Reforma valoriza preço de imóvel em até 25%

janeiro 19, 2012 by lmenezes · 427 Comments
Filed under: Imóveis 

Alternativa vem sendo utilizada por donos de apartamentos e casas para ganhar mais na venda da propriedade

Considerados um dos investimentos mais significativos da vida de qualquer pessoa, a casa ou o apartamento, em algum momento irão necessitar de reparos ou até mesmo uma reforma grande em sua estrutura.

Nesta hora, é importante o morador ter em mente a venda da propriedade, pois, além da localização dela, as mudanças poderão valorizar o preço do imóvel em até 25%, segundo o gerente de vendas da Viva Imóveis, Marcello Garcia.

De olho na possível venda, ele alerta o dono para não cometer o erro de personalizar a casa ou apartamento, pois “isso fechará oportunidades”, ou seja, as pessoas poderão não gostar daquilo que foi feito e isso impede a comercialização.

Segundo Marcello, o espaço de qualquer imóvel é desenvolvido dentro de uma condição neutra, para que agrade a maioria dos públicos e esta característica deve ser mantida quando a venda poderá ser cogitada.

Orientação

O mesmo conselho é dado pelo advogado imobiliário do Rio de Janeiro, Carlos Freitas, diretor de condomínios da Primar Administradora de Bens.

“As reformas devem ter caráter funcional, ou seja, que atenda às demandas do mercado”, avalia ele.

Buscar arquiteto

“A grande dica é sempre buscar um profissional, um arquiteto com experiência em área interna sempre que for realizar alguma reforma”, aconselha. De acordo com Marcello, esses profissionais trabalham de forma a aproveitar melhor os espaços de cada ambiente e, com isso, dão “um up grade no apartamento ou na casa”, potencializando o valor a ser cobrado pelos proprietários.

Qualidade do material

Outro ponto abordado pelos dois profissionais do setor é a qualidade do material usado na reforma. Principalmente quando os arquitetos não são contratados, o proprietário deve atentar para que isso não comprometa a infraestrutura do imóvel.

“O ideal é pesquisar os preços e verificar a qualidade e procedência, evitando a compra de algo ruim, independente do valor. O serviço deve ser bem feito e a reforma deve ser realizada visando à utilidade”, ressalta o advogado.

Espaços em foco

Afirmando que em Fortaleza – região onde atua – “encontra-se reformas conscientes e outras que depreciam o imóvel”, o gerente da corretora aponta as áreas de lazer como as mais visadas no momento de reformar a propriedade.

Já Freitas, aponta como tendência nacional a cozinha e o banheiro como foco das reformas e principais cômodos no momento de análise do preço cobrado, aliados à garagem. Ele ainda aconselha que seja usado cores discretas, além de cerâmica, granito ou madeira no piso, evitando o carpete.

ARMANDO DE OLIVEIRA LIMA
REPÓRTER

Dicas para investir em imóveis comerciais

janeiro 18, 2012 by lmenezes · 1.153 Comments
Filed under: investidor 

Para investir em imóveis, é necessário avaliar o local em que o espaço está situado e como é sua vizinhança, para evitar surpresas desagradáveis.

A compra da casa própria faz parte do sonho de muitos brasileiros, porém, comprar um imóvel é mais que uma necessidade, é um investimento. Mesmo que a pessoa só tenha uma única casa como propriedade o dinheiro está investido, pois de acordo com a localização, a conservação e as reformas do espaço, o imóvel estará se valorizando a cada dia que passa, podendo trazer um retorno, se por acaso for vendido.

Comprar uma casa também é uma forma de investir sem correr muitos riscos, pois o dinheiro empregado no  imóvel  será recuperado facilmente com uma venda, ou em alguns meses de aluguéis. Para investir na compra de uma casa, é necessário analisar vários fatores para não tomar uma decisão precipitada. Para que a negociação seja bem-sucedida, é preciso avaliar o imóvel, e de preferência, com um profissional que entenda de valor de marcado.

Quando for visitar a casa, apartamento ou sala comercial que deseja comprar, veja o estado de conservação do local. Fique atento com relação a pontos que possam lhe causar problemas a curto prazo, como por exemplo, hidráulica e elétrica. Pergunte os motivos que levaram a pessoa a vender o imóvel, isso lhe ajudará a avaliar melhor os riscos da compra. Antes de concluir a negociação, veja outros locais na mesma região que estão a venda e que possua as mesmas características que você busca, pois pode ser que encontre algum outro ponto que esteja sendo vendido em melhores condições, tanto de preço, quanto de estado de conservação.

