Brasil tem recorde de capital estrangeiro em imóveis.

novembro 3, 2012 by lmenezes · Comentários desativados
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Estudo da Ernst & Young diz que o País está à frente de EUA e China. Em dez anos, o PIB do setor poderá chegar a R$ 270 bilhões

Neste ano, o mercado de imóveis no Brasil atingiu presença recorde de capitais vindos do exterior, aponta o estudo “Real Estate Report”, feito pela Ernst & Young Terco. Anualmente, projetos imobiliários correspondem a um montante entre R$ 5 bilhões a R$ 10 bilhões em investimentos estrangeiros e o PIB (Produto Interno Bruto) do setor pode chegar a R$ 270 bilhões em menos de dez anos.

O estudo diz que existe um déficit no mercado imobiliário e que para reduzi-lo seria preciso investir todo ano R$ 18 bilhões até 2030. “Isso para dar conta do déficit acumulado, sem considerar as necessidades de renovação de imóveis e fatores demográficos, como o crescimento populacional e a redução de habitantes por moradia”, diz o diretor de Fusões e Aquisições para o setor imobiliário da Ernst & Young Terço, Viktor Andrade.

Entretanto, a pesquisa ressalta os pontos positivos no cenário, como a grande demanda e o aumento da renda, além da maior lucratividade alcançada por quem constrói no País. “A margem bruta operacional do mercado imobiliário no Brasil é quase o dobro do que em países como Estados Unidos e China”, mostra o estudo, elogiando também o sistema de financiamento habitacional brasileiro “mais seguro, que impede grande parte das atitutes que levaram o mercado norte-americano ao colapso em 2008 – como a possibilidade de financiar mais de uma vez o mesmo imóvel”.

No mundo

Apesar de o mundo estar em crise financeira global, o Brasil continua bem no recebimento de investimentos estrangeiros, aparecendo à frente da Alemanha, França, Canadá, Índia e Japão, além dos já citados EUA e China.

Confiança

A pesquisa entrevistou líderes de multinacionais estrangeiras, apontando que 60% deles acreditam em um cenário positivo para investimentos no País em um futuro próximo. Outros 30% esperam um crescimento expressivo do mercado imobiliário e de construção já nos próximos dois anos.

Construções verdes

O estudo mostrou que o Brasil ocupa o 4º lugar do ranking mundial de construções verdes, com 51 prédios certificados e 525 em processo de certificação, atrás apenas dos Estados Unidos, Emirados Árabes Unidos e China, evidenciando que o País tem acompanhado as tendências dos maiores mercados mundiais.

Por Heraldo Marqueti Soares

Casas e imóveis para investir, o Brasil está em segundo lugar no mundo

novembro 3, 2012 by lmenezes · Comentários desativados
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Subindo uma posição, o país ultrapassou a China em levantamento mundial. Antes em 26º lugar entre as cidades mais promissoras, São Paulo atingiu a quarta posição

No ranking dos melhores países para se investir em imóveis, o Brasil ocupa a segunda posição neste ano – em 2011 o país estava em quarto lugar. Mas a maior surpresa para nós, brasileiros, ficou por conta da cidade de São Paulo, que subiu da 26ª colocação na mesma lista, para o cobiçado 4º lugar.
A avaliação é da Associação de Investidores Estrangeiros em Imóveis (Association of Foreign Investors in Real Estate, Afire), que lançou recentemente seu levantamento anual, com os principais lugares em que seus membros estão mais interessados em comprar imóveis.

Os EUA ainda são o lugar favorito entre os investidores. A China, segunda na lista em 2011, cedeu seu lugar para o Brasil em 2012. De acordo com a pesquisa, conduzida pela Wisconsin School of Business (EUA), os imóveis mais cobiçados neste ano estão nos seguintes países:

1. EUA (1º lugar há várias edições)
2. Brasil (4º lugar no ano passado)
3. China (2º lugar no ano passado)

As principais cidades no mundo para o investimento em 2012 são:

1. Nova York (1º lugar ano passado)
2. Londres (3º lugar no ano passado)
3. Washington, DC (2º lugar no ano passado)
4. São Paulo (26º lugar no ano passado)
5. São Francisco (10º lugar no ano passado)

Brasil

O destaque dado ao Brasil e à São Paulo é compreensível: o mercado interno brasileiro está crescendo incrivelmente. Empresas como a Caterpillar e a Deere estão investindo em operações de manufatura no país para crescer rapidamente no mercado de equipamentos de construção.

