Imóveis para vender com criatividade é a nova arma para vender imóveis.

agosto 24, 2012 by lmenezes · Comentários desativados
Filed under: Economia 

ferecer um bom imóvel, com ampla infraestrutura, equipamentos de lazer e uma boa campanha de divulgação na TV, fôlderes e classificados. A fórmula que até certo tempo atrás garantia uma boa visibilidade e a captação de clientes aos empreendimentos imobiliários já não é suficiente. Para arrematar a preferência dos compradores em um mercado aquecido e ao mesmo tempo acirrado, incorporadoras, construtoras e imobiliárias estão inventando e inovando na maneira de projetar e comunicar sobre o lar de moradores em potencial.

Uma tendência que vem ganhando força em Porto Alegre e já pode ser vista em alguns lançamentos é a flexibilidade da planta. A Construtora Rotta Ely apostou no conceito para o empreendimento Simple, em lançamento no bairro Higienópolis. Com foco nas mudanças na composição da família brasileira, a empresa disponibiliza dez possibilidades de planta, passando por lofts até a escolha do número de dormitórios. O diretor da companhia Pedro Rotta Ely explica que a estratégia visa a alcançar diferentes públicos em um único local. “Procuramos atender desde solteiros até pequenos núcleos familiares porque há uma tendência em morar perto do trabalho e com múltiplas conveniências”, diz o executivo.

Além de deixar nas mãos dos clientes a escolha da planta, a Rotta Ely investiu em uma estratégia de divulgação pouco convencional. A empresa colocou nas ruas de Porto Alegre uma vitrine móvel, que consiste em um baú com paredes de acrílico montado na carroceria de um caminhão. Dentro dele, um espaço decorado com os mesmos conceitos empregados no Simple. A vitrine já passou por parques e avenidas movimentadas da Capital. Além de percorrer as ruas, a vitrine se abre para que promotoras e corretores apresentem o empreendimento ao público. “Procuramos não tratar os empreendimentos da mesma forma, tanto na concepção quanto na forma de comunicar e promover”, argumenta Ely.

Buscar a diferenciação é fator apontado por agentes do setor como a única saída para continuar conquistando a preferência do público. Foi pensando nisso que a Uma Incorporações idealizou o Marquis Moinhos. Localizado em uma das áreas mais nobres da cidade, o empreendimento de alto padrão foi projetado para – além das plantas mais tradicionais – dar a duas famílias a possibilidade de viver em um ambiente similar a uma casa, mas com as facilidades condominiais e a segurança de um edifício. Os projetos do primeiro andar e da cobertura diferem das demais do condomínio. O primeiro pavimento, chamado Garden, é composto do ambiente interno, com direito a espaço gourmet dentro do apartamento, além da ampla área de lazer externa. A cobertura é um apartamento duplex, com a área social no andar mais baixo e quartos no andar superior, a fim de dar mais privacidade aos moradores.

“A diferenciação é fundamental, pois as pessoas passam a valorizar o produto; caso contrário, vira uma commodity e nós não queremos nem podemos ser, então precisamos nos diferenciar”, alega o diretor da Uma Incorporações, Antônio Ulrich. Ele explica que os pilares da companhia são justamente buscar áreas excepcionais da cidade, investindo em acabamento e materiais de qualidade superior à maioria do mercado. Como resultado: imóveis milionários que contemplam opcionais fora do mercado usual, caindo no gosto do público-alvo da empresa.

Sala com exibição de vídeo em 3D garante resultado

Para prender a atenção dos clientes, a Brookfield, de São Paulo, realizou uma ação tão inovadora que atraiu os olhos desde trabalhadores dos canteiros de obras até profissionais da concorrência. Recentes lançamentos da companhia nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília e Curitiba ganharam um plantão de vendas especial, com a instalação de uma sala de exibição em 3D que realizava um passeio pelos empreendimentos.

Todos os detalhes foram pensados, desde a área externa, os espaços de lazer, os cômodos do apartamento e até a vista para a vizinhança. “Essa foi uma apresentação do produto que ninguém havia feito, e o resultado foi muito positivo não só em vendas, mas gerou uma impressão muito boa na empresa”, explica o superintendente de incorporações da Brookfield em Curitiba, Daniel Xavier. O executivo acrescenta que a companhia sempre se posicionou na vanguarda, e que essas ações sempre resultam em maior valor de marca e produto.

