Apartamentos para vender na índia terão piscina ao invés de varanda.

julho 4, 2012 by lmenezes · Comentários desativados
Filed under: Arquitetura 
Varandas se transformam em piscinas (Foto: Reprodução da internet Extra Online)

Um grupo de arquitetos resolveu inovar na construção de varandas para dois prédios que serão construídos em Mumbai, na Índia. No lugar de um espaço para cadeiras e mesas, eles colocaram piscinas cercadas de vidro. Conhecido como “Aquaria Grande”, os arranha-céus de 37 andares foram o resultado de uma colaboração entre o arquiteto James Law, de Hong Kong, com a companhia indiana Wadhwa Group, informou o jornal Daily Mail.

O complexo terá 200 apartamentos, três níveis de estacionamento, um ginásio e sauna. O projeto vem dividindo opiniões, sendo batizado de “pesadelo arquitetônico” por uns e ‘complexo de prédios residenciais inacreditáveis” por outros. Se o empreendimento for um sucesso, com certeza terá interessados no calor do Brasil.

Fonte: Jornal Extra

Casas para vender com varandas gourmet.

julho 4, 2012 by lmenezes · Comentários desativados
Filed under: Arquitetura 

A palavra gourmet tem ascendência francesa e o seu significado original designava os bons apreciadores de vinho, os verdadeiros conhecedores. Atualmente já faz parte do vocabulário português e alargou o seu âmbito a tudo o que se relaciona com os prazeres da mesa, sempre na perspectiva da autenticidade e da qualidade.

A varanda ampla se tornou uma extensão da sala e também da cozinha. Quando tem equipamentos (a moda é ir além da churrasqueira) como cooktop, forno, bar é um espaço destinado a apreciação de uma boa comida e bebida, com uma tendencia brasileira de acontecer ao ar livre decorrente do nosso clima tropical.é chamada de varanda gourmet.

Imóvel popular para mulheres separadas é aprovado pelo senado.

julho 4, 2012 by lmenezes · Comentários desativados
Filed under: Direito Imobiliário 

O Senado aprovou nesta terça-feira (3) a Medida Provisória 561/2012, que entre outras disposições transfere para mulheres em processo de separação, divórcio ou dissolução de união estável a propriedade de imóveis financiados no âmbito do programa Minha Casa, Minha Vida. Como o texto original da MP recebeu emendas na Câmara, a matéria passou a tramitar como Projeto de Lei de Conversão 15/2012 e, por isso, segue para sanção presidencial.

A exceção da concessão do imóvel para a mulher acontece quando o casal tiver filhos e o pai detiver a guarda exclusiva após o fim da relação – nesse caso, o pai tem o direito à propriedade. Imóveis adquiridos antes do casamento ou com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço não estão incluídos na nova norma. Segundo informações do governo, que assina a MP, 47% dos contratos firmados na primeira etapa do programa foram assinados por mulheres.

Também consta da matéria a ampliação do limite de financiamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para capital de giro de corporações, cooperativas e produtores rurais de regiões assoladas por desastres naturais, onde tenha sido decretado, de 2010 em diante, estado de calamidade pública – agricultores familiares e pequenos produtores rurais terão prioridade de financiamento, que terão prazo de adesão prorrogado até dezembro de 2012.

No artigo 1º, a medida determina tal ampliação em R$ 500 milhões, com base nos termos do programa assistencial de reconstrução, além de liberar R$ 2 bilhões em subsídios da União para aqueles grupos prejudicados por catástrofes, principalmente as ocorridas entre dezembro de 2011 e janeiro deste ano. Já o artigo 2º autoriza a liberação, para concessionárias ainda sem contrato regularizado, de recursos do Programa de Aceleração do Crescimento reservados para obras de saneamento – o limite de prazo para a concessão das verbas foi prorrogado para 31 de dezembro de 2016, mas estados e municípios terão de aderir a convênios de cooperação sob a tutela da Lei de Saneamento.

