Kitnet para alugar use o cartão aluguel da CEF veja como funciona.

agosto 24, 2012 by lmenezes · Comentários desativados
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Recém-lançado pela Caixa Econômica Federal (CEF), o Cartão aluguel chegará ao mercado com a promessa de substituir as demais modalidades de fiança. Hoje, as mais comuns, segundo o Secovi Rio, são o fiador, o depósito, e o seguro-fiança que, apesar de ter registrado um forte crescimento, ainda pesa no bolso. Por ano, o locatário desembolsa, em média, o valor referente a um aluguel e meio.

O inquilino que optar pelo cartão pagará uma anuidade de R$96 (a ser quitada em 12 prestações de R$8) mais taxa de manutenção de 6,67% ao mês. Assim, quem tem contrato de mil reais, pagará R$1.067 mensais, o que, ao fim de um ano, representará um encargo de R$804. Ou seja, a taxa de manutenção anual valerá 80% de um aluguel mensal. Isso, sem contar a anuidade, que, tendo valor fixo, pesará mais no bolso dos inquilinos com contratos de valores mais baixos.

Renda mínima exigida será de mil reais – O cartão será oferecido nas bandeiras MasterCard e Visa, na modalidade internacional. Além de oferecer a linha de aluguel, ele funcionará como um cartão de crédito comum, podendo ser utilizado para a realização de compras em estabelecimentos comerciais. Dessa forma, o cartão terá dois limites independentes: o limite aluguel e o limite rotativo.

A renda mínima exigida será de mil reais, e não será possível efetuar saques utilizando o valor disponível para o aluguel. O cliente poderá optar entre três datas de vencimento: 6, 18 e 26.

Segundo o vice-presidente de pessoa física da Caixa, Fábio Lenza, a proposta do novo cartão é propiciar mais agilidade e modernizar o processo de locação. Os critérios para análise de crédito, diz, serão os mesmos já adotados para a aprovação do cartão de crédito. Hoje, segundo o Secovi Rio, o Índice de Velocidade de Locação (que mede o período médio que os imóveis demoram para ser alugados) é de 38 dias.

“A ideia é oferecer segurança e agilidade à operação, a um custo competitivo. Será como comprar, por exemplo, uma TV em 12 vezes. Ao usar o cartão pela primeira vez, as parcelas seguintes constarão automaticamente das próximas faturas”, explica.

A expectativa do banco é de que o novo produto já esteja disponível em todo país a partir do mês que vem. Por enquanto, o projeto piloto ficará restrito a quatro imobiliárias, de São Paulo e de Goiás.

“Hoje, quatro mil empresas já atuam como correspondentes imobiliários do banco, ou seja, são “miniagências” que, provavelmente, também oferecerão o produto. Dessa forma, esperamos vender cerca de 100 mil cartões já a partir de seu lançamento nacional. E chegar a um milhão em cinco anos”, diz o vice da Caixa.

Ideia pode ser seguida por outros bancos – Para o presidente do Sindicato da Habitação (Secovi Rio), Pedro Wähmann, a novidade é bem-vinda num mercado onde a procura por locação aumenta a todo vapor.

“A ideia de se criar uma nova garantia é muito saudável. Hoje, com a estabilização da economia, há muito mais gente com condições financeiras de alugar um imóvel. E muitos ainda esbarram em exigências que não conseguem cumprir, como achar, por exemplo um fiador que tenha mais de um imóvel. É claro que ainda é cedo para atestar a funcionalidade do cartão, mas acredito que, com o tempo, serão feitos ajustes”, afirma Wähmann, para quem a iniciativa da CEF deverá ser seguida por outros bancos.

Fonte: Zap

Casas para alugar alternativas a fiador incluem até cartão de crédito.

agosto 24, 2012 by lmenezes · Comentários desativados
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Conheça os prós e os contras de cada modalidade de garantia, para locadores e locatários

Aluguel de imóveis: outras quatro modalidades de garantia além do fiador já são usadas.

São Paulo – No fim do ano passado, a Caixa lançou o Cartão Aluguel, uma espécie de cartão de crédito voltado para o pagamento de aluguéis, em que o próprio banco funciona como fiador. O cartão ainda está em fase piloto, sendo oferecido por apenas quatro imobiliárias nos estados de São Paulo e Goiás, e ainda não tem previsão de lançamento nacional. Mas de acordo com o sócio-proprietário de uma delas, André Luis de Souza Jr., da Imobiliária Ato, o número de contratos de aluguel fechados em fevereiro com a utilização desse cartão como fiança subiu 30%.

