Imóveis com blocos de concreto devem ser homogêneos e compactos

maio 21, 2012 by lmenezes · Comentários desativados
Filed under: Engenharia 
Eles são indicados para todos os tipos de construções, principalmente as que requerem maior resistência estrutural, economia, produtividade e sustentabilidade no processo produtivo

Redação AECweb / e-Construmarket

A escolha de blocos de concreto para um empreendimento imobiliário deve ser feita durante a elaboração do projeto, quando são definidas quantidades, classes de resistência, dimensões (em função da modulação), peças complementares (amarração e compensadores), entres outros aspectos. A informação é do engenheiro civil Anderson Augusto de Oliveira,gerente do Programa Setorial da Qualidade (PSQ) de Blocos de Concreto e Peças de Concreto para Pavimentação do Programa Brasileiro da Qualidade e Produtividade do Habitat (PBQP-H). Ele alerta que para ter garantia de qualidade o ideal é adquirir produtos de empresas qualificadas no PSQ.

Há, entretanto, algumas verificações que podem ser feitas em caso de dúvidas em relação à qualidade do material. “Os blocos devem ser homogêneos, compactos, ter os cantos vivos, sempre livres de trincas e imperfeições que possam prejudicar o assentamento ou afetar a resistência e a durabilidade da construção. A variação de peso entre as peças deve ser mínima, para evitar problemas de resistência. E os blocos com aparência de pé de moleque (todo poroso) possuem baixa resistência, sendo, portanto, fora dos padrões estabelecidos nas normas técnicas”, também diz.

Oliveira, que também é consultor técnico do Sindicato Nacional da Indústria de Produtos de Cimento (Sinaprocim) e do Sindicato da Indústria de Produtos de Cimento do Estado de São Paulo (Sinprocim) diz que existem em torno de 2.500 indústrias de blocos de concreto em todo o território nacional, sendo a maioria de pequenas e microempresas. O faturamento do setor gira em torno de R$ 1,4 bilhão por ano e a maior concentração está no Estado de São Paulo com, aproximadamente, 50% do total.

De acordo com o engenheiro o PSQ acompanha a qualificação de 66 fabricantes de blocos de concreto, grupo que representa 57% do volume total da produção nacional. “A adesão ao PSQ é voluntária, uma vez que não existe nenhuma obrigação na participação do programa de qualidade”, ressalta.

Para participar do PSQ a empresa deve apresentar instalações físicas adequadas para o recebimento e armazenamento das matérias-primas e equipamentos capazes de produzir blocos de concreto dentro das especificações técnicas. “A qualificação das empresas depende do cumprimento da norma técnica da ABNT, NBR 6136 – Blocos Vazados de Concreto Simples para Alvenaria”, afirma, ao explicar que entre os principais requisitos de desempenho da norma, avalia-se a resistência à compressão, absorção de água, análise dimensional e retração por secagem.

REQUISITOS PARA RESISTÊNCIA CARACTERÍSTICA À COMPRESSÃO, ABSORÇÃO E RETRAÇÃO

Os blocos devem atender às questões dimensionais de acordo com a NBR 6136.

DIMENSÕES

Anderson explica que os blocos são classificados em Classe A, B, C e D. Os da classe ‘A’ têm função estrutural, para uso em elementos de alvenaria acima ou abaixo do nível do solo; os da classe ‘B’ e ‘C’, também têm função estrutural, mas são usados em elementos de alvenaria acima do nível do solo. Os da classe ‘D’ não têm função estrutural e são para uso em elementos de alvenaria acima do nível do solo.

O especialista orienta que é recomendável o uso de blocos com função estrutural classe ‘C’, designados M10, para edificações de, no máximo, um pavimento; os designados M12,5 para edificações de, no máximo, dois pavimentos; e os designados M15 e M20 para edificações maiores.

