Mercado Imobiliário – Saiba o que valoriza um imóvel

janeiro 19, 2012 by lmenezes · 1.384 Comments
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Na hora de vender ou comprar um imóvel o que mais influencia no preço do bem? A localização, o tamanho e a infraestrutura do bairro somam, é claro, muitos pontos na hora de definir o valor do bem, pois uma coisa é comprar um apartamento de 150 metros quadrados no interior e outra bem diferente é adquirir um imóvel parecido na Avenida Paulista. Além do endereço, outras características também elevam valor na negociação ou podem até, em alguns casos, depreciar a casa ou o apartamento.

De acordo com corretores e fontes do setor, itens com garagem e banheiro privativo são as “vedetes” da valorização de imóveis da capital paulista. “A existência de uma vaga a mais de garagem num imóvel pode acrescentar de 10% a 15% ao preço final e, ainda, aumenta a velocidade da venda do bem”, destaca José Augusto Viana Neto, presidente do Conselho Regional dos Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo (Creci-SP).

“O banheiro privativo em ao menos um quarto também é fator de valorização que confere maior liquidez à moradia”, completa o dirigente do Creci-SP.

Na opinião de Reimes Rodrigues, gerente da Forte Imóveis, ao dar preferência por residência com essas características, as pessoas buscam praticidade para o dia a dia. “A garagem é fundamental para assegurar um bem importante como o carro e o banheiro privativo facilita a rotina da família que acorda no mesmo horário para seus compromissos e precisa ficar pronta para sair sem perder tempo.”

Apartamentos menores – Espaços de convivência são outros itens muito valorizados. “Os apartamentos são cada vez menores e, por isso, o comprador valoriza cada vez mais áreas de lazer como varandas gourmet, espaços gourmet, playgrounds, piscinas e salão de festas, entre outros. Isso porque a convivência em família ou entre amigos é um fator importante”, diz a professora de finanças Angela Menezes, do Instituto Insper.

Em casas, esses espaços também são muito procurados. “Residências com quintal grande, gramado ou jardim, e com espaço com churrasqueira causam boa impressão e são vendáveis, pois são locais aconchegantes onde os moradores receberão as visitas. Mas esses espaços devem estar bem cuidados”, ressalta José Américo Tavares corretor e proprietário imobiliária Fernandes Tavares Imóveis.

Quanto mais facilidades e itens de bem-estar, mais valor terá o imóvel, conta Viana Neto. “Um apartamento com banheiro privativo, garagem para dois carros, uma boa varanda e área de serviço arejada pode valer até 30% mais que um imóvel semelhante que não tenha esses itens ou com apenas um deles.”

O que pode depreciar? Excesso de personalidade em partes estruturais do imóvel podem ser um tiro no pé na hora de negociar o bem. Isso significa que investir milhares de reais naquele revestimento caríssimo nem sempre agregará valor à casa ou ao apartamento.

“Muitos acham que gastar dinheiro com reformas caras valoriza o imóvel, mas, embora para o gosto pessoal dele seja algo interessante, nem sempre é para o comprador”, explica o professor Ricardo Almeida, coordenador da pós-graduação em Negócios Imobiliários da Faap (Fundação Armando Alvares Penteado).

Armários, por exemplo, podem facilitar ou ser um empecilho, explica ele. “Se forem armários novos, bem conservados e com acabamentos discretos, ajudam a vender, pois são práticos para quem compra. Porém, caso sejam velhos ou forem de cores fortes, certamente vão representar um gasto ao comprador que, normalmente, retira tudo.”

Revestimentos também podem espantar compradores. “Tive um cliente que mandou colocar mármore rosa em toda a casa, gastando quase R$ 20 mil. Ele achava que isso valorizaria o imóvel, traria estilo, mas além de não agregar valor ao preço do bem, foi a primeira coisa que o comprador mandou arrancar”, conta o professor. “Quem pretende usar o imóvel como investimento, ao reformá-lo, deve optar por materiais neutros e que não imprimam muito seu estilo pessoal na construção. Assim, ele fica mais valorizado porque o futuro comprador o considera pronto para morar sem necessidade de mais gastos.”

Por Eleni Trindade
Fonte: Jornal da Tarde

Pesquisa mostra que valorização dos imóveis no Brasil passou de 100%

janeiro 18, 2012 by lmenezes · 1.061 Comments
Filed under: Economia, Sem categoria 

Explicação está na estabilidade econômica que dá mais segurança para fazer negócios a longo prazo e na grande oferta de crédito.

O preço dos imóveis em algumas cidades brasileiras está assustando muita gente.

Em 2011, a valorização do metro quadrado chegou a quase 100% dependendo do bairro.

O que já estava caro ficou mais caro ainda. Foi o que mostrou uma pesquisa feita pela Fipe com preços de apartamentos anunciados pela internet. Nos últimos quatro anos, a valorização dos imóveis em todo o país passou dos 100%.