Os investimentos em imóveis são para alugar ou vender, por isso, a localização é fundamental. Se a sala que você comprou passa muitas pessoas, e está próximo à centros comerciais, com certeza irá interessar aos empresários que precisam de movimento de pessoas, passando a todo momento em sua porta. Agora se você investiu em uma casa próximo de escolas, postos de saúde e com pontos de ônibus, o local será procurado por pessoas interessadas em moradia. Por isso, avalie se o imóvel disponibiliza características locais que atendem as suas expectativas como investidor. Confira se a vizinhança é segura e se os serviços urbanos oferecidos atendem o seu público alvo.

Realize reformas e mantenha o espaço sempre concervado para alugá-lo ou vendê-lo. Nunca deixe de investir na melhoria do local, pois para que o seu capital tenha giro é  necessário aplicar em obras de infraestrutura  que melhore o espaço. Se preferir, acorde com o inquilino um abatimento no valor do aluguel em troca das obras que serão realizadas. Um imóvel em bom estado vale sempre mais, o que lhe trará maior rentabilidade.

Fonte: Mundo das Tribos

Mercado Imobiliário – Corretor terá acesso ao mercado dos EUA

janeiro 18, 2012 by lmenezes · 1.215 Comments
Filed under: Corretor 

O Conselho Federal de Corretores de Imóveis (Cofeci) firmou uma parceria com a National Association of Realtors, NAR, associação norte-americana dos corretores de imóveis, que permite que os profissionais do setor tenham acesso ao mercado de imóveis dos Estados Unidos e vice-versa. Esse convênio tem como objetivo ainda estimular o intercâmbio e treinamentos entre as instituições brasileiras e americanas. Somente nos EUA, mais 3 milhões de corretores estão associados a NAR. A entidade se encontra presente em mais de 60 países por meio de convênios e parcerias. Os Estados Unidos são o país que mais investe em imóveis no Brasil e, embora estejam passando por dificuldades momentâneas, por causa da crise financeira de 2008, continua exercendo forte influência em todo o mundo.

Para ter acesso à NAR é preciso que o corretor faça contato com o Cofeci para se habilitar ao cadastramento junto à entidade norte-americana. Com a realização da Copa do Mundo e das Olimpíadas, muitos americanos e estrangeiros de modo geral vão demandar alojamento, sem falar na possibilidade do corretor poder ofertar bons investimentos na área imobiliária. Além disso, o corretor que se associar à NAR estará de posse dos mais variados produtos imobiliários norte-americanos, que nesse momento estão com os preços em queda, devido à crise e podem se tornar um excelente negócio para brasileiros. Em 2010, o número de corretores de imóveis no Brasil chegou a 250 mil, segundo registro do Conselho Federal de Corretores de Imóveis.

Fonte: Tribuna da Bahia

Imóvel nos EUA: boa ou péssima opção de investimento?

janeiro 7, 2012 by lmenezes · 1.017 Comments
Filed under: Economia 

SÃO PAULO – O encarecimento dos imóveis no Brasil  nos últimos anos e o fato de eles terem ficado mais baratos nos Estados Unidos no mesmo período fez com que muitas pessoas se interessassem em adquirir um imóvel no país norte-americano, seja com o objetivo de passar períodos de férias, seja com a intenção de investir.

Mas será que a compra de uma casa ou um apartamento nos Estados Unidos pode ser uma alternativa interessante de investimento? Empresários do setor imobiliário divergem sobre esta questão.

Para o sócio e diretor da Vitacon Incorporadora, Alexandre Lafer Frankel, comprar residências nos EUA para ganhar com a valorização do bem não é uma boa opção. Isto porque as perspectivas de upside (valorização) não são muito boas. “Pode levar muito tempo para o imóvel se valorizar e não há nenhuma garantia de que isso aconteça. Ainda há uma oferta grande nos EUA e o país ainda enfrenta algumas dificuldades”, afirma Frankel.

