Imóveis decorados com IKAT são usados no estilo contemporâneo.

maio 25, 2012 by lmenezes · Comentários desativados
Filed under: Decoração 

Difícil determinar onde surgiu o estilo ikat de tecelagem. Usado em sedas pelos nômades dos desertos no século 19 e em países como Índia, Japão, Camboja, Tailândia e Filipinas, esta maneira de tingir e tecer também era comum na Argentina, Bolívia, Equador e México.

Atualmente o Ikat é uma das tendências mais usadas em designs contemporâneos. A palavra Ikat vem do malaia Mengikat, que significa amarrar, embrulhar.

O processo de tingimento é feito nos fios amarrados, como o tie-dye antes de serem tecidos. Depois de trabalhados, o resultado é um pouco desfocado por criar nuances na estamparia.

Veja que lindo o resultado em algumas fotos que escolhi.

Um beijo Bianca



Casas para venda com luminárias para sala de jantar.

maio 25, 2012 by lmenezes · Comentários desativados
Filed under: Decoração 

Para que a sala de jantar seja funcional, a harmonia  e o espaço  para a boa circulação  são  fundamentais.  O ideal é o uso de poucas peças  bem dimensionadas, com destaque para a mesa,  que determinará o estilo.

Mais importantíssimo é ainda a escolha da luminária pendente que deve dar ao espaço  aconchego e conforto.  Lembre-se de que a iluminação produzida pela peça deve ser aconchegante e não muito forte. O ideal é contar com um dimmer para que possa regular a intensidade de luz para cada momento.

Para não errar na escolha deste acessório, leve em consideração o tamanho e o formato da sala e da mesa de jantar.

O pendente deve ser centralizado sobre a mesa, deve ter um tamanho  proporcional a ela e estar, mais ou menos, a 80cm de altura em relação ao tampo. Porém, uma maneira de diferenciar a sua sala é usar mais de um ponto de luz com pendentes. Vejam nas fotos algumas ideias usando 2, 3 ou mais pendentes sobre a mesa…

Um beijo

Bianca

Postado em decoração e Bem Estar

Imóveis em edifícios verdes.

maio 22, 2012 by lmenezes · Comentários desativados
Filed under: Engenharia 

Os conceitos ali descritos, bem como o mecanismo do inovador “green building”, que vem se desenvolvendo nos EUA, e em diferentes escalas no resto do mundo, nos dá uma boa visão do que está acontecendo e o que podemos esperar que aconteça aqui no Brasil.

O mercado deve se preparar para esta revolução na Indústria da Construção que ainda se encontra incipiente !

Nos últimos anos, houve um crescimento significativo na compreensão de construtores e proprietários de imóveis sobre as vantagens dos Edifícios Verdes. Nos dias de hoje, o desenvolvimento de construções verdes já não é uma iniciativa isolada. As notícias preocupantes sobre o aquecimento global e a poluição do meio ambiente, hoje, estão entre as principais prioridades e os incorporadores estão cientes que os clientes estão à procura de edifícios verdes. Isso gera um movimento silencioso, mas contínuo, na direção de adotar itens de construção verde e forçam para que os arquitetos adotem o estilo e as idéias deste conceito.

Fatos sobre Edifícios Verdes

As preocupações ecológicas e a crescente conscientização dos benefícios de edifícios verdes deram um impulso na demanda por imóveis verdes em Nova York e no resto os EUA. Preocupações com o impacto das construções sobre o meio ambiente têm estimulado alguns compradores a optar por edifícios verdes.

Há muitas informações em torno da ascensão dos edifícios verdes em NYC. Segundo dados fornecidos pelo Green Building Council dos EUA (USGBC), o número de prédios verdes nos Estados Unidos aumentou de 38 em 2002 para 669 atualmente  e continua subindo. Cada vez mais os empreendimentos buscam a certificação USGBC para edifícios verdes.

O uso de materiais e produtos ecologicamente corretos

Edifícios verdes não custam realmente muito mais do que edifícios convencionais. Na realidade eles reduzem as contas de energia e, portanto, a construção de casas verdes está cada vez mais em evidência. Não são apenas muito mais baratos para se viver, mas também agregam valor ao imóvel.