A indiana Tata Motors, proprietária das marcas Jaguar e Land Rover, também estaria construindo uma fábrica por aqui com o objetivo de atender à demanda de automóveis e, provavelmente, para evitar mais impostos sobre os carros importados, já que o governo aumentou recentemente a tributação sobre este segmento. Ditto, Nissan Motors e possivelmente a Volkswagen também planejam fazer o mesmo.

Para reportagem da Forbes, a história maior por trás desses números é que os EUA estão levando uma surra por conta das dificuldades internas do Congresso (a dificuldade em aprovar o aumento do teto da dívida americana é um bom exemplo) e da lenta recuperação econômica.

A Afire ressalta em sua pesquisa que os EUA continuam a ocupar a primeira posição em termos de potencial de valorização de imóveis, mas sua vantagem está diminuindo. A diferença que separa os países do primeiro e segundo lugar no ranking deste este ano é de 23,8 pontos percentuais, a menor desde 2008.

Fonte: Época Negócios

Kitnet para alugar use o cartão aluguel da CEF veja como funciona.

agosto 24, 2012 by lmenezes · Comentários desativados
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Recém-lançado pela Caixa Econômica Federal (CEF), o Cartão aluguel chegará ao mercado com a promessa de substituir as demais modalidades de fiança. Hoje, as mais comuns, segundo o Secovi Rio, são o fiador, o depósito, e o seguro-fiança que, apesar de ter registrado um forte crescimento, ainda pesa no bolso. Por ano, o locatário desembolsa, em média, o valor referente a um aluguel e meio.

O inquilino que optar pelo cartão pagará uma anuidade de R$96 (a ser quitada em 12 prestações de R$8) mais taxa de manutenção de 6,67% ao mês. Assim, quem tem contrato de mil reais, pagará R$1.067 mensais, o que, ao fim de um ano, representará um encargo de R$804. Ou seja, a taxa de manutenção anual valerá 80% de um aluguel mensal. Isso, sem contar a anuidade, que, tendo valor fixo, pesará mais no bolso dos inquilinos com contratos de valores mais baixos.

Renda mínima exigida será de mil reais – O cartão será oferecido nas bandeiras MasterCard e Visa, na modalidade internacional. Além de oferecer a linha de aluguel, ele funcionará como um cartão de crédito comum, podendo ser utilizado para a realização de compras em estabelecimentos comerciais. Dessa forma, o cartão terá dois limites independentes: o limite aluguel e o limite rotativo.

A renda mínima exigida será de mil reais, e não será possível efetuar saques utilizando o valor disponível para o aluguel. O cliente poderá optar entre três datas de vencimento: 6, 18 e 26.

Segundo o vice-presidente de pessoa física da Caixa, Fábio Lenza, a proposta do novo cartão é propiciar mais agilidade e modernizar o processo de locação. Os critérios para análise de crédito, diz, serão os mesmos já adotados para a aprovação do cartão de crédito. Hoje, segundo o Secovi Rio, o Índice de Velocidade de Locação (que mede o período médio que os imóveis demoram para ser alugados) é de 38 dias.

“A ideia é oferecer segurança e agilidade à operação, a um custo competitivo. Será como comprar, por exemplo, uma TV em 12 vezes. Ao usar o cartão pela primeira vez, as parcelas seguintes constarão automaticamente das próximas faturas”, explica.

A expectativa do banco é de que o novo produto já esteja disponível em todo país a partir do mês que vem. Por enquanto, o projeto piloto ficará restrito a quatro imobiliárias, de São Paulo e de Goiás.

