por empreendimento, visando a uma valorização futura, haviam recuado. Mas, com a recente implantação da política de corte dos juros no País, informa o diretor, esses investidores retornaram ao mercado com mais poder de compra, acelerando a velocidade de vendas dos imóveis.

“A maioria dos projetos destinada a investidores teve grande sucesso de vendas e velocidade de comercialização acima do normal, como 10 dias ou uma semana”, disse o diretor. “Temos exemplo disso em São Paulo, em Santos e no ABC”, completou Federighi. Já condomínios para o cliente final têm atualmente 35% das unidades vendidas no lançamento, informou.

Alguns analistas acreditam que a formação de uma bolha imobiliária poderia ser iniciada justamente por conta desses investidores especulativos. Em artigo publicado em janeiro na revista Construção Mercado, o coordenador do Núcleo de Real Estate da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (NRE-Poli), João da Rocha Lima, afirmou que entre os “indutores de desarticulação” do mercado está a “forte presença de investidores desinformados, em certos casos também vestidos de especuladores”.

Romário Ferreira, da revista Construção Mercado

Fonte: Pini Web

Imóveis para vender devem continuar a crescer mesmo com a crise na Europa.

junho 28, 2012 by lmenezes · Comentários desativados
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Para Romeu Chap Chap, do Secovi-SP, recursos disponíveis para financiamento são 20% maiores em 2012 e demanda por imóveis ainda é alta

A turbulência econômica na Europa, apesar da sua dimensão, não deverá afetar o ritmo de crescimento do mercado imobiliário brasileiro em 2012. Isso é o que acredita Romeu Chap Chap, presidente do Conselho Consultivo do Secovi-SP e da Romeu Chap Chap Desenvolvimento e Consultoria Imobiliária.

Em artigo divulgado no dia 5 de dezembro, o especialista defende que a grande oferta de crédito – prevista em cerca de R$ 130 bilhões, montante mais de 20% superior ao aplicado em 2011 – aliada ao atual déficit de habitações deverá manter o segmento da construção civil, que continuará sendo o carro-chefe do Produto Interno Brasileiro (PIB). “Segundo estimativas da Câmara Brasileira da Construção Civil (CBIC) e da Caixa Econômica Federal – que respondem por 75% das operações de crédito imobiliário em âmbito nacional -, esses recursos são suficientes para financiar mais de 1,5 milhão de unidades”, afirma.

Confira o texto na íntegra:

“Qual será o tamanho da crise?

Vivemos mais um momento de turbulência internacional. Muito além dos bancos, o que agora está em jogo é a União Europeia. O bom senso obviamente deverá prevalecer. Países são pessoas, e pessoas precisam ter condições de viver. Egos e fronteiras não estão acima disso.

É claro que o Brasil não está imune. Todavia, não podemos sofrer por antecipação, ignorando nossas reais condições de desempenho econômico. Assim, há que se colocar freio a alguns exageros, a um pânico fora de hora que em nada contribui para fortalecer o País e lhe garantir condições de superar mais essa crise.

O governo federal se mostra confiante. Como declarou recentemente o ministro da Fazenda, Guido Mantega, ainda tem bala na agulha. E deve ter mesmo, pois, em termos de fundamentos, estamos bem resguardados. Basta lembrar como enfrentamos a crise de 2008.

No que se refere ao setor imobiliário, a munição é consistente, permitindo que a construção se mantenha na posição de carro-chefe do crescimento do PIB. E isso se deve a um vetor fundamental: crédito.

Conforme projeções, e consideradas todos os tipos de financiamento existentes, os potenciais compradores de imóveis terão à disposição, em 2012, cerca de R$ 130 bilhões, montante mais de 20% superior ao aplicado em 2011.

Segundo estimativas da Câmara Brasileira da Construção Civil (CBIC) e da Caixa Econômica Federal – que responde por 75% das operações de crédito imobiliário em âmbito nacional -, esses recursos são suficientes para financiar mais de 1,5 milhão de unidades. Aliás, esse é o volume anual de moradias que o País precisa produzir, e durante os próximos 15 anos, para eliminar o atual déficit de habitações e atender o natural crescimento da demanda.

