Comprar imóvel com segurança, como fazer?

novembro 3, 2012 by lmenezes · Comentários desativados
Filed under: Direito Imobiliário 

Comprar um imóvel para morar ou para investir é uma tarefa que normalmente não fazemos com grande frequência. A compra de um imóvel é um importante passo na vida de uma família e representa a consolidação de muito tempo de poupança/investimento ou a tomada de um bom volume de capital emprestado.

Para ter certeza que o esforço vai valer a pena é importante observar alguns aspectos:

Contrate um Especialista

Longe de ser apenas um custo a mais na operação, encontrar e contratar um bom e sério corretor de imóveis é a forma mais certa de garantir que você estará bem representado dentro do mercado imobiliário durante toda sua operação de compra.

O bom profissional vai utilizar da sua formação e informação de mercado para ajudá-lo a escolher o imóvel ideal para sua família ou investimento e também vai ajudá-lo na sua negociação. Uma vez escolhido o imóvel, o profissional experiente, vai zelar pela segurança de todos os envolvidos na transação imobiliária.

Atualmente, algumas imobiliárias ou corretores estão oferecendo adicionalmente serviços complementares como: auxilio na obtenção de financiamento bancário e no levantamento de toda a documentação necessária.

Em resumo, procurar um profissional de sua confiança é o primeiro passo certo para fazer uma compra segura.

Cuidado com o Endividamento Desproporcional

Analise bem a sua disponibilidade de credito e a sua capacidade de pagamento das prestações posteriores. Claro, que muitas vezes realizar o sonho de morar bem pode exigir algum sacrifício financeiro. Mas, endividar-se além do que realmente se pode fazê-lo vai transformar o seu sonho em pesadelo.

Nesta conta considere que muitas vezes mudar-se para um bairro de melhor padrão vai significar também um aumento nas suas despesas diárias. Os serviços básicos da vizinhança (padaria, cabeleireiro, lavar o carro, etc… ) ficam mais caros a medida que o padrão do bairro vai aumentando.

Analise também aspectos, como por exemplo, suas novas necessidades de transporte. Pode ser que você vai morar mais próximo do trabalho ou de linhas de transporte coletivos mais eficientes. Neste caso você pode considerar vender um dos carros (se você tem dois) e isto vai ajudá-lo financeiramente. Mas, pode ser que você na verdade vai precisar comprar um segundo carro para sua esposa e isto precisa entrar na nova equação do equilíbrio financeiro de sua família.

Em suma, o segundo passo certeiro na direção de uma compra segura é analisar bem a parte financeira e estabelecer claramente a faixa de valores possíveis dentro do seu orçamento e poder de credito. O começo da procura de seu imóvel esta nesta informação financeira e não o contrário.

Tome a Decisão em Família

Especialmente se você esta buscando o seu próximo lar procure envolver toda a família no processo de decisão de compra. Não trocamos de casa diariamente, assim vocês vão conviver muito tempo em sua “casa nova”. Neste aspecto é fundamental todos conhecerem as vantagens e desvantagens de seu novo imóvel, e ajudar a decidir sobre quais pontos positivos são indispensáveis e quais pontos negativos podem ser tolerados. Porque todos vão conviver com eles juntos.

Dicas da Caixa

Reunimos abaixo algumas dicas da Caixa Econômica Federal que são muito úteis, leia com atenção:

Imóvel novo

- Antes de adquirir o imóvel, verifique a sua localização com relação a aspectos que possam colocá-lo em risco ou desvalorizá-lo em pouco tempo. Observe a incidência do Sol, a iluminação e a ventilação. Visitar o imóvel em diferentes horários, é a maneira ideal de verificar a situação da sua real localização;

- Certifique-se se o local possui boa infra-estrutura, ou seja, se possui variedade de serviços, comércios, meios de transporte, hospitais e escolas. Uma boa dica para conhecer um pouco mais sobre as proximidades é conversar com os futuros vizinhos;

- Verifique se tudo que foi prometido em folhetos e prospectos foi cumprido, principalmente no que se refere a material, metragem e acabamento;

- No memorial descritivo, identifique a marca e a qualidade do material e dos equipamentos utilizados – elevador, azulejos, pisos e metais;

- Analise a documentação do imóvel e do vendedor e leia o contrato com bastante atenção antes de assiná-lo, observando principalmente o compromisso de compra e venda. Na dúvida, solicite esclarecimentos ao vendedor, solicite ajuda ao seu corretor e se precisar em conjunto com ele procure um advogado especializado;

- Consulte também o Cadastro de Reclamações Fundamentadas ou o Banco de Dados do PROCON para tomar conhecimento da existência de reclamações contra a entidade incorporadora, construtora ou vendedora;

- Se for financiar, antes de fechar o negócio, aguarde a aprovação da operação pelo seu banco.

