Kitnet para alugar use o cartão aluguel da CEF veja como funciona.

agosto 24, 2012 by lmenezes · Comentários desativados
Filed under: aluguel 

Recém-lançado pela Caixa Econômica Federal (CEF), o Cartão aluguel chegará ao mercado com a promessa de substituir as demais modalidades de fiança. Hoje, as mais comuns, segundo o Secovi Rio, são o fiador, o depósito, e o seguro-fiança que, apesar de ter registrado um forte crescimento, ainda pesa no bolso. Por ano, o locatário desembolsa, em média, o valor referente a um aluguel e meio.

O inquilino que optar pelo cartão pagará uma anuidade de R$96 (a ser quitada em 12 prestações de R$8) mais taxa de manutenção de 6,67% ao mês. Assim, quem tem contrato de mil reais, pagará R$1.067 mensais, o que, ao fim de um ano, representará um encargo de R$804. Ou seja, a taxa de manutenção anual valerá 80% de um aluguel mensal. Isso, sem contar a anuidade, que, tendo valor fixo, pesará mais no bolso dos inquilinos com contratos de valores mais baixos.

Renda mínima exigida será de mil reais – O cartão será oferecido nas bandeiras MasterCard e Visa, na modalidade internacional. Além de oferecer a linha de aluguel, ele funcionará como um cartão de crédito comum, podendo ser utilizado para a realização de compras em estabelecimentos comerciais. Dessa forma, o cartão terá dois limites independentes: o limite aluguel e o limite rotativo.

A renda mínima exigida será de mil reais, e não será possível efetuar saques utilizando o valor disponível para o aluguel. O cliente poderá optar entre três datas de vencimento: 6, 18 e 26.

Segundo o vice-presidente de pessoa física da Caixa, Fábio Lenza, a proposta do novo cartão é propiciar mais agilidade e modernizar o processo de locação. Os critérios para análise de crédito, diz, serão os mesmos já adotados para a aprovação do cartão de crédito. Hoje, segundo o Secovi Rio, o Índice de Velocidade de Locação (que mede o período médio que os imóveis demoram para ser alugados) é de 38 dias.

“A ideia é oferecer segurança e agilidade à operação, a um custo competitivo. Será como comprar, por exemplo, uma TV em 12 vezes. Ao usar o cartão pela primeira vez, as parcelas seguintes constarão automaticamente das próximas faturas”, explica.

A expectativa do banco é de que o novo produto já esteja disponível em todo país a partir do mês que vem. Por enquanto, o projeto piloto ficará restrito a quatro imobiliárias, de São Paulo e de Goiás.

“Hoje, quatro mil empresas já atuam como correspondentes imobiliários do banco, ou seja, são “miniagências” que, provavelmente, também oferecerão o produto. Dessa forma, esperamos vender cerca de 100 mil cartões já a partir de seu lançamento nacional. E chegar a um milhão em cinco anos”, diz o vice da Caixa.

Ideia pode ser seguida por outros bancos – Para o presidente do Sindicato da Habitação (Secovi Rio), Pedro Wähmann, a novidade é bem-vinda num mercado onde a procura por locação aumenta a todo vapor.

“A ideia de se criar uma nova garantia é muito saudável. Hoje, com a estabilização da economia, há muito mais gente com condições financeiras de alugar um imóvel. E muitos ainda esbarram em exigências que não conseguem cumprir, como achar, por exemplo um fiador que tenha mais de um imóvel. É claro que ainda é cedo para atestar a funcionalidade do cartão, mas acredito que, com o tempo, serão feitos ajustes”, afirma Wähmann, para quem a iniciativa da CEF deverá ser seguida por outros bancos.

Fonte: Zap

Imóveis para vender com criatividade é a nova arma para vender imóveis.

agosto 24, 2012 by lmenezes · Comentários desativados
Filed under: Economia 

ferecer um bom imóvel, com ampla infraestrutura, equipamentos de lazer e uma boa campanha de divulgação na TV, fôlderes e classificados. A fórmula que até certo tempo atrás garantia uma boa visibilidade e a captação de clientes aos empreendimentos imobiliários já não é suficiente. Para arrematar a preferência dos compradores em um mercado aquecido e ao mesmo tempo acirrado, incorporadoras, construtoras e imobiliárias estão inventando e inovando na maneira de projetar e comunicar sobre o lar de moradores em potencial.