Em 2011, o preço do metro quadrado subiu 26% nas sete capitais pesquisadas.

A explicação está na estabilidade econômica – que dá mais segurança para fazer negócios a longo prazo e na grande oferta de crédito.

O que acontece em cada cidade também tem influência. No Rio, existem poucos imóveis disponíveis. A disputa aumenta os preços. A valorização em 2011 foi de 35%. Em Salvador, bairros inteiros estão sendo construídos. E o preços subiram menos de 7%.

O valor do metro quadrado mais alto é o do Distrito Federal, seguido do Rio de Janeiro e de São Paulo.

Em São Paulo, o bairro mais caro é o jardim paulistano. O metro quadrado está acima de R$ 9.500. Já os imóveis que mais se valorizaram ficam na Vila Califórnia. Os preços lá subiram 47% em 2011.

No Rio de Janeiro, o Leblon tem o metro quadrado mais caro. Mais de R$ 17 mil. Já os imóveis de um bairro muito menos conhecido dos brasileiros, chamado Brás de Pina, quase dobraram de preço em 2011.

O bairro fica perto fica perto do Morro do Alemão, ocupado pelas forças de segurança em novembro de 2010 e que vai receber uma Unidade de Polícia Pacificadora.

“Um bairro que já teve a instalação de uma UPP, um bairro que está próximo de uma instalação nova de metrô, vai trazer uma valorização imobiliária”, explica o Eduardo Zylberstajn,

Mas algumas diferenças persistem. Quem vendesse um apartamento de 100 metros quadrados no Leblon, em 2008, compraria um de 170 metros no Jardim Paulistano. No ano passado, daria para comprar um maior ainda, de 178 metros quadrados.

A velocidade dos aumentos – no Brasil inteiro – começou a diminuir no segundo semestre de 2011. Quem trabalha nesse mercado acredita que esse é um bom momento para fazer as contas e decidir se é hora de comprar ou de vender.

“Eu acredito que não aumente o preço muito mais do que aconteceu. Jamais, do que vinha acontecendo. O mercado agora entra dentro de uma realidade. Encontrou seu ponto de equilíbrio”, afirma José Augusto Nato, presidente do Creci.

Fonte: G1

Novas regras do Minha casa, minha vida esperam sanção de Dilma. Veja o que vai mudar

dezembro 12, 2011 by lmenezes · 827 Comments
Filed under: Economia 

Com o corte no orçamento do programa “Minha casa, minha vida“, o ano começou com uma má notícia para o setor de moradias populares. Depois, no entanto, o governo sinalizou que pretendia impulsionar as construções com algumas medidas, como o aumento do teto dos imóveis para R$ 170 mil e o pedido da presidente Dilma Rousseff para que o Banco do Brasil e a Caixa se unissem na oferta de crédito à população. Enquanto a aliança não vem, as novas regras do programa estão prestes a ser aprovadas pela presidente.

Dentro das mudanças que esperam a sanção de Dilma, uma, especificamente, desagradou ao mercado. Enquanto todos esperavam uma adequação da renda ao novo teto dos imóveis, os deputados e senadores preferiram utilizar como base os valores estipulados na criação do programa, em abril de 2009, de R$ 465 a R$ 4.650.

“Com o valor do imóvel mais alto e a renda igual, o programa está limitando o poder de compra da população, o que não é bom”, afirma Leonardo Schneider, vice-presidente do Sindicato da Habitação (Secovi Rio).

Outras mudanças, no entanto, foram positivas. Caso Dilma aprove as medidas, as mulheres não precisarão mais da presença do marido para assinar o contrato de financiamento das moradias destinadas a famílias com renda de até R$ 1.395. Além disso, em caso de abandono de lar, o cônjuge que ficou na casa por mais de dois anos ganhará a escritura da moradia por usucapião.

CENÁRIA ATUAL:

Verba – No início do ano, o corte no orçamento do governo atingiu o “Minha casa, minha vida”, com a redução de 40% da verba destinada ao programa habitacional, que caiu de R$ 12,7 bilhões para R$ 7,6 bilhões.

Teto do imóvel – O valor máximo dos imóveis enquadrados no programa passou de R$ 130 mil para R$ 170 mil.

O que pede o mercado – É um desejo do mercado imobiliário que o novo teto seja adequado à renda do mutuário. O Conselho Curador do FGTS pede que ela seja fixada em R$ 5.250.

O QUE PODE MUDAR:

Renda – As faixas de renda seguirão os mesmos valores de 2009, de R$ 465 a R$ 4.650.

Subsídio – Caso o mutuário tenha renda de até R$ 1.395 e quite o financiamento antes do prazo de dez anos, perderá o subsídio (desconto) de R$ 23 mil dado pelo governo.