Imóvel usado

- Para verificar as condições físicas do imóvel, agende as visitas durante o dia, pois, em alguns imóveis, os problemas de construção, como rachaduras, infiltrações e mofo, podem passar despercebidos em outro horário;

- Verifique a pressão da água abrindo torneiras. Não esqueça também de acender as luzes para conferir a existência de algum problema elétrico;

- Certifique-se se o local possui boa infra-estrutura, ou seja, se possui variedade de serviços, comércios, meios de transporte, hospitais e escolas. Uma boa dica para conhecer um pouco mais sobre as proximidades é conversar com os futuros vizinhos;

- Confira também se o seu futuro imóvel fica bem localizado e se ele possui aspectos que possam colocá-lo em risco ou desvalorizá-lo em pouco tempo. Observe a incidência do Sol, a iluminação e a ventilação. Visitar o imóvel em diferentes horários é a maneira ideal de verificar as reais condições de uso dele;

- Tenha cautela na assinatura do contrato. Verifique a documentação do imóvel e do vendedor. Confira as condições físicas da casa ou do apartamento e, se necessário, junto com seu corretor consulte um advogado de sua confiança;

- Se for financiar, antes de fechar o negócio, aguarde a aprovação da operação pelo seu banco.

Imóvel na planta

- Verifique o memorial descritivo e leia atentamente todas as informações contidas nele. Localização, material e equipamento utilizados, tais como o piso, os azulejos e os objetos da área de convivência, também deverão estar relacionados;

- Certifique-se de que o que consta nos folhetos e prospectos condiz com a planta apresentada. Guarde todo o material promocional do empreendimento, pois ele poderá ser útil em algum momento da negociação;

- Solicite referências comerciais de outras obras realizadas pela construtora. No caso de imobiliária ou corretor, verifique se ela possui cadastro no Conselho Regional de Corretores de Imóveis (CRECI). Caso contrário, não compre;

- Peça para ler a minuta do contrato do imóvel e, se sentir necessidade, junto com seu corretor leve-a para um advogado especializado na área ou procure o PROCON da sua cidade.

Lote

- Antes de comprar um terreno, confira se os documentos estão em ordem. Se tiver dúvidas, procure um advogado de sua confiança;

- Informe-se sobre a localização do imóvel ou terreno. Se sua intenção for fugir do barulho e da agitação, ruas com vários imóveis comerciais não serão escolhas favoráveis;

- Conheça a sua vizinhança. Visite o local em diversos horários. Morar próximo a uma feira-livre, a uma casa noturna ou terreno abandonado, não é indicado. Verifique também se, na região, os bancos, supermercados, hospitais e escolas são próximos. Pense na sua comodidade;

- Procure um engenheiro para estudar o terreno e verificar se há inclinações (topografia).

Seguindo estes cuidados você reduz muito as chances de arrepender-se de sua compra e aumenta a probabilidade de aproveitar bem o seu mais novo investimento.
A Imobiliária Imoveiiis deseja para você uma ótima compra e se precisar pode contar com nossos serviços fazendo uma visita em nosso site www.imoveiiis.com.br

Casas para vender com varandas gourmet.

julho 4, 2012 by lmenezes · Comentários desativados
Filed under: Arquitetura 

A palavra gourmet tem ascendência francesa e o seu significado original designava os bons apreciadores de vinho, os verdadeiros conhecedores. Atualmente já faz parte do vocabulário português e alargou o seu âmbito a tudo o que se relaciona com os prazeres da mesa, sempre na perspectiva da autenticidade e da qualidade.

A varanda ampla se tornou uma extensão da sala e também da cozinha. Quando tem equipamentos (a moda é ir além da churrasqueira) como cooktop, forno, bar é um espaço destinado a apreciação de uma boa comida e bebida, com uma tendencia brasileira de acontecer ao ar livre decorrente do nosso clima tropical.é chamada de varanda gourmet.

Imóveis para vender na cor Azul Turquesa

maio 25, 2012 by lmenezes · Comentários desativados
Filed under: Decoração 

O azul turquesa é uma cor que agrada a quase todos os gostos. Traz a serenidade do azul e o vigor do verde. Ressalta os tons naturais e as variedades do marrom e do cinza. Mescla muito bem com roxos, rosas e fica perfeito com todos os azuis, sobretudo os escuros.