Uma tendência que vem ganhando força em Porto Alegre e já pode ser vista em alguns lançamentos é a flexibilidade da planta. A Construtora Rotta Ely apostou no conceito para o empreendimento Simple, em lançamento no bairro Higienópolis. Com foco nas mudanças na composição da família brasileira, a empresa disponibiliza dez possibilidades de planta, passando por lofts até a escolha do número de dormitórios. O diretor da companhia Pedro Rotta Ely explica que a estratégia visa a alcançar diferentes públicos em um único local. “Procuramos atender desde solteiros até pequenos núcleos familiares porque há uma tendência em morar perto do trabalho e com múltiplas conveniências”, diz o executivo.

Além de deixar nas mãos dos clientes a escolha da planta, a Rotta Ely investiu em uma estratégia de divulgação pouco convencional. A empresa colocou nas ruas de Porto Alegre uma vitrine móvel, que consiste em um baú com paredes de acrílico montado na carroceria de um caminhão. Dentro dele, um espaço decorado com os mesmos conceitos empregados no Simple. A vitrine já passou por parques e avenidas movimentadas da Capital. Além de percorrer as ruas, a vitrine se abre para que promotoras e corretores apresentem o empreendimento ao público. “Procuramos não tratar os empreendimentos da mesma forma, tanto na concepção quanto na forma de comunicar e promover”, argumenta Ely.

Buscar a diferenciação é fator apontado por agentes do setor como a única saída para continuar conquistando a preferência do público. Foi pensando nisso que a Uma Incorporações idealizou o Marquis Moinhos. Localizado em uma das áreas mais nobres da cidade, o empreendimento de alto padrão foi projetado para – além das plantas mais tradicionais – dar a duas famílias a possibilidade de viver em um ambiente similar a uma casa, mas com as facilidades condominiais e a segurança de um edifício. Os projetos do primeiro andar e da cobertura diferem das demais do condomínio. O primeiro pavimento, chamado Garden, é composto do ambiente interno, com direito a espaço gourmet dentro do apartamento, além da ampla área de lazer externa. A cobertura é um apartamento duplex, com a área social no andar mais baixo e quartos no andar superior, a fim de dar mais privacidade aos moradores.

“A diferenciação é fundamental, pois as pessoas passam a valorizar o produto; caso contrário, vira uma commodity e nós não queremos nem podemos ser, então precisamos nos diferenciar”, alega o diretor da Uma Incorporações, Antônio Ulrich. Ele explica que os pilares da companhia são justamente buscar áreas excepcionais da cidade, investindo em acabamento e materiais de qualidade superior à maioria do mercado. Como resultado: imóveis milionários que contemplam opcionais fora do mercado usual, caindo no gosto do público-alvo da empresa.

Sala com exibição de vídeo em 3D garante resultado

Para prender a atenção dos clientes, a Brookfield, de São Paulo, realizou uma ação tão inovadora que atraiu os olhos desde trabalhadores dos canteiros de obras até profissionais da concorrência. Recentes lançamentos da companhia nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília e Curitiba ganharam um plantão de vendas especial, com a instalação de uma sala de exibição em 3D que realizava um passeio pelos empreendimentos.

Todos os detalhes foram pensados, desde a área externa, os espaços de lazer, os cômodos do apartamento e até a vista para a vizinhança. “Essa foi uma apresentação do produto que ninguém havia feito, e o resultado foi muito positivo não só em vendas, mas gerou uma impressão muito boa na empresa”, explica o superintendente de incorporações da Brookfield em Curitiba, Daniel Xavier. O executivo acrescenta que a companhia sempre se posicionou na vanguarda, e que essas ações sempre resultam em maior valor de marca e produto.

No caso do cinema em 3D, o desenvolvimento foi mais trabalhoso e também mais caro – o dobro do investimento usualmente despendido em uma estratégia promocional comum – mas gerou mídia espontânea, um volume de visitação maior e efetivação de vendas, já que os clientes tiveram acesso a uma demonstração mais fidedigna do produto adquirido.

Palestras e coquetéis recrutam consumidores

Não só as construtoras e incorporadoras apostam em novos métodos para atrair clientes. A Imobiliária Rial também vem desenvolvendo ações diferenciadas para ganhar competitividade. Além de querer ganhar mercado, a empresa inova em busca da própria sobrevivência e renovação, já que atua em um mercado onde players maiores e até de nível nacional são fortes concorrentes.