A medida foi aprovada em plenário com apenas uma mudança de redação incorporada pelo relator-revisor, Gim Argello (PTB-DF) – emendas de texto não implicam retorno à Casa de origem, diferentemente das alterações de conteúdo. Em plenário, Gim ressaltou a “incontestável importância social” da MP. “É lamentável que, ano após ano, ainda tenhamos de conviver com as situações dramáticas que nos são legadas pelas enchentes, que representam um verdade flagelo social e deixam um rastro de enormes prejuízos econômicos”, ressalvou o senador.

Outras disposições

Segundo emenda incluída na Câmara ao texto original, a medida estabelece a possibilidade de parcelamento, em até 180 meses, das dívidas de estados e municípios referentes ao PIS/Pasep vencidas em 31 de dezembro de 2008. Há a previsão, no texto da MP, de anistia de parte das multas e dos juros nelas incidentes.

O texto da MP também veta o uso de recursos do Fundo de Arrendamento Residencial ou do Fundo de Desenvolvimento Social para a compra de outro imóvel por parte de beneficiário que já tenham recebido ao menos uma vez qualquer um dos subsídios. A medida libera de prestações mensais e do pagamento do seguro famílias que tenham perdido seu único imóvel em decorrência de desastres naturais.

Fonte: Congresso em Foco

Imóveis para vender devem continuar a crescer mesmo com a crise na Europa.

junho 28, 2012 by lmenezes · Comentários desativados
Filed under: Economia 

Para Romeu Chap Chap, do Secovi-SP, recursos disponíveis para financiamento são 20% maiores em 2012 e demanda por imóveis ainda é alta

A turbulência econômica na Europa, apesar da sua dimensão, não deverá afetar o ritmo de crescimento do mercado imobiliário brasileiro em 2012. Isso é o que acredita Romeu Chap Chap, presidente do Conselho Consultivo do Secovi-SP e da Romeu Chap Chap Desenvolvimento e Consultoria Imobiliária.

Em artigo divulgado no dia 5 de dezembro, o especialista defende que a grande oferta de crédito – prevista em cerca de R$ 130 bilhões, montante mais de 20% superior ao aplicado em 2011 – aliada ao atual déficit de habitações deverá manter o segmento da construção civil, que continuará sendo o carro-chefe do Produto Interno Brasileiro (PIB). “Segundo estimativas da Câmara Brasileira da Construção Civil (CBIC) e da Caixa Econômica Federal – que respondem por 75% das operações de crédito imobiliário em âmbito nacional -, esses recursos são suficientes para financiar mais de 1,5 milhão de unidades”, afirma.

Confira o texto na íntegra:

“Qual será o tamanho da crise?

Vivemos mais um momento de turbulência internacional. Muito além dos bancos, o que agora está em jogo é a União Europeia. O bom senso obviamente deverá prevalecer. Países são pessoas, e pessoas precisam ter condições de viver. Egos e fronteiras não estão acima disso.

É claro que o Brasil não está imune. Todavia, não podemos sofrer por antecipação, ignorando nossas reais condições de desempenho econômico. Assim, há que se colocar freio a alguns exageros, a um pânico fora de hora que em nada contribui para fortalecer o País e lhe garantir condições de superar mais essa crise.

O governo federal se mostra confiante. Como declarou recentemente o ministro da Fazenda, Guido Mantega, ainda tem bala na agulha. E deve ter mesmo, pois, em termos de fundamentos, estamos bem resguardados. Basta lembrar como enfrentamos a crise de 2008.

No que se refere ao setor imobiliário, a munição é consistente, permitindo que a construção se mantenha na posição de carro-chefe do crescimento do PIB. E isso se deve a um vetor fundamental: crédito.

Conforme projeções, e consideradas todos os tipos de financiamento existentes, os potenciais compradores de imóveis terão à disposição, em 2012, cerca de R$ 130 bilhões, montante mais de 20% superior ao aplicado em 2011.