De acordo com ele, o fato de a economia norte-americana ainda não ter dado sinais de um forte aquecimento faz com que investir em um bem nos EUA seja uma alternativa arriscada neste momento. “Acho que o mercado ainda deve demorar um pouco para se recuperar e, por isso, não aconselho uma compra deste tipo com objetivo de investir”, diz

Dólar barato e desvalorização dos imóveis nos EUA
Já o diretor da Save Invest, empresa de consultoria imobiliária, Diego de Cerqueira Lima, acredita que a compra de imóveis nos Estados Unidos ainda é, sim, uma boa opção de investimento.

Segundo ele, a desvalorização do dólar nos últimos anos e a queda de preço dos imóveis nos EUA fazem com que ainda hajam boas oportunidades disponíveis naquele país. “Com a crise do subprime, o preço dos imóveis caiu muito nos Estados Unidos”, diz. “Há imóveis que se desvalorizaram até 70%”, completa o executivo.

Lima aponta que, mesmo com alguma recuperação do mercado imobiliário no País, ainda há imóveis subvalorizados. Por isso, ele afirma que quem quer comprar um imóvel nos EUA precisa se atentar para as pechinchas que ainda podem ser encontradas.

“É preciso aproveitar as oportunidades. Ainda há imóveis baratos em muitas regiões e a cotação do dólar, apesar de uma valorização recente, também contribui para que este tipo de aquisição seja interessante”, afirma.

Já Frankel ressalta que não se pode comparar os preços dos imóveis no Brasil com os dos EUA fazendo apenas a conversão da moeda. “Quando comparar preços no exterior, deve-se também comparar as localizações, rendas, custos de vida, custos dos terrenos, custos de mão de obra, créditos, taxas de juros, etc”, diz.

O que olhar antes de comprar
De acordo com o diretor da Save Invest, os procedimentos de segurança adotados antes de adquirir um imóvel nos Estados Unidos devem ser os mesmos de quando se compra uma residência no Brasil.

“É preciso saber quem é o agente que está intermediando aquela compra, se é ou não autorizado a fazer este tipo de transação, se a empresa que faz a gestão do imóvel é idônea, etc”, afirma o executivo.

Além disso, ele aconselha que o comprador do imóvel conheça a área onde ele está localizado e saiba o potencial de valorização da região, assim como os possíveis problemas do local. “Parte-se do pressuposto de que quem vai adquirir um imóvel fora do país tenha disponibilidade e facilidade para viajar para o local e que conheça bem a região onde se localiza o bem”, afirma Lima.

Impostos
Quem pretende comprar um imóvel nos EUA também precisa se atentar para os impostos. Isto porque a tributação para imóveis no país é bem diferente daquela que nós temos no Brasil e existem algumas peculiaridades, como a “lei da herança”.

Por isso, o diretor da Save Invest aconselha que o comprador procure uma assessoria jurídica, que conheça a legislação do local onde o imóvel se encontra nos EUA (lá, a legislação é definida de acordo com a jurisdição onde imóvel está localizado). “É importante procurar uma assessoria especializada para evitar problemas”, afirma Lima.

Por: Diego Lazzaris Borges
Fonte: InfoMoney

Bons investimentos imobiliários estão em cidades médias, dizem especialistas

janeiro 7, 2012 by lmenezes · 762 Comments
Filed under: Economia 

Fundos de private equity buscam empreendimentos fora dos grandes centros, em locais onde a economia cresce com mais força

As cidades médias brasileiras têm as melhores oportunidades de investimento para os fundos de private equity especializados no setor imobiliário, na opinião de especialistas. O forte potencial de crescimento das economias dessas cidades, muitas vezes puxado por multinacionais, é um dos fatores que favorecem o ramo de imóveis.

“Nas cidades médias o crescimento populacional é 44% maior do que nas grandes. O crescimento do PIB [Produto Interno Bruto, que mede as riquezas geradas pela economia] é 61% maior e o PIB per capita é 83% maior,” afirma Jon Toscano, presidente da Trivèlla Investimentos.

A Trivèlla Investimentos prioriza a destinação de seus aportes para cidades médias – que têm entre 300 mil e 1 milhão de habitantes – do interior dos Estados de São Paulo e Paraná, segundo Toscano.

“Esses locais concentram 36% do PIB brasileiro,” diz. Entre os municípios escolhidos pelos gestores estão Sorocaba, Londrina, Maringá, São Carlos, Piracicaba e Campinas.