O diretor de lançamentos Mateus Facchin revela que são realizados coquetéis, “arrastões” em praças, onde corretores demonstram as ofertas da empresa para quem está passeando, e até palestras, com foco em investimentos imobiliários. “Estamos buscando levar a oportunidade até o nosso cliente, seja ele morador ou investidor”, afirma. “Primeiramente, o foco é chegar até o cliente, independentemente da concorrência”, completa o dirigente.

Facchin ressalta, entretanto, que é preciso se aperfeiçoar para manter a sanidade e a vida de uma companhia nesse e em outros mercados. “Hoje, não só as imobiliárias, mas concessionárias de automóveis e outros empreendimentos, se não adotarem um trabalho ativo e agressivo, vão ficar para trás”, sentencia.

Mayara Bacelar

Fonte: Jornal do Comércio

Casas para alugar com vencimento em maio subirá 10,6%.

junho 18, 2012 by lmenezes · Comentários desativados
Filed under: aluguel 

Reajuste, segundo o Secovi-SP, é o menor de 2011. Percentual corresponde à variação do IGP-M.

Os contratos de locação com reajuste anual atrelado ao IGP-M (Índice Geral de Preços do Mercado) e aniversário em maio terão o menor reajuste deste ano, com variação percentual de 10,60%. Isso corresponde à variação do indicador da FGV (Fundação Getúlio Vargas) no período de maio de 2010 a abril deste ano.

“Cerca de 90% do mercado de locação adota o indicador por ele ser o único divulgado na mudança do mês, isto é, o IGP-M é o primeiro índice a ser divulgado em cada período”, explica Roberto Akazawa, gerente do Departamento de Economia e Estatística do Secovi-SP (Sindicato da Habitação). Ele explica que a adoção não é exclusiva do mercado de locação, sendo utilizado em outros contratos com previsão de atualização.

Apesar de o IGP-M balizar boa parte dos contratos de locação, existe sempre a possibilidade de negociação entre locador e locatário. “Neste momento, entretanto, o reajuste pela variação do IGP-M tende a ser aplicado de forma integral, porque a opção de se trocar de moradia locada se torna difícil por falta de imóveis em oferta”, observa Akazawa. A mais recente Pesquisa Secovi-SP sobre Valores de Locação Residencial detectou que em março os novos contratos de locação estavam 15,25% mais caros que em idêntico período do ano passado.

Cálculo da correção

Para calcular o reajuste, basta multiplicar o valor do aluguel pago até abril por 1,1060. Assim, se o aluguel era de R$ 800,00, a partir de maio será de R$ 884,80.

Fonte: Imovelweb

Imóveis à venda em SP concentra mais de um terço do valor dos lançamentos do País

junho 7, 2012 by lmenezes · Comentários desativados
Filed under: Economia 

SÃO PAULO – Os lançamentos imobiliários na região Metropolitana de São Paulo atingiram VGV* (Valor Geral de Vendas) de R$ 30,5 bilhões em 2011, o que representa 36% de todo valor dos lançamentos do País no ano passado. Os dados são do anuário do Mercado Imobiliário Brasileiro 2011, desenvolvido pela área de Inteligência de mercado da imobiliária Lopes.

De acordo com o estudo, foram 509 lançamentos na região, distribuídos em 448 empreendimentos residenciais verticais, 60 conjuntos comerciais e um hotel. O preço médio do metro quadrado foi de R$ 5.010 para apartamentos, de R$ 9.240 para conjuntos comerciais e de R$ 11.530 para unidades hoteleiras.

Outras cidades A região da Grande Rio de Janeiro, por sua vez, registrou VGV de R$ 9,7 bilhões, com 181 empreendimentos, que totalizaram 483 torres e 34.137 unidades. O preço médio do metro quadrado dos apartamentos na região foi de R$ 4.250.

Já o Distrito Federal é a terceira praça em valor de lançamentos, representando 8% do VGV total de 2011 – R$ 6,7 bilhões. Lá, foram lançados 88 empreendimentos, em um total de 143 torres e 18.844 unidades. Destes, 81% eram residenciais verticais, 16% comerciais e 3% hotéis.

O tíquete médio geral dos apartamentos lançados no DF ficou em R$ 298 mil, com preço médio de metro quadrado de R$ 5.510. Em Brasília, o tíquete médio ficou em R$ 888 mil e o preço médio do metro quadrado em R$ 10.420.