Segundo estimativas da Câmara Brasileira da Construção Civil (CBIC) e da Caixa Econômica Federal – que responde por 75% das operações de crédito imobiliário em âmbito nacional -, esses recursos são suficientes para financiar mais de 1,5 milhão de unidades. Aliás, esse é o volume anual de moradias que o País precisa produzir, e durante os próximos 15 anos, para eliminar o atual déficit de habitações e atender o natural crescimento da demanda.

No que diz respeito à elevação dos preços dos imóveis, a tendência é de estabilização. A alta recente foi uma espécie de recuperação, retornando aos níveis dos anos 90. Agora, o fator determinante é o valor dos terrenos que, cada vez mais escassos em cidades como São Paulo – até por conta de legislação do uso e ocupação do solo mais restritiva -, continua sendo o viés imponderável. E a opção das empresas, de construir em cidades vizinhas, só faz prejudicar problemas como o da mobilidade, uma vez que as pessoas continuam trabalhando na capital paulista.

De maneira geral, o cenário brasileiro, marcado por um nível baixíssimo de desemprego, favorece o mercado imobiliário. Com renda, a população busca realizar o sonho da casa própria e faz qualquer sacrifício para preservá-la, fato comprovado pelos atuais índices de inadimplência no Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo: apenas 1,4%.

E não é possível pensar que o ambiente seja promissor apenas para as atividades imobiliárias. Certamente, outros segmentos produtivos também são beneficiados pelo consistente mercado consumidor doméstico, bem como pelas medidas anticíclicas que o governo adota para combater os riscos de desaceleração econômica, como redução dos juros e desoneração de impostos.

Assim, fica a sensação de que vivemos desnecessária paranoia endêmica. Baixa o espírito da boiada e todos saem dizendo que o mundo vai acabar. Dizem tanto que terminam por precipitar o que sequer se anunciou de forma concreta.

Não devemos ingenuamente achar que tudo não passa de uma marolinha. Mas não podemos ser irresponsáveis em admitir um tsunami, parar de produzir e consumir como se estivéssemos no final dos tempos.

A situação mundial é complexa. Não cabe fazer pouco dela. Mas qual será o tamanho da crise para o Brasil? Aquele que decidirmos dar a ela.

Racionalmente, o Brasil precisa cuidar mais de si, até para poder ajudar aqueles países que se encontram em maior dificuldade.

Tudo é questão de equilíbrio. Já tivemos os olhos maior que a barriga. Houve quem encheu muito o prato, não deu conta de comer tudo e sentiu baque além do necessário quando o céu deixou de ser de brigadeiro. Porém, olhos medrosos e apertados acabam por deixar sobrar prato na comida.

Por Romeu Chap Chap, presidente do Conselho Consultivo do Secovi-SP e da Romeu Chap Chap Desenvolvimento e Consultoria Imobiliária”

Fonte: Pini Web

Imóveis para vender na cor Azul Turquesa

maio 25, 2012 by lmenezes · Comentários desativados
Filed under: Decoração 

O azul turquesa é uma cor que agrada a quase todos os gostos. Traz a serenidade do azul e o vigor do verde. Ressalta os tons naturais e as variedades do marrom e do cinza. Mescla muito bem com roxos, rosas e fica perfeito com todos os azuis, sobretudo os escuros.

Por fim, fica ótimo com cores neutras como branco e o preto.

Por isso,  turquesa  é uma ótima escolha como cor complementar, ampliando muito as possibilidades de decoração…

Inspirem-se nas fotos!

Um beijo

Bianca

Imóveis em edifícios verdes.

maio 22, 2012 by lmenezes · Comentários desativados
Filed under: Engenharia 

Os conceitos ali descritos, bem como o mecanismo do inovador “green building”, que vem se desenvolvendo nos EUA, e em diferentes escalas no resto do mundo, nos dá uma boa visão do que está acontecendo e o que podemos esperar que aconteça aqui no Brasil.