No que diz respeito à elevação dos preços dos imóveis, a tendência é de estabilização. A alta recente foi uma espécie de recuperação, retornando aos níveis dos anos 90. Agora, o fator determinante é o valor dos terrenos que, cada vez mais escassos em cidades como São Paulo – até por conta de legislação do uso e ocupação do solo mais restritiva -, continua sendo o viés imponderável. E a opção das empresas, de construir em cidades vizinhas, só faz prejudicar problemas como o da mobilidade, uma vez que as pessoas continuam trabalhando na capital paulista.

De maneira geral, o cenário brasileiro, marcado por um nível baixíssimo de desemprego, favorece o mercado imobiliário. Com renda, a população busca realizar o sonho da casa própria e faz qualquer sacrifício para preservá-la, fato comprovado pelos atuais índices de inadimplência no Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo: apenas 1,4%.

E não é possível pensar que o ambiente seja promissor apenas para as atividades imobiliárias. Certamente, outros segmentos produtivos também são beneficiados pelo consistente mercado consumidor doméstico, bem como pelas medidas anticíclicas que o governo adota para combater os riscos de desaceleração econômica, como redução dos juros e desoneração de impostos.

Assim, fica a sensação de que vivemos desnecessária paranoia endêmica. Baixa o espírito da boiada e todos saem dizendo que o mundo vai acabar. Dizem tanto que terminam por precipitar o que sequer se anunciou de forma concreta.

Não devemos ingenuamente achar que tudo não passa de uma marolinha. Mas não podemos ser irresponsáveis em admitir um tsunami, parar de produzir e consumir como se estivéssemos no final dos tempos.

A situação mundial é complexa. Não cabe fazer pouco dela. Mas qual será o tamanho da crise para o Brasil? Aquele que decidirmos dar a ela.

Racionalmente, o Brasil precisa cuidar mais de si, até para poder ajudar aqueles países que se encontram em maior dificuldade.

Tudo é questão de equilíbrio. Já tivemos os olhos maior que a barriga. Houve quem encheu muito o prato, não deu conta de comer tudo e sentiu baque além do necessário quando o céu deixou de ser de brigadeiro. Porém, olhos medrosos e apertados acabam por deixar sobrar prato na comida.

Por Romeu Chap Chap, presidente do Conselho Consultivo do Secovi-SP e da Romeu Chap Chap Desenvolvimento e Consultoria Imobiliária”

Fonte: Pini Web

Imóveis para vender na cor Azul Turquesa

maio 25, 2012 by lmenezes · Comentários desativados
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O azul turquesa é uma cor que agrada a quase todos os gostos. Traz a serenidade do azul e o vigor do verde. Ressalta os tons naturais e as variedades do marrom e do cinza. Mescla muito bem com roxos, rosas e fica perfeito com todos os azuis, sobretudo os escuros.

Por fim, fica ótimo com cores neutras como branco e o preto.

Por isso,  turquesa  é uma ótima escolha como cor complementar, ampliando muito as possibilidades de decoração…

Inspirem-se nas fotos!

Um beijo

Bianca

Imóveis com telhados brancos.

maio 25, 2012 by lmenezes · Comentários desativados
Filed under: Decoração 

Steven Chu, Secretário de energia americano e prêmio Nobel de Ciências, defende que ter os telhados das construções brancos ou de cores claras, ajuda a reduzir o aquecimento global e a conservar energia refletindo luz solar de volta ao espaço. Segundo ele, pintar todos os telhados e as superfícies das pavimentações nas cidades de cores claras seria equivalente a tirar todos os carros de circulação no mundo por aproximadamente 11 anos.

Outros milhares de cientistas, porém, acreditam que os efeitos do telhado branco são irrisórios para representar qualquer diminuição dos efeitos do aquecimento global.

Existem alguns projetos de lei em cidades Brasileiras que pretendem tornar obrigatória a pintura dos telhados de cores claras, mas a falta de argumentos sólidos para justificar essas propostas provavelmente os tornará inviáveis (como aconteceu em SP).

Os benefícios de um telhado branco em escala global, ou até mesmo em escala urbana, parecem insignificantes, porém, podem realmente beneficiar o conforto dentro das construções em regiões de clima quente podendo reduzir a necessidade do uso de ar condicionado.