O uso de materiais reciclados, são muito mais ecológicos do que os demais. Há uma demanda crescente por mercadorias que sejam ou possam ser recicladas nas construções de casas. A reciclagem desses materiais causam danos muito menores para o meio ambiente. Desta forma, estamos também seguindo o caminho das construções verdes apenas fazendo uso de produtos ecologicamente corretos.

Os materiais precisam ter um impacto insignificante para o ambiente, especialmente em termos de produção de resíduos, energia de emissão e a sua capacidade de se reconstituir a fim de diminuir os recursos retirados da natureza, devido à sua produção. O consumo de energia em edifícios verdes, particularmente pelo uso de produtos “verdes”, são considerados mais significativos daqueles que foram “desviados” para longe dos aterros pela reciclagem durante a construção.

Futuro dos edifícios verdes

Com iniciativas governamentais crescentes, subsídios ao consumidor e pelo aumento do número de profissionais e construtores voltados para a indústria de construção de edifícios verdes, tudo contribui para que esta nova tendência chegue a um novo patamar. O que começou com iniciativas isoladas em várias cidades dos EUA, aumentou agora para abranger toda a comunidade e bairros de grandes cidades como Nova York. Segundo uma pesquisa realizada em 2006, cerca de dois terços dos apartamentos construídos na cidade de Nova York este ano, teriam o uso de materiais e produtos ecológicamente corretos. Edifícios verdes são com certeza o nicho principal. Conceitos verdes começam a aumentar em todos os lugares, assim como o número de pessoas que querem reformar casas, dentro do conceito verde, estão crescendo rapidamente, uma vez que arquitetos e desenvolvedores estão se especializando para atender essa crescente demanda. Edifícios verdes são mais procurados e apreciados do que edifícios convencionais.

Conclusão

A conclusão, em matéria de edifícios verdes é uma. Nós realmente deveríamos começar a valorizar informações sobre bens ecologicamente corretos considerando a sua rápida evolução. Existem alguns sites de imobiliárias e empresas que já começam a se especializar para atender a essas necessidades. Olhe para eles com atenção, pois irão decorar o nosso futuro verde !

Imóveis e projetos de ar condicionado.

maio 6, 2012 by lmenezes · Comentários desativados
Filed under: Engenharia 

Projetos de ar condicionado e suas referências quanto à utilização dos sistemas VRF ou água gelada

Atualmente, ao início do projeto de ar condicionado de um novo empreendimento, os projetistas têm recebido com freqüência, questionamentos a respeito do uso de equipamentos do tipo VRF (fluxo variável de fluido refrigerante) que, devido à ampla divulgação tornou-se muito conhecido no mercado.

Construtores, arquitetos e empreendedores, seja por bem sucedida experiência prévia ou meramente por informações captadas através dos diversos agentes do mercado, buscam saber se esta encantadora novidade pode ser aplicada em sua nova obra, em fase de planejamento.

Nota-se, entretanto, que motivados em promover a viabilidade de uso e consequente venda do produto, acaba-se negligenciando a necessidade de elaborar estudos mais detalhados, que avaliem de forma mais criteriosa, se esta é a melhor solução para o caso em curso.

Este debate tem ocorrido com frequência na sua comparação com o uso de sistemas que utilizam água gelada, opção defendida por diversos projetistas em inúmeras situações aonde o VRF vem conquistado espaço ultimamente.

O Departamento Nacional de Empresas Projetistas e Consultores (DNPC) da Associação Brasileira de Refrigeração, Ar-condicionado, Ventilação e Aquecimento (ABRAVA) ressalta a importância das variáveis a serem analisadas na hora de decidir qual tipo de sistema a utilizar, na comparação entre o VRF e a água gelada, determinadas pelos requisitos e necessidades do ambiente.
Segundo o presidente do DNPC, o engenheiro Carlos Kayano, “Os diferenciais técnicos de cada tipo de instalação, associados aos aspectos de custos são o que definem qual sistema utilizar em um projeto. As condições de aplicação e uso são distintas quando se compara o VRF e a água gelada. O projetista é o profissional responsável pelo processamento das informações técnicas e econômicas pertinentes, e quem está apto a indicar e orientar qual o sistema a ser utilizado em cada tipo de obra”.

