Casas e imóveis atraem pequenos investidores.

novembro 3, 2012 by lmenezes · Comentários desativados
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No segundo semestre, lançamentos residenciais mais focados em investidores apresentaram alta velocidade de vendas

Os pequenos investidores do mercado imobiliário residencial voltaram ao setor com mais força neste segundo semestre, disse José Roberto Federighi, diretor da Brasil Brokers SP, durante a sexta edição da Conferência Cityscape Latin America, realizada esta semana em São Paulo.

Segundo Federighi, durante 2011 e início deste ano, os investidores acostumados a comprar geralmente duas ou três unidades por empreendimento, visando a uma valorização futura, haviam recuado. Mas, com a recente implantação da política de corte dos juros no País, informa o diretor, esses investidores retornaram ao mercado com mais poder de compra, acelerando a velocidade de vendas dos imóveis.

“A maioria dos projetos destinada a investidores teve grande sucesso de vendas e velocidade de comercialização acima do normal, como 10 dias ou uma semana”, disse o diretor. “Temos exemplo disso em São Paulo, em Santos e no ABC”, completou Federighi. Já condomínios para o cliente final têm atualmente 35% das unidades vendidas no lançamento, informou.

Alguns analistas acreditam que a formação de uma bolha imobiliária poderia ser iniciada justamente por conta desses investidores especulativos. Em artigo publicado em janeiro na revista Construção Mercado, o coordenador do Núcleo de Real Estate da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (NRE-Poli), João da Rocha Lima, afirmou que entre os “indutores de desarticulação” do mercado está a “forte presença de investidores desinformados, em certos casos também vestidos de especuladores”.

Romário Ferreira, da revista Construção Mercado

Fonte: Pini Web

Casas para alugar alternativas a fiador incluem até cartão de crédito.

agosto 24, 2012 by lmenezes · Comentários desativados
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Conheça os prós e os contras de cada modalidade de garantia, para locadores e locatários

Aluguel de imóveis: outras quatro modalidades de garantia além do fiador já são usadas.

São Paulo – No fim do ano passado, a Caixa lançou o Cartão Aluguel, uma espécie de cartão de crédito voltado para o pagamento de aluguéis, em que o próprio banco funciona como fiador. O cartão ainda está em fase piloto, sendo oferecido por apenas quatro imobiliárias nos estados de São Paulo e Goiás, e ainda não tem previsão de lançamento nacional. Mas de acordo com o sócio-proprietário de uma delas, André Luis de Souza Jr., da Imobiliária Ato, o número de contratos de aluguel fechados em fevereiro com a utilização desse cartão como fiança subiu 30%.

O cartão da Caixa funciona como um cartão de crédito – o banco paga ao proprietário e o inquilino paga as faturas do cartão ao banco – o que, em tese, funciona como uma garantia. Para o sócio-proprietário da Ato, o produto é seguro para o proprietário e ainda conta com as vantagens de eliminar a burocracia e agilizar o processo de locação. Já para o locatário, o produto tem as vantagens de dispensar fiador e depósitos vultosos de uma só tacada, além de ser mais barato que os seguros-fianças disponíveis no mercado.

Ainda é cedo para dizer se a modalidade vai se tornar popular. Apenas 300 imobiliárias foram cadastradas em todo país para operar esse tipo de garantia, e segundo Carlos Samuel Freitas, diretor de locação da AssociaçãoBrasileira das Administradoras de Imóveis (ABADI), o mercado ainda não tem informações suficientes a respeito do produto para avaliar seu possível sucesso.

Contudo, é fato que outras modalidades de fiança já entraram na pauta de proprietários e inquilinos de todoBrasil. Atualmente, a figura do fiador ainda é mais popular, presente em cerca de 60% dos contratos de aluguel. Para Freitas, essa preferência é mais uma questão de costume do que de segurança. Mas o seguro-fiança – operado por seguradoras – já ocupa uma fatia de 25% do universo de contratos.

Também existem outras modalidades menos utilizadas, como o depósito-caução e o título de capitalização. Em breve, é possível que seja aprovado o aluguel consignado, conforme prevê projeto de lei já recém-apresentado na câmara. “Com a mudança na Lei do Inquilinato, já é possível alugar até sem garantia, no caso de locatários com renda alta e estabilidade no emprego. É possível até pedir o pagamento antecipado”, explica do diretor de locação da ABADI.