No caso do cinema em 3D, o desenvolvimento foi mais trabalhoso e também mais caro – o dobro do investimento usualmente despendido em uma estratégia promocional comum – mas gerou mídia espontânea, um volume de visitação maior e efetivação de vendas, já que os clientes tiveram acesso a uma demonstração mais fidedigna do produto adquirido.

Palestras e coquetéis recrutam consumidores

Não só as construtoras e incorporadoras apostam em novos métodos para atrair clientes. A Imobiliária Rial também vem desenvolvendo ações diferenciadas para ganhar competitividade. Além de querer ganhar mercado, a empresa inova em busca da própria sobrevivência e renovação, já que atua em um mercado onde players maiores e até de nível nacional são fortes concorrentes.

O diretor de lançamentos Mateus Facchin revela que são realizados coquetéis, “arrastões” em praças, onde corretores demonstram as ofertas da empresa para quem está passeando, e até palestras, com foco em investimentos imobiliários. “Estamos buscando levar a oportunidade até o nosso cliente, seja ele morador ou investidor”, afirma. “Primeiramente, o foco é chegar até o cliente, independentemente da concorrência”, completa o dirigente.

Facchin ressalta, entretanto, que é preciso se aperfeiçoar para manter a sanidade e a vida de uma companhia nesse e em outros mercados. “Hoje, não só as imobiliárias, mas concessionárias de automóveis e outros empreendimentos, se não adotarem um trabalho ativo e agressivo, vão ficar para trás”, sentencia.

Mayara Bacelar

Fonte: Jornal do Comércio

Imóvel com churrasqueira invadem área nobre da casa.

julho 4, 2012 by lmenezes · Comentários desativados
Filed under: Arquitetura 

Elas saíram do quintal e das áreas de lazer para se tornar peças de destaque no interior de casas e apartamentos

Churrasqueiras a gás, embutidas na bancadada cozinha, são boas opções para apartamentos

Impossível pensar em uma área de lazer de residência brasileira sem uma churrasqueira. Considerado um prato típico de nosso País, o churrasco é muito mais que uma refeição. Ele representa um momento de confraternização, de união em torno do ritual de se alimentar, onde todos se reúnem ao redor da comida e observam o prato ficar pronto.

Para tanto é fundamental que o espaço para churrascos ganhe destaque na hora da construção. Em praticamente todas as casas e edifícios a área de churrasqueira ganha atenção especial.

E a popularidade tornou essa área da casa bastante democrática quando se fala em acabamento. ”O tijolo aparente ainda é a opção mais utilizada, mas fazemos muitas churrasqueiras de cerâmica, pastilhas de vidro e até madeira”, afirma Cidinha Batista, da Império Grill, especializada na construção de churrasqueiras. ”Também pode-se usar revestimentos de fibra natural ou sintética, pedra natural filetada, mármore, granito, grafiato, textura”, completa a arquiteta Nathália Zambon Montans.

Ela lembra também que uma tendência bastante consolidada atualmente é a integração das churrasqueiras com a cozinha e área social das casas. ”Isso traz maior praticidade e conforto. Dessa maneira utiliza-se apenas uma estrutura de armário, geladeira e fogão”, explica. Sofás, banquetas, mesas e chaises em materiais de fácil limpeza completam o clima de aconchego, permitindo que convidados fiquem próximos de quem está preparando a comida.

Na hora da construção, alguns detalhes garantem que a fumaça não atrapalhe. Segundo Cidinha, é necessário que a chaminé fique em média 3,5 metros de altura do chão, sendo que 50 centímetros precisam estar acima do telhado, em uma área onde existe boa circulação de ar. ”Também é importante ter uma chaminé com um diâmetro de 23 a 25 centímetros. Se a coifa não puder ser reta até o topo e precisar sofrer algum desvio, ele não deve passar de 45 graus. Assim podemos garantir que a fumaça seja puxada para fora da churrasqueira”, ensina.

Para quem não consegue construir uma estrutura adequada de chaminé, Nathália lembra que existem as churrasqueiras de pedra vulcânica e elétricas, que não produzem fumaça. ”E para quem não conhece alguém especializado nesse tipo de construção, existem os modelos pré-moldados”, afirma.

Fonte: Folha de Londrina

Calcule para quanto irá o aluguel a partir de março

junho 18, 2012 by lmenezes · Comentários desativados
Filed under: aluguel 

Com a deflação de 0,06% registrada em fevereiro pelo IGP-M (Índice Geral de Preços do Mercado), da FGV (Fundação Getúlio Vargas), a variação acumulada desse indicador no período de 12 meses totaliza 3,43%.