Se você quer experimentar os efeitos do telhado branco na sua casa, é preciso fazer corretamente a pintura, utilizando uma tinta especial que possa formar o isolamento térmico e proporcionar real redução de calor. Informe-se tecnicamente antes de fazer qualquer modificação, ou se está construindo, procure utilizar telhas claras como as das fotos abaixo.

Feature Sulamerica

Beijos

Bianca

Imóveis: cuidado dobrado com o concreto confeccionado na obra.

maio 22, 2012 by lmenezes · Comentários desativados
Filed under: Engenharia 

Vou aproveitar a experiência vivenciada por um amigo, para escrever algumas linhas sobre as questões envolvendo a confecção de concreto na própria obra e as consequências de uma estrutura mal executada.

Não é incomum, obras de pequeno e médio porte, utilizarem-se do expediente de confeccionar concreto na própria obra em razão de uma série de motivos, entre os quais:

  • Redução de custos
  • Dificuldade de agendamento com empresas de fornecimento de concreto
  • Volumes muito pequenos em função de estruturas de menor porte ou apenas de parte destas, como pilares, por exemplo
  • Localização da obra, longe de grandes centros urbanos
  • Outros diversos

O motivo não importa, o fato é que a situação ocorre mais do que se imagina e os cuidados devem ser redobrados !

Os concretos utilizados em estruturas, mesmo em obras de menor porte, desde a publicação da NBR 6118 em 2003, devem possuir resistências de acordo com uma série de prescrições, entre as quais qualidade e durabilidade da estrutura – descritos nos itens 5 e 6 da referida norma:

1) São os requisitos mínimos de qualidade classificados no item 5.1.2

  • Capacidade resistente
  • Desempenho em serviço
  • Durabilidade

2) As estruturas de concreto devem  ser projetadas e construídas de modo que sob as condições ambientais previstas na época do projeto e quando utilizadas conforme preconizado em projeto conservem suas segurança, estabilidade e aptidão em serviço durante o período correspondente à sua vida útil

Já no item 8.2.1  da mesma norma, que fala sobre as Classes do Concreto, lê-se:

  • Esta Norma se aplica a concretos compreendidos nas classes de resistência do grupo I, indicadas na  ABNT NBR 8953, ou seja, até C50.
  • A classe C20, ou superior, se aplica a concreto com armadura passiva e a classe C25, ou superior, a concreto com armadura ativa. A classe C15 pode ser usada apenas em fundações, conforme  ABNT NBR 6122, e em obras provisórias.

Portanto a classe mínima com que lidamos nas obras, independente do porte, é a C15 ou a C20 para o caso de Superestrutura.

Convém salientar que estas classes de concreto são ligeiramente superiores às utilizadas em grande parte das obras realizadas até 2003. A prática, entretanto, demonstra que grande parte dos Projetistas de Estruturas utilizam valores compreendidos entre as classes C25 e C35, nas obras corriqueiras, e assim as resistências  de projeto praticamente dobraram nesta última década.

Tenho observado, muitas vezes, que a confecção de concreto em Obra tem um acompanhamento bastante precário por parte dos responsáveis técnicos pela execução, como se a simples mistura dos materiais básicos (cimento, areia, brita e água) obrigatoriamente produzissem concretos de resistência compatível com o necessário, independente do traço estabelecido e das propriedades dos materiais.

Isto tudo, serve para descrever o caso acontecido, onde uma estrutura projetada para concreto com resistência 20 MPa, e que tiveram pilares preenchidos com produto confeccionado na própria obra, apresentou resultados de resistência a compressão média da ordem de 10 MPa !?

Imóveis em edifícios verdes.

maio 22, 2012 by lmenezes · Comentários desativados
Filed under: Engenharia 

Os conceitos ali descritos, bem como o mecanismo do inovador “green building”, que vem se desenvolvendo nos EUA, e em diferentes escalas no resto do mundo, nos dá uma boa visão do que está acontecendo e o que podemos esperar que aconteça aqui no Brasil.

O mercado deve se preparar para esta revolução na Indústria da Construção que ainda se encontra incipiente !