As aplicações dos sistemas e suas características

Segundo o diretor da Plenum Engenharia, Sami Bittar ,vários são os pontos a serem considerados para decidir o tipo de sistema:
 Aplicação do sistema – conforto ou não
 Carga térmica;
 Lay out dos equipamentos – central e condicionadores
 Variação de volume na distribuição de ar
 Sistema de controles operacionais e funcionais
 Consumo energético a plena e a cargas parciais
 Custos de implantação e manutenção anual;
 Vida útil
Não se deve fazer comparações de um tipo de sistema sobre o outro.
Cada tipo de projeto deve ser observado e levado em conta as suas respectivas aplicações específicas, para depois vir à decisão em usar o sistema VRF ou água gelada.

Todas estas definições devem ser verificadas e estabelecidas no início do planejamento geral do empreendimento, de modo a facilitar o processo de compatibilização com a edificação e demais instalações prediais”.

O sistema do tipo VRF apresenta características únicas como à facilidade e flexibilidade de implantação, agilidade na montagem, simplicidade de operação e individualidade de uso. Possui variada configuração de unidades de tratamento de ar, de capacidade limitada e construção padronizada, que pelas suas peculiaridades direcionam para instalações que solicitam condições padrões de conforto, como em ambientes residenciais e comerciais com salas compartimentadas ou ambientes compostos por diversas zonas de controle que necessitem de capacidade térmica reduzida ou modulada.

A aplicação de equipamentos a base de água gelada é recomendando para ambientes com exigências específicas, como o controle de condições requeridas dentro dos limites rígidos de temperatura, umidade ou filtragem, necessárias para ambientes como shoppings centers, hospitais, call centers, sistemas industriais, CPD – Centrais de Processamento de Dados, entre outros.

De acordo com o diretor da Michelena Engenharia, Gustavo Michelena, “as vantagens e desvantagens dos sistemas devem ser avaliadas de acordo com a aplicação que será dada a uma edificação, pois existem situações muito diferentes em instalações de residências, escritórios pequenos ou grandes, shoppings, teatros, hotéis, hospitais e cada uma destas edificações com características especificas”.

Uma variável quando se fala da comparação entre os sistemas de VRF e água gelada é o momento da decisão sobre qual o tipo de tecnologia a ser aplicada no projeto, inclusive em relação aos diversos tipos de compressores disponíveis no mercado com características que possibilitam a melhora na eficiência energética e consequente redução do custo operacional.

“De acordo com o diretor da TR Thérmica, Mauro Ascencio” Vale ressaltar que há limite quanto à quantidade de gás refrigerante em função do volume da edificação, portanto cabe ao projetista analisar criteriosamente o assunto e propor o sistema mais indicado. “Sem falar no quesito fundamental que é seguir a norma da ABNT-NBR 16401 que deve ser aplicada em qualquer tipo de projeto”.

Na análise da relação custo-benefício quando se compara dois sistemas distintos, um custo de implantação mais elevado pode ser compensado por custos operacionais mais reduzidos, o que faz com que o valor pago a maior seja amortizado ao longo do tempo pelo menor gasto com consumo de água e energia. Na comparação entre VRF e água gelada, para se chegar a um denominador comum, é necessário ainda, analisar a aplicação de cada sistema levando em conta itens como as necessidades específicas de tratamento de ar do ambiente, espaços técnicos disponíveis, disponibilidade de pessoal adequado para operação e manutenção, preferência do público alvo do empreendimento, condições de comercialização do produto imobiliário, certificação de sustentabilidade, compatibilidade com o sistema de automação previsto para o edifício, previsão de expansão futura, custo de infra-estrutura elétrica, reserva e consumo de água dentre outros.

Conclui-se portanto que longe de ser algo simples e evidente, o processo exige a participação ativa do projetista, que tem a responsabilidade de analisar detalhadamente cada caso e apresentar o sistema mais apropriado que atenda plenamente aos interesses do empreendimento.

E-mail: alessandra.lopes@mcocom.com.br

Fonte: M CO Comunicação Empresarial Ltda

Imóvel e casa um projeto inspirador

abril 28, 2012 by lmenezes · Comentários desativados
Filed under: Arquitetura 

Esse apartamento (interiores) é um projeto de Lanciano Design. O lugar é bonito e inspirador.