Escritura – Mulheres casadas não precisarão mais da presença do marido para assinar o contrato de financiamento. Em caso de abandono, a escritura do imóvel passa para o cônjuge que permanecer na moradia por mais de dois anos.

Maria Clara Serra

Fonte: O Globo

Fundos imobiliários: você sabe como comprar e vender as cotas?

novembro 17, 2011 by lmenezes · 680 Comments
Filed under: Economia 

SÃO PAULO – Os fundos de investimentos imobiliários estão cada vez mais populares no Brasil. Segundo dados da Bolsa de Valores, entre janeiro de 2008 e setembro deste ano, o número de investidores cresceu 650% para 45,3 mil.

Mas você sabe como comprar cotas deste tipo de fundos? De acordo com o especialista em investimentos e CEO da Inva Capital, Raphael Cordeiro, a compra e venda das cotas é feita por meio da corretora de valores. Por isso, é preciso ter cadastro em uma para conseguir fazer estas transações.

“As cotas são negociadas na bolsa”, afirma Cordeiro. “Elas possuem códigos, assim como as ações, então, basta digitar o código e a quantidade no home broker”, afirma o especialista.

Segundo ele, o fato de ser negociado na bolsa, por meio da internet, é uma das grandes vantagens dos fundos de investimentos imobiliários em relação ao investimento direto em imóveis. “A compra e a venda são feitas de uma maneira muito mais simples”, diz Cordeiro.

Vantagens
O valor do investimento é outro ponto que favorece os fundos imobiliários. “Atualmente você não encontra um imóvel por menos de R$ 100 mil. Então, para conseguir montar uma carteira diversificada em imóveis, é preciso ter bastante dinheiro”, diz Cordeiro.

Já com o fundo imobiliário, é possível ter participação em imóveis por um valor muito menor. “A partir de R$ 100, você consegue comprar cotas de alguns fundos. Mas com R$ 1 mil começa a valer a pena, por conta das taxas de corretagem”, diz o especialista.

Desta forma, fica muito mais fácil diversificar as aplicações. “Com R$ 20 mil, o investidor consegue ser sócio de parte de shopping centers, ter participação em galpões industriais e também em imóveis comerciais”, diz Cordeiro.

Além disso, os valores cobrados pela transação são menores do que aquilo que se costuma pagar pela compra e venda de um imóvel. “Quando você compra um imóvel, apesar de não pagar nada de comissão, precisa pagar o ITBI – Imposto de Transmissão de Bens Imóveis Inter-Vivos e gastos com o cartório. Isso pode chegar a 2% do valor do imóvel”, diz Cordeiro. “Já se optar por um fundo, só paga as taxas de corretagem”, continua.

Na venda, as taxas são ainda maiores, afirma Cordeiro. “Os corretores [de imóveis] cobram taxas de 5% a 6% do valor do imóvel”, ressalta o especialista.

Pontos negativos
De acordo com ele, existem pessoas que consideram como ponto negativo o fato de haver uma outra pessoa (gestor do fundo) cuidando das aquisições. “Para algumas pessoas é muito importante ver o imóvel, saber o que está comprando, conferir a assinatura dos papéis”, diz.

Além disso, se comparado a outros investimentos, como o próprio mercado acionário, a liquidez é menor. “Você não consegue comprar e vender com a mesma rapidez de alguns investimentos”, afirma Cordeiro.

Entretanto, os fundos são mais fáceis de comprar e vender do que os próprios imóveis. “Você consegue vender de maneira muito mais rápida cotas no valor de R$ 1 milhão do que um imóvel deste valor”, diz.

Riscos

Como todo investimento, os fundos imobiliários também trazem riscos. Em primeiro lugar, é importante lembrar que este é considerado um investimento de renda variável, ou seja, não há garantia de valorização das cotas e elas podem, inclusive, se desvalorizarem. “O próprio imóvel pode ser inadequado para um investimento de longo prazo e ir perdendo valor ao longo do tempo”, diz Cordeiro.

Entretanto, isto não é tão comum. Dos 35 fundos imobiliários avaliados pelo site Fundo Imobiliário, 26 estão com rentabilidade positiva em 2011 (até outubro), enquanto 9 estão com rentabilidade negativa.

Outro risco é do imóvel ficar desalugado e não proporcionar uma rentabilidade mensal para os cotistas do fundo. “Tem também o risco de vacância, do imóvel perder o inquilino e demorar para ser alugado novamente”, conclui.

Fonte: UOL

Economia: imóvel em mau estado perde 40% do valor

outubro 6, 2011 by lmenezes · 926 Comments
Filed under: Economia 

Veja quais são as características que encarecem ou reduzem o preço

Desde o tamanho, passando pelo estado de conservação, localização e até mesmo a posição em que os raios do sol entram pela janela. Tudo é motivo para baratear ou encarecer o preço de um imóvel no mercado. Para se ter uma ideia, um apartamento mal conservado perde até 40% do seu valor. Já quando o condomínio  oferece, por exemplo, uma vaga a mais na garagem, o preço sobe em até R$ 20 mil. Por isso, seja na compra ou na venda do imóvel, é bom ficar atento aos detalhes que podem pesar – e muito – no seu bolso.