No total, Os lançamentos imobiliários no Brasil atingiram o valor de R$ 86 bilhões em 2011. De acordo com a Lopes, estas três regiões somaram 55% do VGV nacional.

*O VGV é um valor calculado pela soma do valor potencial de venda de todas as unidades de um empreendimento que será lançado

Fonte: Infomoney

Imóveis à venda pela caixa terá site com feirão permanente de imóveis.

junho 7, 2012 by lmenezes · Comentários desativados
Filed under: CEF 

A Caixa Econômica Federal lançará em junho um site destinado à oferta de imóveis de construtoras e incorporadoras parceiras do banco. Segundo adiantou à Agência Estado o diretor executivo de Habitação da Caixa, Teotônio Rezende, o objetivo do projeto é promover a comercialização de imóveis em todo o Brasil, além de expandir a carteira de financiamentos do banco. “O site será como um feirão permanente e já está quase pronto”, afirmou, durante seminário sobre moradia social promovido pela Câmara de Comércio Espanhola, na capital paulista.

Inspirado no Feirão da Casa Própria, o site também vai oferecer um serviço online para agilizar a avaliação dos documentos exigidos para concessão de crédito. “A ideia é que os clientes possam enviar esses documentos e ter uma resposta mais rápida, pela internet”, disse Rezende. Essa ferramenta, porém, ainda está em desenvolvimento e deve ser disponibilizada apenas no segundo semestre.

O site vai abrigar anúncio de imóveis de empresas de todo o Brasil, inclusive daquelas que não participaram dos feirões anteriores realizados pelo banco. O diretor da Caixa disse que ainda não foram contabilizados os números totais de empresas e imóveis que serão apresentados no site. Rezende também explicou que as empresas não terão que pagar pela exposição dos anúncios.

O retorno esperado pelo banco, segundo o diretor, está no aumento do volume de financiamentos. “Esse aumento já está dentro dos R$ 100 bilhões previstos para financiamentos da Caixa até o fim do ano”, explicou, lembrando que esse volume já foi revisado para cima recentemente. Até o início deste mês, a previsão anterior para concessão de crédito era de R$ 96 bilhões.

O anúncio sobre o site deverá ocorrer nos próximos dias, em comercial protaganizado pelo ex-jogador de futebol Raí e pela atriz Camila Pitanga.

Fonte: Bonde

Comprar casa pela caixa cresce em 5,2% no Ano.

junho 7, 2012 by lmenezes · Comentários desativados
Filed under: Economia 

Os financiamentos para aquisição e construção de imóveis atingiram R$ 23,3 bilhões nos primeiros quatro meses de 2012, um aumento de 5,2% em relação ao mesmo período de 2011, segundo divulgado hoje pela Abecip (Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança). Os dados de unidades imobiliárias financiadas, porém, indicam a tendência de desaceleração do mercado.

Abril deste ano foi mais fraco que o mesmo mês do ano passado já em volume de empréstimos: R$ 5,7 bilhões, baixa de 7% em relação ao mesmo período de 2011.

Em termos de unidades financiadas, os dois números mostram quedas. Em abril foram financiados 32,5 mil imóveis, queda de 16% ante abril do ano passado.

Comparando os primeiros quadrimestres de 2011 e 2012, a queda foi menor: 4,9%. Enquanto foram financiados 144,3 mil imóveis em 2011, neste ano a quantidade chegou a 137,3 mil unidades.

Os últimos 12 meses, contados a partir de abril, ainda estão positivos: os financiamentos com recursos das cadernetas de poupança evoluíram 27%, passando de R$ 64 bilhões para R$ 81 bilhões.

Em termos de unidades, foram financiadas 485,9 mil, 8% mais do que nos 12 meses imediatamente anteriores

Fonte: Folha | Uol

Imóveis à venda tem redução de taxa de juros e aumenta o ticket médio de imóveis novos

junho 7, 2012 by lmenezes · Comentários desativados
Filed under: Economia 

Aumento do valor médio pago pelo consumidor na compra  de um imóvel novo e da velocidade de vendas. De acordo com o presidente da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Paraná (Ademi/PR), Gustavo Selig, estes devem ser os principais efeitos da redução da taxa de juros para financiamento imobiliário no mercado de lançamentos verticais. Os novos valores já estão sendo praticados pela CAIXA e foram anunciados na manhã de hoje (1/6) pelo Banco do Brasil.