Nos últimos anos, houve um crescimento significativo na compreensão de construtores e proprietários de imóveis sobre as vantagens dos Edifícios Verdes. Nos dias de hoje, o desenvolvimento de construções verdes já não é uma iniciativa isolada. As notícias preocupantes sobre o aquecimento global e a poluição do meio ambiente, hoje, estão entre as principais prioridades e os incorporadores estão cientes que os clientes estão à procura de edifícios verdes. Isso gera um movimento silencioso, mas contínuo, na direção de adotar itens de construção verde e forçam para que os arquitetos adotem o estilo e as idéias deste conceito.

Fatos sobre Edifícios Verdes

As preocupações ecológicas e a crescente conscientização dos benefícios de edifícios verdes deram um impulso na demanda por imóveis verdes em Nova York e no resto os EUA. Preocupações com o impacto das construções sobre o meio ambiente têm estimulado alguns compradores a optar por edifícios verdes.

Há muitas informações em torno da ascensão dos edifícios verdes em NYC. Segundo dados fornecidos pelo Green Building Council dos EUA (USGBC), o número de prédios verdes nos Estados Unidos aumentou de 38 em 2002 para 669 atualmente  e continua subindo. Cada vez mais os empreendimentos buscam a certificação USGBC para edifícios verdes.

O uso de materiais e produtos ecologicamente corretos

Edifícios verdes não custam realmente muito mais do que edifícios convencionais. Na realidade eles reduzem as contas de energia e, portanto, a construção de casas verdes está cada vez mais em evidência. Não são apenas muito mais baratos para se viver, mas também agregam valor ao imóvel.

O uso de materiais reciclados, são muito mais ecológicos do que os demais. Há uma demanda crescente por mercadorias que sejam ou possam ser recicladas nas construções de casas. A reciclagem desses materiais causam danos muito menores para o meio ambiente. Desta forma, estamos também seguindo o caminho das construções verdes apenas fazendo uso de produtos ecologicamente corretos.

Os materiais precisam ter um impacto insignificante para o ambiente, especialmente em termos de produção de resíduos, energia de emissão e a sua capacidade de se reconstituir a fim de diminuir os recursos retirados da natureza, devido à sua produção. O consumo de energia em edifícios verdes, particularmente pelo uso de produtos “verdes”, são considerados mais significativos daqueles que foram “desviados” para longe dos aterros pela reciclagem durante a construção.

Futuro dos edifícios verdes

Com iniciativas governamentais crescentes, subsídios ao consumidor e pelo aumento do número de profissionais e construtores voltados para a indústria de construção de edifícios verdes, tudo contribui para que esta nova tendência chegue a um novo patamar. O que começou com iniciativas isoladas em várias cidades dos EUA, aumentou agora para abranger toda a comunidade e bairros de grandes cidades como Nova York. Segundo uma pesquisa realizada em 2006, cerca de dois terços dos apartamentos construídos na cidade de Nova York este ano, teriam o uso de materiais e produtos ecológicamente corretos. Edifícios verdes são com certeza o nicho principal. Conceitos verdes começam a aumentar em todos os lugares, assim como o número de pessoas que querem reformar casas, dentro do conceito verde, estão crescendo rapidamente, uma vez que arquitetos e desenvolvedores estão se especializando para atender essa crescente demanda. Edifícios verdes são mais procurados e apreciados do que edifícios convencionais.

Conclusão

A conclusão, em matéria de edifícios verdes é uma. Nós realmente deveríamos começar a valorizar informações sobre bens ecologicamente corretos considerando a sua rápida evolução. Existem alguns sites de imobiliárias e empresas que já começam a se especializar para atender a essas necessidades. Olhe para eles com atenção, pois irão decorar o nosso futuro verde !

Green Building está sendo implantado em Abu Dhabi.

maio 22, 2012 by lmenezes · Comentários desativados
Filed under: Engenharia, Sem categoria 

Dando sequência aos “Posts”sobre o panorama mundial do “Green Building”, falaremos hoje sobre como Abu Dhabi, capital dos Emirados Árabes Unidos, formulou sua própria política e está implementando este conceito, que vem crescendo entre os construtores e incorporadores. O “Post” foi inspirado no artigo “Green drive is growing on builders in Abu Dhabi” publicado no site http://www.thefuturebuild.com/

Quando o Conselho de Planejamento Urbano de Abu Dhabi lançou o seu programa de sustentabilidade, o “Estidama”, há dois anos, as diretrizes de construção verde definidas não foram aceitas facilmente.