As designações M-20, M-15, M12,5, M-10 e M-7,5 representam as dimensões modulares do blocos. E são diretamente relacionadas à largura do bloco, lembrando que a variação de 1,0 cm na largura refere-se à espessura da argamassa de assentamento. Ver exemplos no quadro:

O conjunto de componentes de alvenaria é denominado família de blocos, composta por: Bloco Inteiro (bloco predominante), meio bloco, blocos de amarração L e T (blocos para encontros de paredes), blocos compensadores e Blocos Tipo Canaleta.

De acordo com o engenheiro, não existe limitação para o uso de blocos de concreto. “Eles são indicados para todos os tipos de construções, principalmente as que requerem maior resistência estrutural, economia, produtividade e sustentabilidade no processo produtivo”. Afirma, ainda, que as vantagens deste tipo de bloco são a regularidade geométrica (produto modular), resistência estrutural, maior rendimento para alvenaria, maior economia e produtividade para o revestimento, dispensando chapisco ao revestir.

CONTROLE DE QUALIDADE

Quando questionado se a prática de algumas construtoras de produzir os blocos de concreto no canteiro de obras pode comprometer a qualidade, Anderson Oliveira é categórico: “Os blocos devem ser fornecidos por indústrias legalmente instaladas, com todos os registros e licenças regularizadas e com instalações físicas capazes de produzir um material de qualidade”. Estas condições, afirma, dificilmente serão obtidas em um canteiro de obras. “O Sinaprocim e o Sinprocim têm atuado fortemente no combate a tal prática, pois se entende que a indústria de materiais é responsável e apta pela fabricação dos produtos e ao construtor cabe a execução do empreendimento”, afirma.

Para Oliveira é quase impossível garantir que a fabricação do bloco no canteiro de obras atenda às normas técnicas da ABNT. “Para obter qualidade, é necessário um rigoroso controle no processo produtivo que vai desde a separação e controle dos agregados (matéria-prima), passando pela dosagem desses materiais e, posteriormente, pelo processo de cura, fator muito importante e que no canteiro é precário ou quase nulo, comprometendo o desempenho do material e o empreendimento no qual será empregado. E quando essas condições e exigências legais são atendidas, o custo se torna inviável”, explica.

Aos gestores, que têm de escolher o material a ser utilizado na obra, o consultor do Sinaprocim/Sinprocim diz que o ideal é adquirir produtos em conformidade com as normas técnicas. É importante verificar a disponibilidade e capacidade de entrega do fabricante, especificar o produto de acordo com sua classe de resistência (especificada pelo projetista), adquirir blocos vazados de concreto, sem fundo, pois se aproveita os furos para a passagem das instalações e para a aplicação do graute (concreto de alta plasticidade). “Não tendo fundo, há também significativa economia de argamassa de assentamento, além de evitar a geração de resíduo fruto da quebra de paredes, garantindo a racionalização e a sustentabilidade da obra”, informa.

Quanto à dúvida entre escolher bloco de concreto ou cerâmico, o engenheiro afirma que os de concreto têm se revelado a solução mais econômica nos caso de alvenaria de vedação ou estrutural para edifícios de até 20 pavimentos. A alvenaria de vedação com blocos de concreto permite redução do consumo de argamassa de assentamento; aplicação de gesso diretamente sobre os blocos com espessura de 3 a 4 mm; aplicação de azulejos diretamente sobre os blocos; passagem dos conduítes pelos vazados dos blocos; possibilidade de desenhar cada parede, mostrando cada bloco, para facilitar o assentamento dos diversos tipos e sua quantidade exata, evitando desperdícios e garantindo melhor resistência mecânica da parede, para suportar deformações da laje em estruturas de concreto armado.

Portanto, uma parede de vedação com blocos de concreto com estas características tem menor custo-benefício que outras soluções. “A alvenaria estrutural com blocos de concreto, quando utilizada para execução de edifícios, tem o menor custo do mercado. Esse resultado já foi provado em milhares de obras – tanto econômicas quanto de melhor nível social. Desde quando se iniciou a utilização do sistema construtivo com alvenaria estrutural de blocos de concreto, há 45 anos até os dias de hoje, não se conhece outro sistema de menor custo para construir edifícios de até 20 pavimentos. Daí o sucesso do uso deste sistema construtivo em termos de custo e durabilidade”, conclui.