Assim como a conservação, a localização é um dos aspectos mais importantes na fixação do preço de um imóvel. Chega ao equivalente a 30% do valor. Quanto mais próximo do centro e com mais infraestrutura for o bairro, mais caro o espaço fica. Estar na região da orla também significa que os valores serão mais salgados, dizem os especialistas. Assim como os custos com a manutenção tendem a ser maiores, por causa da rápida deterioração dos revestimentos e equipamentos.

O presidente do Instituto Brasileiro de Avaliações e Perícias de Engenharia da Bahia (Ibape), José de Souza Neto Junior, explica que, além dos aspectos já mencionados, entram no preço do imóvel o padrão construtivo (se é popular, classe média ou luxo), a quantidade de quartos, o andar em que fica (no caso dos apartamentos) e os complementos como piscina, garagem, entre outros.

Avaliação

Em Salvador, algumas empresas se especializaram em avaliar esses bens. Nesses casos, um engenheiro ou arquiteto faz uma vistoria do local e emite um laudo de avaliação, que ajuda a fixar o preço do imóvel. O serviço é usado, principalmente, por bancos que financiam a compra da casa própria. Mas nada impede que seja contratado também por particulares, num custo que varia de R$ 2 mil a R$ 5 mil.

Os profissionais inspecionam a parte elétrica, hidráulica, a pintura, além dos pisos e revestimentos. “A partir das informações recolhidas, elaboramos o laudo que serve como base para o valor que poderá ser cobrado”, explicou Neto.

De acordo com ele, os problemas que mais depreciam o preço de um imóvel são as rachaduras, os pisos danificados e as paredes com infiltração. Além disso, a insegurança em sistemas elétricos ou emergenciais diminuem o preço. Para evitar esses transtornos, ele diz que o ideal é fazer uma manutenção a cada cinco anos.

O engenheiro Arival Guimarães Cidade conta que, antes de comprar um imóvel, a pessoa deve levar em conta o tanto que gastaria para reformar o local. “Se você tem duas ofertas, no mesmo prédio, mas uma custa R$ 220 mil e outra R$ 250 mil, por exemplo, você precisa considerar o estado do local. Pode ser que o no mais barato você tenha que custear reformas de R$ 50 mil e que no fim não compensa”.

A região do entorno do imóvel, segundo ele, também pode baratear ou encarecer o produto. “Casas perto de cemitério ou escola tendem a perder valor. Lugares de difícil acesso ou engarrafamento constante também não são atrativos”, observou.

Valor agregado

Mas alguns aspectos também ajudam a valorizar o produto.  Se o imóvel pega as primeiras horas de sol, por exemplo, ele tende a ser 5% mais caro. No caso dos apartamentos, a cada andar mais alto, o preço aumenta de R$ 2 a R$ 3 mil. Isso significa que um imóvel de R$ 200 mil no primeiro andar poderá custar até R$ 230 mil se ele for no 10º andar.

O diretor do Conselho Regional dos Corretores de Imóveis da 9ª Região (Creci), Noel Silva, conta que as vagas de garagem costumam custar até R$ 20 mil e que quanto mais caro é o condomínio mais valor agregado tem o imóvel. Os equipamentos de lazer como piscina e quadras esportivas também influenciam, assim como número de apartamentos num edifício. Quanto menos unidades, mais caro fica.  “Tudo isso ajuda a mensurar um valor no mercado”.

 
Fonte: Correio 24horas

Alugar apartamento durante o Rock in Rio pode render diárias de até R$ 200

setembro 9, 2011 by lmenezes · 530 Comments
Filed under: aluguel 
Região começa a atrair olhares de turistas (Foto: Divulgação)

A pacata vizinhança da Cidade do Rock, em Jacarepaguá, começa a atrair o olhar dos turistas, que vão sacudir a região durante os sete dias do Rock in Rio, daqui a pouco mais de um mês. É que, com os hotéis da cidade quase lotados nas datas dos shows, oferecer o próprio apartamento num aluguel por temporada – aquele em que o inquilino paga para ficar apenas alguns dias no imóvel – pode ser uma lucrativa oportunidade para quem pode se apertar na casa de um parente ou, até mesmo, sair de férias.

Dados da organização do Rock in Rio revelam que metade da primeira leva de 600 mil ingressos foi vendida para pessoas que não moram no estado. São turistas que podem pagar entre R$ 60 e R$ 200 pela diária de um quarto e sala no Rio, dependendo do local e da infraestrutura, de acordo com levantamentos em corretoras e sites especializados.