Mas qual é a forma mais segura para os proprietários ou mais em conta para os locatários? Conheça cada uma das modalidades e entenda as vantagens e desvantagens de cada uma.

Fiador

A figura do fiador é quase folclórica no mercado de locação, mas a sensação de segurança que ela causa no proprietário pode ser ilusória. Para ser fiador, uma pessoa precisa ser dona de pelo menos um imóvel quitado, que servirá de garantia no caso de inadimplência do locatário.

Para o locatário, certamente arrumar um fiador sai mais em conta do que qualquer outra modalidade de garantia. Mas além da burocracia que a fiança envolve, alguns proprietários fazem restrições quanto aos imóveis que servirão de garantia. Há quem exija que o bem esteja localizado em cidades ou estados determinados, ou ainda que o fiador seja dono de mais de um imóvel.

Outro problema é o fato de o fiador poder se exonerar de suas responsabilidades quando o contrato chega ao fim e passa a ter prazo indeterminado, segundo a nova Lei do Inquilinato. Nesse caso, o locatário tem 30 dias para apresentar novo fiador, sob risco de ser despejado liminarmente.

Para o proprietário, o fiador também pode ser arriscado. Caso o único imóvel posto em garantia seja o imóvel em que vive o próprio fiador, é possível que a Justiça o considere bem inalienável. Em alguns casos, o proprietário nunca chega a ver o dinheiro que lhe é devido. “Acaba sendo arriscado, pois sempre há uma circunstância ‘triste’ que a Justiça pode levar em consideração em detrimento do proprietário”, diz o consultor financeiro Mauro Calil.

Seguro-fiança

Comercializado por seguradoras, o seguro-fiança dispensa a figura do fiador e costuma custar o valor de um aluguel e meio. Em caso de inadimplência, o prêmio é pago ao proprietário. “O seguro-fiança é muito mais seguro que a fiança convencional, e atualmente há uma inclinação muito grande dos proprietários a preferirem esse tipo de modalidade”, afirma Carlos Samuel Freitas, da ABADI.

O locatário pode se beneficiar da reduzida burocracia e do fato de ser possível parcelar o valor do seguro em até 12 vezes. A apólice é renovada anualmente, como um seguro de carro ou de residência. O problema é que esse valor não poderá ser reavido, mesmo que o pagamento do aluguel seja pontual. Ou seja, ao final de um ano, o locatário terá pago treze aluguéis e meio em vez de apenas doze.

Cartão Aluguel Caixa

O cartão aluguel funciona como um cartão de crédito comum, com limites sujeitos à análise de crédito. Para os locatários, o produto sai mais em conta que os seguros-fiança, pois seu custo total anual equivale a cerca de 80% do valor de um aluguel – 96 reais de anuidade parcelada em até 12 vezes e uma taxa de 6,67% ao mês.

A renda mínima mensal também é baixa, de apenas mil reais, e o cartão pode ser usado também como cartão de crédito comum. Operando com as bandeiras MasterCard e Visa, o produto conta com um limite-aluguel e um limite rotativo, para outros tipos de pagamento. É claro que esse produto é vantajoso para quem poderá honrar com o pagamento das faturas, pois em caso de inadimplência, o locatário deverá pagar juros, como em um cartão de crédito comum.

“O cartão é um produto interessante se locador e locatário tiverem conta na Caixa. Mas se for preciso abrir uma conta para fazer o cartão pode não ser muito bom para o locatário, pois aí entram as tarifas bancárias”, explica o consultor financeiro Mauro Calil. Nesse caso, se o seguro-fiança estiver disponível vale a pena calcular na ponta do lápis qual modalidade sairia mais em conta.

Depósito-caução
Mais raro, o depósito-caução é utilizado, atualmente, em menos de 10% dos contratos de locação. “Geralmente essa modalidade é utilizada em imóveis mais difíceis de alugar, pois é uma garantia que se esvai com muita rapidez”, diz Carlos Samuel Freitas, da ABADI.

Isso porque, por Lei, essa modalidade prevê o depósito de apenas três meses de aluguel em uma conta-poupança. Mas de acordo com Freitas, esse tempo é curto caso o proprietário entre com uma ação de despejo por inadimplência. “Mesmo que os despejos estejam mais rápidos, dependendo do caso, o processo ainda pode levar até um ano”, explica.

