Imóveis para vender na cor Azul Turquesa

maio 25, 2012 by lmenezes · Comentários desativados
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O azul turquesa é uma cor que agrada a quase todos os gostos. Traz a serenidade do azul e o vigor do verde. Ressalta os tons naturais e as variedades do marrom e do cinza. Mescla muito bem com roxos, rosas e fica perfeito com todos os azuis, sobretudo os escuros.

Por fim, fica ótimo com cores neutras como branco e o preto.

Por isso,  turquesa  é uma ótima escolha como cor complementar, ampliando muito as possibilidades de decoração…

Inspirem-se nas fotos!

Um beijo

Bianca

Imóveis: cuidado dobrado com o concreto confeccionado na obra.

maio 22, 2012 by lmenezes · Comentários desativados
Filed under: Engenharia 

Vou aproveitar a experiência vivenciada por um amigo, para escrever algumas linhas sobre as questões envolvendo a confecção de concreto na própria obra e as consequências de uma estrutura mal executada.

Não é incomum, obras de pequeno e médio porte, utilizarem-se do expediente de confeccionar concreto na própria obra em razão de uma série de motivos, entre os quais:

  • Redução de custos
  • Dificuldade de agendamento com empresas de fornecimento de concreto
  • Volumes muito pequenos em função de estruturas de menor porte ou apenas de parte destas, como pilares, por exemplo
  • Localização da obra, longe de grandes centros urbanos
  • Outros diversos

O motivo não importa, o fato é que a situação ocorre mais do que se imagina e os cuidados devem ser redobrados !

Os concretos utilizados em estruturas, mesmo em obras de menor porte, desde a publicação da NBR 6118 em 2003, devem possuir resistências de acordo com uma série de prescrições, entre as quais qualidade e durabilidade da estrutura – descritos nos itens 5 e 6 da referida norma:

1) São os requisitos mínimos de qualidade classificados no item 5.1.2

  • Capacidade resistente
  • Desempenho em serviço
  • Durabilidade

2) As estruturas de concreto devem  ser projetadas e construídas de modo que sob as condições ambientais previstas na época do projeto e quando utilizadas conforme preconizado em projeto conservem suas segurança, estabilidade e aptidão em serviço durante o período correspondente à sua vida útil

Já no item 8.2.1  da mesma norma, que fala sobre as Classes do Concreto, lê-se:

  • Esta Norma se aplica a concretos compreendidos nas classes de resistência do grupo I, indicadas na  ABNT NBR 8953, ou seja, até C50.
  • A classe C20, ou superior, se aplica a concreto com armadura passiva e a classe C25, ou superior, a concreto com armadura ativa. A classe C15 pode ser usada apenas em fundações, conforme  ABNT NBR 6122, e em obras provisórias.

Portanto a classe mínima com que lidamos nas obras, independente do porte, é a C15 ou a C20 para o caso de Superestrutura.

Convém salientar que estas classes de concreto são ligeiramente superiores às utilizadas em grande parte das obras realizadas até 2003. A prática, entretanto, demonstra que grande parte dos Projetistas de Estruturas utilizam valores compreendidos entre as classes C25 e C35, nas obras corriqueiras, e assim as resistências  de projeto praticamente dobraram nesta última década.

Tenho observado, muitas vezes, que a confecção de concreto em Obra tem um acompanhamento bastante precário por parte dos responsáveis técnicos pela execução, como se a simples mistura dos materiais básicos (cimento, areia, brita e água) obrigatoriamente produzissem concretos de resistência compatível com o necessário, independente do traço estabelecido e das propriedades dos materiais.

Isto tudo, serve para descrever o caso acontecido, onde uma estrutura projetada para concreto com resistência 20 MPa, e que tiveram pilares preenchidos com produto confeccionado na própria obra, apresentou resultados de resistência a compressão média da ordem de 10 MPa !?

Casas para vender, edificações a seco menos desperdício na construção.

abril 28, 2012 by lmenezes · Comentários desativados
Filed under: Engenharia 

O sistema de construção a seco que proporciona mais leveza para as edificações, menos desperdício e reduz sensivelmente o tempo de execução da obra

Para que o mercado da construção civil continue crescendo acima do PIB (Produto Interno Bruto), que segundo estimativa do governo será de cerca de 4% este ano, é preciso promover a industrialização da construção, sua padronização e a coordenação modular de materiais para que as obras sejam mais rápidas e eficientes, como o sistema de construção a seco.