Potencial inexplorado – O vice-presidente de locação do Sindicato de Habitação do Rio (Secovi Rio), Antônio Paulo Monnerat, explica que, atualmente, o aluguel por temporada se concentra, principalmente, em Copacabana, mas regiões como as zonas Norte e Oeste, além do Centro, têm um grande potencial.

- Há grandes eventos programados nessas regiões, como a Copa do Mundo e as Olimpíadas, o que vai aquecer o mercado imobiliário ainda mais. Alugar o próprio imóvel é uma forma de ganhar algum dinheiro numa época em que a cidade estará lotada de turistas – afirma Monnerat.

Contrato de até 90 dias – Especializado em Direito Imobiliário, o advogado Hamilton Quirino explica que as únicas diferenças entre o contrato por temporada e o de aluguel tradicional são a duração e o pagamento:

“O aluguel de temporada é de, no máximo, 90 dias. Além disso, o pagamento integral deve ser feito com antecedência. O proprietário também pode pedir um valor como caução, para cobrir eventuais danos ao imóvel ou aos móveis e eletrodomésticos.”

A guia de turismo Fabiana Bandeira, de 27 anos, cuida de quatro apartamentos da família em diferentes bairros do Rio, que são alugados por temporada há um ano e meio. Segundo ela, é preciso ter cuidados redobrados nessa modalidade de contrato:

“Nunca tivemos problemas com inquilinos, mas é importante se resguardar, até porque é o nosso patrimônio que está em jogo”, diz Fabiana, que sempre pede documentos e comprovante de residência, além de fazer uma listagem completa de tudo o que está no apartamento e anexar ao contrato: “Essa conferência deve ser feita com o inquilino no primeiro e no último dia da locação.”

Segundo Hamilton Quirino, o contrato pode ser feito pelo proprietário, sem intermediação de corretoras, mas é preciso seguir o modelo-padrão.

Fonte: Jornal Extra

Precauções para a compra de imóvel inventariado

agosto 15, 2011 by lmenezes · 1.596 Comments
Filed under: Direito Imobiliário 

Precauções para a compra de imóvel inventariado

Rio de Janeiro, RJ – Quando o preço do tão sonhado imóvel se apresenta bem inferior ao praticado pelo mercado, é quase impossível evitar o impulso da compra. Por exemplo, os bens que constam em inventários podem custar até 60% do valor de mercado, porém comprá-los pode apresentar riscos, diz o diretor comercial e de locações da Primar Administradora de Bens, Carlos Samuel Silva Freitas.

“É preciso avaliar se vale a pena correr o risco, e o primeiro passo é saber qual é o tipo de processo; se está correndo no Cartório de Notas ou na Justiça. Quando não há herdeiros incapazes ou menores de idade, o inventário vai para o cartório e leva cerca de dois meses para ser concluído. Se o processo corre na Justiça, o risco é maior. Neste caso, é necessário o auxílio de um especialista para analisar os motivos que levaram o inventário até a Justiça”, aconselha o diretor da Primar.

Silva Freitas recomenda que, antes de compra, o ideal é examinar a idoneidade de todos os envolvidos no processo do inventário, desde o falecido, até os herdeiros e seus cônjuges.

“As informações podem ser obtidas em certidões negativas da Fazenda Pública, Ações Cíveis e Interdições e Tutela. No Superior Tribunal de Justiça é possível saber se há alguma ação fiscal, e na prefeitura devem ser tiradas as certidões negativas de Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU), e de situação fiduciária. Há ainda o Registro Geral de Imóveis, onde é possível tirar a Certidão de Ônus Reais”, aponta ele.

Se realmente houver intenção de compra, ressalta Silva Freitas, o aconselhável é dar um sinal para segurar o imóvel, até que o inventário seja concluído.

“Uma boa imobiliária, com profissionais preparados, terá capacidade de lidar com este tipo de processo, evitando dores de cabeça, negócios inseguros e garantindo que todas as informações sejam verdadeiras. É recomendado que uma data seja estipulada para que a situação seja resolvida, havendo multa caso a conclusão do inventário demore mais do que o combinado”, acrescenta.

No caso do inventário correr na Justiça, o diretor da Primar recomenda desistir da compra, já que a conclusão do processo pode levar vários anos. Quando há mais de um imóvel no inventário também é preciso cautela, já que a situação dos outros pode interferir naquele que está sendo negociado.

“Outro fator que pode complicar a compra é o número de herdeiros. Quanto mais pessoas envolvidas, mais complicado é o processo, em especial quando estes possuem dívidas. A vantagem de comprar um imóvel em inventário é que quanto maior for o tempo de espera, maior será a economia do comprador”, finaliza o diretor da Primar Administradora de Bens, Carlos Samuel Silva Freitas.

Fonte: R7

Como fugir do inventário

agosto 15, 2011 by lmenezes · 1.003 Comments
Filed under: Direito Imobiliário 
Apesar de ser um benefício para os herdeiros, a herança, muitas vezes, dá mais dor de cabeça do que qualquer outra coisa. Além de o processo burocrático ser longo, as despesas são ainda mais penosas.