Por fim, fica ótimo com cores neutras como branco e o preto.

Por isso,  turquesa  é uma ótima escolha como cor complementar, ampliando muito as possibilidades de decoração…

Inspirem-se nas fotos!

Um beijo

Bianca

Imóveis em edifícios verdes.

maio 22, 2012 by lmenezes · Comentários desativados
Filed under: Engenharia 

Os conceitos ali descritos, bem como o mecanismo do inovador “green building”, que vem se desenvolvendo nos EUA, e em diferentes escalas no resto do mundo, nos dá uma boa visão do que está acontecendo e o que podemos esperar que aconteça aqui no Brasil.

O mercado deve se preparar para esta revolução na Indústria da Construção que ainda se encontra incipiente !

Nos últimos anos, houve um crescimento significativo na compreensão de construtores e proprietários de imóveis sobre as vantagens dos Edifícios Verdes. Nos dias de hoje, o desenvolvimento de construções verdes já não é uma iniciativa isolada. As notícias preocupantes sobre o aquecimento global e a poluição do meio ambiente, hoje, estão entre as principais prioridades e os incorporadores estão cientes que os clientes estão à procura de edifícios verdes. Isso gera um movimento silencioso, mas contínuo, na direção de adotar itens de construção verde e forçam para que os arquitetos adotem o estilo e as idéias deste conceito.

Fatos sobre Edifícios Verdes

As preocupações ecológicas e a crescente conscientização dos benefícios de edifícios verdes deram um impulso na demanda por imóveis verdes em Nova York e no resto os EUA. Preocupações com o impacto das construções sobre o meio ambiente têm estimulado alguns compradores a optar por edifícios verdes.

Há muitas informações em torno da ascensão dos edifícios verdes em NYC. Segundo dados fornecidos pelo Green Building Council dos EUA (USGBC), o número de prédios verdes nos Estados Unidos aumentou de 38 em 2002 para 669 atualmente  e continua subindo. Cada vez mais os empreendimentos buscam a certificação USGBC para edifícios verdes.

O uso de materiais e produtos ecologicamente corretos

Edifícios verdes não custam realmente muito mais do que edifícios convencionais. Na realidade eles reduzem as contas de energia e, portanto, a construção de casas verdes está cada vez mais em evidência. Não são apenas muito mais baratos para se viver, mas também agregam valor ao imóvel.

O uso de materiais reciclados, são muito mais ecológicos do que os demais. Há uma demanda crescente por mercadorias que sejam ou possam ser recicladas nas construções de casas. A reciclagem desses materiais causam danos muito menores para o meio ambiente. Desta forma, estamos também seguindo o caminho das construções verdes apenas fazendo uso de produtos ecologicamente corretos.

Os materiais precisam ter um impacto insignificante para o ambiente, especialmente em termos de produção de resíduos, energia de emissão e a sua capacidade de se reconstituir a fim de diminuir os recursos retirados da natureza, devido à sua produção. O consumo de energia em edifícios verdes, particularmente pelo uso de produtos “verdes”, são considerados mais significativos daqueles que foram “desviados” para longe dos aterros pela reciclagem durante a construção.

Futuro dos edifícios verdes

Com iniciativas governamentais crescentes, subsídios ao consumidor e pelo aumento do número de profissionais e construtores voltados para a indústria de construção de edifícios verdes, tudo contribui para que esta nova tendência chegue a um novo patamar. O que começou com iniciativas isoladas em várias cidades dos EUA, aumentou agora para abranger toda a comunidade e bairros de grandes cidades como Nova York. Segundo uma pesquisa realizada em 2006, cerca de dois terços dos apartamentos construídos na cidade de Nova York este ano, teriam o uso de materiais e produtos ecológicamente corretos. Edifícios verdes são com certeza o nicho principal. Conceitos verdes começam a aumentar em todos os lugares, assim como o número de pessoas que querem reformar casas, dentro do conceito verde, estão crescendo rapidamente, uma vez que arquitetos e desenvolvedores estão se especializando para atender essa crescente demanda. Edifícios verdes são mais procurados e apreciados do que edifícios convencionais.

Conclusão

A conclusão, em matéria de edifícios verdes é uma. Nós realmente deveríamos começar a valorizar informações sobre bens ecologicamente corretos considerando a sua rápida evolução. Existem alguns sites de imobiliárias e empresas que já começam a se especializar para atender a essas necessidades. Olhe para eles com atenção, pois irão decorar o nosso futuro verde !