O cartão da Caixa funciona como um cartão de crédito – o banco paga ao proprietário e o inquilino paga as faturas do cartão ao banco – o que, em tese, funciona como uma garantia. Para o sócio-proprietário da Ato, o produto é seguro para o proprietário e ainda conta com as vantagens de eliminar a burocracia e agilizar o processo de locação. Já para o locatário, o produto tem as vantagens de dispensar fiador e depósitos vultosos de uma só tacada, além de ser mais barato que os seguros-fianças disponíveis no mercado.

Ainda é cedo para dizer se a modalidade vai se tornar popular. Apenas 300 imobiliárias foram cadastradas em todo país para operar esse tipo de garantia, e segundo Carlos Samuel Freitas, diretor de locação da AssociaçãoBrasileira das Administradoras de Imóveis (ABADI), o mercado ainda não tem informações suficientes a respeito do produto para avaliar seu possível sucesso.

Contudo, é fato que outras modalidades de fiança já entraram na pauta de proprietários e inquilinos de todoBrasil. Atualmente, a figura do fiador ainda é mais popular, presente em cerca de 60% dos contratos de aluguel. Para Freitas, essa preferência é mais uma questão de costume do que de segurança. Mas o seguro-fiança – operado por seguradoras – já ocupa uma fatia de 25% do universo de contratos.

Também existem outras modalidades menos utilizadas, como o depósito-caução e o título de capitalização. Em breve, é possível que seja aprovado o aluguel consignado, conforme prevê projeto de lei já recém-apresentado na câmara. “Com a mudança na Lei do Inquilinato, já é possível alugar até sem garantia, no caso de locatários com renda alta e estabilidade no emprego. É possível até pedir o pagamento antecipado”, explica do diretor de locação da ABADI.

Mas qual é a forma mais segura para os proprietários ou mais em conta para os locatários? Conheça cada uma das modalidades e entenda as vantagens e desvantagens de cada uma.

Fiador

A figura do fiador é quase folclórica no mercado de locação, mas a sensação de segurança que ela causa no proprietário pode ser ilusória. Para ser fiador, uma pessoa precisa ser dona de pelo menos um imóvel quitado, que servirá de garantia no caso de inadimplência do locatário.

Para o locatário, certamente arrumar um fiador sai mais em conta do que qualquer outra modalidade de garantia. Mas além da burocracia que a fiança envolve, alguns proprietários fazem restrições quanto aos imóveis que servirão de garantia. Há quem exija que o bem esteja localizado em cidades ou estados determinados, ou ainda que o fiador seja dono de mais de um imóvel.

Outro problema é o fato de o fiador poder se exonerar de suas responsabilidades quando o contrato chega ao fim e passa a ter prazo indeterminado, segundo a nova Lei do Inquilinato. Nesse caso, o locatário tem 30 dias para apresentar novo fiador, sob risco de ser despejado liminarmente.

Para o proprietário, o fiador também pode ser arriscado. Caso o único imóvel posto em garantia seja o imóvel em que vive o próprio fiador, é possível que a Justiça o considere bem inalienável. Em alguns casos, o proprietário nunca chega a ver o dinheiro que lhe é devido. “Acaba sendo arriscado, pois sempre há uma circunstância ‘triste’ que a Justiça pode levar em consideração em detrimento do proprietário”, diz o consultor financeiro Mauro Calil.

Seguro-fiança

Comercializado por seguradoras, o seguro-fiança dispensa a figura do fiador e costuma custar o valor de um aluguel e meio. Em caso de inadimplência, o prêmio é pago ao proprietário. “O seguro-fiança é muito mais seguro que a fiança convencional, e atualmente há uma inclinação muito grande dos proprietários a preferirem esse tipo de modalidade”, afirma Carlos Samuel Freitas, da ABADI.

O locatário pode se beneficiar da reduzida burocracia e do fato de ser possível parcelar o valor do seguro em até 12 vezes. A apólice é renovada anualmente, como um seguro de carro ou de residência. O problema é que esse valor não poderá ser reavido, mesmo que o pagamento do aluguel seja pontual. Ou seja, ao final de um ano, o locatário terá pago treze aluguéis e meio em vez de apenas doze.