“Hoje, quatro mil empresas já atuam como correspondentes imobiliários do banco, ou seja, são “miniagências” que, provavelmente, também oferecerão o produto. Dessa forma, esperamos vender cerca de 100 mil cartões já a partir de seu lançamento nacional. E chegar a um milhão em cinco anos”, diz o vice da Caixa.

Ideia pode ser seguida por outros bancos – Para o presidente do Sindicato da Habitação (Secovi Rio), Pedro Wähmann, a novidade é bem-vinda num mercado onde a procura por locação aumenta a todo vapor.

“A ideia de se criar uma nova garantia é muito saudável. Hoje, com a estabilização da economia, há muito mais gente com condições financeiras de alugar um imóvel. E muitos ainda esbarram em exigências que não conseguem cumprir, como achar, por exemplo um fiador que tenha mais de um imóvel. É claro que ainda é cedo para atestar a funcionalidade do cartão, mas acredito que, com o tempo, serão feitos ajustes”, afirma Wähmann, para quem a iniciativa da CEF deverá ser seguida por outros bancos.

Fonte: Zap

Imóvel com churrasqueira invadem área nobre da casa.

julho 4, 2012 by lmenezes · Comentários desativados
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Elas saíram do quintal e das áreas de lazer para se tornar peças de destaque no interior de casas e apartamentos

Churrasqueiras a gás, embutidas na bancadada cozinha, são boas opções para apartamentos

Impossível pensar em uma área de lazer de residência brasileira sem uma churrasqueira. Considerado um prato típico de nosso País, o churrasco é muito mais que uma refeição. Ele representa um momento de confraternização, de união em torno do ritual de se alimentar, onde todos se reúnem ao redor da comida e observam o prato ficar pronto.

Para tanto é fundamental que o espaço para churrascos ganhe destaque na hora da construção. Em praticamente todas as casas e edifícios a área de churrasqueira ganha atenção especial.

E a popularidade tornou essa área da casa bastante democrática quando se fala em acabamento. ”O tijolo aparente ainda é a opção mais utilizada, mas fazemos muitas churrasqueiras de cerâmica, pastilhas de vidro e até madeira”, afirma Cidinha Batista, da Império Grill, especializada na construção de churrasqueiras. ”Também pode-se usar revestimentos de fibra natural ou sintética, pedra natural filetada, mármore, granito, grafiato, textura”, completa a arquiteta Nathália Zambon Montans.

Ela lembra também que uma tendência bastante consolidada atualmente é a integração das churrasqueiras com a cozinha e área social das casas. ”Isso traz maior praticidade e conforto. Dessa maneira utiliza-se apenas uma estrutura de armário, geladeira e fogão”, explica. Sofás, banquetas, mesas e chaises em materiais de fácil limpeza completam o clima de aconchego, permitindo que convidados fiquem próximos de quem está preparando a comida.

Na hora da construção, alguns detalhes garantem que a fumaça não atrapalhe. Segundo Cidinha, é necessário que a chaminé fique em média 3,5 metros de altura do chão, sendo que 50 centímetros precisam estar acima do telhado, em uma área onde existe boa circulação de ar. ”Também é importante ter uma chaminé com um diâmetro de 23 a 25 centímetros. Se a coifa não puder ser reta até o topo e precisar sofrer algum desvio, ele não deve passar de 45 graus. Assim podemos garantir que a fumaça seja puxada para fora da churrasqueira”, ensina.

Para quem não consegue construir uma estrutura adequada de chaminé, Nathália lembra que existem as churrasqueiras de pedra vulcânica e elétricas, que não produzem fumaça. ”E para quem não conhece alguém especializado nesse tipo de construção, existem os modelos pré-moldados”, afirma.