Green Building está sendo implantado em Abu Dhabi.

maio 22, 2012 by lmenezes · Comentários desativados
Filed under: Engenharia, Sem categoria 

Dando sequência aos “Posts”sobre o panorama mundial do “Green Building”, falaremos hoje sobre como Abu Dhabi, capital dos Emirados Árabes Unidos, formulou sua própria política e está implementando este conceito, que vem crescendo entre os construtores e incorporadores. O “Post” foi inspirado no artigo “Green drive is growing on builders in Abu Dhabi” publicado no site http://www.thefuturebuild.com/

Quando o Conselho de Planejamento Urbano de Abu Dhabi lançou o seu programa de sustentabilidade, o “Estidama”, há dois anos, as diretrizes de construção verde definidas não foram aceitas facilmente.

Mas desde que se tornou obrigatório, em setembro de 2010, mais de 100 empreendimentos nos Emirados receberam uma classificação de duas pérolas para Projetos Verdes através do sistema de pontuação criado. Outros três receberam a mesma classificação, de um total de cinco pérolas, para a fase de construção.

Os edifícios também receberão uma classificação de sustentabilidade para a operação, através de uma avaliação que será realizada dois anos após a conclusão da obra e o consequente início de ocupação.

“Se você não tiver feito isso antes, aplicar sustentabilidade não é uma coisa fácil”, disse Edwin Young, um conselheiro do “Estidama”. ”Neste mesmo período do ano passado, ninguém queria fazer sequer uma pérola, o nível mais baixo de incorporação do Projeto no estilo “Green Building”.  A primeira resposta foi uma rejeição automática dizendo “eu não quero fazer isso”.

Projetistas, construtores e consultores, inicialmente assustados com o conceito de edifício verde, e as suas aplicações nos projetos e construções, nos primeiros três meses após a obrigatoriedade do “Estidama” tiveram seus requerimentos “online” rejeitados por não atenderem os requisitos de sustentabilidade.

No ano passado, entretanto, as atitudes foram mudando rapidamente e assim o Conselho de Planejamento Urbano passou a treinar 30 pessoas por semana, para poderem aplicar o programa.

“Discutimos muito, no ano passado, sobre o mito e a realidade,” afirma Young. ”As pessoas achavam que o “Estidama” iria afetar edifícios atuais, ou que ia ser impossível obter materiais, por exemplo. Nós mudamos o foco, e estamos aumentando o nível de conscientização.”

Especialistas reunidos na Cúpula Mundial de Eco Construção, na semana passada, aplaudiram o progresso do Emirado, mas advertiram que a batalha está longe de ser vencida.

“Trata-se de mudança”, disse Matthew Plumbridge, um consultor de planejamento ambiental e de sustentabilidade do Departamento de Assuntos Municipais. ”Nós vamos partir da teoria para a prática, e é interessante medir o nível de adoção do Programa. Mudança de atitude é um desafio, com certeza, e isso não acontece da noite para o dia.”

Recentemente foi concluído em Abu Dhabi o primeiro edifício em conformidade com o “Estidama” – o Imperial College London Diabetes Center, em Al Ain, que abriu no final do ano passado. Nele foram utilizados materiais de origem local e o mesmo possui um sistema de aquecimento solar. Além disto o consumo de água e energia é significativamente menor, foi um verdadeiro teste para o “Estidama”.

Mazen Al Dahmani, gerente geral do centro, disse que a escassez de consultores qualificados provou ser um desafio durante a construção.

“Precisamos de uma equipe adicional para apoiar e orientar os consultores e empreiteiros”, disse ele.

Young disse que existem atualmente cerca 600 profissionais qualificados para aplicar o Estidama, mas acrescentou que os consultores com formação local tem sido um dos maiores desafios da UPC.

“Nós ainda temos alguns problemas, mas as pessoas agora estão nos procurando”, disse ele. ”O Estidama ainda é um bebê. Neste ano, houve tanto progresso, e nós não poderíamos estar mais orgulhosos.”

Saeed Alabbar, o vice-presidente da Emirates Green Building Council, um fórum de profissionais da indústria dedicados ao de práticas favoráveis ao meio ambiente, disse que o progresso nos últimos anos pode ser atribuída a fatores econômicos.

“Nós estamos vendo todos no mesmo barco agora – construtores, fornecedores e governo”, disse Alabbar.

“É um propulsor econômico, faz mais sentido a construção de edifícios verdes do que o contrário. A economia está vendo uma oportunidade de atender a uma nova demanda.”

A sustentabilidade vai funcionar, porém, é necessário que os ocupantes e usuários dos edifícios verdes mudem seu hábitos e assimilem a cultura.