Cartão Aluguel Caixa

O cartão aluguel funciona como um cartão de crédito comum, com limites sujeitos à análise de crédito. Para os locatários, o produto sai mais em conta que os seguros-fiança, pois seu custo total anual equivale a cerca de 80% do valor de um aluguel – 96 reais de anuidade parcelada em até 12 vezes e uma taxa de 6,67% ao mês.

A renda mínima mensal também é baixa, de apenas mil reais, e o cartão pode ser usado também como cartão de crédito comum. Operando com as bandeiras MasterCard e Visa, o produto conta com um limite-aluguel e um limite rotativo, para outros tipos de pagamento. É claro que esse produto é vantajoso para quem poderá honrar com o pagamento das faturas, pois em caso de inadimplência, o locatário deverá pagar juros, como em um cartão de crédito comum.

“O cartão é um produto interessante se locador e locatário tiverem conta na Caixa. Mas se for preciso abrir uma conta para fazer o cartão pode não ser muito bom para o locatário, pois aí entram as tarifas bancárias”, explica o consultor financeiro Mauro Calil. Nesse caso, se o seguro-fiança estiver disponível vale a pena calcular na ponta do lápis qual modalidade sairia mais em conta.

Depósito-caução
Mais raro, o depósito-caução é utilizado, atualmente, em menos de 10% dos contratos de locação. “Geralmente essa modalidade é utilizada em imóveis mais difíceis de alugar, pois é uma garantia que se esvai com muita rapidez”, diz Carlos Samuel Freitas, da ABADI.

Isso porque, por Lei, essa modalidade prevê o depósito de apenas três meses de aluguel em uma conta-poupança. Mas de acordo com Freitas, esse tempo é curto caso o proprietário entre com uma ação de despejo por inadimplência. “Mesmo que os despejos estejam mais rápidos, dependendo do caso, o processo ainda pode levar até um ano”, explica.

Mas o locatário que tiver a oportunidade de lançar mão dessa modalidade de garantia deve aproveitar. Embora precise ter na mão o equivalente a quatro meses de aluguel para quitar o primeiro pagamento e fazer o depósito, o locatário poderá reaver o dinheiro depositado ao final do contrato, corrigido pela poupança. É, de longe, o tipo de garantia mais vantajosa para o locatário. “Essa é a modalidade mais democrática para os dois lados”, diz Mauro Calil.

Título de Capitalização

Raríssimo, o título de capitalização funciona como o depósito-caução, porém permite o depósito de mais de três meses de aluguel. O locatário pode reaver o dinheiro ao fim do contrato e o proprietário pode ficar garantido por um longo período. O problema é que um título longo pode exigir do locatário um depósito inicial muito vultoso – de um ano de aluguel, por exemplo, em uma só tacada – e a maioria das pessoas não tem esse dinheiro na mão.

Outra desvantagem do título é o prazo. Em geral eles são de 30 meses, o equivalente a um contrato padrão de aluguel. Porém, caso o locatário deseje sair do imóvel antes de terminar o prazo, não vai conseguir reaver o valor total aplicado no título. O mesmo risco atinge o proprietário. Em caso de inadimplência, ele deverá esperar até o vencimento para ver a cor do dinheiro, pois se resgatar antes do tempo poderá não completar o valor que lhe é devido. “Títulos de capitalização penalizam resgates antes do vencimento”, diz Mauro Calil.

Fonte: Exame

Calcule para quanto irá o aluguel a partir de março

junho 18, 2012 by lmenezes · Comentários desativados
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Com a deflação de 0,06% registrada em fevereiro pelo IGP-M (Índice Geral de Preços do Mercado), da FGV (Fundação Getúlio Vargas), a variação acumulada desse indicador no período de 12 meses totaliza 3,43%.

Esse percentual, que compreende o período de março de 2011 a fevereiro de 2012, deve ser aplicado aos contratos de locação residencial em andamento que aniversariam em março e têm cláusula de reajuste pelo IGP-M, cerca de 90% dos aluguéis do mercado.

Assim, um inquilino que pagava R$ 900,00 de aluguel entre março de 2011 e fevereiro de 2012, com os 3,43% de reajuste passará a desembolsar R$ 930,87 a partir deste mês de março.