Confira as dicas para evitar dores de cabeça.

Passo a Passo

1- Doação

Para fugir de uma herança ruim e de um possível inventário, o mais indicado é que o parente com bens faça uma doação em vida.

2- Venda antecipada

É preciso, no entanto, se resguardar de problemas como a venda antecipada do imóvel, fazendo uma reserva de usufruto vitalício. Ou seja, o imóvel somente passará para o herdeiro após o falecimento do proprietário.

3- Investimentos

O dinheiro gasto para fazer a doação em vida é mais ou menos o mesmo do inventário — 4% de ITCD, honorários advocatícios que dependem de cada caso e 2% para o usufruto — mas a garantia de tranquilidade compensa.

4- Testamento

Também é possível fazer um testamento em cartório. No entanto, apesar de minimizar brigas entre os herdeiros, este não desobriga a família de fazer o inventário.

5- Divisão

Se já é tarde demais e o jeito é dividir a herança da maneira mais tradicional, lembre-se de que o prazo máximo para dar entrada no processo é de até 30 dias após o falecimento do parente. Se esse período for ultrapassado, será cobrada uma multa.

6- Cartório

Se não houver menores ou incapazes envolvidos e nenhum litígio, os herdeiros precisam levar o atestado de óbito, a relação de herdeiros e a divisão dos bens (partilha) ao Cartório de Notas.

Fonte: Extra explica

domingo, 14 de agosto de 2011Estrangeiros seguem o dinheiro em direção ao Brasil

agosto 15, 2011 by lmenezes · 215 Comments
Filed under: Economia 

Refletindo sobre as tempestades financeiras que fustigam a Europa e os Estados Unidos, Seth Zalkin, banqueiro americano vestido casualmente, tomava um cafezinho e parecia satisfeito com sua decisão de mudar-se para cá, em março, com sua mulher e o filho deles.

“Se o resto do mundo está afundando, este é um bom lugar para estar”, disse Zalkin, 39 anos.

Para quem guarda uma recordação, mesmo que fraca, da crise da dívida vivida pelo próprio Brasil nos anos 1980, a ordem global foi colocada de ponta-cabeça. A economia dos EUA pode estar se arrastando de joelhos, mas no ano passado a do Brasil cresceu no ritmo mais acelerado de mais de duas décadas anteriores, e o desemprego está em baixa histórica, parte da transformação do Brasil de caso inflacionário perdido em um dos maiores credores de Washington.

Com salários que rivalizam com os de Wall Street, tantos banqueiros, gerentes de fundos hedge, executivos petrolíferos, advogados e engenheiros estrangeiros vêm se mudando para cá que os preços de imóveis comerciais de alto padrão este ano superaram os de Nova York, fazendo do Rio a cidade mais cara das Américas em termos de aluguel desses espaços, segundo a empresa imobiliária Cushman & Wakefield.

Uma mentalidade de corrida ao ouro domina o ambiente, com o número de autorizações de trabalho para estrangeiros subindo 144% nos últimos cinco anos, sendo que o contingente de profissionais altamente instruídos que vêm se radicando no Brasil é liderado por americanos.

Não é de hoje que empresários sentem-se atraídos pelo Brasil, e o mesmo acontece com vigaristas interessados em enriquecer rápido, sonhadores com grandeza amazônica e até mesmo foras-da-lei como Ronald Biggs, o britânico que fugiu para o Rio depois de seu grande assalto a um trem postal inglês em 1963.

Hoje, porém, as escolas que recebem alunos americanos e de outras famílias de língua inglesa têm longas listas de espera, apartamentos podem custar US$ 10 mil por mês nas áreas mais cobiçadas do Rio, e muitos dos recém-chegados são diplomados pelas melhores universidades dos EUA ou possuem experiência de trabalho nos pilares da economia global.

Chegando aqui, eles se deparam com um país que enfrenta um desafio muito diferente daquele que é encarado pelos EUA e a Europa: o receio de que a economia esteja ficando superaquecida.

Uma coisa que constitui um choque especial para os recém-chegados é a força do real. Isso pode beneficiar brasileiros que vêm comprando apartamentos em lugares como South Beach, em Miami, onde os imóveis custam cerca de um terço dos preços de imóveis equivalentes nos bairros de alto padrão do Rio. Mas prejudica os manufatureiros e exportadores brasileiros.

Assim, em uma tentativa de impedir uma valorização ainda maior do real, o Brasil hoje é um dos maiores compradores de títulos do Tesouro americano, elevando seus interesses em jogo na economia americana enfraquecida. É uma quebra nítida com o passado, quando Washington ajudou a montar pacotes de resgate para o Brasil durante suas crises financeiras.