O mercado deve se preparar para esta revolução na Indústria da Construção que ainda se encontra incipiente !

Nos últimos anos, houve um crescimento significativo na compreensão de construtores e proprietários de imóveis sobre as vantagens dos Edifícios Verdes. Nos dias de hoje, o desenvolvimento de construções verdes já não é uma iniciativa isolada. As notícias preocupantes sobre o aquecimento global e a poluição do meio ambiente, hoje, estão entre as principais prioridades e os incorporadores estão cientes que os clientes estão à procura de edifícios verdes. Isso gera um movimento silencioso, mas contínuo, na direção de adotar itens de construção verde e forçam para que os arquitetos adotem o estilo e as idéias deste conceito.

Fatos sobre Edifícios Verdes

As preocupações ecológicas e a crescente conscientização dos benefícios de edifícios verdes deram um impulso na demanda por imóveis verdes em Nova York e no resto os EUA. Preocupações com o impacto das construções sobre o meio ambiente têm estimulado alguns compradores a optar por edifícios verdes.

Há muitas informações em torno da ascensão dos edifícios verdes em NYC. Segundo dados fornecidos pelo Green Building Council dos EUA (USGBC), o número de prédios verdes nos Estados Unidos aumentou de 38 em 2002 para 669 atualmente  e continua subindo. Cada vez mais os empreendimentos buscam a certificação USGBC para edifícios verdes.

O uso de materiais e produtos ecologicamente corretos

Edifícios verdes não custam realmente muito mais do que edifícios convencionais. Na realidade eles reduzem as contas de energia e, portanto, a construção de casas verdes está cada vez mais em evidência. Não são apenas muito mais baratos para se viver, mas também agregam valor ao imóvel.

O uso de materiais reciclados, são muito mais ecológicos do que os demais. Há uma demanda crescente por mercadorias que sejam ou possam ser recicladas nas construções de casas. A reciclagem desses materiais causam danos muito menores para o meio ambiente. Desta forma, estamos também seguindo o caminho das construções verdes apenas fazendo uso de produtos ecologicamente corretos.

Os materiais precisam ter um impacto insignificante para o ambiente, especialmente em termos de produção de resíduos, energia de emissão e a sua capacidade de se reconstituir a fim de diminuir os recursos retirados da natureza, devido à sua produção. O consumo de energia em edifícios verdes, particularmente pelo uso de produtos “verdes”, são considerados mais significativos daqueles que foram “desviados” para longe dos aterros pela reciclagem durante a construção.

Futuro dos edifícios verdes

Com iniciativas governamentais crescentes, subsídios ao consumidor e pelo aumento do número de profissionais e construtores voltados para a indústria de construção de edifícios verdes, tudo contribui para que esta nova tendência chegue a um novo patamar. O que começou com iniciativas isoladas em várias cidades dos EUA, aumentou agora para abranger toda a comunidade e bairros de grandes cidades como Nova York. Segundo uma pesquisa realizada em 2006, cerca de dois terços dos apartamentos construídos na cidade de Nova York este ano, teriam o uso de materiais e produtos ecológicamente corretos. Edifícios verdes são com certeza o nicho principal. Conceitos verdes começam a aumentar em todos os lugares, assim como o número de pessoas que querem reformar casas, dentro do conceito verde, estão crescendo rapidamente, uma vez que arquitetos e desenvolvedores estão se especializando para atender essa crescente demanda. Edifícios verdes são mais procurados e apreciados do que edifícios convencionais.

Conclusão

A conclusão, em matéria de edifícios verdes é uma. Nós realmente deveríamos começar a valorizar informações sobre bens ecologicamente corretos considerando a sua rápida evolução. Existem alguns sites de imobiliárias e empresas que já começam a se especializar para atender a essas necessidades. Olhe para eles com atenção, pois irão decorar o nosso futuro verde !