“O ticket médio dos apartamentos novos deve aumentar entre 8% e 15%, dependendo do padrão do imóvel, pois, com a redução da taxa, ocorre também uma diminuição no valor das parcelas, criando a oportunidade de o cliente partir para um imóvel maior ou com melhor localização”, explica Selig. Atualmente, o valor médio de compra para um apartamento novo, em Curitiba, varia de R$ 215 mil a R$ 1,94 milhão, dependendo do padrão.
Selig também acredita que a Velocidade de Novos Sobre a Oferta (VNSO) deve se manter próximo a 10, índice mantido desde 2008 e que corresponde ao dobro da média histórica atribuída à capital paranaense, antes do período. “Isto fará com que o mercado permaneça em crescimento e aquecimento, ainda que não signifique um aumento no faturamento de construtoras e incorporadoras”, avalia Selig.
O presidente da entidade descarta a possibilidade de um maior endividamento do consumidor em virtude da redução dos juros para empréstimos imobiliários. “O problema não é existir a dívida, mas sim ela estar acima da renda que o cliente possui. A redução da taxa de juros vai contribuir para que isto não aconteça”, defende Selig.

Fonte: Parana Shop

“O ticket médio dos apartamentos novos deve aumentar entre 8% e 15%, dependendo do padrão do imóvel, pois, com a redução da taxa, ocorre também uma diminuição no valor das parcelas, criando a oportunidade de o cliente partir para um imóvel maior ou com melhor localização”, explica Selig. Atualmente, o valor médio de compra para um apartamento novo, em Curitiba, varia de R$ 215 mil a R$ 1,94 milhão, dependendo do padrão.Selig também acredita que a Velocidade de Novos Sobre a Oferta (VNSO) deve se manter próximo a 10, índice mantido desde 2008 e que corresponde ao dobro da média histórica atribuída à capital paranaense, antes do período. “Isto fará com que o mercado permaneça em crescimento e aquecimento, ainda que não signifique um aumento no faturamento de construtoras e incorporadoras”, avalia Selig.O presidente da entidade descarta a possibilidade de um maior endividamento do consumidor em virtude da redução dos juros para empréstimos imobiliários. “O problema não é existir a dívida, mas sim ela estar acima da renda que o cliente possui. A redução da taxa de juros vai contribuir para que isto não aconteça”, defende Selig.

São sete as taxas abusivas e ilegais cobradas dos consumidores na compra de um imóvel

fevereiro 10, 2012 by lmenezes · 411 Comments
Filed under: Direito Imobiliário 

SÃO PAULO – Muitos consumidores que desejam realizar o sonho da casa própria acabam não prestando atenção àquelas letras miúdas inseridas no contrato ou, até mesmo, acabam aceitando as imposições das empresas no fechamento do negócio.

Na avaliação do presidente da Amspa (Associação dos Mutuários de São Paulo e Adjacências), Marco Aurélio Luz, é importante que o comprador tenha o apoio de um profissional especializado na área imobiliária, como um advogado ou economista, para não cair nessas armadilhas e evitar problemas futuros.

“Porém, a realidade é bem diferente e infelizmente muitos contratos assinados na atualidade trazem a inclusão de adicionais onerosos que afetam o adquirente. As mais comuns são as taxas Sati, de interveniência, de transferência, de administração, de obra e corretagem, entre outras tantas prejudiciais ao mutuário”, destaca Luz.

Conheça quais são as taxas abusivas

Um bom caminho para tentar se proteger é conhecer quais as cobranças abusivas mais comuns no mercado imobiliário. Confira abaixo as 7 selecionadas pelo presidente da Amspa:

1 – Sati

“Uma das práticas mais recorrentes do mercado imobiliário é a taxa Sati, pela qual é cobrado o percentual de 0,88% sobre o valor do bem”, explica Luz. As imobiliárias impõem a cobrança ao proprietário do imóvel sob a alegação de existência de custos de assistência técnica e jurídica para fechar o contrato.

“O recolhimento, porém, fere tanto o artigo 39 do Código de Defesa do Consumidor, pela prática de submeter o fornecimento do serviço relacionado a outro, como também o código de ética da OAB, por impor um profissional contratado pela corretora”, alerta.

2 – Assessoria imobiliária

A obrigação de pagar pela assessoria imobiliária, inclusive, é do próprio vendedor e não do novo proprietário do imóvel. “A exceção é feita no caso de comum acordo entre as partes, com todos os esclarecimentos e retificações no contrato”, completa.