Redação AECweb / e-Construmarket


COLABOROU PARA ESTA MATÉRIA

Anderson Augusto de Oliveira
Engenheiro civil, sócio-diretor da Luccol Engenharia, consultor técnico Sindicato Nacional da Indústria de Produtos de Cimento (Sinaprocim) e do Sindicato da Indústria de Produtos de Cimento do Estado de São Paulo (Sinprocim). É gerente do Programa Setorial da Qualidade de Blocos de Concreto e Peças de Concreto para Pavimentação do Programa Brasileiro da Qualidade e Produtividade do Habitat (PBQP-H).

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Imóveis terão aumento neste ano

maio 16, 2012 by lmenezes · Comentários desativados
Filed under: Economia 

Para quem deseja comprar um imóvel nos próximos meses, fique atento. Segundo José Luiz Diaz Fernandes, presidente da Associação Brasileira da Indústria do Mobiliário, o preço dos imóveis deverão subir até 7% nos próximo meses.

A justificativa para o aumento no valor dos imóveis é resultado do aumento da matéria prima, e que serão repassados ao consumidor. Entre os itens que tiveram aumento estão o vidro, a espuma e a chapa.

O reajusto salarial dos trabalhadores da área também são incluídos na justificativa do aumento do preço dos imóveis. O reajuste da categoria foi realizado no último mês de janeiro.

Fonte: Viva Real

Crédito para imposto e taxa para imóvel.

maio 9, 2012 by lmenezes · Comentários desativados
Filed under: Economia 

Na hora de adquirir um imóvel, o comprador fica empolgado com a aquisição e muitas vezes esquece que terá de arcar com o custo do registro no cartório e o Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis (ITBI). O desembolso para garantir a compra pode chegar a 5% do valor do bem. E para quem não se planejou para o gasto, a opção é recorrer aos bancos e incluir a despesa no financiamento do imóvel.

De qualquer forma o comprador precisa ter o dinheiro para recolher o ITBI junto à prefeitura e pagar o registro no cartório até a liberação do financiamento. Portanto, o consumidor deve dispor de alguma verba até a liberação do crédito por parte do banco.

Santander, Itaú Unibanco e Bradesco incluem o ITBI e as custas cartoriais no parcelamento do bem desde que a soma do financiamento imobiliário e das custas com o imóvel não ultrapasse o limite de crédito estabelecido por cada instituição financeira.

No Banco do Brasil, os limites são de 2% do valor financiado (limitado a R$ 10 mil) para ITBI e 0,5% do valor financiado (limitado a R$ 2,5 mil) para os custos de registro cartorário. Já no HSBC, o financiamento do ITBI é limitado a 3% do imóvel e poderá chegar no máximo a R$ 10 mil. A Caixa Econômica Federal não oferece esta opção.

“O ideal é sempre planejar a compra e prever o valor aproximado desses gastos. Mas muitas vezes o consumidor fica deslumbrado com a maquete do empreendimento, com o papo do vendedor e esquece de alguns detalhes importantes”, diz o professor de finanças Fabio Gallo, da FGV e da PUC.

Nesses casos, recorrer às instituições bancárias pode ser uma saída. Isso porque o valor será incorporado ao financiamento imobiliário, cuja taxa de juros ao ano é, em média, de 12%. No caso do cheque especial, por exemplo, a taxa média anual é de 157%.

Como o ITBI é reembolsado só após o imóvel ter sido registrado em cartório, o diretor de operações da empresa de consultoria de crédito imobiliário Financiar Casa, Fábio Seabra, acha que incluir o valor do tributo municipal e taxas de cartório é uma forma de se precaver em relação a outras despesas comuns que aparecem depois da compra do bem, como a mudança, reformas, pequenos reparos e aquisições de móveis.

“A possibilidade de financiamento pode ser vantajosa para quem está com o orçamento no limite”, explica Seabra.