Os materiais são incríveis, as combinações de cores e texturas criam um espaço moderno e único. Os espaços amplos e a decoração clean são incríveis, com certeza um belo lugar para morar!

Fonte: abduzeedo / Fotos: Elad Sarig

Fita LED RGB da Golden chega ao mercado

abril 28, 2012 by lmenezes · Comentários desativados
Filed under: Decoração 

Modelo permite diversas combinações de cores

A Golden amplia sua linha de Fita LED com o lançamento do modelo RGB. Indicado para áreas internas e locais livres de umidade, o produto é ideal para iluminação decorativa de bordas, degraus e sancas, contornos e caminhos, displays e vitrines, entre outros, além de poder funcionar como destaque para aspectos arquitetônicos. A idéia de aplicação do sistema RGB é criar flexibilidade para o usuário, já que pode usar a mesma fita tanto para iluminação como para decoração.

O produto gera diversas cores, entre elas destacam-se branco, branco frio, azul, vermelho, amarelo, verde e RGB, modelo de cores em que o vermelho, o verde e o azul são combinados de várias maneiras, para reproduzir outras cores. Para este recurso, é necessário se utilizar o controlador e controle, que são vendidos separadamente.
Para oferecer maior flexibilidade na aplicabilidade está disponível nas opções com 30 e 48 LEDs por metro. É vendida em rolos de 5 metros. Para melhor aproveitamento, é recomendável cortar somente na emenda dos módulos, situados a cada 5 cm.

O modelo RGB demanda índice de tensão contínua de 12V, o que requer a utilização
de driver de alimentação para funcionamento, que são vendidos separadamente. Com 25 mil horas de vida mediana, o produto está disponível em duas opções de potência (48W e 30W).

Para orientação sobre forma de instalação ver: http://www.golden.blog.br/posts/28/
A fita LED RGB já pode ser encontrada em lojas de iluminação, de material elétrico e de construção e nos principais supermercados e home centers.

Fonte: Vértice Comunicação

Imóvel é transformado com integração da cortina

abril 28, 2012 by lmenezes · Comentários desativados
Filed under: Arquitetura 

 integração da cortina com a persiana pode conferir conforto, beleza e muita versatilidade ao lar. A funcionalidade de uma aliada à elegância da outra resulta em combinações de encher os olhos

Geralmente o que se vê no ambiente é a cortina ou a persiana. Mas, quem disse que não se pode ter as duas opções em um mesmo espaço? A integração desses dois acessórios traz possibilidades como: vedar totalmente a entrada de luz, integrar ou dividir espaços.

Visando explorar todas as vantagens das cortinas e persianas, as arquitetas Patrícia Guerra e Roziane Faleiro, daFaleiro Guerra Arquitetura, desenvolveram o projeto de um quarto em que unem esse dois itens. “Existem diversos modelos, tanto de cortinas quanto de persianas, que permitem usos cada vez mais elaborados e que trazem muito conforto para seus usuários”, defendem as profissionais. No projeto em questão, elas integraram as peças de forma que se complementam com harmonia, conferindo um ar chique e elegante. “O resultado estético da combinação entre a cortina e o reposteiro é incrível. O reposteiro fica apenas no lado direito da parede, além da beleza, essa opção aquece o espaço deixando-o aconchegante”, avalia Patrícia. E completa: “Já a persiana ganhou um papel mais funcional, ela veda a entrada da luz solar”.

Roziane, aliás, faz questão de destacar as funcionalidades das persianas: “De diversos modelos e tecidos elas trazem inúmeras possibilidades de uso, a gosto do cliente. Têm-se a opção de deixar os vãos inteira ou parcialmente fechados, vedados ou transparentes. Esse material pode ser horizontal ou vertical, de aletas ou tecidos. As persianas geram aconchego. Mas a limpeza deve ser feita por empresas especializadas”, alerta.

As cortinas também merecem atenção especial, como lembra Patrícia: “Empregadas com muita frequência, elas aquecem e valorizam os ambientes. Podem ser mais transparentes ou mais opacas. Normalmente, são fabricadas com um tecido neutro por estar fazendo a função de forro; propriedade que causa corpo ao conjunto. O ideal é que se utilize um tecido de 300 cm de largura. Os tecidos acrílicos e com poliéster, são fáceis de manutenção e limpeza”.