O executivo afirma que cidades interioranas são subantendidas e que seus crescimentos vêm sendo potencializados por multinacionais. “A Toyota, por exemplo, está em Sorocaba, a Hyundai em Piracicaba,” afirmou Toscano durante o Encontro com a Indústria de Private Equity e Venture Capital, organizado pela Associação Brasileira da Private Equity & Venture Capital (ABVCAP) nesta quarta-feira, em São Paulo.

Renato Garcia, diretor presidente da RG Salamanca Capital, braço brasileiro do londrino Salamanca Group, concorda com Toscano. “Buscamos mpreendedores eficientes e empresas familiares em locais não óbvios, onde os ninguém quer ir,” diz Garcia.

A Salamanca Capital fez um investimento recente em Natal (RN), na empresa de engenharia e incorporação imobiliária Ecocil e, na opinião de Garcia, a região nordeste é atrativa pois oferece menor concorrência.

Apesar da atratividade dos pequenos centros, os grandes ainda têm oportunidades, segundo os especialistas. Mas dado o alto nível de saturação, são cidades em que os preços são mais altos. “Ainda são bons mercados, só que mais caros,” diz Helmut Fladt, da Pátria Investimentos.

No caso do Rio de Janeiro, Garcia acrescenta que existe ainda há um potencial de valorização grande em algumas regiões em função da grande liquidez esperada para os próximos 5 a 6 anos, em parte decorrente da demanda crescente por causa da Copa do Mundo de 2014 e da Olimpíada de 2016.

10% do mercado

Em volume, Toscano estima que cerca de 10% do capital investido por meio de fundos de private equity seja direcionado ao setor imobiliário.

Para dar uma ideia do que isso significa, nas contas de Patrice Etlin, diretor da gestora Advent International, os fundos já captaram cerca de US$ 9 bilhões (cerca de R$ 14,3 bilhões) para investir no Brasil ainda este ano.

Investindo em imóveis

Além de grandes fundos administrados por empresas de private equity, o mercado brasileiro têm diversas opções de fundos imobiliários que vendem cotas para pessoas físicas.

Para Mordejai Goldenberg, vice-presidente executivo da consultoria imobiliária Cushman & Wakefield, os investimentos imobiliários são uma boa opção para integrar portifolios de quem está planejando a aposentadoria. “Os fundos têm um grande apelo para a pessoa física,” afirma.

A principal vantagem que oferecem em relação a outras modalidades de investimento é a isenção de imposto de renda sobre os lucros. Desde que não tenham 10% ou mais do total de cotas do fundo, não precisam pagar IR sobre os ganhos.

Olívia Alonso, iG São Paulo

Fonte: IG

Mercado Imobiliário – Invista em imóveis de forma eficiente

novembro 17, 2011 by lmenezes · 717 Comments
Filed under: investidor 

Nas décadas de instabilidade inflacionária e governamental, era difícil pensar em aplicar o capital em instrumentos financeiros de longo prazo como fundos de investimentos e previdências, dado o alto risco de retorno dessas aplicações. Uma alternativa de aplicação que se tornava atrativa era a imobiliária, afinal de contas, o país se encontrava em um momento de forte déficit habitacional com franca expansão do comércio e urbanização, o que consequentemente, trazia valorização aos metros quadrados em quase todas as regiões.

Atualmente já não está tão fácil aplicar em imóveis e obter altos retornos. O que percebo é que excetuando os grandes investidores que possuem know how e capital para operar as oportunidades, cada vez mais o pequeno investidor recebe menos pelo seu capital nas posições imobiliárias (com retornos bem modestos entre 0,3 e 0,7% ao mês).

O investidor que se acostumou a ter valorização para o que quer que comprasse, já encontra dificuldades de valorização a depender da localização do seu imóvel. Não estou aqui falando sobre uma bolha imobiliária, muito pelo contrário, ainda trabalhamos com um forte crescimento imobiliário (principalmente habitacional) para os próximos 8 anos, mas apenas que, não basta mais comprar qualquer imóvel para ver seu dinheiro crescer.

Nos últimos anos, as aplicações que mais se valorizaram e ofereceram retornos mensais foram às ligadas a fase de construção, principalmente de empreendimentos como shoppings, universidades, hospitais e complexos empresariais. Mas como comprar um shopping center e participar desta valorização?