Esse percentual, que compreende o período de março de 2011 a fevereiro de 2012, deve ser aplicado aos contratos de locação residencial em andamento que aniversariam em março e têm cláusula de reajuste pelo IGP-M, cerca de 90% dos aluguéis do mercado.

Assim, um inquilino que pagava R$ 900,00 de aluguel entre março de 2011 e fevereiro de 2012, com os 3,43% de reajuste passará a desembolsar R$ 930,87 a partir deste mês de março.

Para facilitar o cálculo do reajuste, basta multiplicar o valor pago atualmente por 1,0343. A conta é válida exclusivamente para os contratos com aniversário em março e reajuste anual pelo IGP-M.

Fonte: R7

Imóveis à venda em SP concentra mais de um terço do valor dos lançamentos do País

junho 7, 2012 by lmenezes · Comentários desativados
Filed under: Economia 

SÃO PAULO – Os lançamentos imobiliários na região Metropolitana de São Paulo atingiram VGV* (Valor Geral de Vendas) de R$ 30,5 bilhões em 2011, o que representa 36% de todo valor dos lançamentos do País no ano passado. Os dados são do anuário do Mercado Imobiliário Brasileiro 2011, desenvolvido pela área de Inteligência de mercado da imobiliária Lopes.

De acordo com o estudo, foram 509 lançamentos na região, distribuídos em 448 empreendimentos residenciais verticais, 60 conjuntos comerciais e um hotel. O preço médio do metro quadrado foi de R$ 5.010 para apartamentos, de R$ 9.240 para conjuntos comerciais e de R$ 11.530 para unidades hoteleiras.

Outras cidades A região da Grande Rio de Janeiro, por sua vez, registrou VGV de R$ 9,7 bilhões, com 181 empreendimentos, que totalizaram 483 torres e 34.137 unidades. O preço médio do metro quadrado dos apartamentos na região foi de R$ 4.250.

Já o Distrito Federal é a terceira praça em valor de lançamentos, representando 8% do VGV total de 2011 – R$ 6,7 bilhões. Lá, foram lançados 88 empreendimentos, em um total de 143 torres e 18.844 unidades. Destes, 81% eram residenciais verticais, 16% comerciais e 3% hotéis.

O tíquete médio geral dos apartamentos lançados no DF ficou em R$ 298 mil, com preço médio de metro quadrado de R$ 5.510. Em Brasília, o tíquete médio ficou em R$ 888 mil e o preço médio do metro quadrado em R$ 10.420.

No total, Os lançamentos imobiliários no Brasil atingiram o valor de R$ 86 bilhões em 2011. De acordo com a Lopes, estas três regiões somaram 55% do VGV nacional.

*O VGV é um valor calculado pela soma do valor potencial de venda de todas as unidades de um empreendimento que será lançado

Fonte: Infomoney

Imóveis à venda podem atrasar a entrega por causa da queda da taxa de juros

junho 4, 2012 by lmenezes · Comentários desativados
Filed under: Economia 

Com a redução da taxa básica de juros para 8,5%, anunciada pelo Copom, na última quarta-feira (8), muitos bancos públicos e privados divulgaram as reduções nas suas taxas de financiamento, principalmente a do financiamento imobiliário, que já estarão menores na próxima semana.

A expectativa agora é que o setor imobiliário volte a ficar aquecido, já que no início do ano os juros do empréstimo estavam elevados e os consumidores não se mostravam propensos a comprar imóveis, no entanto, esse aquecimento pode trazer riscos para o consumidor.

Na opinião do especialista em direito imobiliário, Marcelo Tapai, o risco de o País sofrer com os atrasos novamente é muito alto. Isso porque o déficit habitacional no Brasil ainda é levado e muitas pessoas esperam os juros baixar para comprar o imóvel, o que provoca a corrida de lançamentos pelas construtoras, que muitas vezes não tem estruturas e nem caixa para erguer tais empreendimentos.

“As construtoras têm um limite de obras que podem financiar com os bancos e, quando lançam mais empreendimentos do que conseguem financiar, inevitavelmente atrasam as obras”, explica o especialista.

Histórico

A partir de 2008, o mercado de compra e venda de imóveis deu um salto no Brasil e a construtoras lançaram centenas de empreendimentos, que vendiam em um único fim de semana, no entanto, o resultado não foi o esperado. A maioria dos empreendimentos teve a entrega atrasada e, atualmente, a Justiça está repleta de ações de proprietários insatisfeitos.

Por: Welington Vital de Oliveira

Fonte: InfoMoney