As profissionais da AKinteriores, Ana Karina Chaves e Klasina Norden, também apreciam o uso de cortinas e de persianas nos projetos de decoração. Elas citam algumas maneiras de usar esses elementos e dar um toque especial ao lar: “A persiana horizontal ao fundo com uma cortina de voil à frente deixa o espaço bastante bonito”, opinam. Elas defendem, inclusive, o uso das peças nas cozinhas. “Para ambientes conjugados, com cozinha e copa, é permitido usar a persiana, de material fácil de limpar, na cozinha. As persianas mais modernas possuem grande durabilidade, são de fácil colocação e acumulam menos pó, algumas inclusive vedam até o excesso de som externo”.

As arquitetas da Faleiro Guerra, assim como as designers de interiores Ana Karina e Klasina, sempre utilizam persianas e cortinas em seus projetos. Segundo elas, a decoração ganha mais versatilidade. “Podemos vestir os ambientes, proteger o piso e os móveis da incidência direta de luz solar, garantir mais privacidade ao diminuir a luminosidade e outros. Sabendo adequar as diversas alternativas, dá para transformar os ambientes”, garantem.

Fotos:

Foto: Gustavo Xavier

 

No intuito de inibir a incidência grande de luz e, ao mesmo tempo, deixar o quarto mais acolhedor, as profissionais da Faleiro Guerra Arquitetura optaram pela junção de uso da cortina e persiana

Foto: Henrique Salei

As profissionais da AKinteriores também valorizam a união desses dois elemento em seus projetos. Na biblioteca que criaram para a mostra Morar Mais por Menos a cortina e a persiana deram um toque especial ao espaço

Fonte: MÃO DUPLA COMUNICAÇÃO

Localização é um fator fundamental na hora de comprar imóvel.

abril 13, 2012 by lmenezes · Comentários desativados
Filed under: comportamento 

A localização parece ser o fator fundamental na hora dos jovens escolherem um local para morar. Eles buscam, principalmente, casas ou apartamentos próximos a supermercados, farmácias e shoppings e também perto de onde estudam e trabalham.

Estar próximo aos pontos de acesso ao transporte público também é um diferencial. De acordo com o diretor comercial e de localizações da Primar Administradora de Bens, Carlos Freitas, os bairros centrais estão entre as primeiras opções daqueles que têm ente 15 e 25 anos.

Sem perder tempo

Essas preferências se justificam pela aversão do jovem em perder seu tempo, já que, morando longe dos locais de onde trabalham e estudam, ele passa muito tempo no trânsito, enquanto poderia estar estudando ou mesmo se divertindo.

O perfil dos jovens de hoje é bastante diferente, se comparado ao de outras gerações. Esse grupo que faz parte da geração Y é composto por indivíduos que possuem maior nível de escolaridade e que conseguem alavancar sua carreira de forma mais rápida.

“Além disso, o acesso ao crédito está mais fácil e existem várias opções que ajudam na hora de comprar ou alugar um imóvel”, afirma Freitas. Agora, o casamento não é mais o único motivo para sair de casa. O trabalho e o estudo são fatores importantes para tal decisão.

O tamanho

Além da localização, o tamanho do imóvel também é um ponto relevante. A procura por quitinetes cresceu consideravelmente. Os imóveis pequenos, que têm de um a dois quartos, normalmente são suficientes para acomodar os jovens. Os solteiros ou os casados que ainda não têm filhos usualmente dispensam grandes espaços.

Quando ainda são jovens, o foco da vida está na carreira e na formação profissional, por isso, a habitação deve atender às necessidades atuais e não futuras. O aluguel também é interessante, pois permite flexibilidade em caso de mudanças de planos.

Por: Viviam Klanfer Nunes

Para imóvel herdado a base de cálculo é diferente

março 11, 2012 by lmenezes · Comentários desativados
Filed under: Direito Imobiliário 

O cálculo do imposto deve ser feito com base no valor da aquisição do imóvel por quem deixou a herança e não pelo lucro imobiliário.