De acordo com Fabio Din, coordenador de desenvolvimento de mercado Drywall da Isover Saint-Gobain, o cenário atual aponta oportunidades latentes para o crescimento da construção a seco:

“A necessidade de melhorias em infraestrutura – portos, aeroportos, estradas, hidrelétricas; a proximidade com os eventos esportivos (Copa e Olimpíadas) no Brasil, que geram construção de arenas, hotéis, são apenas algumas delas”, afirma Din.
No entanto as boas perspectivas por si só não garantem o crescimento de cada empresa da cadeia produtiva. Segundo Din, em especial na construção a seco (Drywall / Steel Framing / Wood Framing), para que o mercado continue crescendo exponencialmente com obras rápidas e otimização de recursos, será necessário ampliar a capacitação da mão de obra (projetistas, montadores, estudantes de engenharia/arquitetura, corretores), primar pela qualidade plena do sistema e, no âmbito da distribuição, diversificar o mix de produtos e investir em relacionamento com os clientes.

Em recente sondagem feita pelo SidusCon-SP (Sindicato da Construção), em parceria com a FGV (Fundação Getúlio Vargas), a construção civil deverá crescer 5,2% este ano, o que representa um volume bem superior aos 3,6% registrados no ano anterior.

A Isover Saint-Gobain tem proporcionado oportunidades de melhoria dos serviços oferecidos pelas empresas de construção a seco por meio de cursos de montador do sistema Drywall. O curso gratuito, com 24 horas de duração, oferece 15 vagas a cada edição e acontece semanalmente no Centro de Treinamento da Isover, em Santo Amaro, São Paulo. Ao final do curso os participantes recebem um certificado de montador.

São ensinadas as técnicas de instalação de paredes em Drywall com foco em:

  • Segurança do trabalho (EPIs);
  • Equipamentos;
  • Leitura do projeto executivo;
  • Corte e montagem da estrutura / perfis de aço (parede e forro);
  • Aplicação das tubulações de elétrica e hidráulica;
  • Aplicação da lã de vidro para isolamento térmico e acústico;
  • Aplicação das placas de gesso e tratamento das juntas.

Serviço:
Curso de montador em Drywall, Isover Saint-Gobain
Sempre às terças-feiras das 8h às 17h.
Local: Centro de Treinamento Isover – Rua João Alfredo, 177 – Santo Amaro
Mais informações pelo telefone             11-2202-4808      .

Sobre a Isover Saint-Gobain
A Isover Saint-Gobain, fundada em 1937 na Europa, é líder mundial em materiais de isolamento térmico e acústico. Presente no Brasil desde 1951 é a maior fabricante de lã de vidro. Fabrica produtos para os setores da Construção Civil, Industrial e Automobilístico.
Para a Construção Civil produz forros acústicos removíveis; subcoberturas residenciais; feltros para isolamento sob coberturas metálicas; painéis absorvedores para instalação em paredes internas; e, a lã de vidro usada tanto nesses produtos quanto para isolamento do sistema dry wall.
Para o mercado Técnico a Isover faz painéis para aplicações industriais; revestimentos termo acústicos para tubulações industriais de usinas e caldeiras; e, revestimentos e dutos para ar condicionado.

Fonte: Casa da Notícia

Casas e imóveis cozinhas supercompactas.

abril 28, 2012 by lmenezes · Comentários desativados
Filed under: Decoração 

A CC Concepts foi a responsável pela criação da espetacular ideia da “original Circle ® kitchen” que poucos anos atrás recebeu o Reddot Design Award. Dispensando muitas explicações, uma vez que as fotos dizem quase tudo, trata-se de um conceito incrível de cozinhas supercompactas para uso residencial ou comercial. Com abertura de 180º ela é a famosa pequena notável. Seu espaço pra lá de reduzido consegue ser extremamente funcional e possui todos os equipamentos e acessórios necessários como fogão, refrigerador, micro-ondas, forno, lava-louças, etc, além de gavetas e armários. Perfeita para qualquer lugar, principalmente em pequenos apartamentos, lofts e ambientes descolados em geral, ela tem 3 opções de tamanho que variam principalmente na largura.

