Imóveis para vender bem localizados são a preferência do público jovem.

agosto 11, 2012 by lmenezes · Comentários desativados
Filed under: Economia 

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A localização parece ser o fator fundamental na hora dos jovens escolherem um local para morar. Eles buscam, principalmente, casas ou apartamentos próximos a supermercados, farmácias e shoppings e também perto de onde estudam e trabalham.

Estar próximo aos pontos de acesso ao transporte público também é um diferencial. De acordo com o diretor comercial e de localizações da Primar Administradora de Bens, Carlos Freitas, os bairros centrais estão entre as primeiras opções daqueles que têm ente 15 e 25 anos.

Sem perder tempo

Essas preferências se justificam pela aversão do jovem em perder seu tempo, já que, morando longe dos locais de onde trabalham e estudam, ele passa muito tempo no trânsito, enquanto poderia estar estudando ou mesmo se divertindo.

O perfil dos jovens de hoje é bastante diferente, se comparado ao de outras gerações. Esse grupo que faz parte da geração Y é composto por indivíduos que possuem maior nível de escolaridade e que conseguem alavancar sua carreira de forma mais rápida.

“Além disso, o acesso ao crédito está mais fácil e existem várias opções que ajudam na hora de comprar ou alugar um imóvel”, afirma Freitas. Agora, o casamento não é mais o único motivo para sair de casa. O trabalho e o estudo são fatores importantes para tal decisão.

O tamanho

Além da localização, o tamanho do imóvel também é um ponto relevante. A procura por quitinetes cresceu consideravelmente. Os imóveis pequenos, que têm de um a dois quartos, normalmente são suficientes para acomodar os jovens. Os solteiros ou os casados que ainda não têm filhos usualmente dispensam grandes espaços.

Quando ainda são jovens, o foco da vida está na carreira e na formação profissional, por isso, a habitação deve atender às necessidades atuais e não futuras. O aluguel também é interessante, pois permite flexibilidade em caso de mudanças de planos.

Por: Viviam Klanfer Nunes

Fonte: InfoMoney

Apartamentos para vender na índia terão piscina ao invés de varanda.

julho 4, 2012 by lmenezes · Comentários desativados
Filed under: Arquitetura 
Varandas se transformam em piscinas (Foto: Reprodução da internet Extra Online)

Um grupo de arquitetos resolveu inovar na construção de varandas para dois prédios que serão construídos em Mumbai, na Índia. No lugar de um espaço para cadeiras e mesas, eles colocaram piscinas cercadas de vidro. Conhecido como “Aquaria Grande”, os arranha-céus de 37 andares foram o resultado de uma colaboração entre o arquiteto James Law, de Hong Kong, com a companhia indiana Wadhwa Group, informou o jornal Daily Mail.

O complexo terá 200 apartamentos, três níveis de estacionamento, um ginásio e sauna. O projeto vem dividindo opiniões, sendo batizado de “pesadelo arquitetônico” por uns e ‘complexo de prédios residenciais inacreditáveis” por outros. Se o empreendimento for um sucesso, com certeza terá interessados no calor do Brasil.

Fonte: Jornal Extra

Venda de imóveis comerciais aquecem lançamentos

junho 7, 2012 by lmenezes · Comentários desativados
Filed under: Economia 

O mercado imobiliário está diante de duas frentes: os lançamentos de imóveis comerciais continuam aquecidos nas principais cidades brasileiras, enquanto o segmento residencial começa a se estabilizar. A demanda por novas sedes corporativas pressiona os preços e os lançamentos têm perfil cada vez mais sofisticado. Já o número de lançamentos em São Paulo no primeiro trimestre deste ano foi quase 30% menor do que em igual período do ano passado, segundo levantamento do Sindicato da Habitação (Secovi-SP).

No caso dos residenciais, analistas explicam que a estabilização deve-se desde o esfriamento da economia até a burocracia e as exigências mais rígidas para aprovação de novos projetos. Para as construtoras, há um ajuste do mercado e a estratégia é desovar estoques.
Fernando Cruz, diretor da Brazilian Securities, do grupo BFRE, aponta a morosidade na aprovação de projetos por parte das prefeituras como um dos motivos para redução do número de lançamentos. O cenário é positivo para as construtoras, pois há demanda, financiamento e mais pessoas chegando ao mercado com capacidade de renda.
Por outro lado, as vendas entre janeiro e março na capital paulista somaram 5,4 mil unidades de imóveis novos, 26,6% acima do registrado em igual período de 2011. Já na região metropolitana, composta por São Paulo e 38 municípios, as vendas recuaram 4,5%. A expectativa do Secovi-SP é de que as vendas na capital aumentem 10% neste ano, para 31,1 mil unidades, e o número de lançamentos diminua 5%, para 36,2 mil unidades.
No caso dos comerciais, São Paulo e Rio concentram o maior número lançamentos de edifícios de alto padrão. Com os bons resultados no primeiro trimestre, em preços e vendas, a perspectiva é de que 2012 será um ano de bom desempenho para o mercado de escritórios de alto padrão. Para analistas da consultoria Cushman & Wakefield, até o final do ano, o volume de lançamentos nas principais capitais deverá ser o dobro de 2011.
Luiz Henrique Rimes, diretor nacional de negócios da João Fortes Engenharia, observa que o que prevaleceu no crescimento do mercado de empreendimentos comerciais em 2010 e 2011 foram as salas comerciais pequenas, de 25 a 30 metros quadrados. Agora, mesmo com a continuação da demanda por esse tipo de produto, vejo um crescimento do interesse pelos espaços corporativos, para sede de empresas de médio e grande porte.
Em São Paulo, os preços do aluguel de escritórios classe A bateram recorde histórico no primeiro trimestre. A média dos valores deu um salto de 33,9%, em relação a mesmo período do ano passado, chegando a R$ 123,7 mensais por metro quadrado, conforme pesquisa da Cushman & Wakefield. Para Walter Torre, presidente da WTorre, os preços de locação de escritórios de alto padrão em São Paulo devem subir até meados de 2013, quando está prevista a entrega de vários empreendimentos, somando uma área total de 500 mil a 600 mil metros quadrados.