“O Brasil está se saindo muito bem, mas, francamente, semana sim, semana não eu me pergunto ‘quando isto vai acabar?’”, disse Mark Bures, 42, executivo americano que se mudou para o Rio em 1999, em tempo de assistir a uma desvalorização abrupta do real e outras oscilações acentuadas na prosperidade brasileira.

Alguns poucos americanos que vivem no Brasil há mais tempo chegam a se recordar do último “milagre” econômico do país, no início dos anos 1970, quando o “Wall Street Journal” citou um banqueiro otimista no início de um artigo de primeira página, prevendo que “em dez anos o Brasil será uma das cinco maiores potências do mundo”. Em lugar disso, o país acabou onerado com uma dívida externa assustadora.

O boom recente das commodities e o crescimento do consumo interno, resultado da expansão da classe média, ajudaram a converter o Brasil em potência em ascensão que se recuperou facilmente da crise financeira global de 2008. No ano passado a economia cresceu 7,5%, e a expectativa é que este ano registre crescimento de 4% –menor, mas ainda invejável nos Estados Unidos.

Apesar disso, o Brasil apresenta muitos desafios que podem desencorajar estrangeiros que chegam ao país. A legislação trabalhista dá preferência à contratação de profissionais brasileiros em lugar de estrangeiros, e o demorado processo de obtenção de um visto de trabalho pode surpreender quem não está acostumado à colossal burocracia brasileira.

Alguns economistas consideram o real a moeda mais sobrevalorizada do mundo, com relação ao dólar, e a inflação vem subindo (conforme evidenciam Big Macs por US$6,16 e martínis por US$35). As taxas de juros teimam em continuar altas, e analistas discutem a possibilidade de estar se formando uma bolha de crédito, na medida em que os consumidores continuam mergulhados em uma orgia de compras de tudo, desde casas até carros, que já vem acontecendo há anos.

O Brasil não está imune à turbulência nos mercados globais, e o real se enfraqueceu um pouco este mês. O mercado imobiliário carioca tem estado agitado com a aproximação da Copa do Mundo de 2014 e das Olimpíadas de 2016, mas sua infraestrutura é insuficiente. Embora tenha diminuído em algumas regiões, a criminalidade violenta ainda assola grandes partes do país e também o Rio, que este mês enfrentou um incidente traumático de sequestro de um ônibus.

Mesmo assim, os estrangeiros vêm chegando, e as autorizações de trabalho para eles aumentaram mais de 30% em número apenas em 2010, segundo o Ministério do Trabalho.

“Eu só falava um português muito básico, mas pude perceber que este lugar estava vivendo um boom”, contou Michelle Noyes, 29, nova-iorquina que organizou uma conferência de fundos hedge em São Paulo. Pouco depois disso, ela deu o salto: mudou-se para o Brasil para trabalhar em uma firma de gerenciamento de ativos.

“Me mudei da periferia do setor para o centro”, disse Noyes, citando cinco outros americanos, dois de Nova York e três de Chicago, que estão se mudando para o Brasil este mês para tentar sua sorte.

Os americanos formam o maior grupo de estrangeiros que está se mudando para o Brasil, seguidos por contingentes de britânicos e outros europeus. Alguns vêm para contratos de trabalho temporários. Outros estão fundando empreendimentos pequenos ou grandes.

O americano David Neeleman, fundador da JetBlue Airways, recentemente criou a companhia aérea brasileira de baixo custo Azul. Corrado Varoli, italiano que comandava desde Nova York as operações latino-americanas do Goldman Sachs, agora comanda seu próprio banco de investimentos em São Paulo. Novas ponto.coms brasileiras como a Baby.com.br, empresa on-line de venda de fraldas no varejo fundada este ano por dois primos americanos recém-saídos de escolas de administração de empresas como a Wharton e a de Harvard, às vezes conferem ao Brasil um clima de bolha não muito diferente daquele que reinava nos EUA em 1999.

Outros estrangeiros vêm assumindo empregos em empresas brasileiras que estão crescendo com um boom resultante em parte do comércio do Brasil com a China.

“Nossos salários aqui no Brasil são pelo menos 50% mais altos que os salários pagos nos EUA por cargos estratégicos”, disse Jacques Sarfatti, gerente para o Brasil da Russell Reynolds, firma que recruta executivos de empresas.

Estrangeiros competem com brasileiros que retornam ao país, vindos do exterior. “É muito evidente que o mercado de trabalho está tão ruim em outros lugares”, disse Dara Chapman, 45, californiana que é sócia de um fundo hedge carioca, o Polo Capital. Ela disse que vem recebendo inúmeros currículos de interessados em mudar-se dos EUA para o Brasil.

As enormes descobertas brasileiras de petróleo na camada do pré-sal também vêm atraindo investidores e estrangeiros, entre os quais milhares de filipinos que trabalham em navios e plataformas petrolíferas marítimas. Para suas outras indústrias, o Brasil precisa de estimados 60 mil novos engenheiros, alguns dos quais precisam vir do exterior, em vista das insuficiências do sistema de ensino brasileiro.