Simulação – Para se ter uma ideia dos gastos, a Financiar Casa simulou o financiamento pelo Sistema Financeiro de Habitação (SFH) de R$ 100 mil para a aquisição de um imóvel de R$ 200 mil na capital, cuja alíquota do ITBI é de 0,5% para o valor do financiamento (limite de R$ 42,8 mil) e de 2% para o valor restante. Neste caso, o imposto pago à prefeitura seria de R$ 3.358.

Depois registra-se o bem no cartório. Os valores pagos serão de R$ 1.448,19 (sobre o valor de compra e venda), R$ 1.019,45 (sobre o valor do financiamento, registro da alienação fiduciária) e R$ 33,34 pela emissão da certidão. O total é de R$ 2.500,98. Se for a primeira compra da pessoa dentro do SFH, há desconto de 50% sobre o registro de alienação fiduciária. Assim, o total cai a R$ 1.957,92.

A alienação é o instrumento legal de garantia de financiamento. A propriedade do imóvel é transferida ao credor como garantia. Após a quitação da dívida, o comprador se torna dono do imóvel.

Gisele Tamamar

Fonte: Revista Zap

(MODELO) INSTRUMENTO PARTICULAR DE COMPROMISSO DE COMPRA E VENDA DE IMÓVEL

maio 9, 2012 by lmenezes · Comentários desativados
Filed under: Corretor 

Atendendo a diversas solicitações de corretores de imóveis no bloghttp://publicidadeimobiliaria.blogspot.com/ abaixo um modelo padrão do instrumento particular de compromisso de compra e venda de imóvel referente ao artigo, Corretores de imóveis podem conquistar nova fonte de renda mensal
ADVERTÊNCIA – O presente modelo de contrato de promessa de compra e venda de imóvel é apenas um padrão destinado a dar ao leitor um entendimento superficial dos caminhos existentes. Entretanto, este modelo não substitui o advogado de sua confiança, que deverá ser consultado para a feitura de documentos jurídicos.
Por este INSTRUMENTO PARTICULAR DE COMPROMISSO DE COMPRA E VENDA, DE UM LADO como PROMITENTES VENDEDORES,…………….(nome – do marido e mulher se forem casados, nacionalidade, estado civil, profissão, RG, CPF, endereço) e, DE OUTRO LADO, como PROMISSÁRIO COMPRADOR, ……………(nome, nacionalidade, estado civil, profissão, RG, CPF, endereço), têm entre si, justo e contratado o que segue, que se obrigam a observar e cumprir, por si, seus herdeiros e sucessores:
CLÁUSULA PRIMEIRA - OS PROMITENTES VENDEDORES são legítimos proprietários e possuidores do seguinte imóvel:

Uma Casa (ou Terreno ): situado à Rua/Av…………………nº….., constituído pelo LOTE nº…. (…………………..), que mede (Descrever as medidas de frente, lado direito, esquerdo, fundos, etc); lançado pela Municipalidade sob a inscrição cadastral n.º……………………… e matriculado sob o nº …………….., do …Serviço de Registro de Imóveis de …………………
CLÁUSULA SEGUNDA - O preço certo e ajustado pela compra do imóvel acima descrito é de R$ ………… (…………..), que os PROMITENTES VENDEDORES receberão em…………..prestações mensais de R$………. (………………….), do PROMISSÁRIO COMPRADOR, sendo a primeira em ………….e a última em………….., em boa e corrente moeda nacional.

CLÁUSULA TERCEIRA - O não pagamento das parcelas no seu vencimento acarretará multa de ……% e juros de 1% ao mês, mais correção monetária, ou havendo atraso de mais de 30 (trinta) dias em qualquer das parcelas, poderá o considerar rescindido o presente contrato com a conseqüente reintegração de posse. No caso de rescisão, as benfeitorias se incorporarão ao imóvel e as parcelas pagas serão devolvidas com a dedução de ………% ( ……..por cento), a título de multa, e mensalidades de permanência no imóvel a título de aluguel arbitrado amigável ou judicialmente, conforme valor de mercado.