Fonte: designforum

Arquitetos aí vem o concurso CBCA para estudantes

abril 28, 2012 by lmenezes · Comentários desativados
Filed under: Arquitetura 

Inscrições abertas até 31 de junho

Estão abertas as inscrições para o ‘V Concurso CBCA para Estudantes de Arquitetura’, promovido pelo Centro Brasileiro da Construção em Aço (CBCA). Para esta edição, o concurso propõe a criação de um projeto para uma ‘Unidade Educativa de Uso Comunitário’, de ensino público pré-escolar, primário e médio, inserido em um conjunto habitacional urbano e que permita o uso intensivo de suas instalações pela comunidade local.

Os candidatos deverão analisar as necessidades da comunidade onde o projeto se localiza e enfatizar a contribuição que este centro educacional pode oferecer aos habitantes da região. Deve ser dada especial atenção à aplicação correta do aço, à originalidade da solução construtiva adotada e sua inserção em relação ao meio ambiente e ao contexto urbano. As equipes devem apresentar as razões sobre a escolha da localização do projeto e a análise urbana a fim de que o projeto constitua uma contribuição para a comunidade em que se insere.

O principal benefício do projeto para a comunidade é o acesso a uma educação de qualidade para crianças e jovens, fomentando o desenvolvimento e formação dos alunos em seus conhecimentos, habilidades e atitudes, integrando igualmente os adultos em um programa de educação contínua. O projeto deverá permitir a aproximação do estabelecimento educacional de seus usuários, diminuição dos tempos de traslado, promover o intercâmbio social entre os usuários com o uso intensivo das facilidades postas à disposição de toda a comunidade. Além disso, deve colaborar na formação de focos de desenvolvimento urbano ao incorporar serviços públicos, tais como consultório de saúde, sala de reuniões, infraestrutura desportiva etc. que possam servir à comunidade.
O Concurso tem como objetivo promover o conhecimento do aço como componente de sistemas construtivos, incentivar a investigação em torno do seu enorme potencial, suas tecnologias e aplicações na construção, tais como em fundações estruturas, vedações, coberturas, revestimentos, e o seu desenvolvimento em uma concepção arquitetônica e estrutural apropriada; apoiar o desenvolvimento da arquitetura como disciplina fundamental da construção do habitat; promover o trabalho em equipe de professores e alunos, conjugando o Acadêmico e o Profissional, investigando e projetando sobre os diversos temas dos concursos; estimular o trabalho criativo dos alunos que orientados pelos seus professores possam levar as estruturas ao limite de suas possibilidades, baseados no conhecimento das propriedades do aço; promover o vínculo de professores e alunos com o Centro Brasileiro da Construção em Aço (CBCA).

A participação no Concurso, com abrangência nacional, é direcionada a estudantes de faculdades de arquitetura, matriculados regularmente nos últimos anos do curso de Arquitetura, orientados por seu(s) respectivo(s) professor(es). As inscrições são gratuitas e podem ser feitas diretamente no site do CBCA até o dia 31 de junho. Os trabalhos devem ser entregues entre os dias 20 e 31 de agosto. O julgamento dos trabalhos será nos dias 3 e 4 de setembro e no dia 10 de setembro será feita a divulgação do vencedor, que receberá o prêmio no dia 18 de setembro, durante o evento ‘O Dia do Aço’, em São Paulo.

A Comissão Julgadora será composta pelos membros da Comissão Executiva do Centro Brasileiro da Construção em Aço (CBCA) e um representante das seguintes associações: Associação Brasileira dos Escritórios de Arquitetura (ASBEA), Associação Brasileira da Construção Metálica (ABCEM) e Associação Brasileira de Engenharia e Consultoria Estrutural (ABECE).