“Eu me mudei para cá de Pequim um ano atrás e acho o potencial para o desenvolvimento profissional incrível”, disse a chinesa Cynthia Yuanxiu Zhang, 27, gerente de uma empresa de tecnologia. “Já estou planejando estender minha estadia aqui para bem mais adiante nesta década.”

Fonte: Correio do Estado

Imóvel não deve ficar mais caro com novas regras de acústica

agosto 13, 2011 by lmenezes · 753 Comments
Filed under: Arquitetura, Engenharia 

Fernanda de Moraes Bonadia

Em março de 2012 vão começar a valer as novas normas da ABNT (Associação Brasileira de Normas e Técnicas) para edifícios habitacionais. Entre elas estão as regras que vão melhorar a acústica dos imóveis.

“As novas regras da ABNT não vão, necessariamente, elevar os preços  dos imóveis”, afirma o vice-presidente de Tecnologia e Qualidade do Secovi-SP (Sindicato da Habitação), Carlos Borges. Ele explica que isso vai depender da empresa que realizar a construção, da tecnologia utilizada, do sistema construtivo e de como ele será usado. Sem falar da região onde o edifício ficará, pois uma rua com muito barulho e trânsito exige maior isolamento acústico.

Para ele, a norma possui muitos pontos positivos, pois regula o mercado e “deixa as regras do jogo claras”. “Ela traduz de forma técnica as necessidades dos usuários de imóveis”, salienta Borges. Afinal, o barulho  enfrentado por alguns consumidores pode ser uma questão de arquitetura e engenharia, e essa regra visa sanar parte desse problema.

Pontos positivos para os usuários
Ao olhar para o edifício do ponto de vista do usuário, destaca Borges, essa regra estabelece o ruído máximo exigido para cada setor do imóvel, como as paredes e os pisos. E o que interessa mesmo é o resultado final, ou seja, independente do material usado na construção, é necessário cumprir o isolamento acústico.

Além disso, a nova norma define os diferentes tipos de ruídos a serem driblados, como o de impacto (salto de mulheres, por exemplo), o aéreo, o provocado por equipamentos, além do som ambiente, que varia de acordo com a localização do edifício.

O vice-presidente de Tecnologia e Qualidade avalia que essas regras serão boas para os usuários, pois facilitam a medição objetiva. Haverá um método para que um especialista consiga medir in loco se o imóvel atende às normas. “Ela é mais clara e mais objetiva”, reitera Borges.

Psiu!
Em relação ao barulho em edifícios, a especialista em Direito Imobiliário, Rita de Cássia Serra Negra, lembra que “o condomínio é uma comunhão de pessoas e interesses”. Por isso é preciso levar em conta que o direito de um morador vai até o limite do direito do outro.

A advogada do escritório Mesquita Pereira, Marcelino, Almeida, Esteves Advogados, Daniella de Almeida e Silva, explica que a questão é tratada pela Lei do Psiu, que estabelece que, entre 22h e 7h, as pessoas não façam barulho acima de 45 decibéis. Já no outro intervalo, não são permitidos ruídos acima de 55dB. Para se ter uma ideia, uma conversa tranquila pode alcançar 55dB, enquanto que o som de um secador chega a 90dB.

Além dessa regra municipal, cada edifício é regido pela Convenção de Condomínio, que usa a Lei do Psiu como base e costuma ampliar as restrições em relação ao barulho, como no caso de proibir cachorros no interior dos imóveis ou aumentar o silêncio até as 10h, por exemplo.

Mas, o que fazer caso uma pessoa exagere no barulho? Rita de Cássia explica que é comum os moradores tentarem uma conciliação com o condomínio ou até com a administradora. Nesses casos a pessoa que provoca os ruídos recebe notificações ou pode até ser multada, caso isso esteja previsto na Convenção do Condomínio.

Quando essas ações não são suficientes, é possível fazer uma denúncia pelo número 156 ou em qualquer subprefeitura de São Paulo.

Atenção às regras
Vale lembrar que a Convenção é instituída no momento em que o condomínio é criado no Registro de Imóveis. Por isso, quem estabelece as primeira regras é a Construtora.

Entretanto, os condôminos podem alterar as normas através de assembleias, desde que seja atingido um quórum específico. Nessas reuniões são discutidas, por exemplo, alterações de cláusulas muito brandas, muito rígidas, alteração de um valor da multa etc.

Porém, a Convenção, de acordo com Rita, é a regra máxima do condomínio. Por isso, sempre que a pessoa for comprar um imóvel, é importante lâ-la atentamente para verificar as restrições. “A pessoa vai ter que se adaptar as regras”, reitera a especialista.

Fonte: InfoMoney

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