Para facilitar o cálculo do reajuste, basta multiplicar o valor pago atualmente por 1,0343. A conta é válida exclusivamente para os contratos com aniversário em março e reajuste anual pelo IGP-M.

Fonte: R7

Casas para alugar com vencimento em maio subirá 10,6%.

junho 18, 2012 by lmenezes · Comentários desativados
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Reajuste, segundo o Secovi-SP, é o menor de 2011. Percentual corresponde à variação do IGP-M.

Os contratos de locação com reajuste anual atrelado ao IGP-M (Índice Geral de Preços do Mercado) e aniversário em maio terão o menor reajuste deste ano, com variação percentual de 10,60%. Isso corresponde à variação do indicador da FGV (Fundação Getúlio Vargas) no período de maio de 2010 a abril deste ano.

“Cerca de 90% do mercado de locação adota o indicador por ele ser o único divulgado na mudança do mês, isto é, o IGP-M é o primeiro índice a ser divulgado em cada período”, explica Roberto Akazawa, gerente do Departamento de Economia e Estatística do Secovi-SP (Sindicato da Habitação). Ele explica que a adoção não é exclusiva do mercado de locação, sendo utilizado em outros contratos com previsão de atualização.

Apesar de o IGP-M balizar boa parte dos contratos de locação, existe sempre a possibilidade de negociação entre locador e locatário. “Neste momento, entretanto, o reajuste pela variação do IGP-M tende a ser aplicado de forma integral, porque a opção de se trocar de moradia locada se torna difícil por falta de imóveis em oferta”, observa Akazawa. A mais recente Pesquisa Secovi-SP sobre Valores de Locação Residencial detectou que em março os novos contratos de locação estavam 15,25% mais caros que em idêntico período do ano passado.

Cálculo da correção

Para calcular o reajuste, basta multiplicar o valor do aluguel pago até abril por 1,1060. Assim, se o aluguel era de R$ 800,00, a partir de maio será de R$ 884,80.

Fonte: Imovelweb

Imóveis á venda em SP quase dobra em fevereiro

junho 7, 2012 by lmenezes · Comentários desativados
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As vendas de imóveis novos na cidade de São Paulo deram um salto em fevereiro e o número de unidades vendidas quase dobrou em relação a janeiro. Foram comercializadas em fevereiro 2.019 unidades, volume 97,5% maior em relação a janeiro, mesmo com menor número de dias úteis, segundo pesquisa do Secovi-SP, que reúne construtoras e incorporadoras. Em relação ao mesmo mês de 2011, a alta foi de 12,8%.

‘Em janeiro e fevereiro, apesar do número baixo de lançamentos, as vendas foram 17,7% maiores do que no primeiro bimestre do ano passado’, diz o economista-chefe do Secovi-SP, Celso Petrucci. Esse resultado, segundo ele, reafirma a tendência de crescimento de vendas de 5% a 10% neste ano. Isso significa uma reversão de parte da queda acumulada no ano de 2011 em relação a 2010: de 21% no número de unidades e de 15% em valor.

Na análise do economista, esse crescimento expressivo de vendas reflete a mudança do cenário econômico, que hoje é mais favorável do que no começo de 2011. A queda da taxa básica de juros, a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) e a crise europeia sob controle melhoraram o humor do mercado, observa. De toda forma, ele pondera que a base fraca de comparação, que é o primeiro bimestre de 2011, também contribuiu para o melhor desempenho de vendas.

Um resultado surpreendente da pesquisa de fevereiro foi a ampliação da participação dos imóveis de dois dormitórios no total das vendas. ‘Normalmente, a fatia dos imóveis de dois dormitórios não superava 40% do total de imóveis vendidos. Agora chegou a 57%’, destaca Petrucci, ponderando que ainda é cedo para afirmar que se trata de uma nova tendência. A liderança de vendas nos últimos tempos tem sido de imóveis de um dormitório.

Enquanto as vendas cresceram em fevereiro, o número de unidades lançadas caiu pela metade em relação a 2011. Pesquisa feita pela Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio (Embraesp) mostra que foram lançadas em fevereiro 1.383 unidades, um número 52,3% menor em relação ao mesmo mês de 2011.