Mas o locatário que tiver a oportunidade de lançar mão dessa modalidade de garantia deve aproveitar. Embora precise ter na mão o equivalente a quatro meses de aluguel para quitar o primeiro pagamento e fazer o depósito, o locatário poderá reaver o dinheiro depositado ao final do contrato, corrigido pela poupança. É, de longe, o tipo de garantia mais vantajosa para o locatário. “Essa é a modalidade mais democrática para os dois lados”, diz Mauro Calil.

Título de Capitalização

Raríssimo, o título de capitalização funciona como o depósito-caução, porém permite o depósito de mais de três meses de aluguel. O locatário pode reaver o dinheiro ao fim do contrato e o proprietário pode ficar garantido por um longo período. O problema é que um título longo pode exigir do locatário um depósito inicial muito vultoso – de um ano de aluguel, por exemplo, em uma só tacada – e a maioria das pessoas não tem esse dinheiro na mão.

Outra desvantagem do título é o prazo. Em geral eles são de 30 meses, o equivalente a um contrato padrão de aluguel. Porém, caso o locatário deseje sair do imóvel antes de terminar o prazo, não vai conseguir reaver o valor total aplicado no título. O mesmo risco atinge o proprietário. Em caso de inadimplência, ele deverá esperar até o vencimento para ver a cor do dinheiro, pois se resgatar antes do tempo poderá não completar o valor que lhe é devido. “Títulos de capitalização penalizam resgates antes do vencimento”, diz Mauro Calil.

Fonte: Exame

Apartamentos para vender na índia terão piscina ao invés de varanda.

julho 4, 2012 by lmenezes · Comentários desativados
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Varandas se transformam em piscinas (Foto: Reprodução da internet Extra Online)

Um grupo de arquitetos resolveu inovar na construção de varandas para dois prédios que serão construídos em Mumbai, na Índia. No lugar de um espaço para cadeiras e mesas, eles colocaram piscinas cercadas de vidro. Conhecido como “Aquaria Grande”, os arranha-céus de 37 andares foram o resultado de uma colaboração entre o arquiteto James Law, de Hong Kong, com a companhia indiana Wadhwa Group, informou o jornal Daily Mail.

O complexo terá 200 apartamentos, três níveis de estacionamento, um ginásio e sauna. O projeto vem dividindo opiniões, sendo batizado de “pesadelo arquitetônico” por uns e ‘complexo de prédios residenciais inacreditáveis” por outros. Se o empreendimento for um sucesso, com certeza terá interessados no calor do Brasil.

Fonte: Jornal Extra

Imóvel com churrasqueira invadem área nobre da casa.

julho 4, 2012 by lmenezes · Comentários desativados
Filed under: Arquitetura 

Elas saíram do quintal e das áreas de lazer para se tornar peças de destaque no interior de casas e apartamentos

Churrasqueiras a gás, embutidas na bancadada cozinha, são boas opções para apartamentos

Impossível pensar em uma área de lazer de residência brasileira sem uma churrasqueira. Considerado um prato típico de nosso País, o churrasco é muito mais que uma refeição. Ele representa um momento de confraternização, de união em torno do ritual de se alimentar, onde todos se reúnem ao redor da comida e observam o prato ficar pronto.

Para tanto é fundamental que o espaço para churrascos ganhe destaque na hora da construção. Em praticamente todas as casas e edifícios a área de churrasqueira ganha atenção especial.

E a popularidade tornou essa área da casa bastante democrática quando se fala em acabamento. ”O tijolo aparente ainda é a opção mais utilizada, mas fazemos muitas churrasqueiras de cerâmica, pastilhas de vidro e até madeira”, afirma Cidinha Batista, da Império Grill, especializada na construção de churrasqueiras. ”Também pode-se usar revestimentos de fibra natural ou sintética, pedra natural filetada, mármore, granito, grafiato, textura”, completa a arquiteta Nathália Zambon Montans.

Ela lembra também que uma tendência bastante consolidada atualmente é a integração das churrasqueiras com a cozinha e área social das casas. ”Isso traz maior praticidade e conforto. Dessa maneira utiliza-se apenas uma estrutura de armário, geladeira e fogão”, explica. Sofás, banquetas, mesas e chaises em materiais de fácil limpeza completam o clima de aconchego, permitindo que convidados fiquem próximos de quem está preparando a comida.