Feirão da Casa Própria supera as expectativas da Caixa

maio 21, 2012 by lmenezes · Comentários desativados
Filed under: CEF 
Volume de negócios demonstra que o mercado imobiliário continua bastante aquecido

21 de maio de 2012 - O movimento do Feirão da Casa Própria deste ano em São Paulo foi maior do que o esperado pela Caixa, que promove o evento. Entre sexta-feira (18) e sábado (19), passaram pelo Centro de Exposições Imigrantes, na zona sul da cidade, cerca de 45 mil pessoas. “A presença está superando as expectativas, está muito cheio”, disse o superintendente da Caixa em Osasco (SP), Álvaro Barbosa Júnior.

O volume de negócios demonstra, na avaliação do superintendente, que o mercado imobiliário continua “bastante aquecido”. Foram fechados ou encaminhados 13 mil contratos, que somam R$ 1,6 bilhão em negócio, de acordo com o último balanço do feirão, divulgado na noite de sábado (19).

Barbosa destaca que o valor já é significativo, levando-se em consideração que representa apenas dois dias de negociações, sem considerar o balanço final que vai incluir o domingo (20), quando termina o esforço de vendas. A previsão da Caixa é emprestar R$ 90 bilhões em crédito imobiliário ao longo de 2012 em todo o país.

De acordo com Barbosa, os imóveis mais procurados são os enquadrados no Programa Minha Casa, Minha Vida, de habitação popular. Este ano, 15,2 mil das 220 mil unidades oferecidas pelo mercado no feirão se enquadram no programa do governo federal.

O número de negócios também aumentou por causa das recentes reduções nas taxas de juros oferecidas pelo banco estatal. “A redução da taxa de juros trouxe um componente muito forte para o mercado”, disse Barbosa. Com juros mais baixos, os compradores conseguem encaixar prestações de imóveis mais caros no orçamento familiar, estimulando ainda mais as vendas. As informações são da Agência Brasil.

Fonte: Investimentos e Notícias

Casas para alugar tem aumento record.

maio 16, 2012 by lmenezes · Comentários desativados
Filed under: aluguel 

Nos últimos 12 meses, os valores tiveram alta de 12,8%; é a maior alta desde o início da série em 2006

O valor de novos contratos de locação residencial de apartamentos e casas na cidade de São Paulo registrou alta de 12,8% no acumulado dos últimos 12 meses terminados em setembro. A variação acumulada é a maior na série histórica do Secovi-SP (Sindicato da Habitação), começada em 2006. Segundo a entidade, o aumento da procura por locação de imóveis foi o responsável pela alta dos aluguéis.

O percentual ficou acima da inflação acumulada no período. O IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) variou 4,49% nos últimos 12 meses. Em relação aos valores negociados em agosto, a alta no oitavo mês do ano é de 1,7%, segundo revelam dados divulgados ontem pelo Secovi-SP.

No que diz respeito aos contratos em andamento, o reajuste anual do aluguel deve seguir o IGP-M (Índice Geral de Preços de Mercado) da FGV (Fundação Getulio Vargas ), que acumulou variação de 7,77% de setembro a setembro.

Os imóveis de um dormitório foram os que mais apresentaram alta no reajuste do aluguel em setembro, de 2,4%. O valor do aluguel das unidades de dois dormitórios teve comportamento semelhante ao da média de mercado: alta de 1,7%.

Por sua vez, os imóveis de três dormitórios registraram os menores aumentos, de apenas 0,7% em relação aos valores praticados em agosto.

“Os imóveis de um dormitório são uma raridade hoje em dia no mercado paulistano”, afirmou, por meio de nota, o diretor de Locação Residencial do Secovi-SP, Hilton Pecorari Baptista. “A oferta reduzida e a alta demanda fazem com que os preços desses imóveis sofram uma grande valorização”, afirmou.