O fato de as vendas terem superado os lançamentos indica que parte dos negócios é desova de estoque de apartamentos. Depois da retração em 2011, incorporadoras e construtoras fizeram um ajuste para se adequar ao menor ritmo de crescimento do mercado. De acordo com a pesquisa, 74,9% da unidades vendidas em fevereiro se encontravam em fase de lançamento.

Velocidade. Outro resultado que confirma a reação do mercado é a aceleração na velocidade de vendas. O indicador de velocidade de vendas, que é o total vendido em relação ao total ofertado, tinha encerrado 2011 com alta de 57,2% acumulada em 12 meses. Em janeiro, esse indicador subiu para 58,3% e atingiu em fevereiro 59,6%.

Quando se avalia a velocidade de vendas no mês, o indicador foi 10,3% em fevereiro deste ano, praticamente o dobro do resultado de janeiro (5,2%).

No entanto, comparado com os meses de fevereiro de anos anteriores, o resultado de 2012 fica a desejar. Em fevereiro de 2010, ano em que o Produto Interno Bruto (PIB) do País cresceu 7,5%, a velocidade de vendas atingiu a marca de 21,1%. Em fevereiro do ano passado, o indicador ficou em 13,2%. Já em fevereiro de 2009, ano em que a economia sofria os abalos da crise financeira internacional, o indicador de velocidade de vendas foi menor que o atual e ficou em 7,7%.

Fonte: Estadao.com

Imóveis à venda em SP concentra mais de um terço do valor dos lançamentos do País

junho 7, 2012 by lmenezes · Comentários desativados
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SÃO PAULO – Os lançamentos imobiliários na região Metropolitana de São Paulo atingiram VGV* (Valor Geral de Vendas) de R$ 30,5 bilhões em 2011, o que representa 36% de todo valor dos lançamentos do País no ano passado. Os dados são do anuário do Mercado Imobiliário Brasileiro 2011, desenvolvido pela área de Inteligência de mercado da imobiliária Lopes.

De acordo com o estudo, foram 509 lançamentos na região, distribuídos em 448 empreendimentos residenciais verticais, 60 conjuntos comerciais e um hotel. O preço médio do metro quadrado foi de R$ 5.010 para apartamentos, de R$ 9.240 para conjuntos comerciais e de R$ 11.530 para unidades hoteleiras.

Outras cidades A região da Grande Rio de Janeiro, por sua vez, registrou VGV de R$ 9,7 bilhões, com 181 empreendimentos, que totalizaram 483 torres e 34.137 unidades. O preço médio do metro quadrado dos apartamentos na região foi de R$ 4.250.

Já o Distrito Federal é a terceira praça em valor de lançamentos, representando 8% do VGV total de 2011 – R$ 6,7 bilhões. Lá, foram lançados 88 empreendimentos, em um total de 143 torres e 18.844 unidades. Destes, 81% eram residenciais verticais, 16% comerciais e 3% hotéis.

O tíquete médio geral dos apartamentos lançados no DF ficou em R$ 298 mil, com preço médio de metro quadrado de R$ 5.510. Em Brasília, o tíquete médio ficou em R$ 888 mil e o preço médio do metro quadrado em R$ 10.420.

No total, Os lançamentos imobiliários no Brasil atingiram o valor de R$ 86 bilhões em 2011. De acordo com a Lopes, estas três regiões somaram 55% do VGV nacional.

*O VGV é um valor calculado pela soma do valor potencial de venda de todas as unidades de um empreendimento que será lançado

Fonte: Infomoney

Venda de imóveis comerciais aquecem lançamentos

junho 7, 2012 by lmenezes · Comentários desativados
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O mercado imobiliário está diante de duas frentes: os lançamentos de imóveis comerciais continuam aquecidos nas principais cidades brasileiras, enquanto o segmento residencial começa a se estabilizar. A demanda por novas sedes corporativas pressiona os preços e os lançamentos têm perfil cada vez mais sofisticado. Já o número de lançamentos em São Paulo no primeiro trimestre deste ano foi quase 30% menor do que em igual período do ano passado, segundo levantamento do Sindicato da Habitação (Secovi-SP).