Fonte: Folha de Londrina

Imóvel popular para mulheres separadas é aprovado pelo senado.

julho 4, 2012 by lmenezes · Comentários desativados
Filed under: Direito Imobiliário 

O Senado aprovou nesta terça-feira (3) a Medida Provisória 561/2012, que entre outras disposições transfere para mulheres em processo de separação, divórcio ou dissolução de união estável a propriedade de imóveis financiados no âmbito do programa Minha Casa, Minha Vida. Como o texto original da MP recebeu emendas na Câmara, a matéria passou a tramitar como Projeto de Lei de Conversão 15/2012 e, por isso, segue para sanção presidencial.

A exceção da concessão do imóvel para a mulher acontece quando o casal tiver filhos e o pai detiver a guarda exclusiva após o fim da relação – nesse caso, o pai tem o direito à propriedade. Imóveis adquiridos antes do casamento ou com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço não estão incluídos na nova norma. Segundo informações do governo, que assina a MP, 47% dos contratos firmados na primeira etapa do programa foram assinados por mulheres.

Também consta da matéria a ampliação do limite de financiamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para capital de giro de corporações, cooperativas e produtores rurais de regiões assoladas por desastres naturais, onde tenha sido decretado, de 2010 em diante, estado de calamidade pública – agricultores familiares e pequenos produtores rurais terão prioridade de financiamento, que terão prazo de adesão prorrogado até dezembro de 2012.

No artigo 1º, a medida determina tal ampliação em R$ 500 milhões, com base nos termos do programa assistencial de reconstrução, além de liberar R$ 2 bilhões em subsídios da União para aqueles grupos prejudicados por catástrofes, principalmente as ocorridas entre dezembro de 2011 e janeiro deste ano. Já o artigo 2º autoriza a liberação, para concessionárias ainda sem contrato regularizado, de recursos do Programa de Aceleração do Crescimento reservados para obras de saneamento – o limite de prazo para a concessão das verbas foi prorrogado para 31 de dezembro de 2016, mas estados e municípios terão de aderir a convênios de cooperação sob a tutela da Lei de Saneamento.

A medida foi aprovada em plenário com apenas uma mudança de redação incorporada pelo relator-revisor, Gim Argello (PTB-DF) – emendas de texto não implicam retorno à Casa de origem, diferentemente das alterações de conteúdo. Em plenário, Gim ressaltou a “incontestável importância social” da MP. “É lamentável que, ano após ano, ainda tenhamos de conviver com as situações dramáticas que nos são legadas pelas enchentes, que representam um verdade flagelo social e deixam um rastro de enormes prejuízos econômicos”, ressalvou o senador.

Outras disposições

Segundo emenda incluída na Câmara ao texto original, a medida estabelece a possibilidade de parcelamento, em até 180 meses, das dívidas de estados e municípios referentes ao PIS/Pasep vencidas em 31 de dezembro de 2008. Há a previsão, no texto da MP, de anistia de parte das multas e dos juros nelas incidentes.

O texto da MP também veta o uso de recursos do Fundo de Arrendamento Residencial ou do Fundo de Desenvolvimento Social para a compra de outro imóvel por parte de beneficiário que já tenham recebido ao menos uma vez qualquer um dos subsídios. A medida libera de prestações mensais e do pagamento do seguro famílias que tenham perdido seu único imóvel em decorrência de desastres naturais.

Fonte: Congresso em Foco

Comprar casa em Orlando, Brasileiros estão entre os que mais compram.

junho 28, 2012 by lmenezes · Comentários desativados
Filed under: Economia 

No Brasil, as cidades de São Paulo e Rio de Janeiro possuem um dos mercados imobiliários mais aquecidos do País. Mas não é só por aqui que os brasileiros gostam de comprar casas. Em Orlando, na Flórida, os brasileiros estão entre os estrangeiros que mais adquirem imóveis.

De acordo com o estudo ’10 Hot Spots for Global Homebuyers’ (10 pontos quentes para compradores globais) os brasileiros, junto com os canadenses e os ingleses, estão entre os estrangeiros que mais compram imóveis em Orlando. A cidade é a terceira mais procurada pelos compradores estrangeiros, em lista liderada por Lakeland, também na Flórida.