Mas desde que se tornou obrigatório, em setembro de 2010, mais de 100 empreendimentos nos Emirados receberam uma classificação de duas pérolas para Projetos Verdes através do sistema de pontuação criado. Outros três receberam a mesma classificação, de um total de cinco pérolas, para a fase de construção.

Os edifícios também receberão uma classificação de sustentabilidade para a operação, através de uma avaliação que será realizada dois anos após a conclusão da obra e o consequente início de ocupação.

“Se você não tiver feito isso antes, aplicar sustentabilidade não é uma coisa fácil”, disse Edwin Young, um conselheiro do “Estidama”. ”Neste mesmo período do ano passado, ninguém queria fazer sequer uma pérola, o nível mais baixo de incorporação do Projeto no estilo “Green Building”.  A primeira resposta foi uma rejeição automática dizendo “eu não quero fazer isso”.

Projetistas, construtores e consultores, inicialmente assustados com o conceito de edifício verde, e as suas aplicações nos projetos e construções, nos primeiros três meses após a obrigatoriedade do “Estidama” tiveram seus requerimentos “online” rejeitados por não atenderem os requisitos de sustentabilidade.

No ano passado, entretanto, as atitudes foram mudando rapidamente e assim o Conselho de Planejamento Urbano passou a treinar 30 pessoas por semana, para poderem aplicar o programa.

“Discutimos muito, no ano passado, sobre o mito e a realidade,” afirma Young. ”As pessoas achavam que o “Estidama” iria afetar edifícios atuais, ou que ia ser impossível obter materiais, por exemplo. Nós mudamos o foco, e estamos aumentando o nível de conscientização.”

Especialistas reunidos na Cúpula Mundial de Eco Construção, na semana passada, aplaudiram o progresso do Emirado, mas advertiram que a batalha está longe de ser vencida.

“Trata-se de mudança”, disse Matthew Plumbridge, um consultor de planejamento ambiental e de sustentabilidade do Departamento de Assuntos Municipais. ”Nós vamos partir da teoria para a prática, e é interessante medir o nível de adoção do Programa. Mudança de atitude é um desafio, com certeza, e isso não acontece da noite para o dia.”

Recentemente foi concluído em Abu Dhabi o primeiro edifício em conformidade com o “Estidama” – o Imperial College London Diabetes Center, em Al Ain, que abriu no final do ano passado. Nele foram utilizados materiais de origem local e o mesmo possui um sistema de aquecimento solar. Além disto o consumo de água e energia é significativamente menor, foi um verdadeiro teste para o “Estidama”.

Mazen Al Dahmani, gerente geral do centro, disse que a escassez de consultores qualificados provou ser um desafio durante a construção.

“Precisamos de uma equipe adicional para apoiar e orientar os consultores e empreiteiros”, disse ele.

Young disse que existem atualmente cerca 600 profissionais qualificados para aplicar o Estidama, mas acrescentou que os consultores com formação local tem sido um dos maiores desafios da UPC.

“Nós ainda temos alguns problemas, mas as pessoas agora estão nos procurando”, disse ele. ”O Estidama ainda é um bebê. Neste ano, houve tanto progresso, e nós não poderíamos estar mais orgulhosos.”

Saeed Alabbar, o vice-presidente da Emirates Green Building Council, um fórum de profissionais da indústria dedicados ao de práticas favoráveis ao meio ambiente, disse que o progresso nos últimos anos pode ser atribuída a fatores econômicos.

“Nós estamos vendo todos no mesmo barco agora – construtores, fornecedores e governo”, disse Alabbar.

“É um propulsor econômico, faz mais sentido a construção de edifícios verdes do que o contrário. A economia está vendo uma oportunidade de atender a uma nova demanda.”

A sustentabilidade vai funcionar, porém, é necessário que os ocupantes e usuários dos edifícios verdes mudem seu hábitos e assimilem a cultura.

“Os ocupantes desempenham um papel importante”, disse Rym Baouendi, um conselheiro do “Estidama”.