A resposta está nos fundos de investimentos imobiliários (FII), que são fundos administrados profissionalmente por empresas especializadas, que através do capital investido dos seus cotistas, realiza investimentos diversos no setor imobiliário. Cada FII é constituído para um objetivo específico, seja ele construção, aluguel, etc. Os FII permitem que o investidor selecione a modalidade de aplicação e perfil de investimento antes de alocar o seu capital, assim como, que avalie precisamente a qualidade de seus gestores e administradores.

Os FIIs funcionam como um fundo de investimento normal, onde o investidor percebe a valorização do seu capital com o crescimento da cota (que cresce conforme valorização do empreendimento). Além deste crescimento, o investidor dos FIIs recebem mensalmente os aluguéis referentes ao empreendimento (igual a modalidade física).

Os FIIs tem larga vantagem frente aos investimentos físicos em imóveis. Por exemplo, os ganhos mensais (no mínimo 95% do lucro líquido mensal) são pagos na conta do investidor todo mês isentos de imposto de renda, enquanto nos investimentos físicos podem ir até 27,5% dos ganhos mensais. Outra grande vantagem é a liquidez e mobilidade. Como os FIIs são negociados na BMF&Bovespa, as cotas podem ser vendidas a qualquer momento e com custo de corretagem de 0,5%, frente aos até 6% dos investimentos físicos.

Confesso que como consultor de investimentos o que mais me agrada no modelo de aplicação nos fundos de investimentos não são os altos pagamentos mensais (que nos melhores FII está entre 0,8 e 1%), nem a isenção de IR nos rendimentos mensais, nem o baixo custo operacional e também não é a liquidez diária de negociação nem a possibilidade de ser sócio dos maiores empreendimentos do país, mas sim os juros compostos. Isso mesmo, os juros compostos. Como a maioria dos FIIs estão negociados em cotas próximas a R$100, a cada mês, o investidor pode reaplicar o que recebe dos aluguéis do fundo em novas cotas e com isso produzir ganhos compostos (o que não poderia ser feito no investimento físico, já que não é possível comprar um outro imóvel inteiro com o valor dos aluguéis).

Com esta característica, o investidor consegue associar os ganhos compostos dos instrumentos financeiros com a segurança e tradição do investimento imobiliário. Gostou? Então não perca mais tempo, busque um especialista, conheça as opções e seja dono dos maiores empreendimentos do país.

Por Rafael Bastos

Fonte: Gente&Mercado

Investimento em imóveis comerciais cresce no país

outubro 7, 2011 by lmenezes · 1.446 Comments
Filed under: Economia 

Por Rafael Matos]

O volume de investimentos em imóveis comerciais de alto padrão no Brasil atingiu R$ 4,6 bilhões neste ano até o terceiro trimestre, segundo a Jones Lang LaSalle.

O valor já é 77% superior ao total investido no ano passado inteiro, segundo André Rosa, diretor da consultoria no Brasil. Neste ano, o valor dos aluguéis dos escritórios em São Paulo deve apresentar alta entre 5% e 10%, segundo a consultoria.

A valorização dos preços dos imóveis será maior, entre 10% e 20%, o mesmo percentual de cidades como Nova York, Paris e Londres. “O mercado brasileiro de escritórios de alto padrão ainda é pequeno na comparação com o de outros países. Cresce, porém, o interesse dos investidores.”

Imóveis comerciais
Conheça as salas comerciais do Royal Office Jardins.

No mundo, o volume de investimento direto em imóveis comerciais deve crescer de 25% a 35% em 2011, segundo a consultoria. Os investimentos globais devem atingir US$ 370 bilhões, acima da projeção para este ano, de cerca de US$ 280 bilhões.

Fonte: Folha de São Paulo

A Câmara aprovou na quarta-feira (24) proposta que obriga os bancos e outras instituições que compõem o Sistema Financeiro Nacional a emitir, em até cinco dias úteis, certificado de quitação de financiamento de bens móveis ou empréstimos pessoais.

outubro 6, 2011 by lmenezes · 689 Comments
Filed under: Direito Imobiliário 

Obedecendo a acordo firmado entre as lideranças partidárias, o Senado aprovou nesta quinta-feira (12) o projeto de lei da Câmara (PLC) 156/08 que muda o Estatuto do Idoso (Lei 10.741/03) para estabelecer que os programas habitacionais destinados aos idosos devem dar preferência à construção de unidades residenciais de pavimento térreo. O texto vai à sanção presidencial.