Parágrafo único: – Qualquer recebimento fora do prazo, pelo PROMITENTES VENDEDORES, será considerado mera liberalidade, não alterando qualquer cláusula do presente contrato.

CLÁUSULA QUARTA - A presente transação é feita em caráter irrevogável e irretratável, exceto no caso de inadimplência das partes.

CLÁUSULA QUINTA - Os PROMITENTES VENDEDORES se compromete a apresentar toda a documentação necessária para outorga da escritura definitiva de compra e venda: certidões de propriedade atualizadas (VINTENÁRIA), recibos e certificados do IPTU (lmposto Predial e Territorial Urbano), certidões de distribuições cíveis, justiça federal, certidões de protestos, certidões de esclarecimento ou qualquer outro documento relativo à área e que seja exigido por lei para lavratura da escritura definitiva.

CLÁUSULA SEXTA - Os PROMITENTES VENDEDORES declara que o imóvel objeto do presente se encontra livre e desembaraçado de quaisquer ônus, dívidas, inclusive fiscais, hipotecas legais, judiciais e convencionais, e de quaisquer outros gravames, o que faz sob as penas da lei, devendo inclusive responder pela evicção.

CLÁUSULA SÉTIMA - As despesas de lavratura da escritura e recolhimento do ITBI, correrão única e exclusivamente por conta do PROMISSÁRIO COMPRADOR.

CLÁUSULA OITAVA - A escritura definitiva será outorgada ao PROMISSÁRIO COMPRADOR ou a quem este indicar, dentro de ………. dias após o pagamento da última prestação.

CLÁUSULA NONA - Os PROMITENTES VENDEDORES declaram expressamente, sob as penas da lei, que não está sujeito, na qualidade de pessoa jurídica, às exigências do Instituto Nacional da Seguridade Social – INSS, para promover a presente venda.

CLÁUSULA DÉCIMA - O PROMISSÁRIO COMPRADOR entra, desde já, na posse do imóvel, podendo fazer nele quaisquer benfeitorias ou melhoramentos, vedado, porém, o direito de demolir, alterar ou praticar qualquer ato que venha a depreciar ou diminuir o preço do imóvel, objeto deste contrato, bem como ferir posturas municipais sem o competente alvará expedido pela Prefeitura.

CLÁUSULA DÉCIMA PRIMEIRA - Comparece como intermediário da presente transação o corretor de imóveis ……………………..(nome, qualificação, CRECI nº) (Cláusula não nececessária)

CLÁUSULA DÉCIMA SEGUNDA - Fica eleito o foro da Comarca de ……………………. para dirimir qualquer questão oriunda deste contrato.

E, por estarem todos de comum acordo, as partes assinam e rubricam o presente instrumento, em duas vias de igual teor e forma, juntamente com duas testemunhas, e autorizam, desde já, todos os registros necessários em decorrência deste documento.
LOCA/DATA

PROMITENTES VENDEDORES: ………………………………………….Fulano:………………………………………….Fulana (esposa do vendedor):
PROMISSÁRIO(A) COMPRADOR(A):…………………………………Fulano(a):

Imóveis e casas papeis de parede para decorar.

abril 28, 2012 by lmenezes · Comentários desativados
Filed under: Decoração 

Mudar o visual de um ambiente com pouco custo e muito bom gosto é o que muitas pessoas buscam, um bom modo de fazer isso é através de papel de parede. São várias estampas, cores, desenhos e texturas para você escolher. Hoje trouxemos fotos de pap[eis de parede em ambientes cleans e despojados.

Fonte: obravipblogs

Fita LED RGB da Golden chega ao mercado

abril 28, 2012 by lmenezes · Comentários desativados
Filed under: Decoração 

Modelo permite diversas combinações de cores

A Golden amplia sua linha de Fita LED com o lançamento do modelo RGB. Indicado para áreas internas e locais livres de umidade, o produto é ideal para iluminação decorativa de bordas, degraus e sancas, contornos e caminhos, displays e vitrines, entre outros, além de poder funcionar como destaque para aspectos arquitetônicos. A idéia de aplicação do sistema RGB é criar flexibilidade para o usuário, já que pode usar a mesma fita tanto para iluminação como para decoração.