“Os ocupantes desempenham um papel importante”, disse Rym Baouendi, um conselheiro do “Estidama”.

“Podemos melhorar a educação sustentável. O “Estidama” presta muita atenção para os aspectos culturais também. Quando se trata de comportamento, temos uma oportunidade de mandar a nossa mensagem em locais como mesquitas e escolas. Temos que espalhar a mensagem sobre como o comportamento pode ter um impacto positivo.”

A próxima batalha será incentivar os proprietários, quando fizerem um retrofit ou uma reforma da sua construção adotem a nova filosofia e passem a utilizar o “Estidama”.

“Nós ainda temos um longo caminho a percorrer”, diz Alabbar. ”Precisamos também promover a conservação de energia e água, particularmente em edifícios existentes.”

Quanto mais aprofundamos a leitura e o conhecimento sobre “Green Building”, percebemos que muitos países já formularam leis no sentido de tornar obrigatória a concepção de Projetos e Construções dentro dos conceitos de sustentabilidade e preservação do meio ambiente. As Operações destas edificações, dentro destes mesmos conceitos, torna-se óbvia pelas vantagens competitivas econômicas e de mercado.

Assim, cabe a nós profissionais, iniciarmos a aplicabilidade deste conceito, em nossos Projetos e Obras, na medida possível, antecipando-se aos ventos que impulsionarão as novas tendências da Engenharia e Construção.

Por último, que tiver interesse em conhecer as bases do “Estimada”, pode consultar o site http://estidama.org/ onde encontrarão acesso aos parâmetros utilizados em Abu Dhabi para Certificação das Edificações.

Entra em vigor a Lei que proíbe aluguel de vagas em condomínios.

maio 21, 2012 by lmenezes · Comentários desativados
Filed under: Direito Imobiliário 

Entra em vigor neste domingo a lei 12.067, sancionada pela presidente Dilma Rousseff no dia 4 de abril deste ano, que proíbe que vagas de garagens em condomínios sejam alugadas ou vendidas para pessoas que não moram no local. A lei vale para todo o território nacional.

O texto da lei altera o Código Civil, que afirma que apartamentos, escritórios, salas, lojas e sobrelojas podem ser alugados ou vendidos. A exceção passa a ser as vagas em garagem de condomínios. Prédios comerciais não entram na lei.

Porém, caso a convenção do condomínio permita o aluguel ou a venda, a lei não será aplicada no local. A lei foi proposta em 2003 pelo senador Marcelo Crivella (PRB-RJ). Ela entra em vigor neste domingo, 45 dias após ser sancionada – foi vetada pela presidente a validação imediata do texto.

O novo texto da lei afirma: “as partes suscetíveis de utilização independente, tais como apartamentos, escritórios, salas, lojas e sobrelojas, com as respectivas frações ideais no solo e nas outras partes comuns, sujeitam-se a propriedade exclusiva, podendo ser alienadas e gravadas livremente por seus proprietários, exceto os abrigos para veículos, que não poderão ser alienados ou alugados a pessoas estranhas ao condomínio, salvo autorização expressa na convenção de condomínio”.

Fonte: Terra

Imóveis com blocos de concreto devem ser homogêneos e compactos

maio 21, 2012 by lmenezes · Comentários desativados
Filed under: Engenharia 
Eles são indicados para todos os tipos de construções, principalmente as que requerem maior resistência estrutural, economia, produtividade e sustentabilidade no processo produtivo

Redação AECweb / e-Construmarket

A escolha de blocos de concreto para um empreendimento imobiliário deve ser feita durante a elaboração do projeto, quando são definidas quantidades, classes de resistência, dimensões (em função da modulação), peças complementares (amarração e compensadores), entres outros aspectos. A informação é do engenheiro civil Anderson Augusto de Oliveira,gerente do Programa Setorial da Qualidade (PSQ) de Blocos de Concreto e Peças de Concreto para Pavimentação do Programa Brasileiro da Qualidade e Produtividade do Habitat (PBQP-H). Ele alerta que para ter garantia de qualidade o ideal é adquirir produtos de empresas qualificadas no PSQ.

Há, entretanto, algumas verificações que podem ser feitas em caso de dúvidas em relação à qualidade do material. “Os blocos devem ser homogêneos, compactos, ter os cantos vivos, sempre livres de trincas e imperfeições que possam prejudicar o assentamento ou afetar a resistência e a durabilidade da construção. A variação de peso entre as peças deve ser mínima, para evitar problemas de resistência. E os blocos com aparência de pé de moleque (todo poroso) possuem baixa resistência, sendo, portanto, fora dos padrões estabelecidos nas normas técnicas”, também diz.