No caso dos residenciais, analistas explicam que a estabilização deve-se desde o esfriamento da economia até a burocracia e as exigências mais rígidas para aprovação de novos projetos. Para as construtoras, há um ajuste do mercado e a estratégia é desovar estoques.
Fernando Cruz, diretor da Brazilian Securities, do grupo BFRE, aponta a morosidade na aprovação de projetos por parte das prefeituras como um dos motivos para redução do número de lançamentos. O cenário é positivo para as construtoras, pois há demanda, financiamento e mais pessoas chegando ao mercado com capacidade de renda.
Por outro lado, as vendas entre janeiro e março na capital paulista somaram 5,4 mil unidades de imóveis novos, 26,6% acima do registrado em igual período de 2011. Já na região metropolitana, composta por São Paulo e 38 municípios, as vendas recuaram 4,5%. A expectativa do Secovi-SP é de que as vendas na capital aumentem 10% neste ano, para 31,1 mil unidades, e o número de lançamentos diminua 5%, para 36,2 mil unidades.
No caso dos comerciais, São Paulo e Rio concentram o maior número lançamentos de edifícios de alto padrão. Com os bons resultados no primeiro trimestre, em preços e vendas, a perspectiva é de que 2012 será um ano de bom desempenho para o mercado de escritórios de alto padrão. Para analistas da consultoria Cushman & Wakefield, até o final do ano, o volume de lançamentos nas principais capitais deverá ser o dobro de 2011.
Luiz Henrique Rimes, diretor nacional de negócios da João Fortes Engenharia, observa que o que prevaleceu no crescimento do mercado de empreendimentos comerciais em 2010 e 2011 foram as salas comerciais pequenas, de 25 a 30 metros quadrados. Agora, mesmo com a continuação da demanda por esse tipo de produto, vejo um crescimento do interesse pelos espaços corporativos, para sede de empresas de médio e grande porte.
Em São Paulo, os preços do aluguel de escritórios classe A bateram recorde histórico no primeiro trimestre. A média dos valores deu um salto de 33,9%, em relação a mesmo período do ano passado, chegando a R$ 123,7 mensais por metro quadrado, conforme pesquisa da Cushman & Wakefield. Para Walter Torre, presidente da WTorre, os preços de locação de escritórios de alto padrão em São Paulo devem subir até meados de 2013, quando está prevista a entrega de vários empreendimentos, somando uma área total de 500 mil a 600 mil metros quadrados.

Fonte:Valor Econômico

Imóveis à venda pela caixa terá site com feirão permanente de imóveis.

junho 7, 2012 by lmenezes · Comentários desativados
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A Caixa Econômica Federal lançará em junho um site destinado à oferta de imóveis de construtoras e incorporadoras parceiras do banco. Segundo adiantou à Agência Estado o diretor executivo de Habitação da Caixa, Teotônio Rezende, o objetivo do projeto é promover a comercialização de imóveis em todo o Brasil, além de expandir a carteira de financiamentos do banco. “O site será como um feirão permanente e já está quase pronto”, afirmou, durante seminário sobre moradia social promovido pela Câmara de Comércio Espanhola, na capital paulista.

Inspirado no Feirão da Casa Própria, o site também vai oferecer um serviço online para agilizar a avaliação dos documentos exigidos para concessão de crédito. “A ideia é que os clientes possam enviar esses documentos e ter uma resposta mais rápida, pela internet”, disse Rezende. Essa ferramenta, porém, ainda está em desenvolvimento e deve ser disponibilizada apenas no segundo semestre.

O site vai abrigar anúncio de imóveis de empresas de todo o Brasil, inclusive daquelas que não participaram dos feirões anteriores realizados pelo banco. O diretor da Caixa disse que ainda não foram contabilizados os números totais de empresas e imóveis que serão apresentados no site. Rezende também explicou que as empresas não terão que pagar pela exposição dos anúncios.

O retorno esperado pelo banco, segundo o diretor, está no aumento do volume de financiamentos. “Esse aumento já está dentro dos R$ 100 bilhões previstos para financiamentos da Caixa até o fim do ano”, explicou, lembrando que esse volume já foi revisado para cima recentemente. Até o início deste mês, a previsão anterior para concessão de crédito era de R$ 96 bilhões.

O anúncio sobre o site deverá ocorrer nos próximos dias, em comercial protaganizado pelo ex-jogador de futebol Raí e pela atriz Camila Pitanga.