3 – Comissão do corretor

Outro procedimento ilícito é obrigar o comprador do imóvel a assumir o pagamento da comissão do corretor, nos casos em que a empresa o contrata para fazer a intermediação entre comprador e a incorporadora. A taxa varia de 6% a 8%, conforme determina o Creci (Conselho Regional de Corretores de Imóveis).

“Só no momento da assinatura ou, na maioria das vezes, após fechar o contrato, que o mutuário tem o conhecimento do pagamento da taxa indevida”, explica.

Ele lembra que ainda há ocorrências em que a incorporadora separa o pagamento da porcentagem do agente comercial para que, na hora da rescisão do contrato, não tenha que devolver esse dinheiro, além da sonegação de tributos como o Imposto de Renda e induzindo o comprador a sonegar o ITBI (Imposto sobre Transmissão de Bens de Imóveis).

Porém, Luz lembra: “O pagamento é possível apenas quando o próprio adquirente contrata o profissional para lhe auxiliar na procura da casa própria”.

4 – Transferência do imóvel (Cessão do Contrato ou de Renúncia)

Quando o mutuário tenta transferir o imóvel em construção para outra pessoa, para que ela assuma as prestações do financiamento, ele encontra outra surpresa. “Para que a venda seja concretizada, as construtoras costumam impor o pagamento da taxa chamada ‘Cessão do Contrato ou de Renúncia’, que equivale a 3% do valor da propriedade”, explica.

Ele orienta que os prejudicados contestem a cobrança na Justiça até conseguirem retirar o valor ou reduzi-lo a despesas administrativas da elaboração do contrato, pois a prática é abusiva, não tem previsão na legislação e fere o CDC.

5 – Taxa de interveniência

Ela se refere ao pagamento que pode chegar a R$ 3 mil ou, em alguns casos, a 2% do financiamento, quando o comprador não aceita a financeira parceira da incorporadora. “Sua imposição é considerada venda casada, e os órgão de defesa do consumidor, como o Procon, a condenam”, destaca Luz.

6 – Taxa de administração

Os bancos alegam que é cobrada essa taxa pelo serviço administrativo e na manutenção do contrato de financiamento. Embora a legislação determine que o limite cobrado seja de até 2% e apenas nas 12 primeiras prestações, algumas instituições chegam a cobrar de 20% a 30% da tarifa durante todo o financiamento.

“Outra artimanha utilizada é oferecer juros abaixo do que é praticado no mercado, que é de 12% ao ano. Porém, a diferença ‘não cobrada’ é inserida justamente na taxa de administração”, lembra o presidente da Amspa.

7 – Taxa de obra

O mais novo tributo aplicado pelas construtoras é a taxa de obra, pela qual é cobrado um percentual de 2% sobre o valor do imóvel durante a construção. As empresas dizem que ela é referente aos juros da obra e cobram-na até que aconteça a liberação do “Habite-se” e de toda a documentação relacionada.

“Isso é um abuso”, afirma Luz. Ele ensina que o artigo 51 do CDC considera ilegal a cobrança de qualquer taxa que coloque o consumidor em desvantagem exagerada.

Veja dicas de como agir

Para reverter a situação de desvantagem em que o mutuário se encontra, cabe a ele próprio fazer valer seus direitos. “Ele pode recorrer à Justiça para exigir a devolução de seu dinheiro, que deverá ser restituído em dobro, além de ser acrescido de correção monetária e juros”, orienta Luz.

A devolução deve ocorrer em uma única vez, no prazo máximo de 10 dias e corrigida com os devidos encargos. Após o 15º dia, incide o acréscimo de 10% de multa e, caso não seja pago, os bens da imobiliária ou da construtora podem ser penhorados.

“Portanto, fica claro que todas essas taxas são totalmente abusivas e sem qualquer justificativa”, alerta o presidente da Amspa. “Está na hora de acabar com essa injustiça”.

Fonte: UOL

Plenário aprova projeto prevê construção de imóveis térreos para idosos

janeiro 31, 2012 by lmenezes · 679 Comments
Filed under: Sem categoria 

Obedecendo a acordo firmado entre as lideranças partidárias, o Senado aprovou nesta quinta-feira (12) o projeto de lei da Câmara (PLC) 156/08 que muda o Estatuto do Idoso (Lei 10.741/03) para estabelecer que os programas habitacionais destinados aos idosos devem dar preferência à construção de unidades residenciais de pavimento térreo. O texto vai à sanção presidencial.