Segundo ele, dependendo da localização e do estado de conservação, há uma fila de interessados em locar esse tipo de imóvel.

Correção dos contratos de locação antigos, feito pelo IGP-M da FGV, em setembro ficou em 7,77%

fonte: flavio melgarejo/destak

Imóveis terão aumento neste ano

maio 16, 2012 by lmenezes · Comentários desativados
Filed under: Economia 

Para quem deseja comprar um imóvel nos próximos meses, fique atento. Segundo José Luiz Diaz Fernandes, presidente da Associação Brasileira da Indústria do Mobiliário, o preço dos imóveis deverão subir até 7% nos próximo meses.

A justificativa para o aumento no valor dos imóveis é resultado do aumento da matéria prima, e que serão repassados ao consumidor. Entre os itens que tiveram aumento estão o vidro, a espuma e a chapa.

O reajusto salarial dos trabalhadores da área também são incluídos na justificativa do aumento do preço dos imóveis. O reajuste da categoria foi realizado no último mês de janeiro.

Fonte: Viva Real

Novas regras do Minha casa, minha vida esperam sanção de Dilma. Veja o que vai mudar

dezembro 12, 2011 by lmenezes · 827 Comments
Filed under: Economia 

Com o corte no orçamento do programa “Minha casa, minha vida“, o ano começou com uma má notícia para o setor de moradias populares. Depois, no entanto, o governo sinalizou que pretendia impulsionar as construções com algumas medidas, como o aumento do teto dos imóveis para R$ 170 mil e o pedido da presidente Dilma Rousseff para que o Banco do Brasil e a Caixa se unissem na oferta de crédito à população. Enquanto a aliança não vem, as novas regras do programa estão prestes a ser aprovadas pela presidente.

Dentro das mudanças que esperam a sanção de Dilma, uma, especificamente, desagradou ao mercado. Enquanto todos esperavam uma adequação da renda ao novo teto dos imóveis, os deputados e senadores preferiram utilizar como base os valores estipulados na criação do programa, em abril de 2009, de R$ 465 a R$ 4.650.

“Com o valor do imóvel mais alto e a renda igual, o programa está limitando o poder de compra da população, o que não é bom”, afirma Leonardo Schneider, vice-presidente do Sindicato da Habitação (Secovi Rio).

Outras mudanças, no entanto, foram positivas. Caso Dilma aprove as medidas, as mulheres não precisarão mais da presença do marido para assinar o contrato de financiamento das moradias destinadas a famílias com renda de até R$ 1.395. Além disso, em caso de abandono de lar, o cônjuge que ficou na casa por mais de dois anos ganhará a escritura da moradia por usucapião.

CENÁRIA ATUAL:

Verba – No início do ano, o corte no orçamento do governo atingiu o “Minha casa, minha vida”, com a redução de 40% da verba destinada ao programa habitacional, que caiu de R$ 12,7 bilhões para R$ 7,6 bilhões.

Teto do imóvel – O valor máximo dos imóveis enquadrados no programa passou de R$ 130 mil para R$ 170 mil.

O que pede o mercado – É um desejo do mercado imobiliário que o novo teto seja adequado à renda do mutuário. O Conselho Curador do FGTS pede que ela seja fixada em R$ 5.250.

O QUE PODE MUDAR:

Renda – As faixas de renda seguirão os mesmos valores de 2009, de R$ 465 a R$ 4.650.

Subsídio – Caso o mutuário tenha renda de até R$ 1.395 e quite o financiamento antes do prazo de dez anos, perderá o subsídio (desconto) de R$ 23 mil dado pelo governo.

Escritura – Mulheres casadas não precisarão mais da presença do marido para assinar o contrato de financiamento. Em caso de abandono, a escritura do imóvel passa para o cônjuge que permanecer na moradia por mais de dois anos.

Maria Clara Serra

Fonte: O Globo