Fonte:Valor Econômico

Comprar casa pela caixa cresce em 5,2% no Ano.

junho 7, 2012 by lmenezes · Comentários desativados
Filed under: Economia 

Os financiamentos para aquisição e construção de imóveis atingiram R$ 23,3 bilhões nos primeiros quatro meses de 2012, um aumento de 5,2% em relação ao mesmo período de 2011, segundo divulgado hoje pela Abecip (Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança). Os dados de unidades imobiliárias financiadas, porém, indicam a tendência de desaceleração do mercado.

Abril deste ano foi mais fraco que o mesmo mês do ano passado já em volume de empréstimos: R$ 5,7 bilhões, baixa de 7% em relação ao mesmo período de 2011.

Em termos de unidades financiadas, os dois números mostram quedas. Em abril foram financiados 32,5 mil imóveis, queda de 16% ante abril do ano passado.

Comparando os primeiros quadrimestres de 2011 e 2012, a queda foi menor: 4,9%. Enquanto foram financiados 144,3 mil imóveis em 2011, neste ano a quantidade chegou a 137,3 mil unidades.

Os últimos 12 meses, contados a partir de abril, ainda estão positivos: os financiamentos com recursos das cadernetas de poupança evoluíram 27%, passando de R$ 64 bilhões para R$ 81 bilhões.

Em termos de unidades, foram financiadas 485,9 mil, 8% mais do que nos 12 meses imediatamente anteriores

Fonte: Folha | Uol

Imóveis à venda tem redução de taxa de juros e aumenta o ticket médio de imóveis novos

junho 7, 2012 by lmenezes · Comentários desativados
Filed under: Economia 

Aumento do valor médio pago pelo consumidor na compra  de um imóvel novo e da velocidade de vendas. De acordo com o presidente da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Paraná (Ademi/PR), Gustavo Selig, estes devem ser os principais efeitos da redução da taxa de juros para financiamento imobiliário no mercado de lançamentos verticais. Os novos valores já estão sendo praticados pela CAIXA e foram anunciados na manhã de hoje (1/6) pelo Banco do Brasil.

“O ticket médio dos apartamentos novos deve aumentar entre 8% e 15%, dependendo do padrão do imóvel, pois, com a redução da taxa, ocorre também uma diminuição no valor das parcelas, criando a oportunidade de o cliente partir para um imóvel maior ou com melhor localização”, explica Selig. Atualmente, o valor médio de compra para um apartamento novo, em Curitiba, varia de R$ 215 mil a R$ 1,94 milhão, dependendo do padrão.
Selig também acredita que a Velocidade de Novos Sobre a Oferta (VNSO) deve se manter próximo a 10, índice mantido desde 2008 e que corresponde ao dobro da média histórica atribuída à capital paranaense, antes do período. “Isto fará com que o mercado permaneça em crescimento e aquecimento, ainda que não signifique um aumento no faturamento de construtoras e incorporadoras”, avalia Selig.
O presidente da entidade descarta a possibilidade de um maior endividamento do consumidor em virtude da redução dos juros para empréstimos imobiliários. “O problema não é existir a dívida, mas sim ela estar acima da renda que o cliente possui. A redução da taxa de juros vai contribuir para que isto não aconteça”, defende Selig.

Fonte: Parana Shop

“O ticket médio dos apartamentos novos deve aumentar entre 8% e 15%, dependendo do padrão do imóvel, pois, com a redução da taxa, ocorre também uma diminuição no valor das parcelas, criando a oportunidade de o cliente partir para um imóvel maior ou com melhor localização”, explica Selig. Atualmente, o valor médio de compra para um apartamento novo, em Curitiba, varia de R$ 215 mil a R$ 1,94 milhão, dependendo do padrão.Selig também acredita que a Velocidade de Novos Sobre a Oferta (VNSO) deve se manter próximo a 10, índice mantido desde 2008 e que corresponde ao dobro da média histórica atribuída à capital paranaense, antes do período. “Isto fará com que o mercado permaneça em crescimento e aquecimento, ainda que não signifique um aumento no faturamento de construtoras e incorporadoras”, avalia Selig.O presidente da entidade descarta a possibilidade de um maior endividamento do consumidor em virtude da redução dos juros para empréstimos imobiliários. “O problema não é existir a dívida, mas sim ela estar acima da renda que o cliente possui. A redução da taxa de juros vai contribuir para que isto não aconteça”, defende Selig.