Orlando está à venda

De acordo com o estudo, dos estrangeiros que compram casas em Orlando, 46,1% são do Canadá, 10,3% são do Reino Unido e 7,6% são do Brasil. O levantamento também avaliou os motivos que estão levando os estrangeiros a comprar imóveis na região e chegou a conclusão que a principal razão é o fato de que Orlando está à venda, “literalmente”.

Além disso, de acordo com a corretora Zola Szerencses, o local é financeiramente acessível aos estrangeiros. Ainda falando das regiões mais procuradas pelos estrangeiros nos Estados Unidos, Miami é destaque entre os argentinos e venezuelanos.

Das casas vendidas em Miami para os estrangeiros, 70,5% foram compradas por pessoas que residem no Canadá, seguido por 2,9% de estrangeiros residentes na Argentina e 2,3%, na Venezuela.

Os dados da pesquisa, porém, contrastam com outro estudo conduzido pelo NAR (National Association of Realtors – associação que representam os corretores de imóveis nos EUA) em outubro de 2011 que apontou que os venezuelanos eram os maiores compradores de imóveis em Miami (15%), seguidos pelos brasileiros (12%), argentinos (11%) e canadenses (10%).

Por: Viviam Klanfer Nunes

Fonte: InfoMoney

Imóveis para vender devem continuar a crescer mesmo com a crise na Europa.

junho 28, 2012 by lmenezes · Comentários desativados
Filed under: Economia 

Para Romeu Chap Chap, do Secovi-SP, recursos disponíveis para financiamento são 20% maiores em 2012 e demanda por imóveis ainda é alta

A turbulência econômica na Europa, apesar da sua dimensão, não deverá afetar o ritmo de crescimento do mercado imobiliário brasileiro em 2012. Isso é o que acredita Romeu Chap Chap, presidente do Conselho Consultivo do Secovi-SP e da Romeu Chap Chap Desenvolvimento e Consultoria Imobiliária.

Em artigo divulgado no dia 5 de dezembro, o especialista defende que a grande oferta de crédito – prevista em cerca de R$ 130 bilhões, montante mais de 20% superior ao aplicado em 2011 – aliada ao atual déficit de habitações deverá manter o segmento da construção civil, que continuará sendo o carro-chefe do Produto Interno Brasileiro (PIB). “Segundo estimativas da Câmara Brasileira da Construção Civil (CBIC) e da Caixa Econômica Federal – que respondem por 75% das operações de crédito imobiliário em âmbito nacional -, esses recursos são suficientes para financiar mais de 1,5 milhão de unidades”, afirma.

Confira o texto na íntegra:

“Qual será o tamanho da crise?

Vivemos mais um momento de turbulência internacional. Muito além dos bancos, o que agora está em jogo é a União Europeia. O bom senso obviamente deverá prevalecer. Países são pessoas, e pessoas precisam ter condições de viver. Egos e fronteiras não estão acima disso.

É claro que o Brasil não está imune. Todavia, não podemos sofrer por antecipação, ignorando nossas reais condições de desempenho econômico. Assim, há que se colocar freio a alguns exageros, a um pânico fora de hora que em nada contribui para fortalecer o País e lhe garantir condições de superar mais essa crise.

O governo federal se mostra confiante. Como declarou recentemente o ministro da Fazenda, Guido Mantega, ainda tem bala na agulha. E deve ter mesmo, pois, em termos de fundamentos, estamos bem resguardados. Basta lembrar como enfrentamos a crise de 2008.

No que se refere ao setor imobiliário, a munição é consistente, permitindo que a construção se mantenha na posição de carro-chefe do crescimento do PIB. E isso se deve a um vetor fundamental: crédito.

Conforme projeções, e consideradas todos os tipos de financiamento existentes, os potenciais compradores de imóveis terão à disposição, em 2012, cerca de R$ 130 bilhões, montante mais de 20% superior ao aplicado em 2011.