Na hora da construção, alguns detalhes garantem que a fumaça não atrapalhe. Segundo Cidinha, é necessário que a chaminé fique em média 3,5 metros de altura do chão, sendo que 50 centímetros precisam estar acima do telhado, em uma área onde existe boa circulação de ar. ”Também é importante ter uma chaminé com um diâmetro de 23 a 25 centímetros. Se a coifa não puder ser reta até o topo e precisar sofrer algum desvio, ele não deve passar de 45 graus. Assim podemos garantir que a fumaça seja puxada para fora da churrasqueira”, ensina.

Para quem não consegue construir uma estrutura adequada de chaminé, Nathália lembra que existem as churrasqueiras de pedra vulcânica e elétricas, que não produzem fumaça. ”E para quem não conhece alguém especializado nesse tipo de construção, existem os modelos pré-moldados”, afirma.

Fonte: Folha de Londrina

Comprar casa em Orlando, Brasileiros estão entre os que mais compram.

junho 28, 2012 by lmenezes · Comentários desativados
Filed under: Economia 

No Brasil, as cidades de São Paulo e Rio de Janeiro possuem um dos mercados imobiliários mais aquecidos do País. Mas não é só por aqui que os brasileiros gostam de comprar casas. Em Orlando, na Flórida, os brasileiros estão entre os estrangeiros que mais adquirem imóveis.

De acordo com o estudo ’10 Hot Spots for Global Homebuyers’ (10 pontos quentes para compradores globais) os brasileiros, junto com os canadenses e os ingleses, estão entre os estrangeiros que mais compram imóveis em Orlando. A cidade é a terceira mais procurada pelos compradores estrangeiros, em lista liderada por Lakeland, também na Flórida.

Orlando está à venda

De acordo com o estudo, dos estrangeiros que compram casas em Orlando, 46,1% são do Canadá, 10,3% são do Reino Unido e 7,6% são do Brasil. O levantamento também avaliou os motivos que estão levando os estrangeiros a comprar imóveis na região e chegou a conclusão que a principal razão é o fato de que Orlando está à venda, “literalmente”.

Além disso, de acordo com a corretora Zola Szerencses, o local é financeiramente acessível aos estrangeiros. Ainda falando das regiões mais procuradas pelos estrangeiros nos Estados Unidos, Miami é destaque entre os argentinos e venezuelanos.

Das casas vendidas em Miami para os estrangeiros, 70,5% foram compradas por pessoas que residem no Canadá, seguido por 2,9% de estrangeiros residentes na Argentina e 2,3%, na Venezuela.

Os dados da pesquisa, porém, contrastam com outro estudo conduzido pelo NAR (National Association of Realtors – associação que representam os corretores de imóveis nos EUA) em outubro de 2011 que apontou que os venezuelanos eram os maiores compradores de imóveis em Miami (15%), seguidos pelos brasileiros (12%), argentinos (11%) e canadenses (10%).

Por: Viviam Klanfer Nunes

Fonte: InfoMoney

Calcule para quanto irá o aluguel a partir de março

junho 18, 2012 by lmenezes · Comentários desativados
Filed under: aluguel 

Com a deflação de 0,06% registrada em fevereiro pelo IGP-M (Índice Geral de Preços do Mercado), da FGV (Fundação Getúlio Vargas), a variação acumulada desse indicador no período de 12 meses totaliza 3,43%.

Esse percentual, que compreende o período de março de 2011 a fevereiro de 2012, deve ser aplicado aos contratos de locação residencial em andamento que aniversariam em março e têm cláusula de reajuste pelo IGP-M, cerca de 90% dos aluguéis do mercado.

Assim, um inquilino que pagava R$ 900,00 de aluguel entre março de 2011 e fevereiro de 2012, com os 3,43% de reajuste passará a desembolsar R$ 930,87 a partir deste mês de março.

Para facilitar o cálculo do reajuste, basta multiplicar o valor pago atualmente por 1,0343. A conta é válida exclusivamente para os contratos com aniversário em março e reajuste anual pelo IGP-M.

Fonte: R7

Casas para alugar com vencimento em maio subirá 10,6%.

junho 18, 2012 by lmenezes · Comentários desativados
Filed under: aluguel 

Reajuste, segundo o Secovi-SP, é o menor de 2011. Percentual corresponde à variação do IGP-M.