O Estatuto do Idoso, em seu artigo 38, estabelece que nos programas habitacionais públicos ou subsidiados com recursos públicos, o idoso tem prioridade na aquisição de imóvel para moradia própria, observados os seguintes critérios: reserva de 3% das unidades residenciais para atendimento aos idosos; implantação de equipamentos urbanos comunitários voltados ao idoso; eliminação de barreiras arquitetônicas e urbanísticas, para garantia de acessibilidade ao idoso; e critérios de financiamento compatíveis com os rendimentos de aposentadoria e pensão.

O PLC 156/08 acrescentou nessa legislação um parágrafo único estabelecendo que as unidades residenciais reservadas para atendimento a idosos devem situar-se, preferencialmente, no pavimento térreo. A matéria, de autoria do então deputado Tarcísio Zimmermann, recebeu parecer favorável do relator na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH), então senador Flávio Arns (PSDB-PR).

Helena Daltro Pontual / Agência Senado

Financiamento de construtora custa 125% mais que o de banco

setembro 17, 2011 by lmenezes · 1.133 Comments
Filed under: Economia 

Se muitos acreditam que os financiamentos bancários são caros no Brasil, no setor imobiliário são justamente os financiamentos de construtoras que figuram entre os mais caros do país.

Segundo Marcelo Maron, Diretor Executivo do Grupo PAR e consultor de finanças pessoais, os juros de um financiamento de construtora chegam a 27% ao ano, contra 12% dos praticados pela maioria dos bancos:

“Muitos se enganam com a facilidade de um financiamento feito por construtora.

Como sempre digo, quanto mais fácil o crédito, mas caro ele é.

Algumas construtoras dispensam até a comprovação de renda e isso acontece porque no momento da posse do imóvel, quando ocorrerá a escritura em cartório, o imóvel ficará hipotecado à construtora, e a retomada do bem, em caso de inadimplência, é relativamente rápida”, explica Maron.

Segundo Maron, que também é professor de Matemática Financeira na UniEuro, em Brasília (DF), os consumidores encontram três tipos de financiamentos de imóveis no mercado, sendo que é possível verificar até uma combinação entre eles:

“Há o financiamento da construtora, o do banco e uma mescla entre essas opções.

Neste último caso isso ocorre quando o imóvel está ainda em processo de construção e é possível financiar uma parte com a construtora e outra parte com o banco.

Em todos estes casos, os contratos são sempre muito bem amarrados e os compradores precisam analisá-los com muito cuidado”, adverte Maron.

Financiamento bancário – Segundo Maron, em um financiamento bancário de R$ 500 mil com prazo de 20 anos, o consumidor começará pagando uma parcela de R$ 6.607,00 e terminará com R$ 2.246,76:

“Levando em conta a valorização do imóvel, a inflação e os aumentos salariais que a pessoa deverá ter ao longo de duas décadas é muito provável que a prestação vá se tornando bem menos significativa em relação à renda nesse prazo.

Certamente, R$ 2.246,76 daqui a 20 anos significará muito menos do que significa hoje”, explica.

Para o consultor, a grande vantagem deste sistema é a garantia de que a prestação não subirá.

Muito pelo contrário, ela vai caindo ao longo dos anos.

Além disso, todo financiamento imobiliário com banco tem um seguro acoplado à prestação, que quita o imóvel para a família em caso de morte do mutuário:

“A desvantagem do sistema fica por conta do elevado nível de burocracia, análise criteriosa de papéis, cadastros, comprovantes de renda e outras comprovações.

Nesta modalidade, a retomada do imóvel no caso de inadimplência também é rápida, uma vez que, no ato da escritura, o imóvel fica hipotecado ao banco”, assinala Maron.

Segundo Maron, muitas pessoas perguntam qual a melhor opção.

Para o consultor, isso depende do perfil e dos ganhos de cada um:
“Financiar direto com a construtora é bem mais caro e, sobretudo, incerto.

A correção pós-fixada traz a incerteza se haverá condição do cliente continuar arcando com as prestações ao longo do tempo.