O Estatuto do Idoso, em seu artigo 38, estabelece que nos programas habitacionais públicos ou subsidiados com recursos públicos, o idoso tem prioridade na aquisição de imóvel para moradia própria, observados os seguintes critérios: reserva de 3% das unidades residenciais para atendimento aos idosos; implantação de equipamentos urbanos comunitários voltados ao idoso; eliminação de barreiras arquitetônicas e urbanísticas, para garantia de acessibilidade ao idoso; e critérios de financiamento compatíveis com os rendimentos de aposentadoria e pensão.

O PLC 156/08 acrescentou nessa legislação um parágrafo único estabelecendo que as unidades residenciais reservadas para atendimento a idosos devem situar-se, preferencialmente, no pavimento térreo. A matéria, de autoria do então deputado Tarcísio Zimmermann, recebeu parecer favorável do relator na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH), então senador Flávio Arns (PSDB-PR).

Helena Daltro Pontual / Agência Senado

Vai negociar dívida de imóvel ? Conteste juro composto

janeiro 31, 2012 by lmenezes · 786 Comments
Filed under: Economia 

Vai aproveitar o décimo terceiro salário para por em dia as prestações da casa própria em atraso? Saiba negociar. Por exemplo, juros compostos não podem ser aplicados sobre as parcelas do financiamento contraído para a compra de imóvel.

A proibição do juro composto é objeto do Decreto 22.626, e tem orientação na Súmula 121 do Superior Tribunal Federal (STF), que determina: “É vedada a capitalização de juros, ainda que expressamente convencionada”.

Capitalização de juros, juros compostos ou juro sobre juros são termos que, basicamente, têm igual significado. Segundo especialistas, quando aplicado sobre um financiamento para quitação em 240 meses (20 anos), ao final do financiamento o mutuário terá pago até duas vezes, ou mais, o valor original do imóvel.

Para os financiamentos imobiliários, o Decreto 22.626 e a Súmula 121 determinam a aplicação do juro simples. Porém, a Associação Brasileira do Consumidor (ABC) alerta, com insistência: “o principal agravante nos financiamentos imobiliários é a capitalização de juros, considerada inconstitucional há mais de dez anos pelo STF”.

Cálculo do juro simples - Em todo o Brasil, segundo a ABC, gira em torno de 60% o percentual de êxito obtido em ações de mutuários que contestaram a fórmula da aplicação dos juros nos financiamentos de imóveis.

É fácil saber se um financiamento é taxado com juros simples: multiplique o valor original do imóvel pelo número de prestações do financiamento; o resultado, multiplique pelo juro mensal; e divida por 100.

Exemplo: terreno sem construção, no valor de R$ 25,5 mil, financiado para pagamento em 30 meses, ao juro de 1% ao mês: R$ 25,5 x 30 x 1 = 765000 ÷ 100 = R$ 7.650.

Obedecida a lei ao pé da letra, o valor mensal do juro a aplicar em cada uma das parcelas do financiamento do terreno do exemplo seria igual a R$ 255 (R$ 7.650 ÷ 30 meses). Contudo, é usual que o cálculo do juro seja feito após a correção monetária mensal, para a qual é utilizado o Índice Nacional de Preço ao Consumidor (INPC); ou o Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M).

Índices para correção de imóveis em construção e construídos – Tem maior complexidade o cálculo para identificar se é simples ou composto o juro aplicado sobre o financiamento do imóvel a construir ou construído.

Durante o período das obras, a correção monetária da parcela de financiamento se dá pelo Índice Nacional de Custo da Construção (INCC), independente de qual instituição o financiou (a própria construtora; ou um banco). Após a conclusão, diferentes índices são adotados, a depender de quem financiou o imóvel.

Na grande maioria dos contratos financiados diretamente pela construtora, finalizada a construção da obra a correção se dá pelo IGP-M, o mesmo indexador da grande maioria dos contratos de locação, no País. Quanto aos bancos ou financeiras, o mais adotado é a Taxa Referencial (TR).

Por conta das variáveis que alteram o valor dos juros, mesmo quando aplicados pela fórmula simples, é que se torna importante contar com o auxílio de um profissional para negociar parcelas em atraso, ou renegociar o contrato de financiamento.

Associações que prestam orientação a mutuários:
Abc
Abmh
Amspa

Amurio 

Fonte: R7

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