Os contratos de locação com reajuste anual atrelado ao IGP-M (Índice Geral de Preços do Mercado) e aniversário em maio terão o menor reajuste deste ano, com variação percentual de 10,60%. Isso corresponde à variação do indicador da FGV (Fundação Getúlio Vargas) no período de maio de 2010 a abril deste ano.

“Cerca de 90% do mercado de locação adota o indicador por ele ser o único divulgado na mudança do mês, isto é, o IGP-M é o primeiro índice a ser divulgado em cada período”, explica Roberto Akazawa, gerente do Departamento de Economia e Estatística do Secovi-SP (Sindicato da Habitação). Ele explica que a adoção não é exclusiva do mercado de locação, sendo utilizado em outros contratos com previsão de atualização.

Apesar de o IGP-M balizar boa parte dos contratos de locação, existe sempre a possibilidade de negociação entre locador e locatário. “Neste momento, entretanto, o reajuste pela variação do IGP-M tende a ser aplicado de forma integral, porque a opção de se trocar de moradia locada se torna difícil por falta de imóveis em oferta”, observa Akazawa. A mais recente Pesquisa Secovi-SP sobre Valores de Locação Residencial detectou que em março os novos contratos de locação estavam 15,25% mais caros que em idêntico período do ano passado.

Cálculo da correção

Para calcular o reajuste, basta multiplicar o valor do aluguel pago até abril por 1,1060. Assim, se o aluguel era de R$ 800,00, a partir de maio será de R$ 884,80.

Fonte: Imovelweb

Imóveis à venda tem redução de taxa de juros e aumenta o ticket médio de imóveis novos

junho 7, 2012 by lmenezes · Comentários desativados
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Aumento do valor médio pago pelo consumidor na compra  de um imóvel novo e da velocidade de vendas. De acordo com o presidente da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Paraná (Ademi/PR), Gustavo Selig, estes devem ser os principais efeitos da redução da taxa de juros para financiamento imobiliário no mercado de lançamentos verticais. Os novos valores já estão sendo praticados pela CAIXA e foram anunciados na manhã de hoje (1/6) pelo Banco do Brasil.

“O ticket médio dos apartamentos novos deve aumentar entre 8% e 15%, dependendo do padrão do imóvel, pois, com a redução da taxa, ocorre também uma diminuição no valor das parcelas, criando a oportunidade de o cliente partir para um imóvel maior ou com melhor localização”, explica Selig. Atualmente, o valor médio de compra para um apartamento novo, em Curitiba, varia de R$ 215 mil a R$ 1,94 milhão, dependendo do padrão.
Selig também acredita que a Velocidade de Novos Sobre a Oferta (VNSO) deve se manter próximo a 10, índice mantido desde 2008 e que corresponde ao dobro da média histórica atribuída à capital paranaense, antes do período. “Isto fará com que o mercado permaneça em crescimento e aquecimento, ainda que não signifique um aumento no faturamento de construtoras e incorporadoras”, avalia Selig.
O presidente da entidade descarta a possibilidade de um maior endividamento do consumidor em virtude da redução dos juros para empréstimos imobiliários. “O problema não é existir a dívida, mas sim ela estar acima da renda que o cliente possui. A redução da taxa de juros vai contribuir para que isto não aconteça”, defende Selig.

Fonte: Parana Shop

“O ticket médio dos apartamentos novos deve aumentar entre 8% e 15%, dependendo do padrão do imóvel, pois, com a redução da taxa, ocorre também uma diminuição no valor das parcelas, criando a oportunidade de o cliente partir para um imóvel maior ou com melhor localização”, explica Selig. Atualmente, o valor médio de compra para um apartamento novo, em Curitiba, varia de R$ 215 mil a R$ 1,94 milhão, dependendo do padrão.Selig também acredita que a Velocidade de Novos Sobre a Oferta (VNSO) deve se manter próximo a 10, índice mantido desde 2008 e que corresponde ao dobro da média histórica atribuída à capital paranaense, antes do período. “Isto fará com que o mercado permaneça em crescimento e aquecimento, ainda que não signifique um aumento no faturamento de construtoras e incorporadoras”, avalia Selig.O presidente da entidade descarta a possibilidade de um maior endividamento do consumidor em virtude da redução dos juros para empréstimos imobiliários. “O problema não é existir a dívida, mas sim ela estar acima da renda que o cliente possui. A redução da taxa de juros vai contribuir para que isto não aconteça”, defende Selig.