O produto gera diversas cores, entre elas destacam-se branco, branco frio, azul, vermelho, amarelo, verde e RGB, modelo de cores em que o vermelho, o verde e o azul são combinados de várias maneiras, para reproduzir outras cores. Para este recurso, é necessário se utilizar o controlador e controle, que são vendidos separadamente.
Para oferecer maior flexibilidade na aplicabilidade está disponível nas opções com 30 e 48 LEDs por metro. É vendida em rolos de 5 metros. Para melhor aproveitamento, é recomendável cortar somente na emenda dos módulos, situados a cada 5 cm.

O modelo RGB demanda índice de tensão contínua de 12V, o que requer a utilização
de driver de alimentação para funcionamento, que são vendidos separadamente. Com 25 mil horas de vida mediana, o produto está disponível em duas opções de potência (48W e 30W).

Para orientação sobre forma de instalação ver: http://www.golden.blog.br/posts/28/
A fita LED RGB já pode ser encontrada em lojas de iluminação, de material elétrico e de construção e nos principais supermercados e home centers.

Fonte: Vértice Comunicação

Localização é um fator fundamental na hora de comprar imóvel.

abril 13, 2012 by lmenezes · Comentários desativados
Filed under: comportamento 

A localização parece ser o fator fundamental na hora dos jovens escolherem um local para morar. Eles buscam, principalmente, casas ou apartamentos próximos a supermercados, farmácias e shoppings e também perto de onde estudam e trabalham.

Estar próximo aos pontos de acesso ao transporte público também é um diferencial. De acordo com o diretor comercial e de localizações da Primar Administradora de Bens, Carlos Freitas, os bairros centrais estão entre as primeiras opções daqueles que têm ente 15 e 25 anos.

Sem perder tempo

Essas preferências se justificam pela aversão do jovem em perder seu tempo, já que, morando longe dos locais de onde trabalham e estudam, ele passa muito tempo no trânsito, enquanto poderia estar estudando ou mesmo se divertindo.

O perfil dos jovens de hoje é bastante diferente, se comparado ao de outras gerações. Esse grupo que faz parte da geração Y é composto por indivíduos que possuem maior nível de escolaridade e que conseguem alavancar sua carreira de forma mais rápida.

“Além disso, o acesso ao crédito está mais fácil e existem várias opções que ajudam na hora de comprar ou alugar um imóvel”, afirma Freitas. Agora, o casamento não é mais o único motivo para sair de casa. O trabalho e o estudo são fatores importantes para tal decisão.

O tamanho

Além da localização, o tamanho do imóvel também é um ponto relevante. A procura por quitinetes cresceu consideravelmente. Os imóveis pequenos, que têm de um a dois quartos, normalmente são suficientes para acomodar os jovens. Os solteiros ou os casados que ainda não têm filhos usualmente dispensam grandes espaços.

Quando ainda são jovens, o foco da vida está na carreira e na formação profissional, por isso, a habitação deve atender às necessidades atuais e não futuras. O aluguel também é interessante, pois permite flexibilidade em caso de mudanças de planos.

Por: Viviam Klanfer Nunes

Técnicas para vender imóveis de alto padrão.

março 22, 2012 by lmenezes · Comentários desativados
Filed under: Imóveis 

Seleto time de corretores de imóveis de altíssimo padrão desenvolve técnicas próprias para seduzir milionários e fazer fortuna no mercado imobiliário brasileiro. 

da esq. para a dir., Fernando Sita, Ally Murade e Fábio Rossi.
Eles sabem onde estão os imóveis dos seus sonhos, seja qual for o sonho.