Fonte: Bonde

Comprar casa pela caixa cresce em 5,2% no Ano.

junho 7, 2012 by lmenezes · Comentários desativados
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Os financiamentos para aquisição e construção de imóveis atingiram R$ 23,3 bilhões nos primeiros quatro meses de 2012, um aumento de 5,2% em relação ao mesmo período de 2011, segundo divulgado hoje pela Abecip (Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança). Os dados de unidades imobiliárias financiadas, porém, indicam a tendência de desaceleração do mercado.

Abril deste ano foi mais fraco que o mesmo mês do ano passado já em volume de empréstimos: R$ 5,7 bilhões, baixa de 7% em relação ao mesmo período de 2011.

Em termos de unidades financiadas, os dois números mostram quedas. Em abril foram financiados 32,5 mil imóveis, queda de 16% ante abril do ano passado.

Comparando os primeiros quadrimestres de 2011 e 2012, a queda foi menor: 4,9%. Enquanto foram financiados 144,3 mil imóveis em 2011, neste ano a quantidade chegou a 137,3 mil unidades.

Os últimos 12 meses, contados a partir de abril, ainda estão positivos: os financiamentos com recursos das cadernetas de poupança evoluíram 27%, passando de R$ 64 bilhões para R$ 81 bilhões.

Em termos de unidades, foram financiadas 485,9 mil, 8% mais do que nos 12 meses imediatamente anteriores

Fonte: Folha | Uol

Imóveis à venda tem redução de taxa de juros e aumenta o ticket médio de imóveis novos

junho 7, 2012 by lmenezes · Comentários desativados
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Aumento do valor médio pago pelo consumidor na compra  de um imóvel novo e da velocidade de vendas. De acordo com o presidente da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Paraná (Ademi/PR), Gustavo Selig, estes devem ser os principais efeitos da redução da taxa de juros para financiamento imobiliário no mercado de lançamentos verticais. Os novos valores já estão sendo praticados pela CAIXA e foram anunciados na manhã de hoje (1/6) pelo Banco do Brasil.

“O ticket médio dos apartamentos novos deve aumentar entre 8% e 15%, dependendo do padrão do imóvel, pois, com a redução da taxa, ocorre também uma diminuição no valor das parcelas, criando a oportunidade de o cliente partir para um imóvel maior ou com melhor localização”, explica Selig. Atualmente, o valor médio de compra para um apartamento novo, em Curitiba, varia de R$ 215 mil a R$ 1,94 milhão, dependendo do padrão.
Selig também acredita que a Velocidade de Novos Sobre a Oferta (VNSO) deve se manter próximo a 10, índice mantido desde 2008 e que corresponde ao dobro da média histórica atribuída à capital paranaense, antes do período. “Isto fará com que o mercado permaneça em crescimento e aquecimento, ainda que não signifique um aumento no faturamento de construtoras e incorporadoras”, avalia Selig.
O presidente da entidade descarta a possibilidade de um maior endividamento do consumidor em virtude da redução dos juros para empréstimos imobiliários. “O problema não é existir a dívida, mas sim ela estar acima da renda que o cliente possui. A redução da taxa de juros vai contribuir para que isto não aconteça”, defende Selig.

Fonte: Parana Shop

“O ticket médio dos apartamentos novos deve aumentar entre 8% e 15%, dependendo do padrão do imóvel, pois, com a redução da taxa, ocorre também uma diminuição no valor das parcelas, criando a oportunidade de o cliente partir para um imóvel maior ou com melhor localização”, explica Selig. Atualmente, o valor médio de compra para um apartamento novo, em Curitiba, varia de R$ 215 mil a R$ 1,94 milhão, dependendo do padrão.Selig também acredita que a Velocidade de Novos Sobre a Oferta (VNSO) deve se manter próximo a 10, índice mantido desde 2008 e que corresponde ao dobro da média histórica atribuída à capital paranaense, antes do período. “Isto fará com que o mercado permaneça em crescimento e aquecimento, ainda que não signifique um aumento no faturamento de construtoras e incorporadoras”, avalia Selig.O presidente da entidade descarta a possibilidade de um maior endividamento do consumidor em virtude da redução dos juros para empréstimos imobiliários. “O problema não é existir a dívida, mas sim ela estar acima da renda que o cliente possui. A redução da taxa de juros vai contribuir para que isto não aconteça”, defende Selig.

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