Oliveira, que também é consultor técnico do Sindicato Nacional da Indústria de Produtos de Cimento (Sinaprocim) e do Sindicato da Indústria de Produtos de Cimento do Estado de São Paulo (Sinprocim) diz que existem em torno de 2.500 indústrias de blocos de concreto em todo o território nacional, sendo a maioria de pequenas e microempresas. O faturamento do setor gira em torno de R$ 1,4 bilhão por ano e a maior concentração está no Estado de São Paulo com, aproximadamente, 50% do total.

De acordo com o engenheiro o PSQ acompanha a qualificação de 66 fabricantes de blocos de concreto, grupo que representa 57% do volume total da produção nacional. “A adesão ao PSQ é voluntária, uma vez que não existe nenhuma obrigação na participação do programa de qualidade”, ressalta.

Para participar do PSQ a empresa deve apresentar instalações físicas adequadas para o recebimento e armazenamento das matérias-primas e equipamentos capazes de produzir blocos de concreto dentro das especificações técnicas. “A qualificação das empresas depende do cumprimento da norma técnica da ABNT, NBR 6136 – Blocos Vazados de Concreto Simples para Alvenaria”, afirma, ao explicar que entre os principais requisitos de desempenho da norma, avalia-se a resistência à compressão, absorção de água, análise dimensional e retração por secagem.

REQUISITOS PARA RESISTÊNCIA CARACTERÍSTICA À COMPRESSÃO, ABSORÇÃO E RETRAÇÃO

Os blocos devem atender às questões dimensionais de acordo com a NBR 6136.

DIMENSÕES

Anderson explica que os blocos são classificados em Classe A, B, C e D. Os da classe ‘A’ têm função estrutural, para uso em elementos de alvenaria acima ou abaixo do nível do solo; os da classe ‘B’ e ‘C’, também têm função estrutural, mas são usados em elementos de alvenaria acima do nível do solo. Os da classe ‘D’ não têm função estrutural e são para uso em elementos de alvenaria acima do nível do solo.

O especialista orienta que é recomendável o uso de blocos com função estrutural classe ‘C’, designados M10, para edificações de, no máximo, um pavimento; os designados M12,5 para edificações de, no máximo, dois pavimentos; e os designados M15 e M20 para edificações maiores.

As designações M-20, M-15, M12,5, M-10 e M-7,5 representam as dimensões modulares do blocos. E são diretamente relacionadas à largura do bloco, lembrando que a variação de 1,0 cm na largura refere-se à espessura da argamassa de assentamento. Ver exemplos no quadro:

O conjunto de componentes de alvenaria é denominado família de blocos, composta por: Bloco Inteiro (bloco predominante), meio bloco, blocos de amarração L e T (blocos para encontros de paredes), blocos compensadores e Blocos Tipo Canaleta.

De acordo com o engenheiro, não existe limitação para o uso de blocos de concreto. “Eles são indicados para todos os tipos de construções, principalmente as que requerem maior resistência estrutural, economia, produtividade e sustentabilidade no processo produtivo”. Afirma, ainda, que as vantagens deste tipo de bloco são a regularidade geométrica (produto modular), resistência estrutural, maior rendimento para alvenaria, maior economia e produtividade para o revestimento, dispensando chapisco ao revestir.

CONTROLE DE QUALIDADE

Quando questionado se a prática de algumas construtoras de produzir os blocos de concreto no canteiro de obras pode comprometer a qualidade, Anderson Oliveira é categórico: “Os blocos devem ser fornecidos por indústrias legalmente instaladas, com todos os registros e licenças regularizadas e com instalações físicas capazes de produzir um material de qualidade”. Estas condições, afirma, dificilmente serão obtidas em um canteiro de obras. “O Sinaprocim e o Sinprocim têm atuado fortemente no combate a tal prática, pois se entende que a indústria de materiais é responsável e apta pela fabricação dos produtos e ao construtor cabe a execução do empreendimento”, afirma.

Para Oliveira é quase impossível garantir que a fabricação do bloco no canteiro de obras atenda às normas técnicas da ABNT. “Para obter qualidade, é necessário um rigoroso controle no processo produtivo que vai desde a separação e controle dos agregados (matéria-prima), passando pela dosagem desses materiais e, posteriormente, pelo processo de cura, fator muito importante e que no canteiro é precário ou quase nulo, comprometendo o desempenho do material e o empreendimento no qual será empregado. E quando essas condições e exigências legais são atendidas, o custo se torna inviável”, explica.