Para quem busca segurança, a melhor alternativa é o financiamento bancário.

A garantia de que as prestações não subirão é um fator importantíssimo a se considerar.

Não correr o risco da construtora falir no meio da obra é outro.

Mas, se a pessoa fizer as contas direitinho, verá que em vinte anos pagará quase que o valor de três imóveis.

Por isso oriento as pessoas a se planejarem e a guardarem o dinheiro ao longo do tempo, para fazerem uma compra a vista, esta sim muito mais vantajosa para o comprador”, recomenda.

Fonte: Blog Inteligencia

Consultor aponta tendência do mercado imobiliário para prédio de uso misto

agosto 24, 2011 by lmenezes · 1.011 Comments
Filed under: Imóveis 

 

Em tempos de reaprender a contabilizar as despesas, o cidadão está cada vez mais preocupado em enxugar ao máximo os seus horários. Na Região Metropolitana de Vitória, essa tônica tem dado certo para o mercado imobiliário, em sintonia com as necessidades dos seus clientes. A indústria da construção civil está ocupando os espaços considerados vazios, que vêm se tornando cada vez menores nos últimos cinco anos. A tendência, então, é produzir prédios de uso misto para venda ou locação.

O consultor imobiliário José Luiz Kfuri analisa o crescimento do mercado de imóveis como resultante do desenvolvimento econômico do Estado. A partir do desenvolvimento da área residencial, com a oferta de novas unidades, o mesmo ocorre no setor do comércio e na prestação de serviços. A tendência é proporcionar ao cidadão as duas condições num mesmo bairro, tanto para morar quanto para consumir ou trabalhar.

A Enseada do Suá é um dos melhores exemplos para ilustrar essa tendência. A diversificação de postos de trabalho no bairro anexou a ideia de residir também. Prédios construídos nos últimos três anos e outros ainda em construção primam pela junção das duas vertentes: oferecem apartamentos residenciais com opções de entretenimento e diferentes pontos comerciais no térreo, com lavanderias, lanchonetes, boutiques e outros estabelecimentos. A tendência é facilitar a vida do morador.
 
Os postos de trabalho que se transformaram num atrativo para os proprietários dos imóveis residenciais mudaram as feições da Enseada, antes avaliada apenas como bairro comercial. Além de pontos comerciais como o Shopping Vitória, funcionam no bairro alguns postos de administração pública, como Tribunal Regional Eleitoral (TRE-ES), Tribunal de Justiça (TJ-ES), Ministério Público (MPES), Tribunal de Contas (TC-ES), Secretaria de Estado da Cultura (Secult), Secretaria de Estado do Turismo (Setur), Instituto de Tecnologia da Informação e Comunicação do Estado (Prodest) e Secretaria de Desenvolvimento da Cidade (Sedec).

Outras cidades

Nas outras cidades da Grande Vitória a tendência de prédios de uso misto prevalece. Serra, Cariacica e Vila Velha estão apostando firmemente nesse mercado, principalmente porque estão aproveitando os nichos vazios ainda disponíveis na grande extensão territorial. De acordo com o consultor, a cidade de Vila Velha ficou muito tempo tratada como cidade-dormitório e sem investir em salas comerciais. Os últimos investimentos públicos municipais ajudaram a priorizar a estadia do morador na cidade.

Na Serra, o comércio se expandiu para a região do Civit, ampliando os focos de imóveis e ocupando nichos, que tendem a ser mais valorizados. O bairro de Laranjeiras, ainda considerado um dos mais rentáveis em investimento imobiliário, está consolidado. “A visão empresarial mudou para a Grande Laranjeiras. O entorno dos terminais de ônibus também é outro foco comercial forte”, explicou Kfuri. Com a construção do Terminal de Jacaraípe, as salas comerciais próximas ao local ganharão mais visibilidade.

Em Cariacica, condomínios residenciais estão sendo programados e, em consequencia, conjuntos de salas comerciais. Investimentos nas áreas de infraestrutura estão sendo, inclusive, solicitados pela sociedade que já vislumbra outro patamar financeiro, no sentido de pensar a geração de emprego e renda. Alguns investimentos mais simples e outros mais elaborados fazem com que a cidade também participe desse crescimento imobiliário.

Por: Cristina Moura

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