“Podemos melhorar a educação sustentável. O “Estidama” presta muita atenção para os aspectos culturais também. Quando se trata de comportamento, temos uma oportunidade de mandar a nossa mensagem em locais como mesquitas e escolas. Temos que espalhar a mensagem sobre como o comportamento pode ter um impacto positivo.”

A próxima batalha será incentivar os proprietários, quando fizerem um retrofit ou uma reforma da sua construção adotem a nova filosofia e passem a utilizar o “Estidama”.

“Nós ainda temos um longo caminho a percorrer”, diz Alabbar. ”Precisamos também promover a conservação de energia e água, particularmente em edifícios existentes.”

Quanto mais aprofundamos a leitura e o conhecimento sobre “Green Building”, percebemos que muitos países já formularam leis no sentido de tornar obrigatória a concepção de Projetos e Construções dentro dos conceitos de sustentabilidade e preservação do meio ambiente. As Operações destas edificações, dentro destes mesmos conceitos, torna-se óbvia pelas vantagens competitivas econômicas e de mercado.

Assim, cabe a nós profissionais, iniciarmos a aplicabilidade deste conceito, em nossos Projetos e Obras, na medida possível, antecipando-se aos ventos que impulsionarão as novas tendências da Engenharia e Construção.

Por último, que tiver interesse em conhecer as bases do “Estimada”, pode consultar o site http://estidama.org/ onde encontrarão acesso aos parâmetros utilizados em Abu Dhabi para Certificação das Edificações.

Entra em vigor a Lei que proíbe aluguel de vagas em condomínios.

maio 21, 2012 by lmenezes · Comentários desativados
Filed under: Direito Imobiliário 

Entra em vigor neste domingo a lei 12.067, sancionada pela presidente Dilma Rousseff no dia 4 de abril deste ano, que proíbe que vagas de garagens em condomínios sejam alugadas ou vendidas para pessoas que não moram no local. A lei vale para todo o território nacional.

O texto da lei altera o Código Civil, que afirma que apartamentos, escritórios, salas, lojas e sobrelojas podem ser alugados ou vendidos. A exceção passa a ser as vagas em garagem de condomínios. Prédios comerciais não entram na lei.

Porém, caso a convenção do condomínio permita o aluguel ou a venda, a lei não será aplicada no local. A lei foi proposta em 2003 pelo senador Marcelo Crivella (PRB-RJ). Ela entra em vigor neste domingo, 45 dias após ser sancionada – foi vetada pela presidente a validação imediata do texto.

O novo texto da lei afirma: “as partes suscetíveis de utilização independente, tais como apartamentos, escritórios, salas, lojas e sobrelojas, com as respectivas frações ideais no solo e nas outras partes comuns, sujeitam-se a propriedade exclusiva, podendo ser alienadas e gravadas livremente por seus proprietários, exceto os abrigos para veículos, que não poderão ser alienados ou alugados a pessoas estranhas ao condomínio, salvo autorização expressa na convenção de condomínio”.

Fonte: Terra

Crédito para imposto e taxa para imóvel.

maio 9, 2012 by lmenezes · Comentários desativados
Filed under: Economia 

Na hora de adquirir um imóvel, o comprador fica empolgado com a aquisição e muitas vezes esquece que terá de arcar com o custo do registro no cartório e o Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis (ITBI). O desembolso para garantir a compra pode chegar a 5% do valor do bem. E para quem não se planejou para o gasto, a opção é recorrer aos bancos e incluir a despesa no financiamento do imóvel.

De qualquer forma o comprador precisa ter o dinheiro para recolher o ITBI junto à prefeitura e pagar o registro no cartório até a liberação do financiamento. Portanto, o consumidor deve dispor de alguma verba até a liberação do crédito por parte do banco.

Santander, Itaú Unibanco e Bradesco incluem o ITBI e as custas cartoriais no parcelamento do bem desde que a soma do financiamento imobiliário e das custas com o imóvel não ultrapasse o limite de crédito estabelecido por cada instituição financeira.

No Banco do Brasil, os limites são de 2% do valor financiado (limitado a R$ 10 mil) para ITBI e 0,5% do valor financiado (limitado a R$ 2,5 mil) para os custos de registro cartorário. Já no HSBC, o financiamento do ITBI é limitado a 3% do imóvel e poderá chegar no máximo a R$ 10 mil. A Caixa Econômica Federal não oferece esta opção.