Os filhos sempre são os primeiros da lista na hora de escolher os herdeiros de imóveis e outros bens que serão deixados por pessoas que faleceram. A palavrar herdar significa receber por herança, adquirir por parentesco ou hereditariedade ou deixar em herança. “Qualquer pessoa pode fazer um documento, no qual constará o nome das pessoas que irão herdar seus bens após o seu falecimento ou tudo é passado para a esposa, marido, filhos ou parentes mais próximos de maneira automática”, explica Carlos Samuel de Oliveira Freitas, diretor de condomínios da PRIMAR Administradora de Bens.

No caso de imóveis é comum os herdeiros terem pressa em vender o bem, especialmente se a herança tiver que ser dividida entre várias pessoas. A pressa pode gerar prejuízos, já que o imóvel pode ser vendido em um preço abaixo do praticado no mercado. “Nenhuma negociação deve ser feita sem cautela e tranquilidade. O imóvel deve ser analisado por um especialista, que irá calcular o valor correto do bem para que ele possa ser comercializado. Agir de forma prematura pode impedir que outras oportunidades bem melhores surjam”, afirma.

Mesmo sem saber como manter o patrimônio ou como obter renda com o bem, o ideal é esperar a poeira baixar e refletir sobre a melhor escolha. Se a venda for a opção mais adequada, o herdeiro deve ofertar o imóvel por um preço justo – tanto para o comprador quanto para si mesmo. “Em casos de herança, o lucro imobiliário, definido como a diferença entre o valor de compra e o de venda de um imóvel, não pode ser tributado pelo imposto de renda. O valor para o cálculo do imposto deve ser feito com base no valor da aquisição do imóvel por quem deixou a herança”, explica.

Freitas esclarece que o lucro imobiliário é considerado um evento gerador de imposto, mas a herança evita a incidência do imposto na venda do imóvel. “Por alguns anos esta cobrança foi considerada legal, já que a Lei 3.470, de 1958, autorizava a cobrança do imposto de renda em imóveis herdados. Porém, o Decreto-Lei 94 de 1966 revogou esta determinação e desde então a cobrança é ilegal”, destaca o advogado imobiliário, diretor de locações da Associação Brasileira das Administradoras de Imóveis (ABADI).

O investimento em imóveis é sem dúvida um bom negócio se for planejado. O herdeiro pode usufruir de mais benefícios se ficar com o imóvel quando o patrimônio estiver localizado em regiões privilegiadas e que sofreram uma valorização imobiliária, seja pelo aumento da infra-estrutura do local ou outros fatores. “Esta valorização pode ser mais rentável do que outras aplicações financeiras. Por isso a dica é avaliar qual será a escolha mais vantajosa, vender ou ficar com o bem. Se houver mais de um herdeiro todos devem entrar em consenso”, observa.

Por: Primar Administradora de Imóveis 

Fonte: INC Corporativa

Empresa canadense, vai investir 300 milhões no Brasil

março 2, 2012 by lmenezes · Comentários desativados
Filed under: Economia 

Toronto (Canadá), 1 mar (EFE).- Uma das principais companhias imobiliárias do Canadá, a Ivanhoé Cambridge, anunciou nesta quinta-feira que investirá US$ 300 milhões no Brasil para a compra, construção e ampliação de shoppings no país.

A Ivanhoé Cambridge, uma das dez maiores imobiliárias do mundo, disse que já comprou terrenos em Fortaleza, através de sua subsidiária Ancar Ivanhoé para a construção de um grande centro comercial.

Além disso, a empresa, que é o braço imobiliário do fundo de investimentos Caisse de dépôt et placement du Québec, ampliará o centro comercial que já possui na cidade de Natal.

“Estes novos projetos confirmam nosso interesse em seguir nossa incursão em países emergentes e avançar nossos planos de investimentos imobiliários no Brasil”, disse Daniel Fournier, presidente da Ivanhoé Cambridge através de um comunicado.

Em janeiro, a Ivanhoé Cambridge já adquiriu o Botafogo Praia Shopping no Rio de Janeiro por US$ 80 milhões.

A imobiliária entrou no mercado brasileiro em 2006 após formar a empresa conjunta Ancar Ivanhoé com a companhia carioca Ancar.

A empresa canadense conta com US$ 30 milhões em ativos em mais de 20 países.

Fonte: UOL

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