Aos gestores, que têm de escolher o material a ser utilizado na obra, o consultor do Sinaprocim/Sinprocim diz que o ideal é adquirir produtos em conformidade com as normas técnicas. É importante verificar a disponibilidade e capacidade de entrega do fabricante, especificar o produto de acordo com sua classe de resistência (especificada pelo projetista), adquirir blocos vazados de concreto, sem fundo, pois se aproveita os furos para a passagem das instalações e para a aplicação do graute (concreto de alta plasticidade). “Não tendo fundo, há também significativa economia de argamassa de assentamento, além de evitar a geração de resíduo fruto da quebra de paredes, garantindo a racionalização e a sustentabilidade da obra”, informa.

Quanto à dúvida entre escolher bloco de concreto ou cerâmico, o engenheiro afirma que os de concreto têm se revelado a solução mais econômica nos caso de alvenaria de vedação ou estrutural para edifícios de até 20 pavimentos. A alvenaria de vedação com blocos de concreto permite redução do consumo de argamassa de assentamento; aplicação de gesso diretamente sobre os blocos com espessura de 3 a 4 mm; aplicação de azulejos diretamente sobre os blocos; passagem dos conduítes pelos vazados dos blocos; possibilidade de desenhar cada parede, mostrando cada bloco, para facilitar o assentamento dos diversos tipos e sua quantidade exata, evitando desperdícios e garantindo melhor resistência mecânica da parede, para suportar deformações da laje em estruturas de concreto armado.

Portanto, uma parede de vedação com blocos de concreto com estas características tem menor custo-benefício que outras soluções. “A alvenaria estrutural com blocos de concreto, quando utilizada para execução de edifícios, tem o menor custo do mercado. Esse resultado já foi provado em milhares de obras – tanto econômicas quanto de melhor nível social. Desde quando se iniciou a utilização do sistema construtivo com alvenaria estrutural de blocos de concreto, há 45 anos até os dias de hoje, não se conhece outro sistema de menor custo para construir edifícios de até 20 pavimentos. Daí o sucesso do uso deste sistema construtivo em termos de custo e durabilidade”, conclui.

Redação AECweb / e-Construmarket


COLABOROU PARA ESTA MATÉRIA

Anderson Augusto de Oliveira
Engenheiro civil, sócio-diretor da Luccol Engenharia, consultor técnico Sindicato Nacional da Indústria de Produtos de Cimento (Sinaprocim) e do Sindicato da Indústria de Produtos de Cimento do Estado de São Paulo (Sinprocim). É gerente do Programa Setorial da Qualidade de Blocos de Concreto e Peças de Concreto para Pavimentação do Programa Brasileiro da Qualidade e Produtividade do Habitat (PBQP-H).

04/06/2012 -Campinas ExpoDecor 2012
01/06/2012 -Patologias da Construção – RS
31/05/2012 -FEICASA – Feira de Produtos e Serviços para Casas e Condomínios
30/05/2012 -Sobratema Congresso 2012
29/05/2012 -M&T Expo 2012
26/05/2012 -Avaliação de Imóveis com Utilização de Inferência Estatística – SP
25/05/2012 -Design de Luminárias – SP
24/05/2012 -Como Gerenciar, na Prática, Escritórios de Arquitetura para o Sucesso – RS
24/05/2012 -Orçamento de Obras na Construção Civil – SP
24/05/2012 -Design Forum Banheiros 2012
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Imóveis você sabe o que é INCC?

maio 16, 2012 by lmenezes · Comentários desativados
Filed under: Direito Imobiliário 

INCC significa Índice Nacional de Custo da Construção, elaborado pela Fundação Getúlio Vargas. Tem a finalidade de apurar a evolução dos custos das construções habitacionais.  Usualmente é utilizado para correção dos contratos de compra de imóveis, enquanto a obra está em execução.

A apuração abrange materiais e equipamentos, serviços e mão-de-obra da construção. Atualmente a coleta de dados é feita em 7 capitais do Brasil (São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador, Recife, Porto Alegre e Brasília).

Histórico – O INCC foi divulgado pela primeira vez em 1950. De inicio, o índice cobria apenas a cidade do Rio de Janeiro e sua sigla era ICC (Índice de Custo da Construção). Nas décadas seguintes, a atividade econômica descentralizou-se e o IBRE (Instituto Brasileiro de Economia) passou a acompanhar os custos da construção em outras localidades. Além disso, em vista das inovações introduzidas nas técnicas de construção, o ICC teve que incorporar novos produtos e especialidades de mão de obra.Em fevereiro de 1985, para efeito de cálculo do IGP (Índices Gerais de Preços), o ICC deu lugar ao INCC.