“O ideal é sempre planejar a compra e prever o valor aproximado desses gastos. Mas muitas vezes o consumidor fica deslumbrado com a maquete do empreendimento, com o papo do vendedor e esquece de alguns detalhes importantes”, diz o professor de finanças Fabio Gallo, da FGV e da PUC.

Nesses casos, recorrer às instituições bancárias pode ser uma saída. Isso porque o valor será incorporado ao financiamento imobiliário, cuja taxa de juros ao ano é, em média, de 12%. No caso do cheque especial, por exemplo, a taxa média anual é de 157%.

Como o ITBI é reembolsado só após o imóvel ter sido registrado em cartório, o diretor de operações da empresa de consultoria de crédito imobiliário Financiar Casa, Fábio Seabra, acha que incluir o valor do tributo municipal e taxas de cartório é uma forma de se precaver em relação a outras despesas comuns que aparecem depois da compra do bem, como a mudança, reformas, pequenos reparos e aquisições de móveis.

“A possibilidade de financiamento pode ser vantajosa para quem está com o orçamento no limite”, explica Seabra.

Simulação – Para se ter uma ideia dos gastos, a Financiar Casa simulou o financiamento pelo Sistema Financeiro de Habitação (SFH) de R$ 100 mil para a aquisição de um imóvel de R$ 200 mil na capital, cuja alíquota do ITBI é de 0,5% para o valor do financiamento (limite de R$ 42,8 mil) e de 2% para o valor restante. Neste caso, o imposto pago à prefeitura seria de R$ 3.358.

Depois registra-se o bem no cartório. Os valores pagos serão de R$ 1.448,19 (sobre o valor de compra e venda), R$ 1.019,45 (sobre o valor do financiamento, registro da alienação fiduciária) e R$ 33,34 pela emissão da certidão. O total é de R$ 2.500,98. Se for a primeira compra da pessoa dentro do SFH, há desconto de 50% sobre o registro de alienação fiduciária. Assim, o total cai a R$ 1.957,92.

A alienação é o instrumento legal de garantia de financiamento. A propriedade do imóvel é transferida ao credor como garantia. Após a quitação da dívida, o comprador se torna dono do imóvel.

Gisele Tamamar

Fonte: Revista Zap

(MODELO) INSTRUMENTO PARTICULAR DE COMPROMISSO DE COMPRA E VENDA DE IMÓVEL

maio 9, 2012 by lmenezes · Comentários desativados
Filed under: Corretor 

Atendendo a diversas solicitações de corretores de imóveis no bloghttp://publicidadeimobiliaria.blogspot.com/ abaixo um modelo padrão do instrumento particular de compromisso de compra e venda de imóvel referente ao artigo, Corretores de imóveis podem conquistar nova fonte de renda mensal
ADVERTÊNCIA – O presente modelo de contrato de promessa de compra e venda de imóvel é apenas um padrão destinado a dar ao leitor um entendimento superficial dos caminhos existentes. Entretanto, este modelo não substitui o advogado de sua confiança, que deverá ser consultado para a feitura de documentos jurídicos.
Por este INSTRUMENTO PARTICULAR DE COMPROMISSO DE COMPRA E VENDA, DE UM LADO como PROMITENTES VENDEDORES,…………….(nome – do marido e mulher se forem casados, nacionalidade, estado civil, profissão, RG, CPF, endereço) e, DE OUTRO LADO, como PROMISSÁRIO COMPRADOR, ……………(nome, nacionalidade, estado civil, profissão, RG, CPF, endereço), têm entre si, justo e contratado o que segue, que se obrigam a observar e cumprir, por si, seus herdeiros e sucessores:
CLÁUSULA PRIMEIRA - OS PROMITENTES VENDEDORES são legítimos proprietários e possuidores do seguinte imóvel:

Uma Casa (ou Terreno ): situado à Rua/Av…………………nº….., constituído pelo LOTE nº…. (…………………..), que mede (Descrever as medidas de frente, lado direito, esquerdo, fundos, etc); lançado pela Municipalidade sob a inscrição cadastral n.º……………………… e matriculado sob o nº …………….., do …Serviço de Registro de Imóveis de …………………
CLÁUSULA SEGUNDA - O preço certo e ajustado pela compra do imóvel acima descrito é de R$ ………… (…………..), que os PROMITENTES VENDEDORES receberão em…………..prestações mensais de R$………. (………………….), do PROMISSÁRIO COMPRADOR, sendo a primeira em ………….e a última em………….., em boa e corrente moeda nacional.