Recentemente, o diretor-geral de vendas da imobiliária Coelho da Fonseca, Fernando Sita, recebeu de um potencial cliente uma curiosa lista de exigências. O comprador queria uma casa com mais de 500 m² de área construída no Jardim Europa , com um local coberto para 18 carros, biblioteca e espaço para leitura, poltronas em couro, tapete persa e frigobar. O pedido não soaria estranho se o cliente não quisesse tudo isso dentro da garagem. “O grande prazer da vida dele é observar seus empregados lavar e polir sua coleção de automóveis  raros”, diz Sita. “Como para nós pedido feito é pedido atendido, encontramos o imóvel que satisfazia às necessidades dele e fechamos negócio por R$ 30 milhões.”

Outras condições, digamos, mais prosaicas para a venda milionária, incluíam quartos com varandas amplas, churrasqueira e piscina quente e fria. O que para um profissional comum pode  parecer uma missão impossível é rotineiro na vida dos corretores de alto luxo no País. Os homens e mulheres que atuam nesse segmento de imóveis acima de R$ 3 milhões desenvolveram nos últimos anos estratégias peculiares para conquistar clientes endinheirados – além de superexigentes – e fechar contratos que podem render comissões milionárias. Como o percentual padrão é 6% do valor da venda, um único contrato de R$ 30 milhões rende R$ 1,8 milhão ao corretor.

A comissão e o sucesso dos profissionais do luxo imobiliário é proporcional ao empenho de cada um deles. O advogado tributarista Ally Murade fez fortuna nos últimos 30 anos defendendo os interesses de grandes empreiteiras brasileiras e multinacionais que atuam no País, mas descobriu na corretagem de imóveis de luxo o caminho para multiplicar seu patrimônio. Ele passa o dia em reuniões com CEOs de grandes companhias, frequenta eventos sociais quase que diariamente e convida altos executivos para encontros informais em seu suntuoso apartamento de cerca de 600 m², avaliado em R$ 10 milhões, no bairro paulistano do Pacaembu.

Tudo para manter o bom desempenho de seu escritório, um dos maiores do País no ramo tributário, e garantir a prosperidade à Murade Empreendimentos Imobiliários, empresa que criou há dois anos para atender à demanda de seu círculo social. “Ser um corretor de imóveis de alto luxo não é para qualquer profissional da área”, afirma Murade, que vende cinco imóveis por mês, em média. “É preciso fazer parte desse mundo e ter uma boa reputação.” Tão desafiador para os corretores de luxo quanto conquistar uma venda é conseguir mapear com precisão cirúrgica a necessidade do comprador, um exercício diário que vai muito além das exigências básicas de apresentar cômodos espaçosos, acabamento de qualidade, segurança e ótima localização.

“Quem pode gastar milhões de reais em uma casa quer o que há de melhor para poder usufruir todo o status e poder que seu dinheiro pode proporcionar”, afirma Murade, que possui hoje uma carteira de 178 apartamentos que custam de R$ 3,5 milhões a R$ 18 milhões. Além de estar antenado às exigências e aos caprichos dos seus clientes, os corretores de luxo costumam praticar também assessoria financeira. De tempos em tempos, negociam com os bancos as melhores taxas e condições para quem financia o imóvel. “O conceito de que só financia quem não tem dinheiro já acabou”, afirma Murade.

“Hoje, 70% dos compradores tomam emprestado parte do valor, com taxas muito atrativas, mesmo que tenham dinheiro para pagar à vista.”  Outro ponto a favor dos imóveis é a solidez do setor como investimento. “O mercado imobiliário se mostrou como o lugar mais seguro e como o melhor investimento”, diz Fabio Rossi, CEO da Sotheby’s. Segundo a Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio (Embraesp), o mercado de imóveis de luxo tem crescido acima de 30% anualmente, em média, nos últimos cinco anos, e deve acelerar a expansão em 2012 graças ao surgimento de novas fortunas e aumento do crédito. A julgar por essa pujança do setor de imóveis de alto luxo no País, o sucesso e a riqueza dos profissionais do segmento premium estão garantidos.