Fonte: Blog da Construtora MBigucci.

Imóveis deverão subir ao longo de 2012.

maio 8, 2012 by lmenezes · Comentários desativados
Filed under: Economia 

SÃO PAULO – Os consumidores podem esperar aumento nos preços dos imóveis na cidade de São Paulo ao longo desse ano, reflexo, entre outros motivos, do cenário positivo da economia brasileira.

A redução dos juros nas linhas de crédito imobiliário anunciada pela CEF (Caixa Econômica Federal) e o novo sistema de remuneração da poupança, que estimulará a queda na taxa básica de juros, também podem influenciar no aumento dos preços, mas o reflexo de tais medidas não é esperado para o curto prazo.

Mercado heterogêneo Para o presidente do Secovi-SP (Sindicato da Habitação de São Paulo), Claudio Bernades, os preços deverão crescer, em média, 4,5% este ano, embora deverá haver grande variação entre os diversos segmentos residenciais. “O mercado de imóveis é muito heterogêneo, estamos falando em uma média”, diz.

Bernardes explica que em determinados locais da cidade, o aumento pode ser muito mais expressivo, ao passo que poderá mostrar estabilidade em outras regiõe.,

Influências O economista-chefe do Secovi-SP, Celso Petrucci, explica que o crédito imobiliário deverá se manter em níveis elevados, refletindo o desemprego em níveis baixos e a expectativa positiva, para o segundo semestre deste ano, quanto à criação de empregos e quanto à massa salarial. “O Banco Central estima que a atividade econômica brasileira continuará em alta nos próximos meses”, diz Petrucci.

Falando especificamente do novo sistema de remuneração da poupança, que viabiliza a queda da taxa básica de juros, ainda não é possível perceber qualquer reflexo no mercado imobiliário, “é algo para o longo prazo”, avalia o presidente da entidade.

Na mesma linha, Petrucci diz que “ainda não sentimos o que a redução dos juros vai propiciar para o País”. A própria redução dos juros da CEF não trará efeitos imediatos, segundo avalia Bernardes. Os dois estiveram presentes na divulgação do balanço trimestral do mercado imobiliário de 2012, nesta terça-feira (8) na sede do Secovi-SP.

Bernardes ressalta ainda o 8º Feirão Caixa da Casa Própria. Com negociação de 30.925 imóveis, o evento deverá dar sinais de como a queda dos juros vão repercutir no mercado imobiliário.

Fonte: InfoMoney

Empresas de Argamassa fazem parceria para construção de imóveis.

maio 1, 2012 by lmenezes · Comentários desativados
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Apresentação aos clientes da linha de produtos aconteceu dia 24 de abril

A Lafarge, líder mundial em materiais de construção, e a ParexGroup, um dos líderes mundiais em produtos formulados prontos para uso na construção civil, anunciaram a parceria entre o cimento Mauá e as marcas PortoKoll e Qualimassa. Para os clientes do setor de construção civil e canais de revenda, a apresentação dessa parceria foi feita no dia 24/04.

A parceria consiste na colocação do selo “Feito com Cimento Mauá”, nas embalagens (sacarias) de determinados produtos das linhas de argamassas fabricadas pela Parex no Rio de Janeiro: PortoKoll, na linha de argamassas colantes e rejuntamentos, e Qualimassa, na linha de argamassas para assentamento de tijolos, emboço e contrapiso.

“O relacionamento entre as duas empresas é de extrema confiança. O objetivo da união das marcas nesta iniciativa é transmitir ao cliente a segurança de estar comprando argamassas produzidas a partir de matéria-prima da melhor qualidade. Isso porque o Cimento Mauá é a marca líder de cimento no Rio de Janeiro”, diz o gerente de marketing da Lafarge, Antonio Santos.

As embalagens com o selo “Feito com Cimento Mauá” chegam aos pontos de venda ainda neste mês. Simultaneamente, será veiculada nas principais mídias de rádio e televisão a campanha publicitária, intitulada “A Tropa de Elite da sua Obra”. Também serão afixados adesivos em ônibus das principais linhas do Rio de Janeiro, Niterói e São Gonçalo (RJ), além dos balcões e paredes dos pontos de venda de materiais para construção. Entre as peças também estão previstos banners de incentivo à compra e catálogos – técnico e de bolso – para auxiliar as equipes de venda.

Fonte: S2Publicom

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