CLÁUSULA TERCEIRA - O não pagamento das parcelas no seu vencimento acarretará multa de ……% e juros de 1% ao mês, mais correção monetária, ou havendo atraso de mais de 30 (trinta) dias em qualquer das parcelas, poderá o considerar rescindido o presente contrato com a conseqüente reintegração de posse. No caso de rescisão, as benfeitorias se incorporarão ao imóvel e as parcelas pagas serão devolvidas com a dedução de ………% ( ……..por cento), a título de multa, e mensalidades de permanência no imóvel a título de aluguel arbitrado amigável ou judicialmente, conforme valor de mercado.

Parágrafo único: – Qualquer recebimento fora do prazo, pelo PROMITENTES VENDEDORES, será considerado mera liberalidade, não alterando qualquer cláusula do presente contrato.

CLÁUSULA QUARTA - A presente transação é feita em caráter irrevogável e irretratável, exceto no caso de inadimplência das partes.

CLÁUSULA QUINTA - Os PROMITENTES VENDEDORES se compromete a apresentar toda a documentação necessária para outorga da escritura definitiva de compra e venda: certidões de propriedade atualizadas (VINTENÁRIA), recibos e certificados do IPTU (lmposto Predial e Territorial Urbano), certidões de distribuições cíveis, justiça federal, certidões de protestos, certidões de esclarecimento ou qualquer outro documento relativo à área e que seja exigido por lei para lavratura da escritura definitiva.

CLÁUSULA SEXTA - Os PROMITENTES VENDEDORES declara que o imóvel objeto do presente se encontra livre e desembaraçado de quaisquer ônus, dívidas, inclusive fiscais, hipotecas legais, judiciais e convencionais, e de quaisquer outros gravames, o que faz sob as penas da lei, devendo inclusive responder pela evicção.

CLÁUSULA SÉTIMA - As despesas de lavratura da escritura e recolhimento do ITBI, correrão única e exclusivamente por conta do PROMISSÁRIO COMPRADOR.

CLÁUSULA OITAVA - A escritura definitiva será outorgada ao PROMISSÁRIO COMPRADOR ou a quem este indicar, dentro de ………. dias após o pagamento da última prestação.

CLÁUSULA NONA - Os PROMITENTES VENDEDORES declaram expressamente, sob as penas da lei, que não está sujeito, na qualidade de pessoa jurídica, às exigências do Instituto Nacional da Seguridade Social – INSS, para promover a presente venda.

CLÁUSULA DÉCIMA - O PROMISSÁRIO COMPRADOR entra, desde já, na posse do imóvel, podendo fazer nele quaisquer benfeitorias ou melhoramentos, vedado, porém, o direito de demolir, alterar ou praticar qualquer ato que venha a depreciar ou diminuir o preço do imóvel, objeto deste contrato, bem como ferir posturas municipais sem o competente alvará expedido pela Prefeitura.

CLÁUSULA DÉCIMA PRIMEIRA - Comparece como intermediário da presente transação o corretor de imóveis ……………………..(nome, qualificação, CRECI nº) (Cláusula não nececessária)

CLÁUSULA DÉCIMA SEGUNDA - Fica eleito o foro da Comarca de ……………………. para dirimir qualquer questão oriunda deste contrato.

E, por estarem todos de comum acordo, as partes assinam e rubricam o presente instrumento, em duas vias de igual teor e forma, juntamente com duas testemunhas, e autorizam, desde já, todos os registros necessários em decorrência deste documento.
LOCA/DATA

PROMITENTES VENDEDORES: ………………………………………….Fulano:………………………………………….Fulana (esposa do vendedor):
PROMISSÁRIO(A) COMPRADOR(A):…………………………………Fulano(a):

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