O grupo vencedor receberá o prêmio de R$ 5 mil, sendo R$ 4 mil para o grupo de alunos e R$ 1 mil para o orientador. Os alunos integrantes das três equipes melhor classificadas receberão inscrições para o curso à distância sobre ‘Introdução à Construção em Aço’, promovido pelo CBCA, além de manuais técnicos, livros e revistas sobre construção metálica. Os professores orientadores dos três melhores projetos também poderão acessar durante um ano todo o material disponibilizado pelo Steelbiz do SCI – Steel Construction Institute. A Comissão Julgadora poderá conceder menção honrosa para projetos considerados relevantes.

A equipe vencedora do Concurso CBCA para Estudantes de Arquitetura representará o Brasil no ‘V Concurso ALACERO de Diseño em Acero para Estudiantes de Arquitetura 2012’, organizado pelo ALACERO – Instituto Latino-Americano de Ferro e Aço. O Brasil concorrerá com os representantes de países como Argentina, Chile, Colômbia, México, Peru e Venezuela.

V Concurso CBCA para Estudantes de Arquitetura
Inscrições e informações através do site http://www.cbca-acobrasil.org.br ou pelo e-mail: cbca@acobrasil.org.br

Fonte: Factual Comunicação

Creci pressiona para imóvel usado entrar no Programa Minha Casa

 

 

O Programa Minha Casa Minha Vida, que assumiu a meta de construir 1 milhão de casas e apartamentos em sua primeira fase, não entregou 200 mil moradias até agora. Anunciado em 13 de abril de 2009, o programa federal de acesso à casa própria a famílias com renda máxima de 10 salários mínimos pressiona o valor dos imóveis desde o começo deste ano.

O presidente do Conselho Regional de Corretores de Imóveis (Creci-SP) José Augusto Viana Neto comenta que a proposta de integrar ao programa imóveis usados está parada no Ministério das Cidades. Em contrapartida, o governo já reajustou o teto do valor do imóvel a ser financiado pelo Minha Casa, que saltou de até R$ 130 mil para até R$ 170 mil com apenas 22 meses de programa. “O que no país teve reajuste de 34% neste período?”, argumenta o presidente do Creci-SP. Ele emenda que mesmo sendo um aumento válido somente para a região Metropolitana de São Paulo, há reflexos no mercado imobiliário em todo o país.

Para Viana Neto, o Brasil possui 4,5 milhões de imóveis usados vagos para a comercialização sendo que 2 milhões atendem os requisitos do Minha Casa Minha Vida. Ele frisa que a abertura do programa ao usado colaboraria para o equilíbrio do preço de mercado das moradias.

O presidente do Creci-SP define que há uma visão equivocada de que os corretores teriam interesse no aumento do valor dos imóveis, quando na realidade o seguimento deseja preços estáveis. “É nosso interesse para que o programa, que é muito bom, não seja prejudicado e pare”, destaca.

O valor de imóveis novos está distante da estabilidade desde o início do ano. Viana Neto não pestaneja ao citar que interessa à indústria da construção, incorporadoras e bancos os valores absurdos de moradias. “Porque ainda não construíram 1 milhão de casas”, questiona.

Ele cita que os imóveis usados também atenderiam a compradores que, atualmente, colocam suas vidas e de familiares em risco morando em locais precários, como encostas de morro.

Viana Neto esteve ontem em Bauru para discutir a proposta de incorporação dos usados ao Minha Casa Minha Vida com corretores de imóveis. Também abordaria a fiscalização que o Creci iniciou com análise da legalidade dos projetos e seu encaixe ao Programa. Viana Neto explica que o slogan “Minha Casa Minha Vida” é utilizado por empresas de maneira irregular, até com casos de tentativa de utilização indevida do subsídio financeiro para o financiamento de imóveis. Outro aspecto tratado pelo presidente do Creci-SP foi a disputa negativa para os profissionais do setor após o boom no setor habitacional, provocado pelo Minha Casa Minha Vida.

O presidente do Creci-SP define como “concorrência predatória” o desrespeito à tabela de honorários, criada há 68 anos. O conselho foi criado em 1962, portanto está próximo de completar 50 anos de existência. No Estado de São Paulo são 108 corretores inscritos no Creci e com 82 mil ativos. No Brasil existem 220 mil corretores.

Ricardo Santana

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