Segundo estimativas da Câmara Brasileira da Construção Civil (CBIC) e da Caixa Econômica Federal – que responde por 75% das operações de crédito imobiliário em âmbito nacional -, esses recursos são suficientes para financiar mais de 1,5 milhão de unidades. Aliás, esse é o volume anual de moradias que o País precisa produzir, e durante os próximos 15 anos, para eliminar o atual déficit de habitações e atender o natural crescimento da demanda.

No que diz respeito à elevação dos preços dos imóveis, a tendência é de estabilização. A alta recente foi uma espécie de recuperação, retornando aos níveis dos anos 90. Agora, o fator determinante é o valor dos terrenos que, cada vez mais escassos em cidades como São Paulo – até por conta de legislação do uso e ocupação do solo mais restritiva -, continua sendo o viés imponderável. E a opção das empresas, de construir em cidades vizinhas, só faz prejudicar problemas como o da mobilidade, uma vez que as pessoas continuam trabalhando na capital paulista.

De maneira geral, o cenário brasileiro, marcado por um nível baixíssimo de desemprego, favorece o mercado imobiliário. Com renda, a população busca realizar o sonho da casa própria e faz qualquer sacrifício para preservá-la, fato comprovado pelos atuais índices de inadimplência no Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo: apenas 1,4%.

E não é possível pensar que o ambiente seja promissor apenas para as atividades imobiliárias. Certamente, outros segmentos produtivos também são beneficiados pelo consistente mercado consumidor doméstico, bem como pelas medidas anticíclicas que o governo adota para combater os riscos de desaceleração econômica, como redução dos juros e desoneração de impostos.

Assim, fica a sensação de que vivemos desnecessária paranoia endêmica. Baixa o espírito da boiada e todos saem dizendo que o mundo vai acabar. Dizem tanto que terminam por precipitar o que sequer se anunciou de forma concreta.

Não devemos ingenuamente achar que tudo não passa de uma marolinha. Mas não podemos ser irresponsáveis em admitir um tsunami, parar de produzir e consumir como se estivéssemos no final dos tempos.

A situação mundial é complexa. Não cabe fazer pouco dela. Mas qual será o tamanho da crise para o Brasil? Aquele que decidirmos dar a ela.

Racionalmente, o Brasil precisa cuidar mais de si, até para poder ajudar aqueles países que se encontram em maior dificuldade.

Tudo é questão de equilíbrio. Já tivemos os olhos maior que a barriga. Houve quem encheu muito o prato, não deu conta de comer tudo e sentiu baque além do necessário quando o céu deixou de ser de brigadeiro. Porém, olhos medrosos e apertados acabam por deixar sobrar prato na comida.

Por Romeu Chap Chap, presidente do Conselho Consultivo do Secovi-SP e da Romeu Chap Chap Desenvolvimento e Consultoria Imobiliária”

Fonte: Pini Web

Alerta para estagnação à frente no setor imobiliário.

junho 28, 2012 by lmenezes · Comentários desativados
Filed under: Economia 

Representantes do mercado imobiliário alertaram nesta quarta-feira para a tendência de o setor passar por um período de estagnação nos próximos anos, resultado do avanço desenfreado visto entre 2008 e 2010.

“Em cinco anos, o crédito corporativo vai secar, resultando em desalavancagem forçada das empresas, que voltarão a investir à frente”, disse o diretor de Relação com Investidores da EZTec, Emilio Fugazza, durante evento promovido pelo Centro de Tecnologias e Edificações (CTE), em São Paulo.

Segundo ele, construtoras e incorporadoras com ações listadas em bolsa estão passando pelo “vale” antes de voltarem a gerar recursos.

“O cenário é de diminuição de volume (de lançamentos de imóveis) e desalavancagem… serão anos de mudança radical para as empresas de capital aberto”, acrescentou.

O executivo citou a “escalada irracional do comprometimento”, cuja largada foi dada há cerca de quatro anos, levando construtoras e incorporadoras de grande porte a realizar elevado volume de lançamentos e vendas, resultando em problemas de capacidade de execução e de entrega das unidades prometidas.