Imóveis à venda em São Paulo que são favoritos de estrangeiros.

junho 4, 2012 by lmenezes · Comentários desativados
Filed under: Imóveis 

Franceses, alemães, holandeses, americanos e japoneses buscam diferentes tipos de residência quando decidem morar no Brasil

O bairro favorito das famílias francesas, por exemplo, é a região da Vila Mariana, Parque Ibirapuera, Vila Nova Conceição e Moema, pela proximidade com uma tradicional escola bilíngue francesa. Segundo Sílvia, os franceses vêm geralmente muito bem informados acerca dos bairros da cidade e alguns inclusive já vêm com o local na cabeça. Ela nota também que os franceses são um pouco menos preocupados com segurança, mas prezam por casas espaçosas, com direito a um bom jardim e piscina para aliviar o calor.

No caso dos americanos, o processo de escolha é um pouco mais complexo. Além de priorizarem a proximidade com o local de trabalho, a maioria das empresas para as quais trabalham proíbe que seus funcionários aluguem residências fora de condomínios fechados. A maioria das companhias contrata agências de controle de risco para que a área na qual o imóvel se encontra seja mapeada e avaliada quanto à segurança. A região dos Jardins e Moema são as preferidas deste público.

Famílias oriundas dos Países Baixos, segundo Sílvia, procuram imóveis com boa iluminação. Por conta do inverno longo e de dias curtos em sua terra natal, holandeses, por exemplo, chegam aos trópicos procurando um lar com janelas grandes e muita luz. A maioria opta por apartamento.

Quanto aos alemães, há uma tendência de se fixar em bairros já conhecidos por terem abrigado em outros tempos imigrantes. O Alto da Boa Vista, por exemplo, recebeu na década de 50 uma leva de imigrantes alemães. O bairro ainda hoje exibe traços da colonização e faz com que os expatriados sintam-se acolhidos. Escolas e restaurantes de origem alemã, fora o fato de ser um bairro arborizado e com uma boa oferta de casas, imóveis preferidos deste público, são os grandes atrativos da região.

Nem mesmo executivos que vem da terra do sol nascente, o Japão, chegam a São Paulo sem ter um local previamente escolhido. Os japoneses, explica Sílvia, tem um grande apreço pelo bairro do Paraíso, que se justifica pela quantidade de restaurantes orientais e a presença da colônia no bairro vizinho da Liberdade. Curiosamente, de acordo com Sílvia, a maioria tem como requisito apartamentos cuja suíte seja munida de banheira.

Fonte: Exame

Imóveis à venda podem atrasar a entrega por causa da queda da taxa de juros

junho 4, 2012 by lmenezes · Comentários desativados
Filed under: Economia 

Com a redução da taxa básica de juros para 8,5%, anunciada pelo Copom, na última quarta-feira (8), muitos bancos públicos e privados divulgaram as reduções nas suas taxas de financiamento, principalmente a do financiamento imobiliário, que já estarão menores na próxima semana.

A expectativa agora é que o setor imobiliário volte a ficar aquecido, já que no início do ano os juros do empréstimo estavam elevados e os consumidores não se mostravam propensos a comprar imóveis, no entanto, esse aquecimento pode trazer riscos para o consumidor.

Na opinião do especialista em direito imobiliário, Marcelo Tapai, o risco de o País sofrer com os atrasos novamente é muito alto. Isso porque o déficit habitacional no Brasil ainda é levado e muitas pessoas esperam os juros baixar para comprar o imóvel, o que provoca a corrida de lançamentos pelas construtoras, que muitas vezes não tem estruturas e nem caixa para erguer tais empreendimentos.

“As construtoras têm um limite de obras que podem financiar com os bancos e, quando lançam mais empreendimentos do que conseguem financiar, inevitavelmente atrasam as obras”, explica o especialista.

Histórico

A partir de 2008, o mercado de compra e venda de imóveis deu um salto no Brasil e a construtoras lançaram centenas de empreendimentos, que vendiam em um único fim de semana, no entanto, o resultado não foi o esperado. A maioria dos empreendimentos teve a entrega atrasada e, atualmente, a Justiça está repleta de ações de proprietários insatisfeitos.

Por: Welington Vital de Oliveira

Fonte: InfoMoney