Por Hugo CILO

Fonte: Isto é Dinheiro

Crédito imobiliário continuará sustentando o crescimento do País em 2012

março 14, 2012 by lmenezes · Comentários desativados
Filed under: Economia 

O ano de 2012 manterá o crescimento sustentado do crédito imobiliário, segundo avaliação do economista-chefe do Secovi-SP (Sindicato da Habitação), Celso Petrucci.

Para formular sua avaliação, o economista leva em conta dados da economia brasileira, como baixo índice de desemprego e a situação da inadimplência do crédito imobiliário, que é a mais baixa entre todas as carteiras de crédito dos bancos – no conceito de 90 dias de atraso, de 2%.


Caderneta de poupança

Petrucci ainda pondera o fato de que em 2011 o saldo da caderneta de poupança apresentou crescimento de somente de 10% em relação a dezembro de 2010, enquanto nos três anos anteriores esse saldo cresceu a taxas de 20% ano.

Apesar disso, as perspectivas da Abecip (Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança) revelam que os recursos da caderneta de poupança vão poder financiar, este ano, aproximadamente R$ 104 bilhões.

Já a Caixa Econômica Federal acumulou até dezembro do ano passado o valor de R$ 152,9 bilhões em saldos imobiliários. Em relação ao volume registrado em 2010, houve uma alta de 41%. A instituição liberou para financiamentos imobiliários R$ 80,1 bilhões, dos quais 36,4 bilhões foram concedidos com recursos do FGTS (Financiamento de Material de Construção).

Ainda citando dados da Abecip, os recursos do SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo) financiaram em 2011 um total de 493 mil unidades com a aplicação de R$ 79,9 bilhões. Em 2004, foram 54 mil unidades financiadas com aplicações de R$ 3 milhões.

Ao somar os recursos do SBPE com os do FGTS, o total de aplicações chega a R$ 114,4 bilhões, contra os R$ 6,9 bilhões em 2004, totalizando 1,430 milhão de operações, contra 321 mil de 2004.

Apesar de esperar por um crescimento do crédito neste ano, Petrucci entende que algumas questões importantes devam ser enfrentadas, como a necessária concentração das informações na matrícula dos imóveis, a efetiva aplicação do cadastro positivo e, sobretudo, os incentivos às inovações tecnológicas, tanto na construção quanto nas contratações financeiras.

Por: Viviam Klanfer Nunes

Fonte: InfoMoney

Busca por imóveis na internet está liderando: Veja como usar esse recurso

março 14, 2012 by lmenezes · Comentários desativados
Filed under: Imóveis 

A procura por imóveis pela internet vem crescendo consideravelmente, profissionais atentos fazem anúncios em portais que já existem no mercado e acabam fazendo bons negócios.

Ter o seu próprio site pode ser algo que dê bons frutos, mas, isso não é o bastante, pois, é preciso também entender  de marketing digital para gerar transações comerciais lucrativas.

Uma boa estratégia é servir-se dos quatro pilares do Mk. digital que são: a encontrablidade, estar nas primeiras páginas dos mecanismos de buscas é um diferencial competitivo, mas é apenas o início

Um outro quesito é a usabilidade que tem como máxima ” tornar o complicado simples” a simplicidade é o que a nossa dinâmica cotidiana exige.

A credibilidade é outra peça fundamental, temos que conhecer o nosso cliente e suas necessidades isso através de pesquisa nas redes sociais.

O consumidor de hoje possui todas as ferramentas para testar produtos, ele é ativo exigente e bem informado.

Isso é só o começo de um grande trabalho na manutenção de um site, se você não quer ter que contratar pessoal especializado e ter todo esse custo experimente os portais que já fazem isto para você e ainda se preocupam em divulga-lo através de redes sociais e envio de milhões de e-mail marketing validos para todo o Brasil e o mundo. Experimente o portal www.acharimoveis.com e faça bons negócios.

Leslie Marion Menezes: Corretora de Imóveis

Crecirs: 41657

 

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