Entre 2008 e 2010, as maiores companhias do setor diversificaram o mix de produtos, ingressaram em novas regiões e começaram a trabalhar com parceiros.

Hoje, ao pagarem um preço alto para gerenciar custos, parceiros e obras, boa parte das grandes construtoras na Bovespa vêm anunciando a saída de determinadas regiões e o fim de parcerias. Esse recuo, entretanto, tem saído caro até que todas as contas sejam ajustadas e as operações colocadas em ordem.

“Comprometimento tem risco e afeta a marca que, por sua vez, afeta a margem (da empresa)… execução de obra não pode ser um detalhe do fluxo de caixa”, disse Fugazza.

INVESTIMENTO ESTRANGEIRO

No âmbito de investimentos, o diretor executivo da GP Investments, Antônio Ferreira, afirmou que os investidores internacionais -parte relevante na composição do setor- estão adotando, na maioria, uma postura cética quanto ao setor no Brasil.

“Investidores imediatistas estão vendo um cenário complicado no país e estão travados, visto as incertezas na Europa”, disse ele, acrescentando que muitos associam as preocupações com os balanços das empresas listadas ao setor como um todo.

Com poucas exceções, os resultados financeiros das principais companhias que compõem o setor vieram abaixo do esperado pelo mercado no primeiro trimestre, pressionados, entre outros fatores, por estouro de custos das obras.

Esse estouro, segundo Fugazza, da EZTec, levou a uma desvalorização generalizada das ações e a uma certa descrença quanto aos resultados do segundo trimestre.

“Já o investidor de longo prazo vê turbulências, com o mercado imobiliário não tão pujante como dois anos atrás, mas crescendo em relação a outras economias que estão encolhendo”, ponderou Ferreira.

Após investir em diversas empresas do setor -como Gafisa, BR Malls e BR Properties- a GP possui atualmente participação apenas no grupo hoteleiro BHG, dentro do segmento imobiliário.

A gestora também criou, há cerca de um ano, um fundo imobiliário destinado a investimentos em projetos residenciais, comerciais e de shopping centers.

“Acreditamos muito em um vetor de crescimento (do setor) nos próximos dez anos… essa alternância entre altos e baixos acaba sendo positiva”, acrescentou Ferreira.

(Por Vivian Pereira)

Fonte: Reuters

Calcule para quanto irá o aluguel a partir de março

junho 18, 2012 by lmenezes · Comentários desativados
Filed under: aluguel 

Com a deflação de 0,06% registrada em fevereiro pelo IGP-M (Índice Geral de Preços do Mercado), da FGV (Fundação Getúlio Vargas), a variação acumulada desse indicador no período de 12 meses totaliza 3,43%.

Esse percentual, que compreende o período de março de 2011 a fevereiro de 2012, deve ser aplicado aos contratos de locação residencial em andamento que aniversariam em março e têm cláusula de reajuste pelo IGP-M, cerca de 90% dos aluguéis do mercado.

Assim, um inquilino que pagava R$ 900,00 de aluguel entre março de 2011 e fevereiro de 2012, com os 3,43% de reajuste passará a desembolsar R$ 930,87 a partir deste mês de março.

Para facilitar o cálculo do reajuste, basta multiplicar o valor pago atualmente por 1,0343. A conta é válida exclusivamente para os contratos com aniversário em março e reajuste anual pelo IGP-M.

Fonte: R7

Imóveis para vender na cor Azul Turquesa

maio 25, 2012 by lmenezes · Comentários desativados
Filed under: Decoração 

O azul turquesa é uma cor que agrada a quase todos os gostos. Traz a serenidade do azul e o vigor do verde. Ressalta os tons naturais e as variedades do marrom e do cinza. Mescla muito bem com roxos, rosas e fica perfeito com todos os azuis, sobretudo os escuros.

Por fim, fica ótimo com cores neutras como branco e o preto.

Por isso,  turquesa  é uma ótima escolha como cor complementar, ampliando muito as possibilidades de decoração…

Inspirem-se nas fotos!

Um beijo

Bianca

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